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UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS - DENGE
DISCIPLINA: ENGENHARIA DE MÉTODOS E PROCESSOS
Prof. Dr. THYAGO BORGES
Angicos /RN
2021.2
1
Determinação do Tempo Padrão
(Cronoanálise)
2
Relembrando nosso Cronograma
 27/04 – Determinação do Tempo Padrão;
 02/ 05 – Amostragem do Trabalho;
 04/05 – Lista de Exercícios;
 09/ 05 – Prova Unidade 02.
3
Agenda
Importância do Estudo de Tempos
Cálculo do Número de Cronometragens e 
Tempo Cronometrado
Avaliação de Ritmo 
Cálculo do Tempo Normal
Fator de Tolerância
Cálculo do Tempo Padrão
4
Estudo de Tempos
 A mensuração do trabalho, feita de forma científica, utilizando técnicas
estatísticas, teve seu inicio na primeira metade do século XX. Seus
Precursores foram Frederick W. Taylor e o casal Frank e Lílian
Gilbreth.
 Utilizado primeiramente em ambientes industriais;
 Qual a melhor e mais eficiente forma de desenvolver uma tarefa
específica?
 Cronometragem utilizada como um método para medir e avaliar o
desempenho do trabalho;
 Ainda hoje é bastante utilizada pelas empresas brasileiras.
Recordar é viver...
5
Estudo de Tempos
 Estudo de tempos: é a determinação, com o uso de um cronômetro, do
tempo necessário para se realizar uma tarefa;
 Cronoanálise: processo de estudo, mensuração e determinação dos tempos
padrão em uma organização.
 Cronoanalista (Analista Industrial/ Analista de Processo): pessoa
responsável pela cronometragem e análise dos tempos;
 Para que serve o estudo de Tempos?
 Determinação da capacidade produtiva da empresa;
 Elaboração dos programas de produção (o que vou produzir? Em quais
quantidades, em quanto tempo, para atender qual demanda?);
 Acompanhar o rendimento da Mão-de-Obra;
 Estimativa do custo de um novo produto durante seu projeto e criação;
 Balanceamento das linhas de produção e montagem – melhor
distribuição do trabalho entre as etapas de produção;
Mas para que serve o Estudo de Tempos?
6
Equipamentos para os Estudos de Tempos
1. Cronômetro
 Cronômetros Normais (Sistema Sexagesimal) Sistema Centesimal
 Escolher uma unidade padrão (Horas, Minutos, Segundos);
 Exemplos:
 1 min e 10 s (sistema sexagesimal) 1,1 min (sistema Centesial);
 1 min e 20s 1,3 min;
 1 min e 30s 1,5 min;
 1 hr, 47 min e 15s 1,7 hrs
7
2. Filmadora
 Registra fielmente todos os movimentos realizados pelos operários;
 Pode eliminar a tensão exercida sob o operador quando esta sendo
observado;
3. Prancheta
 Pranchetas especializadas que são adquiridas em lojas especializadas
do ramo;
4. Folha de Observação
 Registra o tempo e demais observações necessárias da tarefa;
 Cada empresa pode desenvolver sua própria folha de observação;
Equipamentos para os Estudos de Tempos
8
Exemplo de uma Folha de Análise
Equipamentos para os Estudos de Tempos
9
1) Divida a Operação em Elementos
 Defina a operação a qual você deseja definir o tempo padrão;
 Estude muito bem o método atual;
 Divida essa operação em partes (elementos);
Cuidado! Não divida em muitos elementos nem em poucos elementos
Tente seguir as seguintes regras:
1) Separe o trabalho em partes, de maneira que sejam mais curtas possíveis,
mas longas o suficiente para que possam ser medidas com o cronômetro. O
tempo superior a 5s é uma boa medida;
2) As ações do operador são realizadas separadamente as da máquina? Se sim,
realize medidas separadas.
3) Defina o atraso ocasionado pelo operador e pelo equipamento
separadamente.
Determinação do tempo Cronometrado
10
Vamos a um Exemplo
Exemplo 01 : uma indústria de confecções deseja cronometrar o tempo de costura
de uma camiseta. Em que elementos esta operação pode ser dividida?
 Elemento 1 – Costura dos ombros (costura da frente com as costas unindo os
ombros)
 Elemento 2 – Costura das mangas (costura fechando as duas mangas
independentes)
 Elemento 3 – Costura das mangas nos conjunto frente e costas;
 Elemento 4 – Fechamento de frente e costas nas laterais (abaixo das mangas)
 Elemento 5 – Costura da barra das mangas;
 Elemento 6 – Costura da barra inferior do corpo;
 Elemento 7 – Colocação da ribana;
Determinação do tempo Cronometrado
11
Vamos a um Exemplo
Exemplo 02: Operação de prensar uma determinada peça
Elemento 01 – Pegar peça
Elemento 02 – Colocar peça na prensa;
Elemento 03 – Acionar Prensa;
Elemento 04 – Retirar retalhos (sobras);
Elemento 05 – Jogar retalhos no recipiente de sucata;
Elemento 06 – Retirar Peça;
Elemento 07 – Acondicionar peça na caixa de transporte.
Determinação do tempo Cronometrado
12
Vamos a um Exemplo
Exemplo 02: Operação de prensar uma determinada peça
Elemento 01 – Pegar peça
Elemento 02 – Colocar peça na prensa;
Elemento 03 – Acionar Prensa;
Obs: Talvez os três primeiros elementos sejam realizados de forma muito rápida,
menos de 5s cada. Com isso, você poderá juntar esses elementos em um só.
Determinação do tempo Cronometrado
13
2) Determinar o número de Ciclos a serem cronometrados
Apenas uma tomada de tempo é suficiente?
 Realize várias tomadas de tempo;
 Calcule uma média aritmética;
Mas...quantas tomadas de tempo são suficientes para que a média obtida seja
estatisticamente aceitável?
Determinação do tempo Cronometrado
n = número de ciclos a serem cronometrados
Z = coeficiente de distribuição normal para uma
probabilidade determinada;
R = amplitude da amostra;
Er = erro relativo da medida;
d2 = coeficiente em função do número de
cronometragens realizadas preliminarmente;
x = média dos valores das observações
Utilize a seguinte fórmula
14
Fique Atento!
Na prática costuma-se utilizar probabilidades para o grau de 
confiabilidade da medida entre 90% e 95%, e erro relativo 
aceitável variando entre 5% e 10%. Supondo que seja encontrada 
uma média de cronometragens no valor de 10 segundos para um 
grau de confiabilidade de 95% e um erro de 5% isto significa que, 
estatisticamente, existe 95% de certeza que o tempo da atividade 
está entre 9,5 segundos e 10,5 segundos.
Determinação do tempo Cronometrado
2) Determinar o número de Ciclos a serem cronometrados
15
Tabela de Coeficientes
Determinação do tempo Cronometrado
2) Determinar o número de Ciclos a serem cronometrados
16
Exemplo 01: Um analista de processos de uma grande fábrica de
produtos de linha branca cronometrou a operação de montagem de
determinada porta de um modelo de refrigerador. Foram feitas sete
cronometragens iniciais para as quais foram obtidos os seguintes
valores em segundos: 10,5 – 10,3 – 9,3 – 9,2 – 9,5 – 9,9 – 10,0. A
empresa determinou, como regra geral, o grau de confiança para os
tempos cronometrados fosse de 95 %, com um erro relativo de 5%.
Determinação do tempo Cronometrado
2) Determinar o número de Ciclos a serem cronometrados
17
Determinação do tempo Cronometrado
2) Determinar o número de Ciclos a serem cronometrados
18
Agora tenha calma, vamos a algumas interpretações do resultado.
1) O valor de “n” (Número de ciclos) foi maior ou menor que o número de tomadas 
de tempo inicial (7 cronometragens)?
 Em caso positivo (3,7 < 7), o número de tomadas de tempo inicial foi 
suficiente e você pode utilizar a média das cronometragens ( x = 9,8) como o 
tempo cronometrado;
 Em caso Negativo, realize mais tomadas de tempo inicial
O tempo cronometrado é muito importante para os 
futuros cálculos! Guarde esse valor...
Determinação do tempo Cronometrado
2) Determinar o número de Ciclos a serem cronometrados
19
Exemplo 02: Para estabelecer a quantidade de cronometragens necessárias foi
realizada uma cronometragem preliminar com oito tomadas de tempo de uma
operação. O tempo padrão deve ter 90% de grau de confiança e apresentar erro relativo
de 10%. Calcular o número de cronometragens.
Determinação do tempo Cronometrado
2) Determinar o número de Ciclos a serem cronometrados
20
(
1,65∗0,5
0,10∗2,847∗1,75
) n = 2,74
 n < número de tempos iniciais cronometrados
1,75 min podeser utilizado como o tempo cronometrado
Determinação do tempo Cronometrado
2) Determinar o número de Ciclos a serem cronometrados
21
 Nessa fase deve-se avaliar o ritmo de execução da operação;
 Os fatores que serão avaliados são escolhidos pelo observador, que podem ser:
 Velocidade de Movimento;
 Esforço do Operário;
 Destreza;
 Consistência;
 Avaliando Velocidade
O operador pode estar trabalhando acima da velocidade normal, motivos:
 Início de expediente na segunda-feira;
 O operador ter acabado de ser repreendido por seu superior;
 O operador estar buscando um prêmio de produtividade;
 O operador possuir uma destreza para aquela tarefa que pouca gente possui
(neste caso, a velocidade de trabalho pode ser normal para aquele operador
específico, porém não servirá para um operador “normal”);
 Simplesmente, por estar sendo observado pelo cronoanalista.
Determinação do Tempo Normal
22
3) Avaliar o fator de ritmo (velocidade) da operação e determinar o tempo normal
 Avaliando Velocidade
O operador pode estar trabalhando abaixo da velocidade normal, motivos:
 Fadiga;
 O operador pode não ter prática suficiente com a tarefa;
 Sentir-se intimidado por seu trabalho estar sendo cronometrado;
 Caso isso aconteça, o tempo cronometrado deve ser ajustado para
baixo;
 A fase de se avaliar a velocidade consiste da etapa mais subjetiva:
 O que considerado velocidade normal de operação?
 Exemplo: velocidade das pessoas andando nas ruas;
Determinação do tempo Normal
23
 Avaliando Velocidade
 Velocidade Normal 100%
 Velocidade acima do normal valor acima de 100%
 Velocidade abaixo do normal valor abaixo de 100%
 Exemplo 01: foi estabelecido que a velocidade “normal” de uma
pessoa andando na rua é de 3 km/h (100%), se alguém esta andando a
4 km/h ela estar a 133%, se esta pessoa esta a 2 km/h esta a 67%;
 Exemplo 02 : Foi estabelecido pela empresa que o ritmo normal de
produção é de 4 peças/min (100%), se o operário realiza 2 peças/ min
esta a 50% e se realizar 6 peças esta a 150%;
 A velocidade (ritmo) é considerada uma taxa de esforço do operário;
 É comum perguntar a especialistas na operação estudada se a
velocidade do operador é considerada “normal”;
3) Avaliar o fator de ritmo (velocidade) da operação e determinar o tempo normal
Determinação do tempo Normal
24
Utilizando o tempo cronometrado encontrado no exemplo da operação
de Montagem da linha branca (9,8 segundos), e considerando dois
ritmos de produção do operário 116% e 97%, teríamos os seguintes
cálculos para os tempos normais:
3) Avaliar o fator de ritmo (velocidade) da operação e determinar o tempo normal
Determinação do tempo Normal
25
Determinação do Tempo Padrão
Ninguém consegue trabalhar sem interrupções o dia inteiro!
 Prever interrupções do Trabalho:
 Necessidades Pessoais;
 Descanso;
 O tempo padrão é calculado multiplicando-se o tempo normal por um fator de tolerância para
compensar o período que o trabalhador, efetivamente, não trabalha.
TP (Tempo Padrão) = TN x FT
 Tolerância para as necessidades pessoais
 Devem ser consideradas em primeiro lugar;
 Trabalhos leves (jornada de 08 horas) 10 min a 24 min de parada (de 2% a 5%);
 Tolerância para fadigas
 De 15% a 20%
4) Avaliar o fator de Tolerância e determinar o tempo Padrão
26
 A tolerância pode ser calculada a partir do tempo que a empresa esta
disposta a ceder;
 Determinação de uma porcentagem do tempo “p” concedida em relação ao
tempo de trabalho diário;
Determinação do Tempo Padrão
4) Avaliar o fator de Tolerância e determinar o tempo Padrão
27
Exemplo: a empresa estabeleceu um tempo de 12 min para pausa de fadigas,
30 minutos para almoço e 20 minutos para eventuais atrasos, considerando
uma jornada de 8 hrs (480 minutos) e um tempo normal de 11,37 s.
Tp = TN * FT 11,37* 1,14 = 12,96 s 
Determinação do Tempo Padrão
4) Avaliar o fator de Tolerância e determinar o tempo Padrão
Nesse caso, Qual seria o tempo padrão da Operação?
P = (12 + 30 + 20)/ 480  0,129
FT = 1 / (1-0,129)  1,14
(Opção 01) (Opção 02)
Jornada Total / Jornada útil 
480/480-62 = 1,14
28
Exemplo: Uma empresa do ramo metalúrgico deseja determinar o tempo padrão necessário,
com 90% de confiabilidade e um erro relativo de 5%, para a fabricação de determinado
componente que será utilizado na linha de montagem. O analista de processos realizou uma
cronometragem preliminar de nove tomadas de tempo, obtendo os dados a seguir. Pergunta-
se:
a. O número de amostragens é suficiente?
b. Qual o tempo cronometrado (TC) e o tempo normal (TN) , os tempos do processo total?
c. Qual o tempo padrão (TP) se a fabrica definir um índice de tolerância de 15%?
d. Caso a empresa conceda 12 minutos para necessidades pessoais, 15 minutos para lanches e
20 minutos para alívio de fadiga em um dia de 8 horas de trabalho, qual será o tempo
padrão?
Determinação do Tempo Padrão
29
a) O número de cronometragens é suficiente?
Resolução: verificar se o valor de “n” é inferior ao número de cronometragens 
iniciais. Esses cálculos devem ser realizados para cada operação.
Operação 01 – Cortar Chapa
X (Média) = 0,07+0,08+0,09+0,08+0,07+0,07+0,08+0,07 / 9  0,078
R (Amplitude) = 0,09 – 0,07  0,02
Determinação do Tempo Padrão
30
a) O número de cronometragens é suficiente?
Confiabilidade (90%) - Z = 1,65
Número de cronometragem iniciais (9) - d2 = 2,970
Er = 0,05
n < 9  tempos iniciais 
cronometrados válidos
Determinação do Tempo Padrão
31
a. O número de cronometragens é suficiente?
Atenção!
Operação Valor de N
1. Cortar a Chapa 8,1
2. Dobrar a Chapa * 12,8
3. Furar a Chapa 5,4
4. Remover Rebarbas 5,9
Determinação do Tempo Padrão
Operação Tempo Cronometrado
1. Cortar a Chapa 0,078
2. Dobrar a Chapa 0,062
3. Furar a Chapa 0,143
4. Remover Rebarbas 0,046
32
b) Qual o tempo cronometrado (TC) e o tempo normal (TN) Total da
operação?
Opção 01 - Você poderá somar as médias encontradas de cada operação para
obter o tempo cronometrado Total!
TC (cronometrado) = 0,078 (Operação 01)+ 0,062 (Operação 02)+ 0,143 (Operação 03)+
0,046 (Operação 04) = 0,33 horas
TN = TC * v TN = 0,33 * 0,94  TN = 0,31horas
Opção 02 – Encontrar o tempo padrão de cada elemento e somar. (O resultado
será o mesmo)
Determinação do Tempo Padrão
33
C) Qual o tempo padrão (TP) se a fabrica definir um índice de tolerância
de 15%?
Determinação do Fator de Tolerância por meio da porcentagem da
jornada atribuída a folgas
Cuidado...Aqui a questão já nos relata um índice de tolerância de 0,15! ()
FT = 1 / (1-p)
FT = 1/ (1-0,15)  1/ 0,85  FT = 1,17
TP (Tempo Padrão) = TN (Tempo Normal) x FT (Fator de Tolerância)
TP = 0,31 * 1,17  0,36 horas
Determinação do Tempo Padrão
34
d) Caso a empresa conceda 12 minutos para necessidades pessoais, 15
minutos para lanches e 20 minutos para alívio de fadiga em um dia de 8
horas de trabalho, qual será o novo tempo padrão?
Determinação do Fator de Tolerância por meio da jornada total e útil
FT = Jornada Total / Jornal útil
FT = 480 min / (480-47)  FT = 1,10
TP = 0,31 * 1,10  0,34 horas
Ou
P = 12 + 15 + 20 / 480  0,098
FT = 1 / 1- p  FT = 1 / 1- 0,098  FT = 1,10
TP = 0,31* 1,10  0,34 horas
Determinação do Tempo Padrão
35
Tempo Cronometrado (TC) – Média dos tempos Iniciais
Tempo Normal (TN) – TC * Velocidade de Ritmo do Operador
Tempo Padrão (TP) – TN * Fator de Tolerância
Determinação do Tempo Padrão
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2021.2
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Determinação do Tempo Padrão
(Cronoanálise)

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