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22/10/2021 19:17 Unicesumar - Ensino a Distância 1/9 ATIVIDADE 2 - HIST - HISTÓRIA DO BRASIL: COLÔNIA - 2020D Período:12/10/2020 08:00 a 30/10/2020 23:59 (Horário de Brasília) Status:ENCERRADO Nota máxima:0,50 Gabarito:Gabarito será liberado no dia 31/10/2020 00:00 (Horário de Brasília) Nota obtida:0,50 1ª QUESTÃO Leia os excertos a seguir: “A verdade, escondida por essa espécie de mitologia; é que eles foram constantemente impelidos, mesmo nas grandes entradas, por exigências de um triste viver cotidiano e caseiro: teimosamente pelejaram contra a pobreza, e para repará-la não hesitaram em deslocar-se sobre espaços cada vez maiores, desafiando as insídias de um mundo ignorado e talvez inimigo”. HOLANDA, Sérgio Buarque de. O Extremo Oeste. São Paulo: Brasiliense, 1986, p. 26. “Abriram trilhas, transpuseram rios, percorreram distâncias inacreditáveis, devassaram o sertão. Na busca do silvícola disvirginaram a mata, descobriram e divulgaram mistérios”. VOLPATO, Luíza. Entradas e Bandeiras. São Paulo: Global, 1985, p. 46. Os trechos bibliográficos apresentados acima expressam as proezas físicas do bandeirantismo no sertão brasileiro durante o século XVII. Tomando por base a análise dos excertos e a compreensão deste período, considere as afirmações a seguir com "V" para verdadeira e com "F" para falsa: ( ) As considerações realizadas por Sérgio Buarque de Holanda refutam a mitologia que orbita o bandeirismo, inserindo-o numa perspectiva concreta em que o deslocamento "por espaços cada vez maiores" foi motivado pelo amargor da penúria em que viviam. ( ) A autora de Entradas e Bandeiras atribui às marchas bandeirantistas proporções ou extensões no mínimo bastante significativas. No termo "distâncias inacreditáveis" visa destacar a enormidade dos caminhos percorridos pelos bandeirantes. ( ) O bandeirantismo foi o resultado de uma região isolada, repleta de restrições econômicas, duramente assolada pela pobreza. Neste prisma, compreendemos as características intrínsecas ao polo irradiador das bandeiras: a vila de São Paulo de Piratininga. ( ) As ações empreendidas pelos bandeirantes estavam condicionadas em dois sentidos: ou pela busca desenfreada de lucros rápidos e passageiros, como na caça e aprisionamento do indígena, ou na busca dos metais e pedras preciosas. ( ) O aprisionamento e a caça aos indígenas era realizada de maneira planejada e organizada. Os bandeirantes capturavam apenas os ameríndios que se negassem à conversão jesuítica e que estivessem dentro do limite territorial estabelecido pelo Tratado de Tordesilhas. A sequência correta é: ALTERNATIVAS F, F, V, V, V. F, V, V, V, F. V, F, F, V, V. V, V, V, F, F. V, V, V, V, F. 22/10/2021 19:17 Unicesumar - Ensino a Distância 2/9 2ª QUESTÃO Leia o excerto documental: “Aconteceu que os selvagens do lugar se tinham revoltado contra os portugueses, o que dantes nunca fizeram; mas agora o faziam, por se sentirem escravizados. Por isso, o governador nos pediu pelo amor de Deus, que ocupássemos o lugar denominado ‘Garasú’, a cinco milhas de distância do porto de Marim (Olinda), onde estávamos ancorados, e de que os selvagens se queriam apoderar. Os habitantes da colônia de Olinda não podiam ir em auxílio deles, porque receavam que os selvagens os viessem atacar . . . Haveria ali uns noventa cristãos para a defesa. Com eles se achavam mais uns trinta mouros e escravos brasileiros pertencentes aos moradores. Os selvagens, que nos sitiavam, orçavam por oito mil”. STADEN, H. Viagem ao Brasil. São Paulo: Ed. Martin Claret, 2010, pp. 42-43. O documento apresentado acima foi escrito por Hans Staden em sua viagem ao Brasil. Publicado em 1557, Staden descreve sua vinda para o Brasil e como foi aprisionado pelos índios. A partir da análise do documento, assinale a alternativa que expressa as relações estabelecidas entre nativos e portugueses durante o primeiro século de colonização lusitana nos trópicos: ALTERNATIVAS O excerto documental expressa o clima de tensão que existia na colônia portuguesa desde a chegada da esquadra de Cabral em 1500. As relações estabelecidas entre lusos e ameríndios começaram a ficar estremecidas a partir de 1510, quando os portugueses deixaram de depender dos nativos em suas tarefas cotidianas. Os índios atacavam os núcleos urbanos resididos pelos portugueses neste momento, em resposta aos aldeamentos organizados pelos membros da Companhia de Jesus, que pretendiam catequizar os indígenas. A escravização dos indígenas no litoral brasileiro foi uma necessidade que ocorria devido à crescente extração do pau brasil e a produção de mandioca e tabaco nos latifúndios nordestinos e paulistas neste momento. O primeiro contato estabelecido entre portugueses e nativos foi marcado por uma mistura de admiração, medo e respeito. Essas relações começaram a ficar estremecidas a partir do momento que os portugueses começaram a escravizar os índios. 3ª QUESTÃO 22/10/2021 19:17 Unicesumar - Ensino a Distância 3/9 Leia o excerto documental a seguir: “Senhor, pelo capitão dos navios que daqui mandei o mês de setembro passado, dei conta a Vossa Alteza de minha viagem e chegada a esta Nova Lusitânia e do que aqui era passado. Depois meti-me, Senhor, a dar ordem ao sossego e paz da terra, com dádivas a uns e apaziguando a outros porque tudo é necessário. E assim dei ordem a se fazerem engenhos de açúcares que de lá trouxe contratados, fazendo tudo quanto me requereram e dando tudo o que me pediram, sem olhar a proveito nem interesse algum meu, mas a obra ir avante, como desejo. Temos grande soma de canas plantadas, todo o povo, com todo trabalho que foi possível, e dando a todos a ajuda que a mim foi possível, e cedo acabaremos um engenho muito grande e perfeito, e ando ordenando a começar outros. Praza ao Senhor Deus que me ajude segundo Sua grande misericórdia e minha boa intenção . . . Em tudo, Senhor, eu tenho o cuidado que se deve ter nas cousas de seu serviço e Deus me ajude a me dê a Sua hora para tudo ir a bom fim. Pero de Góis e Luís de Góis, que ora por aqui passam, darão a Vossa Alteza as mais novas de mim e da terra e não me alargo mais nesta e deles pode Vossa Alteza saber das cousas daqui”. Disponível em: <https://docs.ufpr.br/~lgeraldo/cartasdcoelho.pdf>. Acesso em: 28 set. 2019. O presente documento compõe uma das cartas escritas pelo Capitão Donatário Duarte Coelho destinada ao Excelentíssimo Rei de Portugal D. João III. Este relato foi escrito em 27 de Abril de 1542, na vila de Olinda, e retrata, sobretudo, a labuta desenvolvida pelo donatário e sua devoção a Deus e ao monarca português. Tomando por base a análise do documento e as características intrínsecas à função de capitão donatário neste período, analise as afirmações abaixo. I – Os capitães donatários deveriam portar-se como agentes políticos e administrativos da Coroa, para garantir a extração do pau-brasil, ouro e outras riquezas presentes nas respectivas capitanias da colônia portuguesa. II – Por meio do Regimento, os donatários poderiam exercer a justiça em todos os níveis, desde penas brandas até a aplicação do degredo e pena de morte aos infratores das capitanias do Brasil. III – No âmbito fiscal, os capitães donatários ficavam responsáveis pela organização e arrecadação de impostos. Enquanto que, no prisma administrativo, poderiam desempenhar e nomear pessoas para ocuparem todas as funções, inclusive ouvidores e tabeliães. IV – A doação de sesmarias também era um dos deveres dos donatários. Neste caso, Duarte Coelho decide, por volta de 1540, investir no cultivo de cana-de-açúcar, doando sesmarias para a construção de engenhos. Tal decisão criou por outro lado, a necessidade de um maior contingente de trabalhadores para suprir a demanda do complexo açucareiro. É correto o que se afirma em: ALTERNATIVAS I e II, apenas. II e III, apenas. I, II e III, apenas. I, II e IV, apenas. I, II, III e IV. 4ª QUESTÃO 22/10/2021 19:17 Unicesumar - Ensino a Distância 4/9 Em carta escrita pelo inaciano Navarroem 12 de Setembro de 1558, lê-se: Continuou a castigar os delinquentes com muita prudência e temperança, de maneira que edificasse e não destruísse e foi causa de todos se sujeitarem a lei e jugo . . . de maneira que todos tremem de medo do Governador, o qual ainda que não baste para a vida eterna, bastará para podermos com elle edificar, e serve-nos de andaimos, até que se forme bem nelles Christo, e a caridade que Nosso Senhor dará lhe fará botar o temor humano para que fique edifício fixo e firme. Este temor os faz hábeis para poderem ouvir a palavra de Deus; (NAVARRO, 1988, p. 229-230). NAVARRO, A. et. al. Cartas Avulsas. Belo Horizonte: Editora Itatiaia, 1988. Tomando por base a interpretação documental e a obra catequizadora empreendida na América Portuguesa, assinale a alternativa correta: ALTERNATIVAS O excerto documental jesuítico expressa uma medida corretiva em um escravo da Guiné. A palavra delinquente retrata os homens infratores que não respeitavam as regras das capitanias. Os escravos africanos também eram castigados quando não obedeciam aos dogmas cristãos no cerne da obra evangelizadora jesuítica. O termo "Governador" era utilizado em referência ao superior da Companhia de Jesus que organizava toda política catequizadora e castigava os pecadores. O trecho documental apresenta medidas corretivas aos indígenas que viviam nos aldeamentos jesuíticos quando eram flagrados praticando seus antigos costumes ou descumprindo alguma regra. 5ª QUESTÃO 22/10/2021 19:17 Unicesumar - Ensino a Distância 5/9 No artigo escrito por Ronaldo Vainfas observa-se: As santidades eram cerimônias inseparáveis dos bailes e cantos que congregavam a aldeia, no qual se ingeria o fumo de uma erva, o tabaco, chamado pelos portugueses de erva-santa e pelos índios de peti, aspecto crucial dos ritos de transe praticados naquelas cerimônias. . . . As santidades indicam crescente importância assumida pelos caraíbas ou pajés-açu, pajés de grau superior, homens que se comunicavam com os espíritos . . . . VAINFAS, Ronaldo. Do Milenarismo Idolátrico ao sabá tropical: a demonização das santidades brasílicas nos escritos jesuíticos (séculos XVI e XVIII). In CASTIGAN, Lúcia Helena (Org.). Diálogos da conversão: missionários, índios, negros e judeus no contexto ibero-americano do período barroco. Campinas: Editora da Unicamp, 2005. p. 52. Tendo por referência a atuação da Companhia de Jesus nas terras brasílicas, analise as afirmativas a seguir: I – Os pajés eram líderes exclusivamente espirituais, por isso era tão complicada efetivar a catequização cristã. II - Os membros da Companhia de Jesus tinham um bom relacionamento com os pajés, pois respeitavam as cerimônias espirituais que ocorriam nas aldeias gentílicas. III – O tabaco era muito utilizado nestes rituais para chegar ao transe necessário para que a santidade aparecesse para o pajé. Todavia seu uso ficou restrito aos rituais realizados pelos nativos. IV - Um dos maiores obstáculos à catequização dos ameríndios era justamente o pajé, que oferecia resistência efetiva aos ensinamentos dos dogmas cristãos passados à tribo pelos religiosos. Está correto apenas o que se lê em: ALTERNATIVAS IV. II e III. III e IV. I, II e III. I, II e IV. 6ª QUESTÃO O açúcar foi o primeiro produto global produzido e comercializado nos trópicos portugueses. Implementado por volta de 1530, o produto viria para sistematizar a colonização das terras brasílicas. Além dos aspectos econômicos, possibilitou a dinamização da sociedade colonial, pois, colocava em contato culturas diferentes: indígenas, escravos negros e europeus. Neste sentido, assinale a alternativa correta: ALTERNATIVAS 22/10/2021 19:17 Unicesumar - Ensino a Distância 6/9 A produção açucareira marcou uma etapa importante da colonização portuguesa nos trópicos. O cultivo da cana de açúcar prosperou, sobretudo, na Bahia e Pernambuco pela disponibilidade de mão de obra livre e escrava negra no início do sistema de Capitanias Hereditárias. Os portugueses iniciaram no Brasil o cultivo de cana de açúcar pelas condições favoráveis que o território oferecia: solos férteis, mão de obra abundante e clima ameno. Estes pontos positivos possibilitaram o sucesso da indústria açucareira que foi posteriormente implementada nas ilhas do Atlântico e nas possessões orientais portuguesas. As condições de trabalho no complexo açucareiro era uma preocupação tanto dos membros da Companhia de Jesus, que não aceitavam a escravização dos indígenas, como da Coroa portuguesa, que tentava acabar com os castigos físicos impostos aos negros africanos. Já os trabalhadores livres e especializados gozavam de direitos e benefícios. Os Engenhos estavam espalhados desde a região Nordeste (no século XVI) às capitanias do Espírito Santo e Rio de Janeiro (no século XVII), ficando limitados à região costeira da colônia portuguesa. Na segunda metade do século XVIII, a produção de açúcar brasileiro sofreu uma grave crise em sua produção, devido a concorrência do produto antilhano que oferecia um preço inferior. A indústria açucareira era complexa e requeria uma combinação de fatores para o seu funcionamento. Além dos recursos financeiros, que iam desde a manutenção dos Engenhos até a aquisição de escravos negros, os proprietários precisavam escolher um local estratégico para construir os Engenhos, pois tinham que levar em consideração a fertilidade do solo, a disponibilidade de lenha e a distância dos Portos. 7ª QUESTÃO De acordo com os apontamentos realizados por Francisco Carlos Cosentino: “A doação da capitania, feita de ‘juro e de herdade para todo sempre pelo dito capitão e governador e seus descendentes’, privilegiava os herdeiros homens e, na sua falta, os parentes, alcançando até os bastardos. Ao donatário estava vetado trocar, alienar ou dividir com quem quer que seja a capitania e a sua governança, pois, segundo a carta de doação, ‘hão de ser sempre juntas e se não partam nem alienem em tempo algum’. A doação em juro e herdade garante que, mesmo que o donatário perca a ‘capitania, governança, jurisdição e renda dela, a não perca seu sucessor, salvo se for traidor à Coroa destes reinos’” (2014, p. 533). COSENTINO, Francisco C. Construindo o Estado do Brasil: instituições, poderes locais e poderes centrais. In: FRAGOSO, J.; GOUVÊA, M de F. (ORG). O Brasil Colonial: 1443-1580. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. p. 521-568. A obra O Brasil Colonial: 1443-1580 reúne uma série de artigos importantes na compreensão de nosso passado colonial. Dos temas trabalhados na obra, enfatizamos a relevância de compreender o sistema de Capitanias Hereditárias, que se manifestava como uma estratégia lusitana de povoar as terras da América Portuguesa. Sob este prisma, analise as afirmações: I – Em 1534 D. João III organizou o sistema de Capitanias Hereditárias visando povoar as ditas terras e buscando assegurar que outras Coroas europeias não se estabelecessem no território lusitano. II – O capitão donatário ao receber a doação de uma Capitania Hereditária não tinha permissão para trocar ou vender suas terras. Além disso, tinham uma série de deveres e atribuições que deveriam ser obedecidos. III – A capitania de Pernambuco foi a que mais obteve sucesso no cenário agrário, pois reunia uma série de vantagens que as outras capitanias não possuíam. Já as capitanias de São Vicente e Salvador se destacaram com a organização de núcleos urbanos bem estruturados. IV – Os capitães donatários poderiam exercer a justiça em todas as esferas, desde penas mais brandas, até a imposição da pena de degredo ou mesmo a pena de morte ao infrator que cometesse um delito dentro dos limites geográficos de sua capitania (ficando proibido de impor suas leis nas outras capitanias que não o pertencesse). Está correto em que se lê em: 22/10/2021 19:17 Unicesumar - Ensino a Distância 7/9 ALTERNATIVAS I e II apenas. I, II e III apenas. I, II e IV apenas. II, III e IV apenas. I, II, III e IV. 8ª QUESTÃO No início do séculoXV, Portugal, diferente de outras Coroas da Europa, possuía um conjunto de condições favoráveis para se lançar nas aventuras além-mar. Dessa forma, por meio dos estudos relacionados a este contexto, assinale a alternativa que apresente esse conjunto de fatores: ALTERNATIVAS Apoio de todos os setores da sociedade, mão de obra qualificada, indústria bélica e incentivo dos monarcas. Fronteiras definidas, localização geográfica favorável, abundância de gêneros alimentícios e grande tecnologia náutica. Localização geográfica favorável, recursos financeiros oriundos da agricultura, espírito aventureiro e mão de obra qualificada. Aliança com outras coroas europeias, recursos financeiros disponíveis, embarcações resistentes e apoio da burguesia mercantil. País unificado, com fronteiras definidas, sem conflitos externos nem internos e com o apoio de diversos setores da sociedade, inclusive da nobreza. 9ª QUESTÃO 22/10/2021 19:17 Unicesumar - Ensino a Distância 8/9 “A sede insaciável do ouro estimulou a tantos deixarem suas terras e a meterem-se por caminhos tão ásperos como são os da minas, que dificultosamente se poderá dar conta do número das pessoas que atualmente estão lá . . . ”. ANTONIL, André João. Cultura e Opulência do Brasil por suas Drogas e Minas. São Paulo: Itatiaia, 1982, p. 167. O trecho documental em destaque é referente aos primeiros anos após a descoberta de grandes reservas de ouro na região que hoje compreende o Estado de Minas Gerais. Neste âmbito, analise as afirmações abaixo: I – A notícia da descoberta do ouro repercutiu na mentalidade dos indivíduos daquele período. Observamos um "boom" populacional oriundo tanto de outras regiões da colônia quanto do Reino. Pessoas de todos os estamentos sociais abandonavam seus negócios, suas propriedades e até mesmo suas famílias para se arriscar na exploração aurífera, visto a possibilidade de enriquecimento rápido. II – Ao perceber o "boom" populacional que a região mineradora apresentava, a administração Imperial decidiu organizar meios para receber estes aventureiros. Desse modo, houve a plantação de diferentes gêneros alimentícios, a implementação de um poder responsável pelas esferas tributárias e criminais, a fim de organizar o novo espaço econômico e evitar transtornos de ordem social. III – A escassez de roças e plantações levaram a uma crise de abastecimento alimentício na região. Este problema se manifestou em alguns momentos da exploração aurífera e marcou uma situação paradoxal: de um lado a riqueza em forma de minério, de outro a fome que levava a morte. Quando o abastecimento foi restabelecido o valor dos alimentos chegavam a valores absurdos. IV – O contato com o ouro e com as pedras preciosas possibilitaram aos escravos negros uma alternativa, mesmo que pequena, à liberdade. A vigilância nas minas era amena e a preocupação era saber se o escravo conseguia extrair as pepitas do solo. Além disso, os escravos africanos, após um período de 20 anos de trabalh,o poderiam solicitar um alvará de soltura junto ao governo imperial. É correto o que se afirma em: ALTERNATIVAS I, apenas. I e III, apenas. II e III, apenas. I, II e IV, apenas. I, III e IV, apenas. 10ª QUESTÃO 22/10/2021 19:17 Unicesumar - Ensino a Distância 9/9 A Conjuração Mineira foi o movimento mais importante ocorrido nas terras brasílicas durante os três primeiros séculos de dominação portuguesa. Este movimento sofreu influência das ideias iluministas que se alastravam pelo Velho Continente e destacavam seu caráter de emancipação política frente a Portugal. Neste sentido, analise as asserções abaixo: I. O cenário já estava todo elaborado. O movimento teria início com um motim marcado para fevereiro, na cidade de Vila Rica, após a Coroa portuguesa decretar a derrama. Caso houvesse uma vitória, o levante seria levado a diante, ou seja, os conjurados espalhariam o movimento por toda a capitania. PORQUE II. Em 1789, Vicente de Barbacena recebeu algumas denúncias de que havia um motim contra o Governo das Minas, ou seja, contra o poder Imperial. Era tarde demais. O movimento iniciou-se em Ouro Preto e espalhou-se por outros núcleos urbanos. Após meses de conflito, membros da elite foram presos e condenados à morte, e a paz foi restabelecida na colônia. Acerca dessas asserções, assinale a opção correta: ALTERNATIVAS As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a segunda é uma justificativa correta da primeira. As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a segunda não é uma justificativa correta da primeira. A asserção I é uma proposição verdadeira, e a asserção II é uma proposição falsa. A asserção I é uma proposição falsa, e a asserção II é uma proposição verdadeira. As asserções I e II são proposições falsas.