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CONSTRUÇÃO CIVIL
UNIDADE I
PROF. MSC. EMMANUELLE LORENA
PROFESSOR
EMMANUELLE LORENA
▪Engenheira Civil – 2003 UPE;
▪Mestre em Engenharia Ambiental – 2018 
UFRPE; 
▪Atuação em projetos, planejamento, 
execução e controle de obras;
▪Edificações e Estradas.@manulorena_eng
▪Unidade 1 -
Sistemas iniciais
▪ infraestrutura
locação de obras
▪concretagem
UNIDADE I
▪Conhecer os tipos e etapas de uma construção e diferenciar os 
principais sistemas construtivos;
▪Entender os procedimentos para implantação do canteiro de obras e 
como se dá o deslocamento de materiais dentro de uma obra;
▪Entender o que é e como é elaborado um sistema de formas e 
escoramentos;
▪Compreender as etapas de execução da concretagem, assim como a 
cura do concreto e seus métodos de aplicação..
OBJETIVO
Infraestrutura
Serviços iniciais
▪Tipos de 
construções
▪Fases de uma 
obra
▪Concreto => material
▪Concretagem => serviço 
▪A disciplina de construção civil 
▪Tem foco no serviço
INICIAIS
TIPO DE CONSTRUÇÕES
▪Construção em alvenaria 
convencional
▪Alvenaria estrutural
▪Parede de concreto
▪Pré-moldado (fabricados) 
concreto / metálica
▪ construção em steel framing
▪ construção em wood framing
https://construtoraavanco.com.br/alvenaria-estrutural/
https://www.comunidadedaconstrucao.com.br/sistemas-
construtivos/2/caracteristicas/o-
sistema/18/caracteristicas.html
https://tea.com.br/portfolio/portfolio-destaque#13-3
https://www.3tc.com.br/blog/guia-definitivo-da-estrutura-
metalica/
INICIAIS
FASES DE UMA OBRA
▪Canteiro 
▪Serviços preliminares
▪Ligações provisórias
▪Movimento de terra / 
terraplenagem
INICIAIS
LOCAÇÃO DE OBRA
▪Canteiro 
▪Serviços preliminares
▪Ligações provisórias
▪Movimento de terra / 
terraplenagem
INICIAIS
ANDAIMES E TRANSPORTE VERTICAL
▪Canteiro 
▪Serviços preliminares
▪Ligações provisórias
▪Movimento de terra / 
terraplenagem
FASES
CONCRETAGEM
▪Canteiro 
▪Serviços preliminares
▪Ligações provisórias
▪Movimento de terra / 
terraplenagem
C
O
N
C
R
E
TA
G
E
M
▪ O concreto é um material que recém-misturado, deve possuir propriedades de 
plasticidade tais que facilitem o seu transporte, lançamento e adensamento e, 
quando endurecido, propriedades que atendam ao especificado em projeto 
quanto às resistências á compressão e à tração, módulo de deformação e outras. 
▪ Poderão ser empregados ainda no preparo do concreto, com o intuito de 
melhorar ou corrigir algumas de suas propriedades, os chamados aditivos. Esses 
materiais podem proporcionar ao concreto alterações de propriedades, tais 
como; plasticidade, permeabilidade, tempo de pega e resistência à compressão. 
▪ A durabilidade de uma estrutura de concreto depende da realização correta:
▪ da execução da estrutura;
▪ do controle tecnológico - estudo de dosagem e controle do 
concreto e de seus materiais constituinte.
▪ o início da obra, será imperativo que seja feita uma adequada caracterização de 
fornecedores dando preferência àqueles que disponham de produtos uniformes. 
▪ No decorrer da obra, precisam ser procedidos ensaios de controle com a finalidade 
de verificar a uniformidade dos materiais constituintes do concreto, com relação 
aos inicialmente caracterizados.
▪ As propriedades básicas do concreto são:
▪ do concreto não endurecido:
▪ Trabalhabilidade
▪ exsudação (transpiração)
▪ tempos de inicio e de fim de pega.
▪ do concreto endurecido: 
▪ resistência aos esforços mecânicos
▪ propriedades técnicas 
▪ deformações em face das ações 
extrínsecas e solicitações mecânicas –
permeabilidade
▪ E durabilidade diante da ação do meio 
ambiente
FORMA
CONCRETAGEM
▪ Projetos Estruturais
▪ Tipos de formas 
▪ Execução 
FORMA
PROJETO ESTRUTURAL
FORMA
PROJETO
FORMA
PROJETO
FORMA
TIPO DE FORMAS
▪ Vantagens
▪ Simplifica a armadura
▪ Otimiza vãos com maior envergadura
▪ Estrutura segura, sem perigo de corrosão precoce
▪ Economiza concreto e aço
▪ Para a construção da laje nervurada deve-se consultar 
qual dimensão de forma melhor atenderá a demanda do 
projeto estrutural.
Não apresenta vigas. 
Existem capitéis maciços.
formas recuperáveis para laje 
nervurada em polipropileno
apoiadas diretamente sobre o 
escoramento
ótima estética e acústica
laje nervurada 
FORMA
TIPO DE FORMAS
▪ Vantagens
▪ Redução de resíduos
▪ Pouca flexibilidade em relação á madeira
▪ Velocidade
▪ Acabamento final
metálica
FORMA
TIPO DE FORMAS
▪ Vantagens
▪ Reciclável e simples descarte em 
coletas controladas.
▪ Produtos de fácil manuseio e leves
papelão
FORMA
TIPO DE FORMAS
▪ Vantagens
▪ Utilização de formas em PVC é de 
simples utilização e de fácil 
manuseio
▪ Produtos de fácil manuseio e leves
PVC
FORMA
TIPO DE FORMAS
▪ Vantagens
▪ Materiais reciclados
▪ Peso reduzido
▪ Reduzir os materiais utilizados
▪ Desempenho térmico e acústico
BubbleDeck
composto pela incorporação de 
esferas plásticas, fabricadas com 
resina plástica de Polietileno (PEAD) e 
Polipropileno (PP).
FORMA
TIPO DE FORMAS
▪ Vantagens
▪ resistência a incêndios por ter uma camada de 
concreto entre as telhas de aço galvanizado. 
▪ isolamento térmico
Stell deck
▪ forma trepante é um modelo de estrutura destinado a construções de grande porte, que 
são desenvolvidas por fases de concretagem e onde a utilização de andaimes se mostra 
inviável.
FORMA
TREPANTES
▪ sistema utilizado para obras com estruturas de concreto armado muito altas, com seções 
de dimensões contínuas ou variáveis, como pilares, paredes, silos dentre outros.
FORMA
DESLIZANTE
FORMA
TIPO DE FORMAS
▪ Vantagens
▪ Reaproveitamento em outras 
peças; 
▪ Grande flexibilidade de uso; 
▪ Menor custo de matéria prima
madeira
FORMA
EXECUÇÃO
ESCORAMENTO
CONCRETAGEM
▪ Projetos de 
escoramento
FORMA
PROJETO FORMA E ESCORAMENTO
ACERVO : próprio
ACERVO : próprio
ACERVO : próprio
ACERVO : próprio
FORMA
Estrutura de suporte 
provisória composta por um 
conjunto de elementos que 
apoiam as fôrmas 
horizontais (vigas e lajes), 
sustentando as cargas 
atuantes e transmitindo-as 
ao piso ou pavimento 
inferior
FORMA
CIBRAMENTO
FORMA
REESCORA
Estrutura de suporte provisória 
composta por um conjunto de 
elementos que apoiam as vigas e lajes 
após a retirada de suas
fôrmas e cimbramento, até que as 
peças concretadas atinjam a 
resistência
para a qual foram projetadas
FORMA
ARMAÇÃO
CONCRETAGEM
▪ Projeto estrutural 
▪ Dobramento e fixação
▪ Execução
ACERVO : próprio
ARMAÇÃO
DOBRAMENTO E FIXAÇÃO
▪ Se a ferragem não estiver bem posicionada, a estrutura terá diminuída sua 
resistência. 
▪ O concreto armado só funcionará bem quando as barras de aço da 
armadura trabalharem conjuntamente quando solicitadas por carregamento, 
e devidamente protegidas pelo cobrimento do concreto. 
▪ Após a fixação, será importante verificar se as armações não se deslocaram 
antes ou durante a concretagem. 
▪ organização geral: uma simples camada de ferrugem 
não causará dano, porém a quantidade de ferrugem 
que possa desprender-se deverá ser retirada: caso 
contrário, o concreto não aderirá adequadamente ao 
aço. 
▪ Após terem sido as barras cortadas e verificadas, elas 
terão de ser enfeixadas e etiquetadas para que sejam 
empilhadas em local adequado. 
▪ Deverão ser examinadas as barras antes de serem 
amarradas e certificar-se de que não contenham tinta, 
graxa, ferrugem solta, lama ou argamassa.
ACERVO : próprio
▪ Montagem: as armações poderão, muitas vezes, ser montadas com 
antecipação (caso de blocos de fundação, pilares etc). 
▪ Nesses casos, elas deverão ser guardadas e transportadas cuidadosamente a fim 
de que não sofram deformações.
▪ Para armação de vigas rasas e peças semelhantes, as formas poderão ser 
completadas antes de a armação ser colocada. 
▪ Para seções profundas, tais como paredes, poderá ser montado primeiramente 
um lado da fôrma, sustentando a fixação da armação cmontando, por último, o 
lado restante da forma. 
▪ Para colunas, talvez seja necessário fixar totalmente a armação antes de um dos 
lados da forma ser montado. 
▪ O método convencional de amarração é feito com o uso de arame no 18 de 
ferro recozido. 
▪ A soldagem em barras da armadura, no sentido de aumentar seu comprimento, 
somente será executada por especialista.
ACERVO : próprio
ACERVO : próprio
ACERVO : próprio
ACERVO : próprio
ACERVO : próprio
▪ manutenção do cobrimento correto: pequenos afastadores, espaçadores ou 
calços com espessura igual ao do cobrimento recomendado e situando-se bem 
próximos entre si, para evitar que a armação ceda, deverão ser lixados para 
manter a armadura afastada das fôrmas. 
▪ Os calços de material plástico são fabricados para atender a diversas bitolas de 
barras, assim como a diversas medidas de cobrimento. 
▪ Se os calços para concreto forem confeccionados na própria obra, a argamassa 
para sua fixação consistira em uma parte de cimente e duas de areia, tendo 
ainda de conter água suficiente para que se obtenha uma pasta seca. 
▪ Usa-se em geral arame galvanizado para a amarração desses calços. 
▪ Não poderão ser usadas pedras como calços, pois elas se deslocam facilmente 
de sua posição. 
▪ Banquetas (caranguejos) de aço sustentam usualmente a parte superior da 
armação, precisando serem suficientemente resistentes para suportar o tráfego 
dos operários. 
▪ Para concreto aparente, terão ser envolvidos os ferros de amarração (que 
atravessam as fôrmas) por tubos plásticos de diâmetro de 6 mm a 8 mm que 
serão retirados logo após o endurecimento do concreto. Dessa maneira,evita-se
a formação de pontos de ferrugem na superfície do concreto.
ACERVO : próprio
ACERVO : próprio
ACERVO : próprio
ACERVO : próprio
ACERVO : próprio
ACERVO : próprio
ACERVO : próprio
ACERVO : próprio
ACERVO : próprio
CONCRETAGEM
CONCRETAGEM
▪ Projetos Estruturais
▪ Execução 
▪ Cura 
▪ É fundamental que, por ocasião do 
preparo do concreto, os materiais 
empregados correspondam àqueles que 
foram caracterizados e aprovados. 
▪ A norma técnica que regulamenta o 
concreto fornecido por centrais permite 
que seja adicionada na obra água em 
quantidade não superior àquela 
necessária para corrigir até 2,5 cm no 
abatimento do concreto.
▪ O tempo decorrido entre o início da 
mistura do concreto na usina e o fim do 
seu lançamento ita obra deverá ser 
adequado, não superando 2,5h, evitando 
dessa maneira que o concreto inicie sua 
pega antes do final do lançamento.
CONCRETAGEM
CONDIÇÕES DE INÍCIO
▪ O recebimento na obra de concreto 
usinado terá de ser feito em função 
dos resultados dos ensaios realizados 
com o concreto fresco.
▪ Nesse caso, a aceitação será feita 
com base no ensaio de abatimento. 
Na mesma ocasião será efetuada 
moldagem dos corpos-de-prova. 
▪ Impõe-se ainda que as operações 
de lançamento, adensamento e 
cura do concreto sejam procedidas 
conforme as normas técnicas e de 
acordo com plano previamente 
fornecido ao engenheiro da obra.
▪ Os lotes não poderão ter mais de 100 m3 nem corresponderá 
área de construção de mais de 500m2, nem ao tempo de 
execução de mais de duas semanas.
▪ Nos edifícios, cada lote não deverá compreender mais de um 
andar.
▪ Nas estruturas de grande volume, o lote poderá atingir 500m³ 
mas o tempo de execução correspondente não superará uma 
semana.
CONCRETAGEM
CONTROLE TECNOLÓGICO
CONCRETAGEM
EXECUÇÃO - PLANEJAMENTO
▪ PROJETO ESTRUTURAL 
e especificações de 
laboratório, quando 
houver.
▪ Concreto 
▪ Pá 
▪ Enxada 
▪ Carrinho de mão 
▪ Gerica
▪ Lata de 20 I, e/ou balde
▪ betoneira com ou sem carregador
▪ O local onde será lançado o concreto deve 
estar definido, bem como o traço deste 
(dosagem). 
▪ Recomenda-se contratar um laboratório especializado para a dosagem 
racional do concreto em função da sua resistência prevista no projeto 
estrutural e das características dos materiais disponíveis para sua produção, 
tais como areia, brita, cimento etc. 
▪ O traço elaborado precisa ser executado e testado, conforme a aplicação 
antes da produção em quantidade.
▪ consumo no mínimo de 300 kg 
de cimento por metro cúbico 
de concreto 
▪ a areia constituirá cerca de 
30% a 50% do total do 
agregado
▪ a quantidade de água tem de 
ser a menor possível, mas 
compatível com a 
trabalhabilidade necessária.
▪ Trata-se de concreto de cimento Portland, produzido 
para ser entregue na obra no estado plástico e de 
acordo com as características solicitadas, com relação 
ao seu emprego específico e ao equipamento de 
transporte, lançamento e adensamento do concreto.
▪ Concreto usinado
▪ resistência à compressão (valor mínimo)
▪ tipo e diâmetro máximo dos agregados a 
serem empregados
▪ consistência (abatimento).
▪ A nota fiscal deve descrever: 
▪ a resistência característica do concreto à compressão aos 28 d (ou outras idades consideradas criticas); 
▪ o módulo de elasticidade;
▪ a consistência expressa pelo abatimento do tronco de cone; 
▪ a dimensão máxima característica dos agregados graúdos; 
▪ o teor de argamassa do concreto; 
▪ o tipo e o consumo mínimo de cimento; 
▪ o fator água/cimento máximo: a presença de aditivos; 
▪ o traço fornecido; o horário de saída do caminhão-betoneira da usina (registrado por relógio de ponto) e a quantidade 
máxima de água permitida a ser adicionada ao concreto (caso ele não esteja com slump adequado).
▪ O lançamento do concreto não poderá ter 
de alturas excessivas. 
▪ Quando a altura da queda for superior a 
2,5m, medidas especiais terão de ser 
tomadas para evitar a segregação dos 
materiais.
▪ Dentre elas, destaca-se a abertura de janelas 
nas formas, que permitem diminuir a altura de 
lançamento e facilitam o adensamento.
▪ O lançamento do concreto terá sempre de 
obedecer ao plano de concretagem
▪ ARQUITETURA - > INDICA DAS JUNTAS 
▪ ESTRUTURAL -> DEVE CONTER AS JUNTAS DE CONCRETAGEM
▪ No que diz respeito à resistência, convém lembrar que a junta 
de trabalho (emenda de concretagem) nunca deverá ser 
feita onde as tensões tangenciais sejam elevadas e onde não 
haja ferragem suficiente para absorvê-las. 
▪ Quando se pretende programar o lançamento do concreto 
de uma construção, é aconselhável preencher 
primeiramente os pilares até o fundo das vigas e em seguida 
colocar a ferragem das lajes e vigas, para prosseguira 
concretagem. O objetivo de tal prática é facilitar o 
lançamento do concreto nas colunas, já que a existência de 
ferragem na forma das vigas, em geral, dificultaria o perfeito 
preenchimento dos pilares. 
CONCRETAGEM
LANÇAMENTO E ADENSAMENTO
▪ Projetos de arquitetura, de estrutura, de formas (quando 
houver), de armação, de instalações elétricas, hidráulicas e ar-
condicionado e de impermeabilização (quando houver).
▪ Trena de aço com 5 m 
▪ Pá 
▪ Enxada
▪ Desempenadeira de madeira 
▪ Nível de mangueira ou aparelho 
de nível a laser 
▪ Régua de alumínio de 1“x2" com 
2 m ou 1 ½”x 3" com 3 m
▪ Gerica com rodas de pneu ou 
Carrinho de mão
▪ Guincho ou grua
▪ Motor de vibrador de mangote
▪ Mangote vibrador de imersão 
pendular (com agulha de 25 mm, 35 
mm ou 37 mm, 45 mm ou 46 mm, 60 
mm ou 63 mm, 75 mm)
▪ Acabadora mecânica com quatro 
pás, elétrica, 90 cm ou 120 cm
▪ Taliscas de madeira
▪ Gabarito metálico ou de madeira, 
para rebaixos
▪ Quadros de madeira para furos ou 
rasgos em laje ou viga.
▪ Para estrutura de edifícios (lajes, vigas e pilares), o concreto do pavimento 
inferior deve estar adequado para a sobrecarga da laje a ser concretada. 
▪ As formas têm de estar totalmente executadas e escoradas, limpas, com 
desmoldante aplicado e conferidas. 
▪ A armadura precisa estar limpa, posicionada e conferida e a tubulação 
elétrica instalada
▪ Quando for o caso, é necessário colocar ganchos para futura fixação das 
bandejas salva-vidas. 
▪ A concretagem obedece ao plano de concretagem. Assim, nenhuma junta 
de concretagem (linha de interrupçãoforçada) não prevista no plano pode 
ser tolerada, evitando-se ao máximo juntas de concretagem, mas, quando 
isso não for possível, elas devem ser preparadas de modo a garantir uma 
estrutura monolítica.
▪ Toda a água deve ser removida antes da concretagem. Terão de ser desviadas 
correntes de água, por meio de drenos laterais, de forma que o concreto fresco 
lançado não seja por elas lavado. 
LANÇAMENTO E ADENSAMENTO
Fundação ou estruturas enterradas
DESFORMA
Cura é a denominação dada aos 
procedimentos a que se recorre para 
promover a eficiente hidratação do cimento e 
consiste em controlar a temperatura e a saída 
e entrada de umidade para o concreto. 
CURA
Enquanto não atingir endurecimento satisfatório, o concreto 
deve ser curado e protegido contra agentes prejudiciais para:
Evitar a perda de água pela superfície exposta; Assegurar uma 
superfície com resistência adequada; 
Assegurar a formação de uma capa superficial 
durável.
▪ O processo de CURA visa impedir a evaporação da água necessária à hidratação 
do cimento e, consequentemente, incrementar a resistência da peça estrutural.
▪ A ausência da CURA ou a má CURA afeta não apenas a resistência, mas também a 
durabilidade do concreto e outras importantes características.
▪ A perda da água, devido uma má CURA, atinge de imediato as camadas superiores 
da peça responsáveis pela proteção das armaduras.
▪ Conforme a ABNT NBR 12655, os elementos estruturais de superfície devem ser 
curados até que atinjam resistência característica à compressão (fck), igual ou 
maior a 15 MPa
CURA
MÉTODO DE CURA
MOLHA CONSTANTE
MÉTODO DE CURA
POR ASPERSÃO
A água é lançada continuamente por um 
sistema de aspersores.
Esse método de cura é recomendado para 
superfícies planas, tais como pavimentos de 
edificações, não sendo recomendado para 
áreas inclinadas, como rampas em 
concreto ou escada
MÉTODO DE CURA
PEÇAS ESPECIAIS
MÉTODO DE CURA
IRRIGAÇÃO /ALAGAMENTO
devemos fazer um controle rigoroso da temperatura 
interna do concreto.
Uma variação de mais de 25°C em relação a 
temperatura ambiente poderá o correr variação de 
volume e, consequentemente, fissuração,
reduzindo a resistência e a durabilidade da estrutura
MÉTODO DE CURA
CONCRETO-MASSA (VOLUME0
Como regra, recomenda-se o uso de um cimento 
com baixo calor de hidratação e com adições (tipo 
CPIII, por exemplo).
▪ O processo de cura não substitui medidas de redução de temperatura do 
concreto (gradiente térmico). 
A cura química ocorre pela aspersão de produto 
na superfície do concreto.
O produto químico tem a função de EVITAR a 
evaporação da água, por meio da formação de 
um filme sobre a superfície fresca
MÉTODO DE CURA
CURA QUÍMICA
Ocorre com aplicação de Umidade 100% e 
temperatura controlada, 
superior a temperatura ambiente, até no 
máximo 70oC.
Técnica usual em ambientes frios ou quando se 
quer fazer uma 
rápida desforma.
CURA A VAPOR
Consiste no uso de aditivos, trata-se de uma 
alternativa que exige muitos cuidados. 
Em ambientes com muito vento e secos, 
agridem as faces expostas baixando a 
resistência a abrasão e durabilidade, apesar 
de no centro da peça apresentar uma boa 
eficiência.
CURA COM AGENTES 
INTERNOS
QUALIDADE
OBRIGADA
EMMANUELLE LORENA @MANULORENA_ENGDOCENTE

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