Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Ciências morfofuncionais
dos sistemas nervoso e
cardiorrespiratório
Unidade 1 | Sistema nervoso central e as suas relações
Seção 1.1 - Sistema nervoso – desenvolvimento embrionário
Seção 1.2 - Sistema nervoso central – cérebro e cerebelo
Seção 1.3 - Sistema nervoso central – tronco encefálico e medula Espinal
Seção 1.4 - Histologia do sistema nervoso central
SISTEMA NERVOSO: Sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central e sistema nervoso periférico. 
SNC encéfalo e medula espinal, 
SNP  sistema autônomo e sistema somático. meninges e líquor. 
SISTEMA NERVOSO CENTRAL 
Constituido: 
Encéfalo (telencéfalo e diencéfalo) formado por quatro partes principais partes: tronco encefálico, cerebelo, diencéfalo e telencéfalo (cérebro),
 Tronco encefálico (bulbo, ponte e mesencéfalo), 
cerebelo e a medula espinal (localizada no canal vertebral da coluna vertebral). 
SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO 
Sistemas nervoso autônomo: O sistema nervoso autônomo é dividido em: simpático e parassimpático, sendo que cada uma destas duas partes possui funções bem específicas. 
Sistema nervoso somático: consiste de neurônios sensitivos que vão conduzir as informações, através dos receptores sensitivos situados na pele, músculos esqueléticos e articulações, e também através dos receptores para os sentidos especiais (visão, audição, equilíbrio, paladar e olfato), conduzindo estas informações para o sistema nervoso central.
DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO
A organogênese é a fase em que ocorre a diferenciação dos folhetos em órgãos. Ela se inicia, nos cordados, com a neurulação, que consiste na formação do tubo neural a partir da ectoderme. Notocorda e celoma também são formados, sendo esse último delimitado pela mesoderme.
A partir da 3ª semana do desenvolvimento embrionário inicia-se um período que é caracterizado por um rápido desenvolvimento. Três camadas germinativas primárias são estabelecidas, o que acaba determinando a base para o desenvolvimento dos órgãos nas semanas seguintes, da 4ª à 8ª semana.
As três camadas germinativas primordiais são: endoderma, mesoderma e ectoderma. 
espessamento da ectoderma formação da placa neural  sulco neural, goteira neural, pregais neurais  tubo neural;
O tubo neural vai dilatar mais na extremidade anterior do que na posterior, formando então uma dilatação que é chamada de vesícula encefálica ou arquiencéfalo, que vai originar o encéfalo, 
A parte posterior do tubo vai sofrer apenas uma pequena diferenciação, dando origem então à medula espinal. 
Final da 4ª semana de vida intrauterina: arquiencéfalo formará três dilatações, chamadas vesículas encefálicas primárias (prosencéfalo, mesencéfalo e rombencéfalo). Estas dilatações vão formar o encéfalo primitivo, e o restante do tubo neural irá formar a medula primitiva, que futuramente dará origem à medula espinal. 
5ª semana de vida intrauterina: prosencéfalo e o rombencéfalo vão se dividir em duas dilatações, enquanto o mesencéfalo permanecerá como uma dilatação única durante todo o desenvolvimento do sistema nervoso. 
5ª semana passam então a existir cinco vesículas encefálicas secundárias: telencéfalo anterior, diencéfalo, mesencéfalo, metencéfalo e mielencéfalo. O telencéfalo é a região que vai desenvolver-se formando os hemisférios cerebrais direito e esquerdo, além dos núcleos da base. Já o diencéfalo terá um menor desenvolvimento e originará o tálamo e o hipotálamo, em conjunto todos vão formar a região anatômica conhecida como cérebro. O metencéfalo e o mielencéfalo que foram originados a partir do rombencéfalo vão constituir então a ponte, o cerebelo (da mesma origem embrionária) e o bulbo.
MALFORMAÇÕES DO TUBO NEURAL
As malformações estruturais do sistema nervoso em desenvolvimento podem ser induzidas tanto por fatores genéticos como ambientais, e ainda o cérebro fetal lesado pode ser mais vulnerável às lesões hipóxicas perinatais. 
Fatores teratogênicos – como, por exemplo, alguns anticonvulsivantes – pode causar malformações em um a cada 400 nascimentos. 
Fatores genéticos são responsáveis por quase 1/3 das malformações e muitas sua causa é desconhecida. 
Mais de 50% dos casos, as malformações podem ser detectadas durante todo o período intrauterino através do ultrassom ou através de outros exames pré-natais que são fundamentais,
	O uso de ácido fólico para prevenção dos defeitos no tubo neural decorrentes de falha em seu fechamento, já está fortalecido e bastante difundido na literatura mundial. Além disso, diversos estudos apoiam essa prescrição no período periconcepcional, isolado ou combinado com outras vitaminas e minerais (ALLAGH et al., 2015; GILDESTAD et al., 2015; OMS,
2013).
	O folato é de fundamental importância durante a gestação, pois nesta fase, a eritropoiese materna está aumentada e os tecidos do feto estão se formando rapidamente, portanto, tem-se
uma maior necessidade desta coenzima para a multiplicação celular. No entanto, os estudos sobre a prevenção de anormalidadess cardíacas e orofaciais com base de suplementação com
ácido fólico são controversas, pois possuem base multifatoriais. Porém, avaliando-se risco
benefício para saúde materno-fetal, principalmente na prevenção de DTN, é importante realizar
a suplementação.
Quando o tubo neural não se fecha na parte inferior por completo, resultará em uma patologia chamada espinha bífida, 
Espinha bífica oculta:
Espinha bífida cística (meningocele e mielomeningocele). 
Meningocele - Este tipo é mais raro é quando é apalpado é observado um certo alargamento na coluna no nível em que está a lesão. 
Mielomeningocele - Este tipo de espinha bífida, muitas vezes, resulta em complicações mais graves, e é a mais encontrada nos pacientes. 
É considerada um grave problema, que pode atingir em média seis bebês para cada 10.000 nascimentos. 
Pode ser evitada na maioria dos casos apenas pela ingestão diária de ácido fólico (400 mcg/dia). 
Ainda hoje, a meningocele e mielomeningocele estão entre os problemas congênitos mais comuns, com uma incidência mundial de cerca de um em cada 1000 nascimentos.
A importância do ácido fólico no fechamento do tubo neural
O termo ácido fólico vem de uma palavra em latim que pode ser traduzida como “folhas”, por ter sido primeiramente encontrado e isolado em folhas de espinafre. Nós podemos encontrá-lo também em diversos produtos da dieta, como fígado, leveduras, ovos, feijão e laranjas.
A deficiência de ácido fólico durante a gestação tem se mostrado o principal fator de risco para defeitos do tubo neural identificado até hoje. Anencefalia e espinha bífida correspondem a cerca de 90% de todos os casos de defeitos do tubo neural e os 10% dos casos restantes consistem principalmente em encefalocele. 
Mulheres gestantes estão mais propensas a desenvolver deficiências desta vitamina, principalmente devido ao aumento da demanda durante a gestação, também por consequência de uma dieta inadequada, hemodiluição fisiológica gestacional e influências hormonais. Por isso, a suplementação periconcepcional e durante a gestação é tão importante, estudos relatam que essa reposição reduz o risco de ocorrência e recorrência para os defeitos do tubo neural em cerca de 50 a 70%.
O ácido fólico atua em diversas áreas do metabolismo, incluindo biossíntese de DNA, que naturalmente deve ocorrer durante o desenvolvimento devido às inúmeras divisões celulares. Ainda não se sabe o motivo da carência dessa vitamina trazer tantos transtornos e malformações durante a embriogênese, não conhecemos seu mecanismo central durante a gestação. Especula-se diversos motivos para isso devido ao papel que esse micronutriente desempenha no organismo, como multiplicação celular, aumento dos eritrócitos, alargamento do útero, crescimento da placenta e do feto, atuação como coenzima no metabolismo de aminoácidos (glicina), síntese de purinas e pirimidinas, síntese de ácido nucléico DNA e RNA, além de ser vital para a divisão celular e síntese proteica. Por isso, sua deficiência pode ocasionar alterações na síntese de DNA e alterações cromossômicas.

Mais conteúdos dessa disciplina