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Direito do Consumidor Ava 2

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O exercício de um direito não pode ficar pendente de maneira infinita. A consequência dessa possibilidade seria uma instabilidade social e a própria segurança jurídica estaria comprometida. Por essa razão é tão conhecido o ditado: “o direito não socorre aos que dormem”.
Com base nessas informações e o conteúdo estudado sobre responsabilidade civil no Código de Defesa do Consumidor: vício e defeito, analise as afirmativas a seguir e assinale V para a(s) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s).
I. ( ) Nos vícios de adequação, os prazos são decadenciais de 30 dias para produtos ou serviços não duráveis e de 90 dias para os duráveis.
II. ( ) Nos casos de defeito de segurança causados por fato do produto ou serviço o prazo prescreve em cinco anos.
III. ( ) O Código de Defesa do Consumidor estabelece prazo fixo para que o consumidor possa reclamar pelo vício oculto.
IV. ( ) Tratando-se de serviços não duráveis, o direito de reclamar por vício oculto prescreve em cinco anos.
1. F, V, V, F.
2. V, F, F, V.
3. V, V, F, V.
4. V, V, F, F.
5. F, V, V, V.

Ao adquirir um produto novo, o consumidor presume a ausência de defeitos, mas não podemos negar a possibilidade de defeitos ocorrerem nas linhas de produção. Assim o Código de Defesa do Consumidor garante ao consumidor a sanação dos vícios dos produtos que, sendo realizada, resolve a reclamação sem maiores conflitos.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre responsabilidade civil no Código de Defesa do Consumidor: vício e defeito, pode-se afirmar que:
1. o consumidor pode exigir a troca do produto ou a devolução dos valores pagos antes de findo o prazo convencionado entre as partes para sanar o vício.
2. o prazo máximo para o fornecedor sanar os vícios é de 30 dias para os produtos não duráveis e 90 dias para os duráveis.
3. para que o vício seja sanado, o prazo de 30 dias poderá ser modificado pelas partes, não podendo ser inferior a sete e nem superior a 180 dias.
4. as partes podem convencionar a redução ou ampliação do prazo de saneamento do vício, não podendo esse prazo ser inferior a sete dias e nem superior a 90.
5. o consumidor pode exigir, à sua escolha, a substituição do produto por outro de qualidade superior, sem qualquer custo adicional.

Leia o trecho a seguir: “Vício, substantivo masculino. Defeito ou imperfeição. Prática frequente de ato considerado pecaminoso. Tendência para contrariar a moral estabelecida. Depravação, libertinagem. Hábito inveterado, mania. Dependência do consumo de uma substância (ex. vício do álcool). Erro de ofício. Erro habitual no uso da língua. Mau hábito ou costume que as bestas adquirem.” Fonte: VÍCIO. In: Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, 2008-2020.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre responsabilidade civil no Código de Defesa do Consumidor: vício e defeito, analise os vícios a seguir e associe-os com seus conceitos.
1) Vícios aparentes ou de fácil constatação.
2) Vícios ocultos.
3) Vícios redibitórios.
( ) São aqueles que já estavam presentes quando da aquisição do produto, mas se manifestam algum tempo depois do uso.
( ) São aqueles cuja identificação não exige conhecimento especializado por parte do consumidor.
( ) São aqueles que ensejam a resilição contratual, com a restituição da coisa ou ao abatimento do preço.
( ) São aqueles em que a contagem dos prazos se inicia com a efetiva entrega do bem.
( ) São aquelas em que a contagem dos prazos se inicia após o momento em que o defeito é detectado.
1. 2, 3, 1, 1, 2.
2. 1, 2, 3, 2, 1.
3. 3, 1, 2, 3, 1.
4. 3, 2, 1, 1, 2.
5. 2, 1, 3, 1, 2.

Leia o trecho a seguir: “Da mesma forma, o tipo de solução a ser adotada pelo legislador também foi considerada. Afinal, duas as soluções legislativas possíveis. De um lado, o simples estabelecimento de um prazo arbitrário- que a princípio começaria a fluir da data da tradição do produto ou da efetiva prestação do serviço-ou a determinação de um prazo, estabelecendo que a sua contagem inicia-se apenas a partir da manifestação do vício.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado os princípios e direitos básicos do consumidor, é correto afirmar que:
1. independente do fato de se constituírem em vícios aparentes ou ocultos o prazo para a reclamação dos vícios é o mesmo, muda-se o momento inicial da contagem.
2. o vício oculto é a diminuição da utilidade ou mesmo a desuso total do produto colocado no mercado de consumo.
3. Incorreta: nos vícios aparentes a contagem do prazo para a reclamação dos vícios se inicia no momento que o vício do produto é descoberto.
4. a prova para a exoneração da garantia recairá para o consumidor nos vícios ocultos e para o fornecedor nos vícios aparentes.
5. nos vícios ocultos a contagem do prazo para a reclamação dos vícios se inicia com a tradição e a partir da utilização ou fruição do produto.

Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre responsabilidade civil no Código de Defesa do Consumidor: vício e defeito, é correto afirmar que:
Leia o trecho a seguir: “Trata-se de um aspecto dos mais relevantes em termos de responsabilidade civil dos que causarem danos a consumidores ou terceiros não envolvidos em dada relação de consumo. Como a responsabilidade é objetiva, decorrente da simples colocação no mercado de determinado produto ou prestação de dado serviço, ao consumidor é conferido o direito de intentar as medidas contra todos os que estiverem na cadeia de responsabilidade que propiciou a colocação do mesmo produto no mercado, ou então a prestação do serviço.”
1. a responsabilidade do comerciante, do fabricante, do produtor e do construtor é objetiva e solidária, conforme demonstra o artigo 12 do Código de Defesa do Consumidor.
2. a possibilidade de demanda regressiva em sede de direito do consumidor é afastada pelas regras gerais ordinárias sobre solidariedade e não tem previsão expressa.
3. a responsabilidade dos fornecedores é de natureza subjetiva e solidária, pois qualquer um dos referidos nos artigos 12 e 14 do CDC pode ser demandado pelos danos causados.
4. ao disciplinar a responsabilidade pelo fato do produto, o legislador optou por indicar os agentes econômicos na cadeia de produção que seriam solidários pelo dever de reparar os danos.
5. o legislador, ao disciplinar a responsabilidade pelo fato do serviço, o fez de forma menos ampla possível ante a dificuldade de determinar todos os agentes econômicos na cadeia de serviço.

Leia o trecho a seguir: “Corno já mencionamos anteriormente, embora separados no que diga respeito aos deveres específicos imputados ao fornecedor (adequação e segurança), tanto a responsabilidade pelo fato, como a responsabilidade pelo vício do produto ou do serviço, observam o regime da responsabilidade objetiva, decorrente do traço comum a ambos os regimes de responsabilidade, que é a denominada teoria da qualidade, vinculada à proteção da confiança dos consumidores.”
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre responsabilidade civil no Código de Defesa do Consumidor: vício e defeito, analise as afirmativas a seguir.
I. O regime consagrado dos vícios redibitórios no Código Civil vigente se confunde com a responsabilidade por vícios prevista no CDC.
II. O vício de qualidade decorre da ausência de propriedades ou características nos produtos que atendam aos fins esperados pelo consumidor.
III. É ilegítimo ao consumidor assegurar que o produto adquirido conserve seu valor.
IV. É vedado ao fornecedor a comercialização de produtos com pequenos defeitos mesmo que de conhecimento do consumidor.
V. Os vícios redibitórios mantiveram a importância nas relações civis após a entrada em vigor, do Código de Defesa do Consumidor.
1. Incorreta: II e IV.
2. II e V.
3. II e III.
4. I e V.
5. I, III e V.

Leia o trecho a seguir: Na sistemática do Código de Defesa do Consumidor, os produtos e serviços colocados no mercado de consumo não poderão acarretar riscos à saúde e à segurança dos consumidores, exceto aqueles que por sua natureza e fruição, como cigarros e agrotóxicos, apresentam risco inerente, ou seja, os que previsivelmente apresentam riscos.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a qualidade e segurança dos produtos e serviços, é possível afirmar que:
1. Incorreta: o fornecedor não é proibido de colocar no mercado de consumo produto que saiba apresentar alto grau de nocividade e periculosidade à saúde e segurança do consumidor.
2. produtos com nocividade adquirida são os que apresentam um período previsível, em que qualquer consumidor teria a ciência da existência do perigo no consumo ou uso do produto.
3. os artigos 9° e 10° do CDC fazem distinções quanto à nocividade e periculosidade entre os produtos e serviços.
4. produtos com nocividade latente são aqueles que à primeira vista não apresentam risco e que posteriormente, em razão de defeitos de fabricação, colocam em risco a saúde e segurança do consumidor.
5. o legislador utiliza do conceito aberto de nocividade e periculosidade de modo que cabe ao magistrado, em caso concreto, a análise de sua caracterização.

Leia o trecho a seguir: “O art. 8º inaugura a parte dispositiva do Código, ocupando-se – juntamente com os arts. 9º, 10 e 11 – da proteção à saúde e segurança dos consumidores. Explica-se a temática inaugural como decorrência da preocupação do legislador em estabelecer critérios para tutela do bem mais valioso a ser preservado nas relações de consumo: a vida do consumidor.”
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a qualidade e segurança dos produtos e serviços, analise as afirmativas a seguir:
I. Se a nocividade derivar da má conservação do produto e não existir vício de informação o fornecedor imediato pode ser responsabilizado.
II. A periculosidade inerente é aquela é indissociável do produto ou serviço, sendo similar à periculosidade adquirida ao longo do processo.
III. A periculosidade inerente induz a defeito e vício de qualidade, por isso, há uma desqualificação do valor do produto.
IV. O fabricante tem o dever de prestar as informações relativas aos produtos com periculosidade inerente por impressos apropriados que acompanhem o produto.
1. II e IV.
2. I e IV.
3. III e IV.
4. I, II e III.
5. I, III e IV.

Leia o trecho a seguir: A aplicação do Código de Defesa do Consumidor à medicina depende da compreensão de dois conceitos: o de consumidor e o de fornecedor de serviços. O consumidor, na ótica médica, é a pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza o serviço como destinatário final, conforme descreve o artigo 2° da Lei 8.078/90. O fornecedor por sua vez será toda pessoa física - profissional liberal - ou jurídica - estabelecimento de saúde, como hospitais, clínicas etc. - que desenvolve atividades de prestação de serviços, conforme disciplina o artigo 3° da Lei 8.078/90.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre responsabilidade civil no Código de Defesa do Consumidor: vício e defeito, é possível afirmar que:
1. a responsabilidade do médico é subjetiva e depende da comprovação da culpa.
2. a responsabilidade do médico é subjetiva, ou seja, independe de comprovação da culpa.
3. a relação travada entre o médico e o paciente é regida pelo Código Civil vigente.
4. a relação jurídica entre médico e paciente é contratual, pelo que encerra uma obrigação de meios, mesmo nas cirurgias estéticas.
5. os profissionais liberais respondem objetivamente pelos danos causados, havendo solidariedade entre o médico cirurgião e o médico anestesista.

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Questões resolvidas

O exercício de um direito não pode ficar pendente de maneira infinita. A consequência dessa possibilidade seria uma instabilidade social e a própria segurança jurídica estaria comprometida. Por essa razão é tão conhecido o ditado: “o direito não socorre aos que dormem”.
Com base nessas informações e o conteúdo estudado sobre responsabilidade civil no Código de Defesa do Consumidor: vício e defeito, analise as afirmativas a seguir e assinale V para a(s) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s).
I. ( ) Nos vícios de adequação, os prazos são decadenciais de 30 dias para produtos ou serviços não duráveis e de 90 dias para os duráveis.
II. ( ) Nos casos de defeito de segurança causados por fato do produto ou serviço o prazo prescreve em cinco anos.
III. ( ) O Código de Defesa do Consumidor estabelece prazo fixo para que o consumidor possa reclamar pelo vício oculto.
IV. ( ) Tratando-se de serviços não duráveis, o direito de reclamar por vício oculto prescreve em cinco anos.
1. F, V, V, F.
2. V, F, F, V.
3. V, V, F, V.
4. V, V, F, F.
5. F, V, V, V.

Ao adquirir um produto novo, o consumidor presume a ausência de defeitos, mas não podemos negar a possibilidade de defeitos ocorrerem nas linhas de produção. Assim o Código de Defesa do Consumidor garante ao consumidor a sanação dos vícios dos produtos que, sendo realizada, resolve a reclamação sem maiores conflitos.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre responsabilidade civil no Código de Defesa do Consumidor: vício e defeito, pode-se afirmar que:
1. o consumidor pode exigir a troca do produto ou a devolução dos valores pagos antes de findo o prazo convencionado entre as partes para sanar o vício.
2. o prazo máximo para o fornecedor sanar os vícios é de 30 dias para os produtos não duráveis e 90 dias para os duráveis.
3. para que o vício seja sanado, o prazo de 30 dias poderá ser modificado pelas partes, não podendo ser inferior a sete e nem superior a 180 dias.
4. as partes podem convencionar a redução ou ampliação do prazo de saneamento do vício, não podendo esse prazo ser inferior a sete dias e nem superior a 90.
5. o consumidor pode exigir, à sua escolha, a substituição do produto por outro de qualidade superior, sem qualquer custo adicional.

Leia o trecho a seguir: “Vício, substantivo masculino. Defeito ou imperfeição. Prática frequente de ato considerado pecaminoso. Tendência para contrariar a moral estabelecida. Depravação, libertinagem. Hábito inveterado, mania. Dependência do consumo de uma substância (ex. vício do álcool). Erro de ofício. Erro habitual no uso da língua. Mau hábito ou costume que as bestas adquirem.” Fonte: VÍCIO. In: Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, 2008-2020.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre responsabilidade civil no Código de Defesa do Consumidor: vício e defeito, analise os vícios a seguir e associe-os com seus conceitos.
1) Vícios aparentes ou de fácil constatação.
2) Vícios ocultos.
3) Vícios redibitórios.
( ) São aqueles que já estavam presentes quando da aquisição do produto, mas se manifestam algum tempo depois do uso.
( ) São aqueles cuja identificação não exige conhecimento especializado por parte do consumidor.
( ) São aqueles que ensejam a resilição contratual, com a restituição da coisa ou ao abatimento do preço.
( ) São aqueles em que a contagem dos prazos se inicia com a efetiva entrega do bem.
( ) São aquelas em que a contagem dos prazos se inicia após o momento em que o defeito é detectado.
1. 2, 3, 1, 1, 2.
2. 1, 2, 3, 2, 1.
3. 3, 1, 2, 3, 1.
4. 3, 2, 1, 1, 2.
5. 2, 1, 3, 1, 2.

Leia o trecho a seguir: “Da mesma forma, o tipo de solução a ser adotada pelo legislador também foi considerada. Afinal, duas as soluções legislativas possíveis. De um lado, o simples estabelecimento de um prazo arbitrário- que a princípio começaria a fluir da data da tradição do produto ou da efetiva prestação do serviço-ou a determinação de um prazo, estabelecendo que a sua contagem inicia-se apenas a partir da manifestação do vício.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado os princípios e direitos básicos do consumidor, é correto afirmar que:
1. independente do fato de se constituírem em vícios aparentes ou ocultos o prazo para a reclamação dos vícios é o mesmo, muda-se o momento inicial da contagem.
2. o vício oculto é a diminuição da utilidade ou mesmo a desuso total do produto colocado no mercado de consumo.
3. Incorreta: nos vícios aparentes a contagem do prazo para a reclamação dos vícios se inicia no momento que o vício do produto é descoberto.
4. a prova para a exoneração da garantia recairá para o consumidor nos vícios ocultos e para o fornecedor nos vícios aparentes.
5. nos vícios ocultos a contagem do prazo para a reclamação dos vícios se inicia com a tradição e a partir da utilização ou fruição do produto.

Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre responsabilidade civil no Código de Defesa do Consumidor: vício e defeito, é correto afirmar que:
Leia o trecho a seguir: “Trata-se de um aspecto dos mais relevantes em termos de responsabilidade civil dos que causarem danos a consumidores ou terceiros não envolvidos em dada relação de consumo. Como a responsabilidade é objetiva, decorrente da simples colocação no mercado de determinado produto ou prestação de dado serviço, ao consumidor é conferido o direito de intentar as medidas contra todos os que estiverem na cadeia de responsabilidade que propiciou a colocação do mesmo produto no mercado, ou então a prestação do serviço.”
1. a responsabilidade do comerciante, do fabricante, do produtor e do construtor é objetiva e solidária, conforme demonstra o artigo 12 do Código de Defesa do Consumidor.
2. a possibilidade de demanda regressiva em sede de direito do consumidor é afastada pelas regras gerais ordinárias sobre solidariedade e não tem previsão expressa.
3. a responsabilidade dos fornecedores é de natureza subjetiva e solidária, pois qualquer um dos referidos nos artigos 12 e 14 do CDC pode ser demandado pelos danos causados.
4. ao disciplinar a responsabilidade pelo fato do produto, o legislador optou por indicar os agentes econômicos na cadeia de produção que seriam solidários pelo dever de reparar os danos.
5. o legislador, ao disciplinar a responsabilidade pelo fato do serviço, o fez de forma menos ampla possível ante a dificuldade de determinar todos os agentes econômicos na cadeia de serviço.

Leia o trecho a seguir: “Corno já mencionamos anteriormente, embora separados no que diga respeito aos deveres específicos imputados ao fornecedor (adequação e segurança), tanto a responsabilidade pelo fato, como a responsabilidade pelo vício do produto ou do serviço, observam o regime da responsabilidade objetiva, decorrente do traço comum a ambos os regimes de responsabilidade, que é a denominada teoria da qualidade, vinculada à proteção da confiança dos consumidores.”
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre responsabilidade civil no Código de Defesa do Consumidor: vício e defeito, analise as afirmativas a seguir.
I. O regime consagrado dos vícios redibitórios no Código Civil vigente se confunde com a responsabilidade por vícios prevista no CDC.
II. O vício de qualidade decorre da ausência de propriedades ou características nos produtos que atendam aos fins esperados pelo consumidor.
III. É ilegítimo ao consumidor assegurar que o produto adquirido conserve seu valor.
IV. É vedado ao fornecedor a comercialização de produtos com pequenos defeitos mesmo que de conhecimento do consumidor.
V. Os vícios redibitórios mantiveram a importância nas relações civis após a entrada em vigor, do Código de Defesa do Consumidor.
1. Incorreta: II e IV.
2. II e V.
3. II e III.
4. I e V.
5. I, III e V.

Leia o trecho a seguir: Na sistemática do Código de Defesa do Consumidor, os produtos e serviços colocados no mercado de consumo não poderão acarretar riscos à saúde e à segurança dos consumidores, exceto aqueles que por sua natureza e fruição, como cigarros e agrotóxicos, apresentam risco inerente, ou seja, os que previsivelmente apresentam riscos.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a qualidade e segurança dos produtos e serviços, é possível afirmar que:
1. Incorreta: o fornecedor não é proibido de colocar no mercado de consumo produto que saiba apresentar alto grau de nocividade e periculosidade à saúde e segurança do consumidor.
2. produtos com nocividade adquirida são os que apresentam um período previsível, em que qualquer consumidor teria a ciência da existência do perigo no consumo ou uso do produto.
3. os artigos 9° e 10° do CDC fazem distinções quanto à nocividade e periculosidade entre os produtos e serviços.
4. produtos com nocividade latente são aqueles que à primeira vista não apresentam risco e que posteriormente, em razão de defeitos de fabricação, colocam em risco a saúde e segurança do consumidor.
5. o legislador utiliza do conceito aberto de nocividade e periculosidade de modo que cabe ao magistrado, em caso concreto, a análise de sua caracterização.

Leia o trecho a seguir: “O art. 8º inaugura a parte dispositiva do Código, ocupando-se – juntamente com os arts. 9º, 10 e 11 – da proteção à saúde e segurança dos consumidores. Explica-se a temática inaugural como decorrência da preocupação do legislador em estabelecer critérios para tutela do bem mais valioso a ser preservado nas relações de consumo: a vida do consumidor.”
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a qualidade e segurança dos produtos e serviços, analise as afirmativas a seguir:
I. Se a nocividade derivar da má conservação do produto e não existir vício de informação o fornecedor imediato pode ser responsabilizado.
II. A periculosidade inerente é aquela é indissociável do produto ou serviço, sendo similar à periculosidade adquirida ao longo do processo.
III. A periculosidade inerente induz a defeito e vício de qualidade, por isso, há uma desqualificação do valor do produto.
IV. O fabricante tem o dever de prestar as informações relativas aos produtos com periculosidade inerente por impressos apropriados que acompanhem o produto.
1. II e IV.
2. I e IV.
3. III e IV.
4. I, II e III.
5. I, III e IV.

Leia o trecho a seguir: A aplicação do Código de Defesa do Consumidor à medicina depende da compreensão de dois conceitos: o de consumidor e o de fornecedor de serviços. O consumidor, na ótica médica, é a pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza o serviço como destinatário final, conforme descreve o artigo 2° da Lei 8.078/90. O fornecedor por sua vez será toda pessoa física - profissional liberal - ou jurídica - estabelecimento de saúde, como hospitais, clínicas etc. - que desenvolve atividades de prestação de serviços, conforme disciplina o artigo 3° da Lei 8.078/90.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre responsabilidade civil no Código de Defesa do Consumidor: vício e defeito, é possível afirmar que:
1. a responsabilidade do médico é subjetiva e depende da comprovação da culpa.
2. a responsabilidade do médico é subjetiva, ou seja, independe de comprovação da culpa.
3. a relação travada entre o médico e o paciente é regida pelo Código Civil vigente.
4. a relação jurídica entre médico e paciente é contratual, pelo que encerra uma obrigação de meios, mesmo nas cirurgias estéticas.
5. os profissionais liberais respondem objetivamente pelos danos causados, havendo solidariedade entre o médico cirurgião e o médico anestesista.

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Nota finalEnviado: 03/04/22 16:32 (BRT) 
0,7/1 
Conteúdo do exercício 
Conteúdo do exercício 
1. Pergunta 1 
/0,1 
O exercício de um direito não pode ficar pendente de maneira infinita. A 
consequência dessa possibilidade seria uma instabilidade social e a própria 
segurança jurídica estaria comprometida. Por essa razão é tão conhecido o 
ditado: “o direito não socorre aos que dormem”. 
Com base nessas informações e o conteúdo estudado sobre 
responsabilidade civil no Código de Defesa do Consumidor: vício e defeito, 
analise as afirmativas a seguir e assinale V para a(s) verdadeira(s) e F para 
a(s) falsa(s). 
I. ( ) Nos vícios de adequação, os prazos são decadenciais de 30 dias para 
produtos ou serviços não duráveis e de 90 dias para os duráveis. 
II. ( ) Nos casos de defeito de segurança causados por fato do produto ou 
serviço o prazo prescreve em cinco anos. 
III. ( ) O Código de Defesa do Consumidor estabelece prazo fixo para que o 
consumidor possa reclamar pelo vício oculto. 
IV. ( ) Tratando-se de serviços não duráveis, o direito de reclamar por vício 
oculto prescreve em cinco anos. 
Agora, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Ocultar opções de resposta 
1. F, V, V, F. 
2. V, V, F, V. 
3. V, V, F, F. 
Resposta correta 
4. V, F, F, V. 
5. F, V, V, V. 
2. Pergunta 2 
/0,1 
Ao adquirir um produto novo, o consumidor presume a ausência de 
defeitos, mas não podemos negar a possibilidade de defeitos ocorrerem nas 
linhas de produção. Assim o Código de Defesa do Consumidor garante ao 
consumidor a sanação dos vícios dos produtos que, sendo realizada, resolve 
a reclamação sem maiores conflitos. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre 
responsabilidade civil no Código de Defesa do Consumidor: vício e defeito, 
pode-se afirmar que: 
Ocultar opções de resposta 
1. o consumidor pode exigir, à sua escolha, a substituição do 
produto por outro de qualidade superior, sem qualquer custo 
adicional. 
2. o prazo máximo para o fornecedor sanar os vícios é de 30 dias 
para os produtos não duráveis e 90 dias para os duráveis. 
3. as partes podem convencionar a redução ou ampliação do prazo 
de saneamento do vício, não podendo esse prazo ser inferior a 
sete dias e nem superior a 90. 
4. o consumidor pode exigir a troca do produto ou a devolução dos 
valores pagos antes de findo o prazo convencionado entre as 
partes para sanar o vício. 
5. para que o vício seja sanado, o prazo de 30 dias poderá ser 
modificado pelas partes, não podendo ser inferior a sete e nem 
superior a 180 dias. 
Resposta correta 
3. Pergunta 3 
/0,1 
Leia o trecho a seguir: 
“Vício, substantivo masculino. Defeito ou imperfeição. Prática frequente de 
ato considerado pecaminoso. Tendência para contrariar a moral 
estabelecida. Depravação, libertinagem. Hábito inveterado, mania. 
Dependência do consumo de uma substância (ex. vício do álcool). Erro de 
ofício. Erro habitual no uso da língua. Mau hábito ou costume que as bestas 
adquirem.” 
Fonte: VÍCIO. In: Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, 2008-2020. 
Disponível em: <https://dicionario.priberam.org/v%C3%ADcio>. Acesso 
em: 27 out. 2020. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre 
responsabilidade civil no Código de Defesa do Consumidor: vício e defeito, 
analise os vícios a seguir e associe-os com seus conceitos. 
1) Vícios aparentes ou de fácil constatação. 
2) Vícios ocultos. 
3) Vícios redibitórios. 
( ) São aqueles que já estavam presentes quando da aquisição do produto, 
mas se manifestam algum tempo depois do uso. 
( ) São aqueles cuja identificação não exige conhecimento especializado por 
parte do consumidor. 
( ) São aqueles que ensejam a resilição contratual, com a restituição da coisa 
ou ao abatimento do preço. 
( ) São aqueles em que a contagem dos prazos se inicia com a efetiva 
entrega do bem. 
( ) São aquelas em que a contagem dos prazos se inicia após o momento em 
que o defeito é detectado. 
Agora, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Ocultar opções de resposta 
1. 2, 3, 1, 1, 2. 
2. 1, 2, 3, 2, 1. 
3. 3, 1, 2, 3, 1. 
4. 3, 2, 1, 1, 2. 
5. 2, 1, 3, 1, 2. 
Resposta correta 
4. Pergunta 4 
/0,1 
Leia o trecho a seguir: 
“Da mesma forma, o tipo de solução a ser adotada pelo legislador também 
foi considerada. Afinal, duas as soluções legislativas possíveis. De um lado, o 
simples estabelecimento de um prazo arbitrário- que a princípio começaria 
a fluir da data da tradição do produto ou da efetiva prestação do serviço-ou 
a determinação de um prazo, estabelecendo que a sua contagem inicia-se 
apenas a partir da manifestação do vício. Esta segunda opção terminou 
sendo a adotada pelo legislado.r. 
Fonte: MIRAGEM, B. Curso de Direito do Consumidor. 12. Ed. São Paulo: 
Editora Revista dos Tribunais, 2014, p. 675. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado os princípios e 
direitos básicos do consumidor, é correto afirmar que: 
Ocultar opções de resposta 
1. independente do fato de se constituírem em vícios aparentes ou 
ocultos o prazo para a reclamação dos vícios é o mesmo, muda-
se o momento inicial da contagem. 
Resposta correta 
2. o vício oculto é a diminuição da utilidade ou mesmo a desuso 
total do produto colocado no mercado de consumo. 
3. Incorreta: 
nos vícios aparentes a contagem do prazo para a reclamação 
dos vícios se inicia no momento que o vício do produto é 
descoberto. 
4. a prova para a exoneração da garantia recairá para o 
consumidor nos vícios ocultos e para o fornecedor nos vícios 
aparentes. 
5. nos vícios ocultos a contagem do prazo para a reclamação dos 
vícios se inicia com a tradição e a partir da utilização ou fruição 
do produto. 
5. Pergunta 5 
/0,1 
Leia o trecho a seguir: 
“Trata-se de um aspecto dos mais relevantes em termos de 
responsabilidade civil dos que causarem danos a consumidores ou terceiros 
não envolvidos em dada relação de consumo. Como a responsabilidade é 
objetiva, decorrente da simples colocação no mercado de determinado 
produto ou prestação de dado serviço, ao consumidor é conferido o direito 
de intentar as medidas contra todos os que estiverem na cadeia de 
responsabilidade que propiciou a colocação do mesmo produto no mercado, 
ou então a prestação do serviço.” 
Fonte: GRINOVER, A. P. Código Brasileiro de Defesa do Consumidor. 12. ed. 
Rio de Janeiro: Editora Forense, 2019, p. 271 a 272. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre 
responsabilidade civil no Código de Defesa do Consumidor: vício e defeito, é 
correto afirmar que: 
Ocultar opções de resposta 
1. a possibilidade de demanda regressiva em sede de direito do 
consumidor é afastada pelas regras gerais ordinárias sobre 
solidariedade e não tem previsão expressa. 
2. a responsabilidade do comerciante, do fabricante, do produtor 
e do construtor é objetiva e solidária, conforme demonstra o 
artigo 12 do Código de Defesa do Consumidor. 
3. a responsabilidade dos fornecedores é de natureza subjetiva e 
solidária, pois qualquer um dos referidos nos artigos 12 e 14 do 
CDC pode ser demandado pelos danos causados. 
4. ao disciplinar a responsabilidade pelo fato do produto, o 
legislador optou por indicar os agentes econômicos na cadeia 
de produção que seriam solidários pelo dever de reparar os 
danos. 
Resposta correta 
5. o legislador, ao disciplinar a responsabilidade pelo fato do 
serviço, o fez de forma menos ampla possível ante a dificuldade 
de determinar todos os agentes econômicos na cadeia de 
serviço. 
6. Pergunta 6 
/0,1 
Leia o trecho a seguir: 
“A infecção hospitalar é considerada objeto de responsabilidade civil, o que 
permite afirmar ser uma condição causadora de dano cuja indenização deve 
ser cumprida, em juízo, pelos responsáveis, que podem ser hospitais, 
entidades mantenedoras de hospitais, Administração Pública e profissionais 
da área de saúde. A constatação do grande número de relatos que 
cotidianamente chegam ao Judiciário versando sobre infecção hospitalar,tanto no âmbito privado quanto no público, deve instigar os envolvidos 
nesse cenário a intensificarem os esforços no sentido de compreender a 
problemática e agir de forma transformadora sobre ela”. 
Fonte: SILVA, J. M. C.; NETO, M. M. F. Infecção Hospitalar e Responsabilidade 
Civil nos Tribunais Brasileiros. In: Revista Direito Sanitário, v. 16, n.2. São 
Paulo, 2015. Disponível em: 
<http://www.revistas.usp.br/rdisan/article/download/106884/105504/>
. Acesso em: 30 set. 2020. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre 
responsabilidade civil no Código de Defesa do Consumidor: vício e defeito, 
sabe-se que a responsabilidade: 
Ocultar opções de resposta 
1. dos hospitais é subjetiva com fundamento no risco que decorre 
do desenvolvimento de sua atividade. 
2. dos hospitais é objetiva com fundamento no risco que decorre 
do desenvolvimento de sua atividade. 
Resposta correta 
3. dos médicos e dos hospitais é objetiva com fundamento no risco 
que decorre do desenvolvimento de sua atividade. 
4. dos hospitais subsiste mesmo quando comprovada a culpa 
exclusiva do consumidor. 
5. dos médicos subsiste mesmo quando comprovada a culpa 
exclusiva do consumidor. 
7. Pergunta 7 
/0,1 
Leia o trecho a seguir: 
“Corno já mencionamos anteriormente, embora separados no que diga 
respeito aos deveres específicos imputados ao fornecedor (adequação e 
segurança), tanto a responsabilidade pelo fato, como a responsabilidade 
pelo vício do produto ou do serviço, observam o regime da 
responsabilidade objetiva, decorrente do traço comum a ambos os regimes 
de responsabilidade, que é a denominada teoria da qualidade, vinculada à 
proteção da confiança dos consumidores.” 
Fonte: MIRAGEM, B. Curso de Direito do Consumidor. 12. Ed. São Paulo: 
Editora Revista dos Tribunais, 2014, p. 652. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre 
responsabilidade civil no Código de Defesa do Consumidor: vício e defeito, 
analise as afirmativas a seguir. 
I. O regime consagrado dos vícios redibitórios no Código Civil vigente se 
confunde com a responsabilidade por vícios prevista no CDC. 
II. O vício de qualidade decorre da ausência de propriedades ou 
características nos produtos que atendam aos fins esperados pelo 
consumidor. 
III. É ilegítimo ao consumidor assegurar que o produto adquirido conserve 
seu valor. 
IV. É vedado ao fornecedor a comercialização de produtos com pequenos 
defeitos mesmo que de conhecimento do consumidor. 
V. Os vícios redibitórios mantiveram a importância nas relações civis após a 
entrada em vigor, do Código de Defesa do Consumidor. 
Está correto apenas o que se afirma em: 
Ocultar opções de resposta 
1. Incorreta: 
II e IV. 
2. II e V. 
Resposta correta 
3. II e III. 
4. I e V. 
5. I, III e V. 
8. Pergunta 8 
/0,1 
Leia o trecho a seguir: 
Na sistemática do Código de Defesa do Consumidor, os produtos e serviços 
colocados no mercado de consumo não poderão acarretar riscos à saúde e à 
segurança dos consumidores, exceto aqueles que por sua natureza e fruição, 
como cigarros e agrotóxicos, apresentam risco inerente, ou seja, os que 
previsivelmente apresentam riscos. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a qualidade e 
segurança dos produtos e serviços, é possível afirmar que: 
Ocultar opções de resposta 
1. Incorreta: 
o fornecedor não é proibido de colocar no mercado de consumo 
produto que saiba apresentar alto grau de nocividade e 
periculosidade à saúde e segurança do consumidor. 
2. produtos com nocividade adquirida são os que apresentam um 
período previsível, em que qualquer consumidor teria a ciência 
da existência do perigo no consumo ou uso do produto. 
3. os artigos 9° e 10° do CDC fazem distinções quanto à nocividade 
e periculosidade entre os produtos e serviços. 
4. produtos com nocividade latente são aqueles que à primeira 
vista não apresentam risco e que posteriormente, em razão de 
defeitos de fabricação, colocam em risco a saúde e segurança do 
consumidor. 
5. o legislador utiliza do conceito aberto de nocividade e 
periculosidade de modo que cabe ao magistrado, em caso 
concreto, a análise de sua caracterização. 
Resposta correta 
9. Pergunta 9 
/0,1 
Leia o trecho a seguir: 
“O art. 8º inaugura a parte dispositiva do Código, ocupando-se – juntamente 
com 
os arts. 9º, 10 e 11 – da proteção à saúde e segurança dos consumidores. 
Explica-se a temática inaugural como decorrência da preocupação do 
legislador 
em estabelecer critérios para tutela do bem mais valioso a ser preservado 
nas 
relações de consumo: a vida do consumidor.” 
Fonte: GRINOVER, A. P. Código Brasileiro de Defesa do Consumidor. 12. ed. 
Rio de Janeiro: Editora Forense, 2019, p. 295. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a qualidade e 
segurança dos produtos e serviços, analise as afirmativas a seguir: 
I. Se a nocividade derivar da má conservação do produto e não existir vício 
de informação o fornecedor imediato pode ser responsabilizado. 
II. A periculosidade inerente é aquela é indissociável do produto ou serviço, 
sendo similar à periculosidade adquirida ao longo do processo. 
III. A periculosidade inerente induz a defeito e vício de qualidade, por isso, 
há uma desqualificação do valor do produto. 
IV. O fabricante tem o dever de prestar as informações relativas aos 
produtos com periculosidade inerente por impressos apropriados que 
acompanhem o produto. 
Está correto apenas o que se afirma em: 
Ocultar opções de resposta 
1. II e IV. 
2. I e IV. 
Resposta correta 
3. III e IV. 
4. I, II e III. 
5. I, III e IV. 
10. Pergunta 10 
/0,1 
Leia o trecho a seguir: 
A aplicação do Código de Defesa do Consumidor à medicina depende da 
compreensão de dois conceitos: o de consumidor e o de fornecedor de 
serviços. O consumidor, na ótica médica, é a pessoa física ou jurídica que 
adquire ou utiliza o serviço como destinatário final, conforme descreve o 
artigo 2° da Lei 8.078/90. O fornecedor por sua vez será toda pessoa física - 
profissional liberal - ou jurídica - estabelecimento de saúde, como hospitais, 
clínicas etc. - que desenvolve atividades de prestação de serviços, conforme 
disciplina o artigo 3° da Lei 8.078/90. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre 
responsabilidade civil no Código de Defesa do Consumidor: vício e defeito, é 
possível afirmar que: 
Ocultar opções de resposta 
1. os profissionais liberais respondem objetivamente pelos danos 
causados, havendo solidariedade entre o médico cirurgião e o 
médico anestesista. 
2. a relação jurídica entre médico e paciente é contratual, pelo que 
encerra uma obrigação de meios, mesmo nas cirurgias 
estéticas. 
3. a responsabilidade do médico é subjetiva e depende da 
comprovação da culpa. 
Resposta correta 
4. a relação travada entre o médico e o paciente é regida pelo 
Código Civil vigente. 
5. a responsabilidade do médico é subjetiva, ou seja, independe de 
comprovação da culpa. 
 
 
 
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