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Anatomia V.Membro Superior 🡪 Veias calibrosas, acima das fáscias – superficial 🡪 Veias após a fascia – veias profundas 🡪 A retirada da pele nos mostra uma tela subcutânea, entrelaçado as veias. PELE – TELA SUBCUTANEA envolvendo as VEIAS A veia é um elemento estreito que circula por uma superfície revestida de gordura, ou seja, as veias estão imersas nesse conteúdo adiposo – essas são as veias superficiais. 🡪 Após remover a tela subcutânea, vemos os músculos. Sobre os músculos há a fáscia superficial (cada musculo tem a sua) e tem uma fáscia geral que recobre todo o corpo PELE – TELA SUBCUTANEA – VASOS SUPERFICIAIS – FÁSCIA SUPERFICIAL - MÚSCULOS 🡪 Se rebater os músculos, mais profundamente encontraremos outras veias – veias profundas · Antes da fáscia superficial – veias superficiais · · Depois da fáscia supericial – veias profundas 🡪 Nas veias começamos na periferia e levamos até o centro. Iniciamos com vasos finos que se tornam mais calibroso – as veias vão tributar – levar seu conteúdo de um vaso de menor calibre para um vaso de maior calibre. 🡪 Na região superficial vemos duas veias nas faces laterais e mediais do antebraço: - Uma segue na face medial - Outra na face lateral Esses vasos trabalham coma a drenagem da parte dorsal da mão. Portanto a face dorsal da mão será drenada a partir de uma junção de veias denominada rede venosa dorsal. E ela converge para dois vasos importantes Veia basílica (face medial do braço) e Veia cefálica (parte lateral do braço) · Essa rede venosa coleta sangue do dorso da mão – depois segue pela medial (basilica do antebraço) e pela lateral (veia cefálica) VEIA BASÍLICA DO ANTEBRAÇO 🡪 Ela transita pelo antebraço e pelo braço, e alguns acontecimentos estão no cotovelo, portanto podemos dizer que a basílica tem partes: A rede venosa dorsal será drenada pela face medial do braço através da Veia basílica do antebraço, tendo sua origem na base do quinto metacarpo ascende pela face dorsal do antebraço (mais fina) até o terço médio do antebraço, onde ela se curva medialmente e ganha a face anterior do antebraço e segue anteriormente até a fossa cubital (mais calibrosa) 🡪 Ela passa próximo (medialmente) a fossa cubital (não adentra) trocando o seu nome de veia basílica do antebraço para – Veia basílica (laranja) 🡪 A veia basílica entra no sulco bicipta medial na face medial do bíceps e segue ascendentemente. 🡪 Durante o percurso nesse sulco, aproximadamente o terço médio do braço, sobre a fáscia superficial ela encontra uma região onde ela consegue atravessar a fáscia superficial pelo hiato basílico (abetura na fascia) ela se torna uma veia profunda. · A veia basílica é superficial até o terço médio do braço. Do terço médio do braço ela é superficial, mas indo para o terço proximal ela é mais profunda. VOLTANDO PARA A MÃO NA FACE DORSAL VEIA CEFÁLICA DO ANTEBRAÇO 🡪 Essa veia encontra-se na face lateral e tem seu inicio na base do primeiro metacarpo ou em uma região denominada de tabaqueira anatômica. Ela segue dorsalmente até o terço médio do antebraço, nesse terço médio ela gira e se torna anterior, ela segue lateralmente a fosse cubital, trocando o seu nome para veia cefálica, ela ganha o sulco bicipital lateral, até o ponto de inserção do músculo deltoide, então ela sai do sulco do bíceps, contorna o musculo deltoide no sulco deltopeitoral e segue por ele, até uma região denominada trigono clavipeitoral. Obs: Platismo – músculo que sai da mandíbula e se insere na pele – extrai ele para ver o músculo que está realmente no pescoço TRIGONO CLAVIPEITORAL – clavícula + músculo peitoral maior + deltoide Essa veia cefálica vai até o trigono clavipeitoral, onde perfura a fáscia superficial e torna-se profunda CONCLUINDO O COMPARTIMENTO SUPERFICIAL 🡪 A veia basílica e cefálica do antebraço apresentam uma comunicação na face anterior do cotovelo, feita por uma veia chamada Veia intermédia do cotovelo – na face anterior da fossa. Essa comunicação pode ser feita de vários modos. 1º possibilidade: intermedia do cotovelo (verde água) ligando a basílica do antebraço a cefálica do antebraço. O volume de sangue passa da basílica do antebraço para a cefálica do antebraço, esse sangue então tributando na veia cefálica vai estar junto do sangue que já passava normalmente pela cefálica, portando ela precisará de um calibre aumentando já que há o desvio de sangue de dois locais nela e a veia basílica passa a ser o vaso mais fino já que a maioria do sangue é desviado.Concluído: na face anterior do antebraço teremos a veia intermedia do antebraço ela tributa para a veia intermedia do cotovelo que tributa para a cefálica do antebraço 2º possiblidade: inverso 🡪 Sai da cefálica do antebraço e drena para a basílica do antebraço. O sangue da face lateral do antebraço é drenado parte dele pela cefálica e parte pela basílica, portanto quem vai aumentar o calibre é a basílica. Concluído: na face anterior do antebraço teremos a veia intermedia do antebraço ela tributa para a veia intermedia do cotovelo que tributa para a basílica do antebraço 3º Possibilidade: não há a mudança de calibre entre veia cefálica e basílica. A posição da estrutura que liga – veia intermédia é em V. O vaso que drena o sangue da face anterior do antebraço - chamada de veia intermedia do antebraço pode distribuir o volume igualmente tanto para a cefálica quanto para a basílica. Concluído: na face anterior do antebraço teremos a veia intermedia do antebraço ela tributa para a veia intermedia do cotovelo que se organiza em forma de V, tributando tanto para a cefálica quanto para a basílica de antebraço. Prova: descreva a drenagem superficial do membro superior, começa desde a rede venosa dorsal e escolher uma dessas opções VEIAS PROFUNDAS 🡪 Tem de retirar os músculos de cima 🡪 A veia basílica que teve o início próxima da fossa cubital terá seu fim na margem inferior do musculo redondo maior, dando início a veia axilar. Obs: A veia basílica da origem a axilar já a artéria axilar da origem a braquial – CUIDADO VEIA E ARTÉRIA É DIFERENTE. Ex: A basílica é tributária de quem? Da cefálica 🡪 A veia axilar segue seu trajeto ascendente posicionado posteriormente ao peitoral menor. 🡪 A Veia cefálica passa anteriormente ao peitoral menor, aprofunda-se no tecido e encontra axilar tributando para ela. - Tanto a veia basílica quanto a cefálica são tributarias da veia axilar porem a basílica faz a tributação na margem inferior do músculo redondo maior, enquanto a cefálica faz a tributação na margem superior do peitoral menor. 🡪 A veia axilar então vai continuar passando inferiormente a clavícula. CLÍNICA: Intracat – cateter; acesso venoso central, cateter que coloca em uma veia e leva até o coração. Técnica: terço proximal da clavícula, palpe sentindo o pulso da artéria axilar, do lado dessa artéria axilar está a veia axilar, e é nesse local onde vai fazer o Intracat Vai acessar com a agulha na parte final da veia axilar – deve-se entrar com a agulha por baixo da clavícula e entra na região final da veia axilar, mas convencionou-se chamar de punção subclávia, devido ambas serem muito próximas Obs: Quando entra com a angulação errada da agulha pode furar a pleura parietal (pulmão) causando um vazamento, causando um pneumotórax, mas esse vazamento as vezes é pequeno, no entanto quando puxa a agulha o ar sai junto, e esse ar vai para dentro do tecido cutâneo, na região da tela subcutânea, formando um enfisema subcutâneo (BOLHA DE AR) Obs: Na punção o sangue que deve vir por essa agulha é mais escuro e de baixa pressão, fluindo para a seringa com baixa pressão, se esse sangue refluir bem vermelho purpura e com alta pressão – perfurou a artéria. Esse processo acima é só feito pelo médico. 🡪 Cateter Venoso Central de aceso periférico – punção de cefálica ou basílica de antebraço levando até o átrio direito – esse procedimento é feito pela enfermagem. 🡪 A veia subclávia tem início na margem lateral da primeira costela e segue posteriormente ao musculo externocleidomastoide. Asubclávia recebe uma tributária chamada de veia jugular externa. A subclávia continua e se une a veia jugular interna e dessa união formam a veia braquiocefálica. A veia sublclávia e veia jugular interna são tributárias da veia braquiocefálica. - O acesso venoso pode ser feito tbm pela jugular interna – a externa seria mais fácil, mas ela é uma veia mais fina e tem uma angulação que dificulta a entrada para o coração o cateter vai poder ou ir para a braquicefálica ou subclávia. A jugular interna embora profunda ela é mais calibrosa e o angulo de tributação para a veia cefálica é mais fácil mais aberto para a veia braquicefálica. O único problema é que o externocleido está por cima dessa veia, no entanto o externocleido ele tem uma pequena abertura entre suas cabeças – insere-se a agulha nessa região e adentra a veia jugular interna 🡪 A veia braquicefalica direita e esquerda faz sua tributação para a veia cava superior e a cava superior se conectando com o átrio direito. Obs: Por a veia cava estar do lado direito, a veia braquic esquerda vai ser sempre mais longa que a direta. Exceto em destrocardia. ACESSOS VENOSOS CENTRAIS SE ENTRASSEMOS UM CATETER PELA CLAVÍCULA: Entra pela axilar – segue pela subclávia – veia braquicefálica – cava superior – átrio direito ACESSO PELO MÚSCULO EXTERNOCLEIDOMASTOIDE Jugular interna – veia braquioc – cava superior – átrio direito ACESSO PELA PUNSÃO PERIFERICA PARA ACESSO VENOSO CENTRAL PELA FACE LATERAL E POSTERIOR DO ANTEBRAÇO NA CEFALICA DO ANTEBRAÇO Cefálica do antebraço – cefálica – axilar – subclávia – braquicefálica – cava superior – átrio direito FACE ANTERIOR E PROXIMAL DO ANTEBRAÇO NA BASILICA Basilica de antebraço – basílica – axilar – subclávia – braquicefálica – cava superior – átrio direito DRENAGEM DA FACE ANTERIOR DA MÃO 🡪 A palma da mão é drenada por vasos profundos, pelo arco venoso palmar. Esse arco venoso palmar converge para as veias radiais e veias ulnares (pode ter duas de cada). Elas vão tributar para as veias braquiais, elas tributam para a veia basílica, e esta tributa para a axilar. Larissa Leslye