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AVA 2 DIREITO DAS COISAS

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Questões resolvidas

Leia o trecho a seguir: “Os frutos devem pertencer ao proprietário, como acessórios da coisa. Sendo dele a coisa principal, dele também terão que ser as coisas acessórias, segundo o princípio accessory sequitur suum principale (CC, art. 92). Essa regra, contudo, não prevalece quando o possuidor está possuindo de boa-fé, isto é, com a convicção de que é seu o bem possuído. Há nesses casos dois direitos que se afrontam, o do proprietário e o do possuidor, e o deste prevalecerá quando se estadear a boa-fé de quem possui [...].” Fonte: GONÇALVES, C. A. Direito Civil: direito das coisas. 14. ed. São Paulo: Saraiva, 2019. p. 186.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre as benfeitorias e o direito de retenção, analise as afirmativas a seguir e assinale V para a(s) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s).
I. (F ) As benfeitorias úteis serão indenizadas se autorizadas pelo proprietário.
II. ( F) O possuidor pagará um valor (solarium) ao proprietário pelas benfeitorias.
III. (V ) O valor da indenização ao possuidor de má-fé será dada pelo reivindicante.
IV. ( F ) Os produtos e os frutos se produzem periodicamente.
V. (V ) O possuidor de boa-fé poderá levantar a benfeitoria voluptuária.
1. V, F, V, F, F.
2. F, F, F, V, V.
3. F, F, V, F, V.
4. V, V, F, F, V.
5. F, V, V, F, F.

Leia o trecho a seguir: “A classificação das benfeitorias pode variar conforme a destinação ou a localização do bem principal, principalmente se forem relacionadas com bens imóveis. A título de exemplo, uma piscina na casa de alguém é, em regra, benfeitoria voluptuária. Por outra via, a piscina na escola de natação é benfeitoria necessária. Uma grade em uma janela em um bairro violento de São Paulo é benfeitoria necessária; em uma pacata cidade do interior mineiro é benfeitoria útil.” Fonte: TARTUCE, F. Direito Civil: direito das coisas. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2019. p. 102.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre as benfeitorias e o direito de retenção, analise as afirmativas a seguir:
I. É considerado benfeitoria útil a troca de telhado de um imóvel. F
II. O possuidor de má-fé será indenizado pelas benfeitorias necessárias. V
III. O possuidor de boa-fé será indenizado das benfeitorias necessárias e úteis. V
IV. O possuidor de má-fé tem direito a levantar as benfeitorias voluptuárias. F
1. I e IV.
2. II e IV.
3. III e IV.
4. I e II.
5. II e III.

Leia o trecho a seguir: ‘‘[…] Além das clássicas ações possessórias (manutenção, reintegração e interdito proibitório), há outros procedimentos judiciais, previstos em nosso ordenamento, e que afetam diretamente a posse, como a ação de nunciação de obra nova e os embargos de terceiro [...].” Fonte: NADER. P. Curso de Direito Civil: direito das coisas. 7. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2016. p. 112.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre defesa possessória e outras ações de interesse do possuidor, pode-se afirmar que a ação de imissão na posse:
1. é possível a fungibilidade com a ação de manutenção de posse.
2. visa impedir que determinada obra continue.
3. visa impedir ameaça.
4. visa obter a posse que nunca teve.
5. é ação possessória.

Leia o trecho a seguir: “No que interessa aos efeitos da posse, para a análise do direito aos frutos é fundamental que a posse seja configurada como de boa ou má-fé. De início, estatui o art. 1.214 do CC/2002 que o possuidor de boa-fé tem direito, enquanto ela durar, aos frutos percebidos [...].” Fonte: TARTUCE, F. Direito Civil: direito das coisas. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2019. p. 100.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a percepção dos frutos, pode-se afirmar que os frutos podem se dividir quanto à origem e quanto ao seu estado, em relação à origem dos frutos, eles se classificam como frutos naturais, industriais e:
1. CIVIS.
2. percipiendos.
3. produtos.
4. pendentes.
5. colhidos.

Leia o trecho a seguir: “O nosso Código Civil não dá uma definição de propriedade, preferindo enunciar os poderes do proprietário (art. 1.228): ‘O proprietário tem a faculdade de usar, gozar e dispor da coisa, e o direito de reavê-la do poder de quem quer que injustamente a possua ou detenha’.” Fonte: PEREIRA, C. M. S. Instituições de Direito Civil. 25. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2017. p. 94.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre conceituação e classificação da propriedade, pode-se afirmar que a propriedade é:
1. a faculdade de reaver o bem de qualquer pessoa.
2. limitada, em decorrência da sua função social.
3. O PODER JURÍDICO QUE O PROPRIETÁRIO TEM DE USAR, GOZAR, DISPOR E REAVER A COISA.
4. um direito ilimitado, absoluto.
5. comum, quando há dois proprietários de um bem.

Leia o trecho a seguir: “Verifica-se a existência do condomínio quando mais de uma pessoa tem a propriedade sobre determinado bem, seja ele móvel ou imóvel. De acordo com as lições de Rubens Limongi França, o condomínio “é a espécie de propriedade em que dois ou mais sujeitos são titulares, em comum, de uma coisa indivisa (pro indiviso), atribuindo-se a cada condômino uma parte ou fração ideal da mesma coisa” (LIMONGI FRANÇA, RubensI.n stituições..., 1996, p. 497).” Fonte: TARTUCE. F. Direito Civil: direito das coisas. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2019. p. 474.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre condomínio, pode-se afirmar sobre os efeitos da posse que:
1. o condomínio tem natureza contratual.
2. o condomínio tem natureza pessoal.
3. no condomínio, há um conjunto de pessoas.
4. condomínio convencional decorre de herança.
5. CONDOMÍNIO PODE SER CLASSIFICADO PELA ORIGEM, FORMA E OBJETO.

Leia o trecho a seguir: “O primeiro deles é o chamado ‘uso anormal da propriedade’, que bem espelha a relatividade deste direito. Nos limites do que é seu, tem o dominus, a faculdade de agir, extraindo da coisa todas as vantagens, benefícios, fruição e gozo. Cabe ao proprietário utilizar a coisa sua, segundo o que lhe convenha, e conforme o seu agrado.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a limitação ao direito de propriedade, é correto afirmar que o texto-base diz respeito:
1. às faculdades do proprietário.
2. à desapropriação.
3. à usucapião.
4. à função social.
5. AO ABUSO DE DIREITO.

Leia o trecho a seguir: “Mas a harmonia social não se compadece com a ideia de vir o proprietário a agir de tal modo que o exercício de seu direito se converta em sacrifício ou moléstia ao seu vizinho. Daí dizer a lei (Código Civil, art. 1.277) que o proprietário ou possuidor de um prédio tem o direito de fazer cessar as interferências prejudiciais à segurança, ao sossego e à saúde dos que o habitam, provocadas pela utilização da propriedade vizinha.” Fonte: PEREIRA, C. M. S. Instituições de Direito Civil. 25. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2017. p. 203.
Considerando o tratamento que o Código Civil dá à propriedade e o conteúdo estudado sobre o direito de vizinhança, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. Os direitos de vizinhança são limitações ao direito de propriedade. V
II. O abuso de direito se faz no exercício irregular ou anormal de direito. V
1. as asserções i e ii são proposições verdadeiras, e a ii é uma justificativa correta do i.
2. AS ASSERÇÕES I E II SÃO PROPOSIÇÕES VERDADEIRAS, MAS A II NÃO É UMA JUSTIFICATIVA CORRETA DA I.
3. A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
4. A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
5. As asserções I e II são proposições falsas.

Leia o trecho a seguir: “As regras que constituem o direito de vizinhança destinam-se a evitar conflitos de interesses entre proprietários de prédios contíguos. Têm sempre em mira a necessidade de conciliar o exercício do direito de propriedade com as relações de vizinhança, uma vez que sempre é possível o advento de conflitos entre os confinantes.” Fonte: GONÇALVES, C. A. Direito Civil: direito das coisas. 14. ed. São Paulo: Saraiva, 2019. p. 325.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a limitação ao exercício do direito à propriedade, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. Os direitos de vizinhança devem ser registrados. F
II. São obrigações propter rem. V
1. as asserções i e ii são proposições verdadeiras, mas a ii não é uma justificativa correta da i.
2. A ASSERÇÃO I É UMA PROPOSIÇÃO FALSA, E A II É UMA PROPOSIÇÃO VERDADEIRA.
3. A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
4. As asserções I e II são proposições falsas.
5. As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.

Leia o trecho a seguir: “Além das ações de que se pode valer o possuidor, na defesa de sua condição ou de seu estado, assegura-lhe ainda a ordem jurídica o ressarcimento do dano. Este problema encontra solução, quer nos princípios gerais de direito, quer em disposição específica. E divide os civilistas, que ora assentam a reparação do dano na regra geral da responsabilidade aquiliana (Messineo, Barassi, Colasurdo), ora na estrutura mesma da proteção possessória (Montel, Ruggiero e Maroi, Vittone Zuccalà).” Fonte: PEREIRA, C. M. S. Instituições de Direito Civil. 25. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2017. p. 80.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado, pode-se afirmar que o possuidor de boa-fé:
1. responde pela perda ou deterioração nos casos fortuitos ou de força maior.
2. responde pela deterioração e dano.
3. RESPONDE PELA PERDA OU DETERIORAÇÃO QUE DER CAUSA.
4. responde objetivamente pela perda e dano.
5. responde pelo dano e prejuízo.

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Questões resolvidas

Leia o trecho a seguir: “Os frutos devem pertencer ao proprietário, como acessórios da coisa. Sendo dele a coisa principal, dele também terão que ser as coisas acessórias, segundo o princípio accessory sequitur suum principale (CC, art. 92). Essa regra, contudo, não prevalece quando o possuidor está possuindo de boa-fé, isto é, com a convicção de que é seu o bem possuído. Há nesses casos dois direitos que se afrontam, o do proprietário e o do possuidor, e o deste prevalecerá quando se estadear a boa-fé de quem possui [...].” Fonte: GONÇALVES, C. A. Direito Civil: direito das coisas. 14. ed. São Paulo: Saraiva, 2019. p. 186.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre as benfeitorias e o direito de retenção, analise as afirmativas a seguir e assinale V para a(s) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s).
I. (F ) As benfeitorias úteis serão indenizadas se autorizadas pelo proprietário.
II. ( F) O possuidor pagará um valor (solarium) ao proprietário pelas benfeitorias.
III. (V ) O valor da indenização ao possuidor de má-fé será dada pelo reivindicante.
IV. ( F ) Os produtos e os frutos se produzem periodicamente.
V. (V ) O possuidor de boa-fé poderá levantar a benfeitoria voluptuária.
1. V, F, V, F, F.
2. F, F, F, V, V.
3. F, F, V, F, V.
4. V, V, F, F, V.
5. F, V, V, F, F.

Leia o trecho a seguir: “A classificação das benfeitorias pode variar conforme a destinação ou a localização do bem principal, principalmente se forem relacionadas com bens imóveis. A título de exemplo, uma piscina na casa de alguém é, em regra, benfeitoria voluptuária. Por outra via, a piscina na escola de natação é benfeitoria necessária. Uma grade em uma janela em um bairro violento de São Paulo é benfeitoria necessária; em uma pacata cidade do interior mineiro é benfeitoria útil.” Fonte: TARTUCE, F. Direito Civil: direito das coisas. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2019. p. 102.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre as benfeitorias e o direito de retenção, analise as afirmativas a seguir:
I. É considerado benfeitoria útil a troca de telhado de um imóvel. F
II. O possuidor de má-fé será indenizado pelas benfeitorias necessárias. V
III. O possuidor de boa-fé será indenizado das benfeitorias necessárias e úteis. V
IV. O possuidor de má-fé tem direito a levantar as benfeitorias voluptuárias. F
1. I e IV.
2. II e IV.
3. III e IV.
4. I e II.
5. II e III.

Leia o trecho a seguir: ‘‘[…] Além das clássicas ações possessórias (manutenção, reintegração e interdito proibitório), há outros procedimentos judiciais, previstos em nosso ordenamento, e que afetam diretamente a posse, como a ação de nunciação de obra nova e os embargos de terceiro [...].” Fonte: NADER. P. Curso de Direito Civil: direito das coisas. 7. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2016. p. 112.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre defesa possessória e outras ações de interesse do possuidor, pode-se afirmar que a ação de imissão na posse:
1. é possível a fungibilidade com a ação de manutenção de posse.
2. visa impedir que determinada obra continue.
3. visa impedir ameaça.
4. visa obter a posse que nunca teve.
5. é ação possessória.

Leia o trecho a seguir: “No que interessa aos efeitos da posse, para a análise do direito aos frutos é fundamental que a posse seja configurada como de boa ou má-fé. De início, estatui o art. 1.214 do CC/2002 que o possuidor de boa-fé tem direito, enquanto ela durar, aos frutos percebidos [...].” Fonte: TARTUCE, F. Direito Civil: direito das coisas. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2019. p. 100.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a percepção dos frutos, pode-se afirmar que os frutos podem se dividir quanto à origem e quanto ao seu estado, em relação à origem dos frutos, eles se classificam como frutos naturais, industriais e:
1. CIVIS.
2. percipiendos.
3. produtos.
4. pendentes.
5. colhidos.

Leia o trecho a seguir: “O nosso Código Civil não dá uma definição de propriedade, preferindo enunciar os poderes do proprietário (art. 1.228): ‘O proprietário tem a faculdade de usar, gozar e dispor da coisa, e o direito de reavê-la do poder de quem quer que injustamente a possua ou detenha’.” Fonte: PEREIRA, C. M. S. Instituições de Direito Civil. 25. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2017. p. 94.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre conceituação e classificação da propriedade, pode-se afirmar que a propriedade é:
1. a faculdade de reaver o bem de qualquer pessoa.
2. limitada, em decorrência da sua função social.
3. O PODER JURÍDICO QUE O PROPRIETÁRIO TEM DE USAR, GOZAR, DISPOR E REAVER A COISA.
4. um direito ilimitado, absoluto.
5. comum, quando há dois proprietários de um bem.

Leia o trecho a seguir: “Verifica-se a existência do condomínio quando mais de uma pessoa tem a propriedade sobre determinado bem, seja ele móvel ou imóvel. De acordo com as lições de Rubens Limongi França, o condomínio “é a espécie de propriedade em que dois ou mais sujeitos são titulares, em comum, de uma coisa indivisa (pro indiviso), atribuindo-se a cada condômino uma parte ou fração ideal da mesma coisa” (LIMONGI FRANÇA, RubensI.n stituições..., 1996, p. 497).” Fonte: TARTUCE. F. Direito Civil: direito das coisas. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2019. p. 474.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre condomínio, pode-se afirmar sobre os efeitos da posse que:
1. o condomínio tem natureza contratual.
2. o condomínio tem natureza pessoal.
3. no condomínio, há um conjunto de pessoas.
4. condomínio convencional decorre de herança.
5. CONDOMÍNIO PODE SER CLASSIFICADO PELA ORIGEM, FORMA E OBJETO.

Leia o trecho a seguir: “O primeiro deles é o chamado ‘uso anormal da propriedade’, que bem espelha a relatividade deste direito. Nos limites do que é seu, tem o dominus, a faculdade de agir, extraindo da coisa todas as vantagens, benefícios, fruição e gozo. Cabe ao proprietário utilizar a coisa sua, segundo o que lhe convenha, e conforme o seu agrado.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a limitação ao direito de propriedade, é correto afirmar que o texto-base diz respeito:
1. às faculdades do proprietário.
2. à desapropriação.
3. à usucapião.
4. à função social.
5. AO ABUSO DE DIREITO.

Leia o trecho a seguir: “Mas a harmonia social não se compadece com a ideia de vir o proprietário a agir de tal modo que o exercício de seu direito se converta em sacrifício ou moléstia ao seu vizinho. Daí dizer a lei (Código Civil, art. 1.277) que o proprietário ou possuidor de um prédio tem o direito de fazer cessar as interferências prejudiciais à segurança, ao sossego e à saúde dos que o habitam, provocadas pela utilização da propriedade vizinha.” Fonte: PEREIRA, C. M. S. Instituições de Direito Civil. 25. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2017. p. 203.
Considerando o tratamento que o Código Civil dá à propriedade e o conteúdo estudado sobre o direito de vizinhança, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. Os direitos de vizinhança são limitações ao direito de propriedade. V
II. O abuso de direito se faz no exercício irregular ou anormal de direito. V
1. as asserções i e ii são proposições verdadeiras, e a ii é uma justificativa correta do i.
2. AS ASSERÇÕES I E II SÃO PROPOSIÇÕES VERDADEIRAS, MAS A II NÃO É UMA JUSTIFICATIVA CORRETA DA I.
3. A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
4. A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
5. As asserções I e II são proposições falsas.

Leia o trecho a seguir: “As regras que constituem o direito de vizinhança destinam-se a evitar conflitos de interesses entre proprietários de prédios contíguos. Têm sempre em mira a necessidade de conciliar o exercício do direito de propriedade com as relações de vizinhança, uma vez que sempre é possível o advento de conflitos entre os confinantes.” Fonte: GONÇALVES, C. A. Direito Civil: direito das coisas. 14. ed. São Paulo: Saraiva, 2019. p. 325.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a limitação ao exercício do direito à propriedade, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. Os direitos de vizinhança devem ser registrados. F
II. São obrigações propter rem. V
1. as asserções i e ii são proposições verdadeiras, mas a ii não é uma justificativa correta da i.
2. A ASSERÇÃO I É UMA PROPOSIÇÃO FALSA, E A II É UMA PROPOSIÇÃO VERDADEIRA.
3. A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
4. As asserções I e II são proposições falsas.
5. As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.

Leia o trecho a seguir: “Além das ações de que se pode valer o possuidor, na defesa de sua condição ou de seu estado, assegura-lhe ainda a ordem jurídica o ressarcimento do dano. Este problema encontra solução, quer nos princípios gerais de direito, quer em disposição específica. E divide os civilistas, que ora assentam a reparação do dano na regra geral da responsabilidade aquiliana (Messineo, Barassi, Colasurdo), ora na estrutura mesma da proteção possessória (Montel, Ruggiero e Maroi, Vittone Zuccalà).” Fonte: PEREIRA, C. M. S. Instituições de Direito Civil. 25. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2017. p. 80.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado, pode-se afirmar que o possuidor de boa-fé:
1. responde pela perda ou deterioração nos casos fortuitos ou de força maior.
2. responde pela deterioração e dano.
3. RESPONDE PELA PERDA OU DETERIORAÇÃO QUE DER CAUSA.
4. responde objetivamente pela perda e dano.
5. responde pelo dano e prejuízo.

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1. 
Pergunta 1 
0.1 pontos 
Leia o trecho a seguir: 
“Os frutos devem pertencer ao proprietário, como acessórios da coisa. Sendo dele a 
coisa principal, dele também terão que ser as coisas acessórias, segundo o princípio 
accessorium sequitur suum principale (CC, art. 92). Essa regra, contudo, não prevalece 
quando o possuidor está possuindo de boa-fé, isto é, com a convicção de que é seu o 
bem possuído. Há nesses casos dois direitos que se afrontam, o do proprietário e o do 
possuidor, e o deste prevalecerá quando se estadear a boa-fé de quem possui [...].” 
Fonte: GONÇALVES, C. A. Direito Civil: direito das coisas. 14. ed. São Paulo: Saraiva, 
2019. p. 186. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre as benfeitorias e o 
direito de retenção, analise as afirmativas a seguir e assinale V para a(s) verdadeira(s) 
e F para a(s) falsa(s). 
I. (F ) As benfeitorias úteis serão indenizadas se autorizadas pelo proprietário. 
II. ( F) O possuidor pagará um valor (solarium) ao proprietário pelas benfeitorias. 
III. (V ) O valor da indenização ao possuidor de má-fé será dada pelo reivindicante. 
IV. ( F ) Os produtos e os frutos se produzem periodicamente. 
V. (V ) O possuidor de boa-fé poderá levantar a benfeitoria voluptuária. 
Agora, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
1. 
V, F, V, F, F. 
2. 
F, F, F, V, V. 
3. 
F, F, V, F, V. 
4. 
V, V, F, F, V. 
5. 
F, V, V, F, F. 
2. 
Pergunta 2 
0.1 pontos 
Leia o trecho a seguir: 
“A classificação das benfeitorias pode variar conforme a destinação ou a localização do 
bem principal, principalmente se forem relacionadas com bens imóveis. A título de 
exemplo, uma piscina na casa de alguém é, em regra, benfeitoria voluptuária. Por outra 
via, a piscina na escola de natação é benfeitoria necessária. Uma grade em uma janela 
em um bairro violento de São Paulo é benfeitoria necessária; em uma pacata cidade do 
interior mineiro é benfeitoria útil.” 
Fonte: TARTUCE, F. Direito Civil: direito das coisas. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense, 
2019. p. 102. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre as benfeitorias e o 
direito de retenção, analise as afirmativas a seguir: 
I. É considerado benfeitoria útil a troca de telhado de um imóvel. F 
II. O possuidor de má-fé será indenizado pelas benfeitorias necessárias. V 
III. O possuidor de boa-fé será indenizado das benfeitorias necessárias e úteis. V 
IV. O possuidor de má-fé tem direito a levantar as benfeitorias voluptuárias. F 
Está correto apenas o que se afirma em: 
1. 
I e IV. 
2. 
II e IV. 
3. 
III e IV. 
4. 
I e II. 
5. 
II e III. 
3. 
Pergunta 3 
0.1 pontos 
Leia o trecho a seguir: 
‘‘[…] Além das clássicas ações possessórias (manutenção, reintegração e interdito 
proibitório), há outros procedimentos judiciais, previstos em nosso ordenamento, e 
que afetam diretamente a posse, como a ação de nunciação de obra nova e os 
embargos de terceiro [...].” 
Fonte: NADER. P. Curso de Direito Civil: direito das coisas. 7. ed. Rio de Janeiro: 
Forense, 2016. p. 112. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre defesa possessória e 
outras ações de interesse do possuidor, pode-se afirmar que a ação de imissão na 
posse: 
1. 
visa impedir ameaça. 
2. 
VISA OBTER A POSSE QUE NUNCA TEVE. 
3. 
é ação possessória. 
4. 
visa impedir que determinada obra continue. 
5. 
é possível a fungibilidade com a ação de manutenção de posse. 
4. 
Pergunta 4 
0.1 pontos 
“[…] No que interessa aos efeitos da posse, para a análise do direito aos frutos é 
fundamental que a posse seja configurada como de boa ou má-fé. De início, estatui o 
art. 1.214 do CC/2002 que o possuidor de boa-fé tem direito, enquanto ela durar, aos 
frutos percebidos [...].” 
Fonte: TARTUCE, F. Direito Civil: direito das coisas. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense, 
2019. p. 100. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a percepção dos frutos, 
pode-se afirmar que os frutos podem se dividir quanto à origem e quanto ao seu 
estado, em relação à origem dos frutos, eles se classificam como frutos naturais, 
industriais e: 
1. 
CIVIS. 
2. 
percipiendos. 
3. 
produtos. 
4. 
pendentes. 
5. 
colhidos. 
5. 
Pergunta 5 
0.1 pontos 
Leia o trecho a seguir: 
“O nosso Código Civil não dá uma definição de propriedade, preferindo enunciar os 
poderes do proprietário (art. 1.228): ‘O proprietário tem a faculdade de usar, gozar e 
dispor da coisa, e o direito de reavê-la do poder de quem quer que injustamente a 
possua ou detenha’.” 
Fonte: PEREIRA, C. M. S. Instituições de Direito Civil. 25. ed. Rio de Janeiro: Forense, 
2017. p. 94. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre conceituação e 
classificação da propriedade, pode-se afirmar que a propriedade é: 
1. 
a faculdade de reaver o bem de qualquer pessoa. 
2. 
limitada, em decorrência da sua função social. 
3. 
O PODER JURÍDICO QUE O PROPRIETÁRIO TEM DE USAR, GOZAR, DISPOR 
E REAVER A COISA. 
4. 
um direito ilimitado, absoluto. 
5. 
comum, quando há dois proprietários de um bem. 
6. 
Pergunta 6 
0.1 pontos 
“Verifica-se a existência do condomínio quando mais de uma pessoa tem a propriedade 
sobre determinado bem, seja ele móvel ou imóvel. De acordo com as lições de Rubens 
Limongi França, o condomínio “é a espécie de propriedade em que dois ou mais 
sujeitos são titulares, em comum, de uma coisa indivisa (pro indiviso), atribuindo-se a 
cada condômino uma parte ou fração ideal da mesma coisa” (LIMONGI FRANÇA, 
RubensI.n stituições..., 1996, p. 497).” 
Fonte: TARTUCE. F. Direito Civil: direito das coisas. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense, 
2019. p. 474. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre condomínio, pode-se 
afirmar sobre os efeitos da posse que: 
1. 
o condomínio tem natureza contratual. 
2. 
o condomínio tem natureza pessoal. 
3. 
no condomínio, há um conjunto de pessoas. 
4. 
condomínio convencional decorre de herança. 
5. 
CONDOMÍNIO PODE SER CLASSIFICADO PELA ORIGEM, FORMA E OBJETO. 
7. 
Pergunta 7 
0.1 pontos 
O primeiro deles é o chamado ‘uso anormal da propriedade’, que bem espelha a 
relatividade deste direito. Nos limites do que é seu, tem o dominus, a faculdade de agir, 
extraindo da coisa todas as vantagens, benefícios, fruição e gozo. Cabe ao proprietário 
utilizar a coisa sua, segundo o que lhe convenha, e conforme o seu agrado. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a limitação ao direito de 
propriedade, é correto afirmar que o texto-base diz respeito: 
1. 
às faculdades do proprietário. 
2. 
à desapropriação. 
3. 
à usucapião 
4. 
à função social. 
5. 
AO ABUSO DE DIREITO. 
8. 
Pergunta 8 
0.1 pontos 
Leia o trecho a seguir: 
“Mas a harmonia social não se compadece com a ideia de vir o proprietário a agir de tal 
modo que o exercício de seu direito se converta em sacrifício ou moléstia ao seu 
vizinho. Daí dizer a lei (Código Civil, art. 1.277) que o proprietário ou possuidor de um 
prédio tem o direito de fazer cessar as interferências prejudiciais à segurança, ao 
sossego e à saúde dos que o habitam, provocadas pela utilização da propriedade 
vizinha.” 
Fonte: PEREIRA, C. M. S. Instituições de Direito Civil. 25. ed. Rio de Janeiro: Forense, 
2017. p. 203. 
Considerando o tratamento que o Código Civil dá à propriedade e o conteúdo estudado 
sobre o direito de vizinhança, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre 
elas: 
I. Os direitos de vizinhança são limitações ao direito de propriedade. V 
Porque: 
II. O abuso de direito se faz no exercício irregular ou anormal de direito. V 
A seguir, assinale a alternativa correta: 
1. 
as asserções i e ii são proposições verdadeiras, e a ii é uma justificativa 
correta do i. 
2. 
AS ASSERÇÕES I E II SÃO PROPOSIÇÕES VERDADEIRAS, MAS A II NÃO É 
UMA JUSTIFICATIVA CORRETA DA I. 
3. 
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposiçãoverdadeira. 
4. 
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa. 
5. 
As asserções I e II são proposições falsas. 
9. 
Pergunta 9 
0.1 pontos 
Leia o trecho a seguir: 
“As regras que constituem o direito de vizinhança destinam-se a evitar conflitos de 
interesses entre proprietários de prédios contíguos. Têm sempre em mira a 
necessidade de conciliar o exercício do direito de propriedade com as relações de 
vizinhança, uma vez que sempre é possível o advento de conflitos entre os 
confinantes.” 
Fonte: GONÇALVES, C. A. Direito Civil: direito das coisas. 14. ed. São Paulo: Saraiva, 
2019. p. 325. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a limitação ao exercício 
do direito à propriedade, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas: 
I. Os direitos de vizinhança devem ser registrados. F 
Porque: 
II. São obrigações propter rem. V 
A seguir, assinale a alternativa correta: 
1. 
as asserções i e ii são proposições verdadeiras, mas a ii não é uma 
justificativa correta da i. 
2. 
A ASSERÇÃO I É UMA PROPOSIÇÃO FALSA, E A II É UMA PROPOSIÇÃO 
VERDADEIRA. 
3. 
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa. 
4. 
As asserções I e II são proposições falsas. 
5. 
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa 
correta da I. 
10. 
Pergunta 10 
0.1 pontos 
Leia o trecho a seguir: 
“Além das ações de que se pode valer o possuidor, na defesa de sua condição ou de seu 
estado, assegura-lhe ainda a ordem jurídica o ressarcimento do dano. Este problema 
encontra solução, quer nos princípios gerais de direito, quer em disposição específica. 
E divide os civilistas, que ora assentam a reparação do dano na regra geral da 
responsabilidade aquiliana (Messineo, Barassi, Colasurdo), ora na estrutura mesma da 
proteção possessória (Montel, Ruggiero e Maroi, Vittone Zuccalà).” 
Fonte: PEREIRA, C. M. S. Instituições de Direito Civil. 25. ed. Rio de Janeiro: Forense, 
2017. p. 80. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado, pode-se afirmar que o 
possuidor de boa-fé: 
1. 
responde pela perda ou deterioração nos casos fortuitos ou de força 
maior. 
2. 
responde pela deterioração e dano. 
3. 
RESPONDE PELA PERDA OU DETERIORAÇÃO QUE DER CAUSA. 
4. 
responde objetivamente pela perda e dano. 
5. 
responde pelo dano e prejuízo.

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