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INTRODUÇÃO A ESTÉTICA 
FACIAL E SISTEMA TEGUMENTAR
Curso de Estética e Cosmetologia
Prof Ms: Marina Bonilha
Breve revisão- SISTEMA TEGUMENTAR 
✓ É o sistema de proteção dos corpos dos seres vivos e engloba 
a pele, pêlos e unhas. 
✓ Composto por camadas como: epiderme, derme e tela 
subcutânea;
✓ Reveste todos os órgãos vivos e constitui barreira de proteção 
contra a entrada de micro-organismos;
✓ Corresponde a 16% da massa corporal;
✓ É o maior órgão do corpo;
✓ Evita a perda de líquidos corporais;
✓ Sintetiza vitamina D pela absorção dos raios solares;
✓ Auxilia na regulação da temperatura corporal;
✓ Funciona como um componente de identificação de um 
individuo;
✓ Funciona como um órgão excretor e sensorial.
todamateria.com.br
Repleta de queratina e em 
constante escamação. (celulas
mortas)
Apresenta grande quantidade de 
eleidina. Transforma-se em 
queratina
Fornece células para subst. as 
células perdidas mais 
superficialmente
Melanina - Conceito
 Pigmento endógeno produzido por células especializadas através de um processo biológico chamado 
MELONOGENESE – PROCESSO DE PRODUÇÃO DE MELANINA e transferência da melanina dos dendritos para 
os queratinócitos.
 Células que produzem a melanina – MELANÓCITOS – células vem da crista neural vem dos melanoblastos -
que fica na camada germinativa basal
 Núcleo termo ativo – absorve radiações UV de forma natural ou artificial geradoras de calor a assim ele se 
torna estimulado entra em um processo MELANOGENESE
Dentro do melanócitos 
NÚCLEO
Fisiopatologia 
 Uma vez absorvida esta radiação,
 No citoplasma do melanócito uma organela
específica=RIBOSSOMO ela sintetiza, produz uma enzima
TIROZINASE
 INÍCIO DA MELONOGENESE
 TODA TIROZINASE sintetizada via ribossomo ela é
aglomerada por outras organelas elípticas envolto em
membranas plasmáticas= MELONOSSOMOS
 MELANOSSOMOS- sintetiza melanina – deposito de
melanina- dentritos melanocíticos)
 Vão aos poucos pigmentando – injetando nos
queratinócitos
PIGMENTAÇÃO ATIVADA
radiação
ENZIMA TIROSINASE
Síntese de 
melanina
Melanócitos 
FATORES QUE INFLUENCIAM A 
MELANOGÊNESE
Ação dos raios UV:
UVB: multiplica os melanócitos ativos e estimula a enzima tirosinase
(pigmentação indireta/com eritema)
UVA: oxida e escurece os precursores incolores da melanina
(pigmentação direta/ sem eritema)
 Genético: características dos melanossomas são codificadas pelos genes de pigmentação.
 Hormonal: MSH(hormônio hipofisário) – estimula a melanogênese. 
O estrogênio e a progesterona provocam hiperpigmentação facial.
Tipos de Radiações
UV- A
 Alto comprimento onda
 Penetra em camadas profundas pele
 Estimula os melanócitos
 Responsáveis pela pigmentação pele
 Grande potencial carcinogênico
UV- B
 Menor comprimento onda
 Penetra em camadas superficiais pele
 Responsáveis danos epidérmicos (queimaduras e eritema solar)
 Induz a produção de hormônios no melanócito e nos queratinócitos no processo 
de melanogênese – hiperpigmentações cutâneas 
TIPOS DE RADIAÇÕES
UVA UVB UVC
Fotoenvelhecimento precoce da pele
Quantidade aplicada de fotoprotetor
Pior cenário
TIPOS DE PELE
BIOTIPOS CUTÂNEOS
(Helena Rubinstein, séc XX)
✓ Normal ou Eudérmica
✓ Seca ou Alípica
✓ Oleosa ou Lipídica
✓ Mista
Nasceu em uma família pobre em 1872 na Cracóvia
(Polônia). Era a mais velha de oito irmãos. Foi em
Cracóvia, onde ela tentou estudar medicina até que
seu pai decidiu mandá-la para a Austrália em 1896
para ficar com parentes. Levou em sua bagagem 12
potes de creme que sua mãe havia lhe dado e cuja
receita veio da herança familiar. Sua pele branca,
suave e radiante era a inveja do povo de Melbourne,
que pouco ou nada usavam para cuidar da pele.
Quando viram que o segredo estava nos cremes que
trouxe de sua cidade natal em pouco tempo
começou a formulá-los atendendo a pedidos. Assim
nasceu Valaze, o primeiro creme tão bem sucedido
que ganhou notícia nos jornais e a atenção das
mulheres australianas.
BIOTIPOS CUTÂNEOS
Pele Eudérmica ou Normal
❑ apresenta secreção sebácea e sudorípara equilibradas
❑ caracteristicamente é a pele infantil
❑ aspecto suave , coloração e textura normais
❑ coloração rosada
❑ orifícios pilos sebáceos pouco visíveis
Pele Oleosa ou Lipídica
❑ aparentemente brilhante devido à seborréia
❑ acompanhada por hiperseborréia do couro cabeludo
❑ textura grosseira e granulosa ao tato
❑ espessura aumentada, prega cutânea grossa (aumento de volume e hiperatividade seborreica.
❑ tendência ao tamponamento folicular (formação de micro comedões)
Biotipo cutâneo 
Pele Seca/ Alíptica:
❑ Desidratada, com pouca secreção sebácea;
❑ Fina, frágil, sem brilho, suporta mal o frio e o calor, sabões e substâncias alcalinas;
❑ Envelhecimento precoce.
Pele Seca/Desidratada:
❑ Conteúdo aquoso deficitário, porém secreção sebácea normal;
❑ Deficiência na retenção hídrica na camada córnea.
Pele Seca Secundária:
❑ Desidratada em decorrência do uso de medicamentos ou cosméticos inapropriados.
Pele Seca Senil
❑ Antecedentes familiares de pele seca (geralmente);
❑ Áspera, com descamação constante.
Biotipo cutâneo 
Pele Mista
 na zona T : aspecto nitidamente gorduroso e brilhante
 alternando com zonas secas ou normais ,nas regiões restantes a face
TIPOS DE PELE X RECONHECIMENTO
Avalição facial - Protocolos validados
Sensível (S) x resistente (R)
Oleosa (O) x seca (S)
Enrugada (W) x Firme (T)
Pigmentada(P) ou não pigmentada (N)
ESTADOS CUTÂNEOS 
Leslie Baumamm – Estados cutâneos 
Hidratação
 Pele seca ou oleosa
 Sensibilidade
Pele resistente ou sensível.
 Subtipos: acne, rosácea, alérgica, irritável
Pigmentação ou não pigmentação
 Não pigmentada ou pigmentada
Envelhecimento (enrugada ou firme – tendência a
rugas)
 Se a pele é firme, tem pouca chance de
apresentar rugas ou tende a apresentar rugas
com a idade
Questionário de Baumann
 Realizar o preenchimento do questionário
 Classificar seu biótipo de pele
 Quais as características da sua pele?
 Qual estado sua pele da face encontra- se?
Neste momento
Leslie Baumann
Hidratação
 Pele seca ou oleosa
 Sensibilidade
Pele resistente ou sensível.
 Subtipos: acne, rosácea, alérgica, irritável
Pigmentação ou não pigmentação 
 Não pigmentada ou pigmentada
Envelhecimento (enrugada ou firme – tendência a rugas)
 Se a pele é firme, tem pouca chance de apresentar rugas ou tende a apresentar rugas 
com a idade
TABELA DE FITZPATRICK – cor da pele
 A pele pode ser classificada de acordo com a sua cor e
sensibilidade ao sol.
 Quantidade e tipo de melaninas produzidas Dr.Fitzpatrick
criou uma tabela- referência a nível mundial.
Classificação baseada nos primeiros 30 a 45 minutos ao sol no
Verão, sem estar previamente bronzeados.
 Determina a resposta da pele à Radiação Ultra Violeta
(RUV) e a capacidade que a pele tem de se bronzear.
Desvantagem:
 Pouco faz para prever a resposta da pele frente ao trauma
de certos procedimentos, como o laser e a cirurgia.
 ATENÇÃO: todos os tipos de pele, mesmo aqueles
classificados como Fitzpatrick tipos V e VI, são suscetíveis a
algum grau de queimadura por RUV.
CLASSIFICAÇÃO NUMÉRICA 
DA COR PELE HUMANA
❑ Para otimizar o processo de avaliação,
foi desenvolvido um questionário
específico que considera a pré
disposição genética dos pacientes e as
manifestações cutâneas dos mesmo
quando fotoexpostos.
❑ O escore final gerado enquadra o
indivíduo em um dos seis fototipos de
Fitzpatrick.
MODELO DE ENVELHECIMENTO BIOLÓGICO
FATORES 
PSICOSSOCIAIS
FATORES
INTRÍNSECOS
BASES GENÉTICAS FATORES 
AMBIENTAIS
ENVELHECIMENTO ORGANISMO
ALTERAÇÕES 
FUNCIONAIS
ALTERAÇÕES 
CELULARES
ALTERAÇÕES 
MOLECULARES
ALTERANDO A CAPACIDADE DE MANTER EQUILÍBRIO HOMEOSTÁTICO
MAIOR PREDISPOSIÇÃO DOENÇAS
ENVELHECIMENTO
Influências 
 Interferências intrínsecas (genética, hormonal, imunológica e 
psicológica) 
 Interferências extrínsecas ( fatoresambientais e hábito de vida)
O envelhecimento é de natureza 
multifatorial, manifestando de forma e 
tempo diferentes em cada indivíduo
CAÇANDO & HORTA, 2017
TEORIAS DO ENVELHECIMENTO 
PROGRAMADO
 Teoria da Longevidade Programada
 Teoria Endócrina
 Teoria Imunológica 
5 sub- categorias:
-Teoria do desgaste pelo uso 
- Teoria do metabolismo do oxigênio basal
- Teoria das ligações cruzadas
- Teoria dos radicais livres ou ROS (espécies reativas do O2)
- Teoria do dano do DNA
 Radicais livres- destroem integridade celular
inflamação
Alterações estéticas faciais - envelhecimento
Linhas de expressão ou rugas: são visíveis
somente quando há alguma movimentação
facial, como falar ou fazer alguma expressão
facial; podem ser superficiais ou profundas
• Elastose: é a degeneração do tecido elástico,
ou seja, é o enrugamento da face
que, normalmente, já apresenta aspereza e está
seca; é associada à flacidez;
• Ptose: é a queda da musculatura e da pele 
facial e, por consequência disso, as
pálpebras – tanto superiores quanto inferiores, 
apresentam queda;
RUGAS
Rugas
 Aparecem na pele em decorrência do envelhecimento cutâneo 
 Perda natural da elasticidade e tonicidade.
 Esse processo é fisiológico, irreversível e evolutivo. 
CAUSAS:
❑ Colágeno mais rígido (comp fund T.C)
❑ Redução de fibras elásticas (elastina)
❑ Menor oxidação dos tecidos
❑ Degeneração tecido conjuntivo
❑ Desidratação da pele
Músculos da mímica:
 Músculo occipito-frontal,
 Orbicular do olho,
 Corrugador do supercílio,
 Músculo nasal, 
 Levantador do lábio superior,
 Levantador do lábio superior e da asa do nariz, zigomático maior,
 Orbicular da boca,
 Bucinador, 
 Depressor do lábio inferior,
 Depressor do ângulo da boca,
 Músculo risório, 
 Levantador do ângulo da boca, 
CLASSIFICAÇÃO DAS RUGAS
 Superficial
 Profunda
 Estática
 Dinâmica
 Gravitacionais 
Rugas ou linhas de expressão
Rugas dinâminas
 Movimentos repetitivos músculos
 Fadiga de elementos constituintes da pele
 Aparecem com o movimento dos 
músculos faciais
Rugas Estáticas
✓Aparecem mesmo na
ausência de movimento
Rugas gravitacionais
➢Decorrem da flacidez
➢Ptose das estruturas da face
Objetivo: Não tornar as rugas dinâmicas em rugas estáticas 
Classificação por Lapiere e Pierard
 Graus
Rugas palpebrais classificadas em 3 graus:
Rugas de 1º grau: 2ª 
década de vida
Rugas de 2º grau: 
3ª e 4ª décadas
Rugas de 3º grau: a 
partir da 5ª 
década
Principais alterações faciais
 Região frontal: rugas glabelares e transversais
 Ptose das pálpebras Bolsas gordurosas palpebrais
Região nasal: rugas transversais da raiz nasal
Terço médio face: sulco nasolabial, ptose facial
Região bucal: rugas periorais e queda do ângulo bucal
Região cervical: rugas transversais profundas
Região do mento: pregas submandibulares
ESCALA DE GLOGAU
Lesão Descrição Caracteristicas
Tipo I (discreta) 
Idade de 20 a 30 
anos
“sem rugas” Fotoenvelhecimento precoce: 
- discretas alterações na pigmentação
- Sem ceratoses
- Rugas mínimas
- Pode-se usar maquiagem mínima ou nenhuma
Tipo II (moderada)
Idade de 30 a 40 
anos
“rugas ao movimento” Fotoenvelhecimento precoce moderado:
- Lentigos senis precoces visíveis
- Ceratoses palpáveis, mas não visíveis
- Linha paralela ao sorriso começando a aparecer
- Apresenta aspecto “cansado”
Tipo III (avançada)
Idade de 50 anos ou 
mais
“rugas em repouso” Fotoenvelhecimento avançado:
- Discromia obvia
- Ceratoses visíveis
- Rugas presentes, mesmo sem movimentos
- Aspecto abatido, sempre cansado
Tipo IV (grave)
Idade de 60 a 70 
anos
“apenas rugas” Fotoenvelhecimento grave:
- Pele amarelo-cinzentada
- Lesões malignas cutâneas anteriores
- Rugas por toda parte, sem pele normal
- A maquiagem não pode ser usada
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO FOTOENVELHECIMENTO CUTANEO
FOTOGRAFIA DIGITAL
Escala de Glogau – Avaliar fotoenvelhecimento
ENVELHECIMENTO
 Queratose actínica (mancha escamosa áspera na pele
causada por anos de exposição ao sol.
 Queratose seborreica (lesão benigna da pele, arredondada
ou irregular, cor acastanhada, amarronzada ou negra, e de
aspecto verrucoso.
CUIDADO!!!
Importância de avaliar corretamente
Mancha que poderá ser um câncer pele
 Assimetria: tumores malignos são assimétricos
 Bordas: bordas irregulares demonstram tumores malignos
 Cor: diferentes tonalidades
 Dimensão: analise se a mancha tem mais de 6 mm: se sim, provavelmente é maligno
 Evolução: peça a o paciente relatar se observou crescimento dessas manchas nos 
últimos tempos: se sim , fique atento
Essas características são conhecidas como REGRA DO ABCDE
DERMATOSCÓPIO
É um aparelho médico utilizado na Dermatoscopia ou 
Microscopia Epiluminescência) é uma ferramenta essencial 
para diagnóstico precoce de melanoma.
Teste de Tsuji
Onde estão as rugas e, com os dedos identificador e polegar, fazer uma tração da área.
11
UNIDADE Avaliação e Diagnóstico Facial
A partir desse momento, você poderá verificar duas possibilidades:
• Se após a tração a ruga desaparecer, é porque ela é superficial;
• Se mesmo após a tração a ruga continuar aparente, é porque ela é profunda.
Teste de elasticidade
 Nesse teste, você deverá pinçar a pele com os dedos polegar e indicador. Após o 
pinçamento, segure a pele por 10 segundos e depois solte. 
Depois dessa ação, observe quanto tempo a pele leva para voltar ao normal:
• Até 1 segundo: sem flacidez ou flacidez leve;
• 2 segundos: flacidez moderada;
• 3 segundos: flacidez intensa;
• 4 segundos ou mais: flacidez grave.
ABORDAGENS TERAPÊUTICAS
 Toxinas e Preenchimentos: restaurar o volume e a minimizar 
linhas finas.
Atuação:
Pré preechimento - exercícios faciais (melhora tônus)
Pós preenchimento - drenagem linfática – fisioterapeuta e
esteticista
Rugas 
dinâmicas
Rugas Estáticas: consequências dos movimentos dinâmicos –
ENVELHECIMENTO e fatores externos.
Acne 
Professora: Marina Bonilha
Curso de Estética e Cosmética
2022
Acne 
 A acne é um doença extremamente comum na dermatologia.
 Afeta quase 80% de adolescentes e adultos jovens entre 11 e 30 anos
 Dois terços dos pacientes com acne apresentam curso autolimitado.
 Impacto direto social
Outras situações:
Requer atenção e tratamento por tempo prolongado para evitar a evolução para formas
graves- cicatrizes permanentes.
 Impacto psicossocial - qualidade de vida dos pacientes
 Aumento da produção hormonal (7 anos) – gl sebáceas e queratinização folicular são
estimulados
✓ 80%- 85% dos indivíduos( 12 e 25 anos)
✓ 8% entre (25 e 34 anos)
✓ 3 % entre( 35 e aos 44 anos) 
(Vaz,2015)
Distribuição das atitudes ou sentimentos 
desencadeados pela acne
TEIXEIRA, Márcia Almeida Galvão; FRANCA, Emmanuel Rodrigues de. Mulheres adultas com acne: aspectos comportamentais, 
perfis hormonal e ultra-sonográfico ovariano. Rev. Bras. Saude Mater. Infant., Recife , v. 7, n. 1, p. 39-44, Mar. 2012 .
Artigos 
Etiologia da Acne
 Rotas Hormonais
 Medicamentosa
 Alimentar – açúcar/carboidrato/leite
 Emocional - estresse
Incidência da Acne
Acne 
Pápula
Pústula
Nódulos(cisto) 
ANDRÓGENOS
TESTOSTERONA QUERATINÓCITOS
DHTSEBO
ENCONTRAR OS AGENTES CAUSADORES
B. acne
inflamação
fisiopatologia
1- hiperqueratinização folicular; 
2- aumento da produção sebácea;
3- colonização bacteriana; 
4- resposta imunológica e inflamatória. 
dihidrostestosterona
Acne primária: acne vulgaris
Acne de adolescentes e adultos jovens, onde as pré disposições genéticas
estimuladas pelo início da produção hormonal favorecem o desenvolvimento
destas lesões clínicas
Acne secundária: hormonal, cosmética, medicamentosa
Acne que advém de fatores diversos: uso de cosméticos inadequados
(corticoides), exposição excessiva ao sol.
Tipos de Acne
Formas Clínicas
Lesões não inflamatórias
» Microcomedões;
» Comedão fechado;
» Comedão aberto.
Lesões inflamatórias
» Pápulas;
» Pústulas;
» Nódulos.
GRAUS DA ACNE– Classificação clínica
GRAU 1 – COMEDOGENICA: Não inflamatória; presença de comedões.
Os poros são fechados e a aparência é de pequenos pontinhos. Quando
for comedão fechado, a aparência será de pontinhos brancos (se for o
comedão aberto)os pontinhos serão pretos.
GRAU II – PÁPULO- PUSTULOSA: Inflamatória, comedões, pápulas,
pústulas, lesões de tamanhos e variados; presença de seborreia.
GRAU III – NÓDULO – CÍSTICA: Inflamatória, com presença de
comedões, pápulas, pústulas, nódulos e cistos; essas lesões se
apresentam em tamanhos e intensidades diferentes.
GRAUS DA ACNE - Classificação clínica
Grau IV – Conglobata: Acne inflamatória, com presença de
comedões, pápulas, pústulas, nódulos purulentos, abscessos,
fistulas; todas as lesões de tamanhos variados, mais frequente
em homens; pode ocasionar lesões queloidianas.
Grau V – Fulminans: Tipo de acne muito rara, grave, que reúne
todas as lesões de Acne Grau IV e, ainda, há aumento de
leucócitos, causa febre, necrose e hemorragia de algumas lesões.
 Alergia Alimentar-alimentos liberadores de histamina
 Disbiose: permeabilidade intestinal (constipação)
Fatores Desencadeantes
 Determinar se dietas de baixo teor glicêmico melhora a lesão por acne em 
jovens de sexo masculino
 43 pacientes idade entre (15 e 25 anos) 12 semanas
 25% açúcar/ dieta líquida maior preferência/ produtos (anti age).
 Resultados: após 12 semanas houve redução das lesões cutâneas , perda de 
peso, melhora do índice glicêmico.
 Conclusão: o tipo de alimento influencia na fisiopatologia da acne
AJCN, 2007
Estudos
Alimentos com alto índice glicêmico ( açúcar é absorvido rapidamente 
pela corrente sanguínea) podem ter influência sobre a pele por causa 
das
 Flutuações hormonais que deflagram.
 Gera um pico de insulina no organismo,
 Estimula a produção de sebo.
 Ex: Chocolate, bolos, doces, batatas e arroz branco 
Pierre,2010
Estudos
✓ Evite consumir alimentos de alto nível glicêmico, pois eles aumentam o
nível de insulina sanguíneo (produção de andrógeno)
✓ Eleva a produção de sebo- acne
Antibióticos podem ajudar algumas pessoas com acne:
 Antibióticos orais como tetraciclina, doxiciclina, minociclina, 
eritromicina e amoxicilina
 Antibióticos tópicos como clindamicina
 Ácido retinoico em creme ou gel (tretinoína, RetinA)
 Fórmulas manipuladas de peróxido de benzoíla, enxofre, 
resorcina ou ácido salicílico
 Ácido azelaico (tópico)
 Anticoncepcionais (ajuda ou não)- mantem constante a taxa 
hormonal
Tratamento Medicamento controlados para 
acne
Seu efeito consiste na redução do tamanho da glândula sebácea e redução da 
secreção oleosa e o tratamento dura aproximadamente de 6 a 8 meses.
O que você não deve fazer quando tiver acne:
 Tente não espremer, apertar ou coçar as espinhas
 Evite usar faixas apertadas, bonés e outros chapéus
 Evite tocar no rosto com as mãos ou os dedos.
 Evite cremes ou cosméticos oleosos.
 Retire a maquiagem à noite.
 Use fórmulas à base de água ou "não comedogênicas"
Tratamento da Acne
Tratamento 
Sebo: controlar a formação – controlar a oleosidade –
medicação (Niaciamida 2%)
Hiperqueratinização: Microdermoabrasão – leve; sem inflamar –
objetivo: retirar excesso de queratinócitos
Inflamação: fototerapia – Luz azul
Bactéria: Anti bactericida – Alta frequência
Fototerapia: 
Luz azul: diminui a bactéria
Luz vermelha: diminui a inflamação
 Sugestão de tratamento
ESCALA COMBINADA DE SEVERIDADE DA 
ACNE
 Escala mais completa que os graus da acne
Sugere três categorias para a gravidade da acne: 
Cada uma definida pela contagem do numero e pelo tipo de lesões
 Leve: menos de 20 comedões, ou pelo menos 15 lesões inflamatórias ou um número total 
de lesões inferior a 30.
 Moderada: de 20 a 100 comedões, ou de 15 a 50 lesões inflamatórias ou um numero total 
de lesões de 30 a 125
 Severa: mais de 5 cistos ou um número total de comedões maior que 100 , ou uma 
contagem de lesões inflamatórias superior a 50 ou um numero total maior que 125.
AVALIÇÃO DAS CICATRIZEZ DA ACNE
A acne inflamatória pode deixar marcas na pele , o que chamamos de cicatrizes de acne.
Variam de tipo , dimensão , e profundidade
Cicatrizes hipertróficas
Normalmente mais rosas( dependendo do fototipo) e com
feixes de colágeno que aparecem dentro das fronteiras
originais da lesão. Colágeno desordenado.
Quelóides
Desordem fibroproliferativa. Formam pápulas e nódulos
vermelhos- púrpuras que proliferam além das bordas da lesão
original , sendo histologicamente caracterizadas por feixes
espessos de colágeno hialino dispostos em espiral.
TIPOS DE CICATRIZES
Cicatrizes em furador de gelo (ice-pick)
São depressões cilíndricas verticais e estreitas situadas
na região do infundíbulo. Devido a sua profundidade
acentuada, essas lesões são mais resistentes ao
tratamento.
Cicatrizes onduladas (rolling)
Apresentam – se como depressões superficiais , sendo
facilmente percebidas pelas variações provocadas
pela iluminação do ambiente. As dimensões são
variáveis, pois podem unir – se as cicatrizes onduladas.
Sua aparência deprimida reflete fibrose da derme
Cicatrizes em forma de caixa (boxcar)
Características mais alargadas que as puntiformes 
deprimidas, mas menos profundas. Formato oval
TIPOS DE CICATRIZES
Alterações cicatriciais da acne
 Tipos de cicatrizes 
Cicatriz em caixa
Assemelha a 
cicatriz
Estimular colágeno – estimular fibroblasto 
❑ Perda de colágeno
❑ Degradação das fibras elásticas
❑ Diminuição da espessura da derme
Sugestões de tratamento
Dicas de higienizantes para pré-tratamento.
Lembrem de diminuir a 
concentração em formulações 
para home Care. 
ROSACEA E TELANGIECTASIAS
 Rosácea é uma doença vascular inflamatória crônica
da pele com remissões e exacerbações
 A afecção se manifesta principalmente no centro da
face, mas pode expandir-se pelas bochechas, nariz, testa
e queixo e afeta mais os adultos entre 30 e 50 anos.
 Sintomas como vermelhidão , inchaços pequenos,
vermelhos e cheios de pus no rosto.
 Sensibilidade aparente
 Pode ser transitória ou persistente (telangiectasias faciais)
 Não apresenta cura e sim ,gerenciamento.
 Relação de um ácaro chamado DEMODEX
FOLLICULORUM e uma bactéria BACILLUS OLERONIUS
ROSACEA E TELANGIECTASIAS
GATILHOS PARA ROSÁCEA:
❑ Produtos
❑ Emocional
❑ Equipamento
❑ Causas exógenas – altas e baixas 
temperaturas; bebida alcoólica
ROSÁCEA
ERITEMATO - TELANGIECTASICA
A:Rosacea eritemato telangiectasica – mais comum –
rubor facial 10 min – gatilho SUBTIPO 1
B: rosácea papulo pustular – eritema centro facial
inflamação persistente - SUBTIPO 2
C: rosácea fimatosa – espessamento pele – lesões
nodulares – área nasal SUBTIPO 3
D: rosácea ocular – menos comum – aparecem sangue
globo ocular – visão desfocada – eritema prurido secura
sensibilidade a luz, telangiectasia conjuntiva e também
conjuntivite as margens do olho. SUBTIPO 4
AVALIAÇÃO DOS 
SUBTIPOS DE ROSACEA
AVALIAÇÃO: 2 itens positivos já confirma
AVALIAÇÃO DAS PIGMENTAÇÕES DA PELE
A hiperpigmentação cutânea pode ser caracterizada pelo
aparecimento de manchas escuras na pele que, segundo estudos
afetam amplamente a satisfação estética, qualidade de vida.
MELASMA
Incidência
 Brasil campeão desta desordem
 Mulheres – hormônios estrógeno e progesterona
 Idade fértil – nível alto
 Reposição hormonal – pós menopausa
 Idade: 30 a 50 anos
Obs: melasma apresenta muita recidiva, não tem cura podemos controlar.
GERENCIAR
Padrões 
 Centro facial
 Malar
 Mandibular
Regiões mais foto expostas
Tipos mais comuns
Etiologia 
Multifatorial:
 Pré disposição genética
 Fotoexposição – solares e exposição artificial
 Administração de hormônios (pílulas)
 Medicamentos fototóxicos (causando inflamação) - Roacutam/tetraciclina
 Estresse emocional
 Inflamações da pele
Escala Visual de Hiperpigmentação
ESCALA DE PIGMENTAÇÃO DETAYLOR
❑ Avalia a hiperpigmentação e denota a melhora após 
terapia.
❑ Conjunto cartões e cada um representa um tom de pele 
exclusivo. (fototipos I ao VI).
❑ Cada cartão contem 10 faixas de graduações de tons.
❑ Abertura local para melhor diagnóstico e precisão.
Questionário 
MelasCol
 Frente a esses dados, nota-se a
importância de se valorizar a
qualidade de vida dos
portadores de melasma e de
não considerar essa afecção
problema apenas estético.
EMOCIONAL
Questionário específico da doença para avaliação da
qualidade de vida de pacientes com Melasma.
Pontuarão varia de 10 a 70
MASI
A partir da inspeção visual , pelas variáveis de MASI, o profissional calcula a abrangência e a 
intensidade do Melasma.
Quantifica de forma assertiva a gravidade do Melasma.
Avaliação é realizada através da inspeção visual.
1)PORCENTAGEM TOTAL DE AREA ACOMETIDA(A) de 0(pele normal) até 6 (90% a 
100%) de acometimento.
2)HIPERPIGMENTAÇÃO (D): de 0 (ausente) até 4 (máximo)
3)HOMOGENEIDADE DE HIPERPIGMENTAÇÃO (H): DE 0 MÍNIMO ATÉ 4 (MÁXIMO)
O profissional analisa as características das lesões e atribui um 
escore a cada uma destas variáveis.
AVALIAÇÃO HIPERPIGMENTAÇÃO 
PERIORBITAL
HIPERPIGMENTAÇÃO PERIORBITAL
❑ Afecção de alta incidência – mais em mulheres
❑ Causas multifatoriais envolvendo fatores intrínsecos (genética) e fatores extrínsecos
(exposição a luz solar , tabagismo , privação de sono).
OLHEIRAS
CLASSIFICAÇÃO - HIPERPIGMENTAÇÃO PERIORBITAL
❑ HIPERPIGMENTAÇÃO PÓS INFLAMATÓRIA: a principal causa é a fricção ou o ato de coçar a
região olhos.
❑ EDEMA PERIORBITAL: aspecto esponjoso da pálpebra que contribui para o acumulo de
liquido na região - edema – mais período da manha ou ingesta de sal.
CLASSIFICAÇÃO - HIPERPIGMENTAÇÃO PERIORBITAL
❑ AUMENTO DE DEPOSITO DE MELANINA: pessoas adultas com fototipos mais elevados.
Exposição solar excessiva pode ser a principal responsável por aumentar a produção de
melanina.
❑ VASCULATURA DE LOCALIZAÇÃO SUPERFICIAL: proeminência do plexo vascular. Congenita
CLASSIFICAÇÃO - HIPERPIGMENTAÇÃO 
PERIORBITAL
❑ ENVELHECIMENTO DA PELE: promove frouxidão e flacidez palpebral agravando o aspecto
da hiperpigmentação.
❑ DEPRESSÃO DO SULCO LACRIMAL: congênito ou agravado com a idade – acentua a
sombra do sulco lacrimal
AVALIÇÃO 
AVALIÇÃO 
Qualquer procedimento que você realizar em sua cabine, clínica, ou espaço é
preciso que se inicie pela AVALIAÇÃO, pois com ela você conseguirá realizar os procedimentos adequados.
Para uma avaliação ser adequada, é preciso ter requisitos básicos essenciais.
• Ter uma boa recepção;
• Oferecer um bom ambiente;
• Dispor de bom contato visual;
• Agir com prontidão;
• Ser individualizada/ privativa;
• Esclarecer todas as dúvidas do paciente;
• Direcionar para o tratamento adequado.
AVALIAÇÃO 
Uma boa avaliação deve seguir alguns passos importantes:
AVALIAÇÃO FACIAL
 Anamnese
 Exame físico
✓ Lubrificação
✓ Hidratação
✓ Sensibilidade 
✓ Grau de envelhecimento
✓ Pigmentação 
AVALIAÇÃO FACIAL
Anamnese
 Colher todas as informações necessárias do paciente
 Não realize perguntas ao paciente compostas
 Não realize perguntes ao paciente de forma direcionada
 Desenvolva sua capacidade de comunicação
 Desenvolva sua habilidade em avaliar
 Seja clara em duas indagações
 Avaliação clínica (protocolos validados) 
 Avaliação complementar (recursos)
Anamnese
Avaliação clínica 
Avaliação complementar
✓ Traçar planos de tratamento ao paciente de forma coerente
✓ Mensurar a evolução do paciente
✓ Oferecer RESULTADO
AVALIAÇÃO FACIAL
Avalição clínica e complementar
Recursos para uma avaliação facial
 Lupa
 Fotografia
 Luz de Wood – Derma Scan
 Analisador pele – níveis de umidade e oleosidade
 Classificar o tipo de pele (biótipo cutâneo)
 Baumann de classificação dos tipos de pele
Derma Scan
https://www.hsmed.com.br/dermascan-estek
https://www.hsmed.com.br/dermascan-estek
AVALIAÇÃO FACIAL
Recursos para uma avaliação 
facial
LUPA
 Lente de aumento que possibilita a ampliação 
e melhor percepção dos detalhes no exame 
físico. 
 Diferentes formas: acoplada a óculos especiais
Lupa de pala
Lupa de mão
Lupa articulada tripé
Lupa mini com LED
✓ Equipamentos portáteis, de fácil acesso e manuseio que 
analisam, por meio de inúmeras formas
FOTOGRAFIA DIGITAL
Fotografias de boa qualidade e reproduzíveis
 único método de aferição dos resultados: subjetividade
 auditoria de autenticidade
 parâmetros: luminosidade, distância e ângulo das fotos
 treinamento para uniformidade
FOTOGRAFIA DIGITAL
 É de grande valor na dermatologia prática e na área de pesquisa.
 Cada pixel registrado é codificado por uma localização topográfica na imagem e 
tem uma intensidade de cor.
LUZ UV (WOOD) -Derma Scan
Permite uma visão instantânea de todas as anomalias do rosto:
 Verifica a profundidade de manchas, presença de oleosidade,
ressecamento, hidratação, dermatoses e manchas
 Emite luz ultravioleta (UV) de 365 nanômetros (lâmpada de Wood),
combinada com luz branca permitindo assim a visualização de alterações de
cor e emite uma fluorescência.
 Exame é interativo
LUZ DE WOOD
 Azul: Pontos normais e saudáveis.
 Branco: Camada grossa de células epiteliais "mortas".
 Roxo Fluorescente: Desidratação.
 Marrom: Pigmentação.
 Laranja: Oleosidade.
 Amarelo Claro/Laranja Claro: Acne,Comedões.
 Verde Fluorescente: Pseudomonas.
 Roxo Escuro em grandes áreas: Maquiagem, base, ou protetor solar.
 As peles mais espessas manifestam uma fluorescência clara.
 As peles queratósicas aparecem como pontos brilhantes.
 A pele normal e hidratada uma fluorescência viva.
 A pele desidratada fluorescência débil.
Cores que podem ser identificadas e possíveis correlações causais:
Referências para uma pele equilibrada
Analisador pele
https://www.bcmed.com.br/skin-
analyser-digital-facial-e-corporal
https://www.bcmed.com.br/skin-analyser-digital-facial-e-corporal
INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO 
FACIAL 
BIOMETRIA CUTÂNEA 
Ciência que procura traduzir numericamente os fenômenos biológicos.
✓ métodos aplicados para diversas medidas
✓ instrumentos não invasivos
✓ diferentes aparelhos
Avalição complementar
Instrumentos de avaliação facial 
✓ Determinar de forma reprodutível e precisa o
nível de hidratação da superfície da pele
(estrato córneo).
✓ "corneometria" e medidas de hidratação da
pele
✓A hidratação cutânea é determinada pela
medida da capacidade elétrica da água
intracelular em conduzir elétrons.
✓A presença de água no estrato córneo torna-se
importante, pois confere maciez, aspecto
saudável a pele e flexibilidade.
O instrumento de medição de hidratação da pele mais popular do mundo 
CORNEOMETER 
Queratinócitos ou 
corneócitos
✓quantificar o efeito hidratante de produtos
cosméticos, baseando-se na medida da
capacitância elétrica cutânea.
Instrumentos de avaliação facial 
Análise de perda de água trans-epidérmica (TEWL) 
A função protetora da pele não é apenas impedir a entrada de qualquer coisa, de 
fora para dentro do corpo, mas também evitar a perda excessiva de fluidos do corpo 
através da evaporação. 
Indica o vapor d’água perdido através da superfície cutânea por difusão passiva.
Avaliar a função de barreira da pele, que fica reduzida na pele foto exposta.
Resultados: g/m2/h
Temperatura do ambiente: 0C
Umidade relativa do ambiente %
Verificar eficácia hidratante
Análise do índice lipídico
 Calculado pela fotometria de pontos de sebum através de uma fita
sintética adesiva do equipamento. Ao introduzir a manopla na
abertura do equipamento, é avaliado a luz refletida por um espelho
sobre um fotodiodo.
 A quantidade de luz transmitida representa o conteúdo de sebum em
μg/mm.
(AZULAY et. al., 2009).
 Observação da translucência da base de vidro, conforme a
quantidade de lipídios da superfície da pele coletada e, em seguida, o
fenômeno é analisado pelo equipamento(COURAGE-KHAZAKA).
Estudo da variação do pH da pele humana exposta à formulação cosmética acrescida ou não das vitaminas A, 
E ou de ceramida, por metodologia não invasiva
An bras Dermatol, Rio de Janeiro, 77(5):563-569, set./out. 2002
Sebumeter
Instrumentos de avaliação facial 
Análise do pH superficial da pele
A sonda de vidro, possui dois eletrodos no interior, um sensível a íons H + e
o outro imerso em uma solução eletrolítica.
Registra a diferença de potencial que dependerá do pH da solução que
está sendo aferida.
As secreções cutâneas são formadas normalmente por soluções salinas e,
portanto, pode ser efetuada uma aferição do pH diretamente sobre a
epiderme.
Análise do pH superficial da pele
 Muitos fatores afetam o pH da pele, incluindo idade, genética, suor e umidade.
 A pele tem um pH naturalmente ácido, variando entre pH 4 e 6.
 No entanto, os efeitos continuados de produtos cosméticos alcalinos, sabões e detergentes 
podem aumentar facilmente o pH natural da pele. 
 Um pH acima do normal pode levar a condições adversas da pele, portanto, monitorar a 
compatibilidade biológica entre a pele e cosméticos é essencial.
Limpeza de pele
Preparo da Pele
 Objetivo : eliminação de células mortas, recuperação da elasticidade e vitalidade da 
pele, uso de princípios ativos e equipamentos
 Resultado: pele mais clara e homogênea e ainda uma textura mais fina e macia.
 É o primeiro passo para a manutenção e restabelecimento da beleza, luminosidade 
e maciez 
 Pode ser feita em todos os tipos de pele.
 Os tipos que mais necessitam desse tratamento são as oleosas, mistas e acneícas. 
PREPARO DA PELE – PASSO A PASSO
1º SABONETE LÍQUIDO
 Serve para retirar o excesso de oleosidade da pele, regular o ph e retirar 
uma parte da sujeira.
 Higienização 
2º EMULSÃO DE LIMPEZA
 Promove a limpeza e a remoção de impurezas da pele. 
 É utilizada também para retirar maquiagens. 
 Deve ser aplicada com algodão através de movimentos suaves na região do rosto, 
pescoço, colo e corpo. 
 Retirar o produto com água ou algodão umedecido após a aplicação.
3º ESFOLIAÇÃO
 Efeito abrasivo para promover um afinamento da 
camada córnea, facilitando a extração de comedões e 
acnes que não estejam inflamadas.
 Remove células mortas e impurezas da pele.
 Facilita a penetração de ativos cosméticos.
 A esfoliação é realizada de forma delicada, com 
movimentos suaves e circulares.
4º LOÇÃO TÔNICA
 Equilibra o pH da pele.
 Pode ser utilizada em todos os tipos de pele. 
 Não contém álcool.
5º MÁSCARA EMOLIENTE
 Promove a abertura dos poros da pele, facilitando a extração de comedões
(cravos).
 Possui ação amolecedora. 
 Pode ser utilizada sem o uso de fonte de calor externa. 
 Aplicar uma camada generosa do produto na pele e deixar agindo por, 
aproximadamente 10 minutos. 
 Se desejar, o biomédico poderá aplicar o produto sobre a pele e deixar por 05 
minutos na presença de vapor de ozônio ou máscara térmica.
MÁSCARA TÉRMICA
Utilizada para dilatação dos poros através de calor, a Máscara Térmica facilita 
a penetração de cosméticos e auxilia na limpeza de pele sem causar irritação.
Tempo: 20 minutos. Aplique a máscara sempre 
acompanhada de creme para promover amolecimento
VAPOR DE OZÔNIO
O vapor de ozônio realiza se pela
evaporação da agua em ebulição com
uma lâmpada de ultravioleta e obtém se
pela irradiação do O2 presente no vapor
d’ agua e com os raios UV emitidos por
uma lâmpada geradora dessa irradiação.
Equipamentos que produzem vapor de ozônio destina se a áreas concretas que necessitam 
de calor e umidade.
O vapor produzido pela agua , em contato com a pele, provoca uma sudoração que facilita 
a eliminação de toxinas e a emoliencia da capa córnea.
Vapor de ozônio:
❑ Aumenta a oxigenação tissular e celular
❑ Aumento da microcirculação cutânea
❑ Efeito bactericida devido a formação do ozônio
Método de aplicação 
Distancia :30 a 35 cm da região a ser trabalhada
Tempo: depende do tratamento preconizado e tipo de pele: 5 a 15 minutos
Utilizar agua filtrada
Indicações 
• Procedimentos estéticos que requerem aumento da microcirculação e da temperatura 
cutânea
• Na limpeza de pele
Contra indicações
• Pele com problema circulatório
• Pele excessivamente sensível
6º EXTRAÇÃO
 Pode ser feita manualmente
 Com auxilio de curetas e/ou agulhas.
 E com aparelhos por sucção
 É a etapa mais longa(30 min)
Biomédico não 
deverá realizar
ALTA FREQUÊNCIA
✓ É uma corrente de elevada tensão e de baixa intensidade que é aplicada sobre
o organismo humano através de eletrodos de vidro que se fixam a uma bobina.
✓ Os efeitos bactericida e antisséptico da alta-frequência são aproveitados durante
a higiene de pele para complementar o quadro de descontaminação.
✓ O eletrodo "cauterizador" atuar cauterizando as pústolas, que são removidas
durante o processo das extrações.
ALTA FREQUÊNCIA
• Corrente de elevada tensão e de baixa intensidade
• O gerador produz correntes alternadas que trabalha na frequência de 100,000 Hz e 200.000Hz 
intensidade de 100mA
Meio condutor entre a bobina e o cliente
Gás néon: vermelho
Gás chenon: arroxeado
Gás argon: azulado
A passagem da corrente gera ionização das moléculas do gás: 
fluorescência
Descarga elétrica no ar ou entre o eletrodo e a cliente irá produzir ozônio ( 
forma triatomica do O2)
ALTA FREQUÊNCIA
Esse gás possui a função de conduzir a corrente elétrica, e a fluorescência é gerada
devido à passagem da corrente que ioniza as moléculas do gás. Em decorrência desse
processo e da passagem das ondas eletromagnéticas pelo ar, ocorre a formação de
ozônio na superfície do eletrodo, o que é responsável pelas funções bactericidas e
antissépticas. Quando a alta frequência é aplicada, ela gera uma descarga elétrica assim
que entra em contato com o tecido (AZULAY, 2017).
ALTA FREQUÊNCIA
• O tempo de aplicação da técnica pode variar de 3 a 10 minutos.
• Quando utilizada com outro procedimento, como a limpeza de pele, o tempo de
aplicação é de, no máximo, 5 minutos.
• Tratamento para a foliculite, pode-se aplicar por mais tempo (TASSINARY; SINIGAGLIA;
SINIGAGLIA, 2019).
Efeitos alta frequência :efeito cicatrizante; térmico; analgésico; germicida; anti-inflamatório; 
fungicida e bactericida.
Alta frequência
Efeitos fisiológicos no tecido, sendo esses:
❑ Estimulação da produção de citocinas;
❑ Ativação de linfócitos T: Melhora do processo inflamatório;
❑ Melhora da oxigenação;
❑ Metabolismo celular por meio da vasodilatação
❑ Produção de aumento da resposta enzimática antioxidativa;
Efeito bactericida;
O ozônio atua, primeiramente, sobre a membrana bactericida, e causa perda da
atividade enzimática celular normal. Ocorre uma mudança na permeabilidade da célula,
o que leva à morte da bactéria. Esse processo ocorre associado à lise celular, e promove
uma série de benefícios, principalmente em relação à acne.
Alta frequência
Há diferentes tipos de eletrodos nos aparelhos de alta
frequência:
 pente (para terapia capilar);
 cebolinha; 
 cebolão; 
 forquilha; 
 pocinha;
 cauterizador (possui uma concentração maior da 
corrente) 
 saturador. 
Alta frequência
Formas de aplicação da alta frequência: a direta e a indireta 
(TASSINARY; SINIGAGLIA;2019)
Direta é feita pelo deslizamento do eletrodo, ou o colocando e
retirando de um local específico. Não deve-se fazer a aplicação
parada do eletrodo em uma concentração pequena, pois causa
queimadura.
Indireta consiste em o paciente segurar a bobina do aparelho e o
eletrodo de vidro, chamado saturador. Enquanto isso, o profissional
faz movimentos de pinçamento com uma loção específica,
promovendo o fechamento de corrente e beneficiando o
paciente com os efeitos de forma indireta.
Esse procedimento é realizado na face do paciente (AZULAY,
2017).
Alta frequência 
Indicação 
❑ Após a depilação;
❑ Podologia;
❑ Terapias capilares;
❑ Foliculite;
❑ Tratamentode acne;
❑ Pós-operatório em cicatrizes, ou então para evitar a proliferação de algum
❑ microrganismo que possa ter se instalado no corpo;
❑ Úlceras;
❑ Após a extração na limpeza de pele.
Contraindicações
❑ gestantes,
❑ pacientes com febre
❑ cardiopatas,
❑ Epilépticos
❑ câncer (AZULAY, 2017).
Fototerapia na acne
Grau I: Limpeza de pele, com fototerapia e peelings físicos e químicos;
Grau II: Fototerapia pode ser utilizada em associação a outro tratamento;
Grau III: Terapias medicamentosas são utilizadas, também;
Grau IV: Deve-se evitar ao máximo chegar nessa fase; nela, também utiliza-se terapias
medicamentosas.
Ainda não existe um consenso na literatura sobre os mecanismos que envolvem a ação
do LED nos casos clínicos de acne; no entanto:
Luz azul: tratamento de acne por sua ação bactericida.
Luz vermelha: ação anti-inflamatória.
O LED azul promove excitação de cop
Artigo 
Sugestão de formulações para acne
Peeling diamantado
Microdermoabrasão
 Esfoliação profunda da pele, retirando as células mortas da camada mais superficial, 
 Estimula a produção de colágeno e elastina.
 O processo consiste em um equipamento que conecta uma ponteira de diamante a um 
aparelho de vácuo que desliza sobre a pele fazendo a esfoliação.
 Atenção nas ponteiras
 Abrasividade: 150 a 200 (micra)
 Modulação do equipamento: até -200mmhg (vácuo)/t:15 min
Mascara de ouro
Mascara de colágeno
 Composta por peptídeos
 Quando não realizar extração
 Quando não houver comedões
 Combate os sinais do envelhecimento, reestrutura e firma a pele, preenche as rugas e linhas 
de expressão, redesenha o contorno facial, nutre, repara e aumenta a firmeza da pele.
Hidratação 
Mascara oclusiva: impede total 
saída de propriedades para meio 
externo
7º MÁSCARA CALMANTE
 Promove sensação de suavidade e refrescância à pele, diminuindo sua 
vermelhidão. 
 Excelente como coadjuvante em procedimentos de limpeza de pele 
(para uso após a extração dos comedões). 
MASCARA DE ARGILA VERDE
✓ Componente de origem mineral, coletada diretamente do solo, composta por alumínio (óxido de alumínio), sílica 
(óxido de silício) e água.
✓ Favorece a reprodução celular integral, afinando e clareando a pele.
✓ Promove a esfoliação da pele .
✓ Absorve toxinas e impurezas.
✓ Promove a reconstituição dos tecidos.
✓ Faz desintoxicação metabólica facial.
✓ Estimula a circulação
✓ Elimina a oleosidade da pele 
✓ Elimina bactérias e tem efeito calmante.
✓ Suaviza e amacia a pele.
8º HIDRATAÇÃO
 Nutre e hidrata a pele, aumentando sua vitalidade e maciez. 
 Pode ser utilizado em qualquer tipo de pele, mas indica-se principalmente 
o uso em peles secas. 
9º PROTETOR SOLAR
 Protege e hidrata a pele, auxiliando a prevenir o envelhecimento da 
mesma. - Creme com textura suave e de rápida absorção. 
 Indicado para a proteção diária da pele, e também para a finalização 
dos tratamentos estéticos faciais em cabine. 
NUTRICOSMÉTICOS PARA ACNE
São suplementos orais que possuem em sua fórmula nutrientes e antioxidantes direcionados a 
cuidar da pele, cabelos e das unhas. Também conhecidos como “suplementos de beleza”, os 
nutricosméticos não aparecem somente em forma de cápsulas, mas também podem ser: chás, 
sucos.
NUTRICOSMÉTICOS PARA ACNE
 Acne X Insulina
 Hiperprodução de insulina
 Chega glicose – vem insulina – desequilíbrio de queratinócitos
NUTRICOSMÉTICOS PARA ACNE
NUTRICOSMÉTICOS PARA ACNE
ZINCO
NUTRICOSMÉTICOS PARA ACNE
NUTRICOSMÉTICOS PARA ACNE
NUTRICOSMÉTICOS PARA ACNE
antioxidante
NUTRICOSMÉTICOS PARA ACNE
NUTRICOSMÉTICOS PARA ACNE
Nicotinamida – Bit B3
NUTRICOSMÉTICOS PARA ACNE
NUTRICOSMÉTICOS PARA ACNE
NUTRICOSMÉTICOS PARA ACNE
OMEGA 3 
EFEITO ANTI – INFLAMATÓRIO
ATUAÇÃO VÁRIAS ROTAS
Bicarbonato de sódio (NaHCO3) têm se mostrado eficazes no controle da
oleosidade da pele em aplicações tópicas seguidas.
 Ação: neutralização destes ácidos, formando sais orgânicos que não servem
de alimento para as bactérias e não têm aspecto oleoso.
Tratamento 
Plantas medicinais têm mostrado eficácia contra acne.
 Bardana, o óleo de prímula, o óleo de argânia e o agrião -
combate a cravos e espinhas e normalmente são administrados
como cápsulas ou cremes.
 A tanchagem pode ser usada para fazer compressas e aplicada
sobre as lesões
Tratamento
 Vitamina A: reduz a produção do sebo
 Vitamina C: antioxidante e antiinflamatória
 Vitamina B12: controla a oleosidade da pele
 Vitamina B6: regula o metabolismo hormonal
 Fibras: eliminam toxinas
 Clorofila: desintoxicante
 Manganês: ação antiinflamatória (fonte : chás , nozes)
 Vitamina B5: (ácido pantogênico) equilíbrio hormonal
 Zinco: cicatrização e regeneração dos tecidos , ação 
antiinflamatória
Acne e Nutrientes
 Principal função: antiinflamatória
 Indivíduo com acne esta % de zinco permanece baixa na 
epiderme
 Fontes: carnes, peixes, ovos, gengibre, cenoura, alimentos 
integrais
Zinco
 Liberada pelos mastócitos ( mediador das respostas alérgicas da pele)
 Aumenta a produção PG2
 Aumenta lesões acneiformes
Fontes de Histamina: frutos do mar , chocolates, amendoim, castanhas, e 
óleos de alimentos enlatados corantes artificiais, temperos industrializados 
(caldo de carne/galinha)
Acne e Histamina
Biotina :age na formação da pele
 Carência: seborréia do couro cabeludo.
 Fontes: nozes , melão , iogurte
Acne e Biotina

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