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14 UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA Nome: Natália da Silva Magalhães RA: N548070 Nome: Amiel Sharon Sousa RA: F33BDC0 Nome: Valéria Soares de Freitas RA: F3053D7 Nome: Suellen da Hora Bezerra RA: F184AC2 Nome: Josias Espósito Arcanjo RA: N673EG0 Nome: João Victor Botelho dos Santos RA: F156370 Nome: Beatriz Moreira Silva Ribeiro RA: N6759D1 A corporeidade na Educação Física: reflexões e proposições sobre a atuação profissional SANTANA DE PARNAÍBA 2021 Nome: Natália da Silva Magalhães RA: N548070 Nome: Amiel Sharon Sousa RA: F33BDC0 Nome: Valéria Soares de Freitas RA: F3053D7 Nome: Suellen da Hora Bezerra RA: F184AC2 Nome: Josias Espósito Arcanjo RA: N673EG0 Nome: João Victor Botelho dos Santos RA: F156370 Nome: Beatriz Moreira Silva Ribeiro RA: N6759D1 A corporeidade na Educação Física: reflexões e proposições sobre a atuação profissional Projeto elaborado para avaliação do semestral, no semestre letivo na habilitação de Licenciatura no curso de Educação Física. SANTANA DE PARNAÍBA 2021 Atividade física não é apenas uma das mais importantes chaves para um corpo saudável. Ela é à base da atividade intelectual criativa e dinâmica. John F. Kennedy Sumário 1 Introdução 5 2 A corporeidade na educação física reflexões e proposições sobre a atuação profissional 6 2.1 Prática de ensino 6 2.2 Corporeidade 6 2.3 Crescimento e desenvolvimento Humano 7 3 Consideração Final 8 Referências 9 Anexos 10 3.1 Fichamento 10 3.2 Entrevista com o professor 11 iv Introdução Este trabalho tem como objetivo mostrar a corporeidade e suas funções na Educação física e na escola, assim tendo suas relações com outras matérias já desenvolvidas ao longo do curso que são: Prática de ensino e Crescimento e desenvolvimento humano . Sendo o professor como um dos principais influenciadores para o desenvolvimento do aluno tanto motor quanto psicossocial ,foi colocada a matéria prática de ensino, para demonstrar os métodos utilizados dentro da sala de aula e guiar os trabalhos ligados a corporeidade dentro do ambiente escolar. Para que esses métodos funcionem, as primeiras coordenações motoras da criança já precisam estar passando pelo desenvolvimento, que começa desde seu nascimento e vai se aprimorando ao longo dos anos e dependendo das estimulações aplicadas pelas pessoas que estão no seu ambiente de convívio. A corporeidade está ligada a esses dois pontos, pois capacita o aluno a entender suas funções no seu meio social e principalmente individual. “O corpo é um dos mais fortes vetores de construção de identidade no mundo contemporâneo, expressão de diferentes linguagens que encontram lugar, entre outros, nas ciências, nas artes e nos esportes”. (VAZ, 2002, p. 91) No âmbito escolar se deve tomar muito cuidado para não transformar os alunos em “máquinas”, pois se deve ter o enfoque no lado psicossocial, trazendo a vida cotidiana do mesmo para dentro do ambiente escolar, transformando este espaço em um lugar prazeroso que ele consiga se desenvolver. A corporeidade na educação física reflexões e proposições sobre a atuação profissional Prática de ensino O professor tem seu papel fundamental em sala de aula, orientar e instruir seus alunos para que possam desenvolver as atividades propostas. E em relação a corporeidade na prática cabe ao professor inicialmente introduzir o conhecimento do corpo e suas funções e expressividade. A criança como indivíduo que esteja em escola de educação infantil, tem um conhecimento de práticas corporais muito mais abrangente, se, tiver uma troca de experiências entre professor e aluno, e “Este relacionamento trará muitas contribuições para o desenvolvimento da criança como um ser-no-mundo, e o professor estará desempenhando o seu papel de educador e não de ditador de ordens e regras.” Porto (1995, p. 93) 1. O professor terá que buscar metodologias onde englobe a compreensão do aluno aos seus corpos transmitindo as informações internamente e se expressando através externamente dos movimentos corporais. Corporeidade A corporeidade tem uma grande influência em relação ao crescimento do aluno como indivíduo, sendo assim se lapidando através das vastas áreas de expressões corporais, e através dessas expressões se comunicando com meio social e descobrindo suas funcionalidades como cidadão. O ambiente onde e estabelecido atividades de desenvolvimento da corporeidade diz muito sobre como o aluno pode se expressar, “segundo A teoria do desenvolvimento psicossocial de Erik Erikson prediz que o crescimento psicológico ocorre através de estágios e fases, não ocorre ao acaso e depende da interação da pessoa com o meio que a rodeia”. É preciso dar oportunidades e possibilidades para um bom desenvolvimento Físico e Motor, o professor tem um papel fundamental para que isso ocorra da melhor maneira possível, entretanto sabermos que é notório que haja uma interação entre domínios motor, cognitivo e emocional. Portanto o respeito por cada fase de transformação da criança tanto nos aspectos associados ao próprio processo de crescimento físico, a maturação biológica, especialmente no caso da Educação Física e do Esporte, ao desempenho motor. O professor terá a oportunidade de acompanhar o crescimento e desenvolvimento dessas crianças bem mais de perto, contribuindo para que essas características juntamente com fatores do ambiente aconteçam de uma forma efetiva, sempre presando para um desenvolvimento integral para com o indivíduo. Crescimento e desenvolvimento Humano O crescimento desses alunos ambos mudam e sim o ambiente e tudo que ele prática influencia, temos a maturação fisiológica que é o processo de desenvolvimento que leva a um estado de funcionamento pleno, ou seja, estado ótimo de integração funcional dos sistemas corporais de um indivíduo. Duas crianças da mesma idade podem ser diferentes em modo maturacional uma amadurecendo mais rápido que a outra. Principalmente nas crianças o ambiente que elas vivem e frequentam afeta demais e o papel dos pais na vida deles influenciam bastante. Segundo Fonseca (1988) é chamado de desenvolvimento motor uma alteração contínua no comportamento humano ao longo da sua existência que ocorre por meio de tarefas vivenciadas, da biologia do indivíduo e do ambiente em que ele está inserido. Num primeiro momento este desenvolvimento é principalmente biológico, ou seja, o desenvolvimento está intimamente ligado à diferenciação das células, para cada qual desempenhar uma determinada função no organismo. Em seguida o desenvolvimento entra no contexto comportamental, isto é, o desenvolvimento se interrelaciona, através das tarefas, com os elementos culturais do ambiente do indivíduo, caracterizando assim suas competências sociais, cognitivas, emocionais e a personalidade (MALINA; BOUCHARD, 2002). Consideração Final Concluímos que os profissionais de Educação Física são sem dúvida importantes para a sociedade, e esse conceito é fundamental nas escolas, pois é através da educação e métodos utilizados nas aulas que proporcionaram um bom crescimento e desenvolvimento nessa fase para as crianças. O professor terá a oportunidade de participar do processo de cada aluno, e deve contribuir efetivamente para que isso aconteça de uma maneira positiva, sem contar que um dos pontos a ser enaltecido é a interação do educador com o educando, visto que a relação tem que ser boa para evolução pessoal e do conjunto e o ambientese tornar algo mais agradável a todos. É importante respeitarmos o tempo e os limites do corpo e sua motricidade, fazer com que o aluno tenha a possibilidade da sua compleição física desenvolver e descobrir o seu espaço. A criança passa por mudanças durante o ciclo de sua vida para chegar na idade adulta, e cada sujeito terá sua percepção, de forma social e cognitiva, características e cultura diferentes e essas desigualdade deve ser respeitada pela sociedade mas é fundamental que seja primeiramente pelo ser que está em constante transformação, é imprescindível o indivíduo se conhecer e expressar o que sente, e que nós professores sejamos uma ponte onde desenvolvera essa modificação necessária da melhor maneira possível. Referências BONFIM, T.R. Corporeidade e educação física. Faculdade Integradas (FAFIBE). Vol. 1, 2009. Ms. DUARTE, S.L. Ms. BEZERRA, H.P.O. Esp. CÂMARA H.C. DIÁLOGOS ENTRE A CORPOREIDADE E A EDUCAÇÃO FÍSICA: PERCEPÇÕES DO CORPO DE ESCOLARES. Redfoco Vol. 1, n.1, 2014. PIRES, E. F. Corporeidade e sensibilidade na educação física escolar. EDUCAmazônia, Vol. 7, Nº. 2, 2011, págs. 142-160 SILVA, M.P; PINHEIRO, M. F.G. Corporeidade, Educação Física e a formação de crianças na Educação Infantil. Revista Formação Docente, vol. 5, n. 1, jan./jun. 2013. VAZ, A.F. Ensino e formação de professores e professoras no campo das práticas corporais. In: Alexandre Fernandes Vaz, Deborah Thomé Sayão e Fábio Machado Pinto. Educação do corpo e formação de professores: reflexões sobre a Prática de Ensino de Educação Física. Florianópolis, SC: UFSC, 2002, p.91. Anexos Fichamento ASSUNTO: A corporeidade na Educação Física: reflexões e proposições sobre a atuação profissional REFERÊNCIA: 1 SILVA, M.P; PINHEIRO, M. F.G. Corporeidade, Educação Física e a formação de crianças na Educação Infantil. Revista Formação Docente, vol. 5, n. 1, jan./jun. 2013. 2 e 5 BONFIM, T.R. Corporeidade e educação física. Faculdade Integradas (FAFIBE). Vol. 1, 2009. 3 PIRES, E. F. Corporeidade e sensibilidade na educação física escolar. EDUCAmazônia, Vol. 7, Nº. 2, 2011, págs. 142-160 4 e 6 Ms. DUARTE, S.L. Ms. BEZERRA, H.P.O. Esp. CÂMARA H.C. DIÁLOGOS ENTRE A CORPOREIDADE E A EDUCAÇÃO FÍSICA: PERCEPÇÕES DO CORPO DE ESCOLARES. Redfoco Vol. 1, n.1, 2014. CITAÇÕES: A criança como indivíduo que esteja em escola de educação infantil, tem um conhecimento de práticas corporais muito mais abrangente, se, tiver uma troca de experiências entre professor e aluno, e “Este relacionamento trará muitas contribuições para o desenvolvimento da criança como um ser-no-mundo, e o professor estará desempenhando o seu papel de educador e não de ditador de ordens e regras.” Porto (1995, p. 93) 1 Para a prática de atividades físicas precisamos primeiro esquecer a padronização corporal, e sim focar na sua consciência, em conhecer mais suas expressões, seus desejos não só do próprio corpo como do corpo ao lado.2 A educação física infantil precisa ter uma relação entre professor e aluno com trocas de conhecimento e experiências, e não uma relação governamental em que só o professor transmita o conhecimento. 3 O corpo não pode ser definido como algo que não sente nada, pelo contrário, o corpo consegui sentir as coisas ao seu redor e com isso se expressar com movimentos, gestos, desejos. 4 Compreender o corpo então, somente é possível a partir das experiências. E vivências estabelecidas nas relações consigo, com outros e com o mundo. E a esta capacidade de cada pessoa sentir e a apossar-se no seu próprio corpo como meio de manifestação e interação com o mundo chamamos de corporeidade 5 Portanto, entendemos que a Educação Física, no desenvolvimento de suas práticas no espaço pedagógico, deve compreender o corpo dos alunos como expressão viva do sujeito, de forma integral e não fragmentada. Bem como é necessário que os professores tenham a consciência de que, assim como os seus alunos, eles também são existencializados na realidade através dos seus corpos, liberando em sua expressividade corporal as intenções e significados de sua vida 6 CONSIDERAÇÕES: A instituição escolar deve compreender que as aulas de educação física não podem ser com uma didática tradicional, onde só o professor transmite seu conhecimento e suas experiencias, mas sim, que haja uma troca entre professor e aluno. Tendo em vista também que o corpo não é um objeto sem expressões e sentimentos, mas, uma forma de expressar movimentos, sentimentos, desejos, linguagens e sentidos. Nisso a corporeidade deve ser trabalha pelos professores com atividades extras, difundir a compreensão desses alunos em relação ao seu corpo no espaço e suas funcionalidades, através de estímulos pedagógicos e fundamentados nas ciências já testadas. Entrevista com o professor Nome do professor entrevistado: Renato Pereira A quantos anos leciona: Á 16 anos Com base em sua opinião argumente! Qual é o principal objetivo no trabalho com a corporeidade na sua perspectiva de professor? R: Objetivo é aumentar o acervo motor do aluno sempre dentro das suas reais capacidades, mas com alguns desafios para que ele possa evoluir. Qual é o maior desafio em ser Professor (a) de Educação Física? R: Fazer com que os alunos consigam entender de fato a importância da educação física, é um processo demorado. Você acha que a educação física ao decorrer do tempo está sendo mais valorizada sim ou não? R: Como eu falei na pergunta anterior, cabe aos profissionais mostrarem o valor real, mas hoje vejo a desvalorização a cada dia. Você acha que a tecnologia está atrapalhando ou ajudando nas aulas de educação física? R: Se nós soubermos usar ao nosso favor pode ser útil, mas a tecnologia em si está atrapalhando no dia dos alunos que estão mais tempo com celular do que se movimentando. Quais experiências na área você teve e a que mais gostou? R: Trabalhar com pessoas com deficiência e idosos Você acredita que haja benefícios de trabalhar desde cedo o assunto corporeidade com os alunos? R: É essencial começar desde cedo, mas nada que possa gerar frustração