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Filosofia Renascentista-Política - Lista de exercícios- Maquiavel

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Lista de exercícios: Nicolau Maquiavel
Atenção: O gabarito da lista se encontra no final do arquivo.
1) (Enem/2010) – O príncipe, portanto, não deve se incomodar com a reputação de cruel, se seu propósito é manter o povo unido e leal. De fato, com uns poucos exemplos duros poderá ser mais clemente de outros que, por muita piedade, permitem os distúrbios que levam ao assassinato e ao roubo.
MAQUIAVEL, N. O Príncipe, São Paulo: Martin Claret, 2009.
No século XVI, Maquiavel escreveu “O Príncipe”, reflexão sobre a Monarquia e a função do governante. A manutenção da ordem social, segundo esse autor, baseava-se na
a) inércia do julgamento de crimes polêmicos.
b) bondade em relação ao comportamento dos mercenários.
c) compaixão quanto à condenação de transgressões religiosas.
d) neutralidade diante da condenação dos servos.
e) conveniência entre o poder tirânico e a moral do príncipe

a) inércia do julgamento de crimes polêmicos.
b) bondade em relação ao comportamento dos mercenários.
c) compaixão quanto à condenação de transgressões religiosas.
d) neutralidade diante da condenação dos servos.
e) conveniência entre o poder tirânico e a moral do príncipe

2) (CONSULPLAN) “Em si mesmo, o homem não é bom nem mau, mas, de fato, tende a ser mau. Consequentemente, o político não deve confiar no aspecto positivo do homem, mas, sim, constatar o seu aspecto negativo e agir em consequência disso. Assim, não hesitará em ser temido e a tomar as medidas necessárias para tornar-se temível. Claro, o ideal seria o de ser ao mesmo tempo amado e temido. Mas essas duas coisas são muito difíceis de ser conciliadas e, assim, deve fazer a escolha mais funcional para o governo eficaz do Estado.” Considerando a filosofia renascentista, o pensamento descrito anteriormente deve-se a:
a) Nicolau Maquiavel.
b) Erasmo de Roterdã.
c) Miguel de Cervantes.
d) Michel de Montaigne.

a) Nicolau Maquiavel.
b) Erasmo de Roterdã.
c) Miguel de Cervantes.
d) Michel de Montaigne.

3) (Enem/2012) Não ignoro a opinião antiga e muito difundida de que o que acontece no mundo é decidido por Deus e pelo acaso. Essa opinião é muito aceita em nossos dias, devido às grandes transformações ocorridas, e que ocorrem diariamente, as quais escapam à conjectura humana. Não obstante, para não ignorar inteiramente o nosso livre-arbítrio, creio que se pode aceitar que a sorte decida metade dos nossos atos, mas [o livre-arbítrio] nos permite o controle sobre a outra metade.
MAQUIAVEL, N. O Príncipe. Brasília: EdUnB, 1979 (adaptado).
Em O Príncipe, Maquiavel refletiu sobre o exercício do poder em seu tempo. No trecho citado, o autor demonstra o vínculo entre o seu pensamento político e o humanismo renascentista ao
a) valorizar a interferência divina nos acontecimentos definidores do seu tempo.
b) rejeitar a intervenção do acaso nos processos políticos.
c) afirmar a confiança na razão autônoma como fundamento da ação humana.
d) romper com a tradição que valorizava o passado como fonte de aprendizagem.
e) redefinir a ação política com base na unidade entre fé e razão.

a) valorizar a interferência divina nos acontecimentos definidores do seu tempo.
b) rejeitar a intervenção do acaso nos processos políticos.
c) afirmar a confiança na razão autônoma como fundamento da ação humana.
d) romper com a tradição que valorizava o passado como fonte de aprendizagem.
e) redefinir a ação política com base na unidade entre fé e razão.

4) (Unicamp/2016) Quanto seja louvável a um príncipe manter a fé, aparentar virtudes e viver com integridade, não com astúcia, todos o compreendem; contudo, observa-se, pela experiência, em nossos tempos, que houve príncipes que fizeram grandes coisas, mas em pouca conta tiveram a palavra dada, e souberam, pela astúcia, transtornar a cabeça dos homens, superando, enfim, os que foram leais (…). Um príncipe prudente não pode nem deve guardar a palavra dada quando isso se lhe torne prejudicial e quando as causas que o determinaram cessem de existir.
(Nicolau Maquiavel, O Príncipe. São Paulo: Nova Cultural, 1997, p. 73-85.)
A partir desse excerto da obra, publicada em 1513, é correto afirmar que:
a) O jogo das aparências e a lógica da força são algumas das principais artimanhas da política moderna explicitadas por Maquiavel.
b) A prudência, para ser vista como uma virtude, não depende dos resultados, mas de estar de acordo com os princípios da fé.
c) Os princípios e não os resultados é que definem o julgamento que as pessoas fazem do governante, por isso é louvável a integridade do príncipe.
d) A questão da manutenção do poder é o principal desafio ao príncipe e, por isso, ele não precisa cumprir a palavra dada, desde que autorizado pela Igreja.

a) O jogo das aparências e a lógica da força são algumas das principais artimanhas da política moderna explicitadas por Maquiavel.
b) A prudência, para ser vista como uma virtude, não depende dos resultados, mas de estar de acordo com os princípios da fé.
c) Os princípios e não os resultados é que definem o julgamento que as pessoas fazem do governante, por isso é louvável a integridade do príncipe.
d) A questão da manutenção do poder é o principal desafio ao príncipe e, por isso, ele não precisa cumprir a palavra dada, desde que autorizado pela Igreja.

5) (UEL/2005) – “A escolha dos ministros por parte de um príncipe não é coisa de pouca importância: os ministros serão bons ou maus, de acordo com a prudência que o príncipe demonstrar. A primeira impressão que se tem de um governante e da sua inteligência, é dada pelos homens que o cercam. Quando estes são eficientes e fiéis, pode-se sempre considerar o príncipe sábio, pois foi capaz de reconhecer a capacidade e manter fidelidade. Mas quando a situação é oposta, pode-se sempre dele fazer mau juízo, porque seu primeiro erro terá sido cometido ao escolher os assessores”.
(MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe. Trad. de Pietro Nassetti. São Paulo: Martin Claret, 2004. p. 136.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre Maquiavel, é correto afirmar:
a) As atitudes do príncipe são livres da influência dos ministros que ele escolhe para governar.
b) Basta que o príncipe seja bom e virtuoso para que seu governo obtenha pleno êxito e seja reconhecido pelo povo.
c) O povo distingue e julga, separadamente, as atitudes do príncipe daquelas de seus ministros.
d) A escolha dos ministros é irrelevante para garantir um bom governo, desde que o príncipe tenha um projeto político perfeito.
e) Um príncipe e seu governo são avaliados também pela escolha dos ministros.

a) As atitudes do príncipe são livres da influência dos ministros que ele escolhe para governar.
b) Basta que o príncipe seja bom e virtuoso para que seu governo obtenha pleno êxito e seja reconhecido pelo povo.
c) O povo distingue e julga, separadamente, as atitudes do príncipe daquelas de seus ministros.
d) A escolha dos ministros é irrelevante para garantir um bom governo, desde que o príncipe tenha um projeto político perfeito.
e) Um príncipe e seu governo são avaliados também pela escolha dos ministros.

6) (Enem 2013) Nasce daqui uma questão: se vale mais ser amado que temido ou temido que amado. Responde-se que ambas as coisas seriam de desejar; mas porque é difícil juntá-las, é muito mais seguro ser temido que amado, quando haja de faltar uma das duas. Porque dos homens se pode dizer, duma maneira geral, que são ingratos, volúveis, simuladores, covardes e ávidos de lucro, e enquanto lhes fazes bem são inteiramente teus, oferecem-te o sangue, os bens, a vida e os filhos, quando, como acima disse, o perigo está longe; mas quando ele chega, revoltam-se.
MAQUIAVEL, N. O príncipe. Rio de Janeiro: Bertrand, 1991.
A partir da análise histórica do comportamento humano em suas relações sociais e políticas, Maquiavel define o homem como um ser
a) munido de virtude, com disposição nata a praticar o bem a si e aos outros.
b) possuidor de fortuna, valendo-se de riquezas para alcançar êxito na política.
c) guiado por interesses, de modo que suas ações são imprevisíveis e constantes.
d)naturalmente racional, vivendo em um estado pré-social e portanto seus diretos naturais. do presente, propondo um modelo de atuação do governante.
d) celebra o princípio da experiência do indivíduo, identificando os conselhos dos anciãos como origem de todo poder.
e) questiona o militarismo da Roma Antiga, sugerindo aos governantes abandonar projetos imperiais e expansionistas.

a) munido de virtude, com disposição nata a praticar o bem a si e aos outros.
b) possuidor de fortuna, valendo-se de riquezas para alcançar êxito na política.
c) guiado por interesses, de modo que suas ações são imprevisíveis e constantes.
d)naturalmente racional, vivendo em um estado pré-social e portanto seus diretos naturais. do presente, propondo um modelo de atuação do governante.
d) celebra o princípio da experiência do indivíduo, identificando os conselhos dos anciãos como origem de todo poder.
e) questiona o militarismo da Roma Antiga, sugerindo aos governantes abandonar projetos imperiais e expansionistas.

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Questões resolvidas

Lista de exercícios: Nicolau Maquiavel
Atenção: O gabarito da lista se encontra no final do arquivo.
1) (Enem/2010) – O príncipe, portanto, não deve se incomodar com a reputação de cruel, se seu propósito é manter o povo unido e leal. De fato, com uns poucos exemplos duros poderá ser mais clemente de outros que, por muita piedade, permitem os distúrbios que levam ao assassinato e ao roubo.
MAQUIAVEL, N. O Príncipe, São Paulo: Martin Claret, 2009.
No século XVI, Maquiavel escreveu “O Príncipe”, reflexão sobre a Monarquia e a função do governante. A manutenção da ordem social, segundo esse autor, baseava-se na
a) inércia do julgamento de crimes polêmicos.
b) bondade em relação ao comportamento dos mercenários.
c) compaixão quanto à condenação de transgressões religiosas.
d) neutralidade diante da condenação dos servos.
e) conveniência entre o poder tirânico e a moral do príncipe

a) inércia do julgamento de crimes polêmicos.
b) bondade em relação ao comportamento dos mercenários.
c) compaixão quanto à condenação de transgressões religiosas.
d) neutralidade diante da condenação dos servos.
e) conveniência entre o poder tirânico e a moral do príncipe

2) (CONSULPLAN) “Em si mesmo, o homem não é bom nem mau, mas, de fato, tende a ser mau. Consequentemente, o político não deve confiar no aspecto positivo do homem, mas, sim, constatar o seu aspecto negativo e agir em consequência disso. Assim, não hesitará em ser temido e a tomar as medidas necessárias para tornar-se temível. Claro, o ideal seria o de ser ao mesmo tempo amado e temido. Mas essas duas coisas são muito difíceis de ser conciliadas e, assim, deve fazer a escolha mais funcional para o governo eficaz do Estado.” Considerando a filosofia renascentista, o pensamento descrito anteriormente deve-se a:
a) Nicolau Maquiavel.
b) Erasmo de Roterdã.
c) Miguel de Cervantes.
d) Michel de Montaigne.

a) Nicolau Maquiavel.
b) Erasmo de Roterdã.
c) Miguel de Cervantes.
d) Michel de Montaigne.

3) (Enem/2012) Não ignoro a opinião antiga e muito difundida de que o que acontece no mundo é decidido por Deus e pelo acaso. Essa opinião é muito aceita em nossos dias, devido às grandes transformações ocorridas, e que ocorrem diariamente, as quais escapam à conjectura humana. Não obstante, para não ignorar inteiramente o nosso livre-arbítrio, creio que se pode aceitar que a sorte decida metade dos nossos atos, mas [o livre-arbítrio] nos permite o controle sobre a outra metade.
MAQUIAVEL, N. O Príncipe. Brasília: EdUnB, 1979 (adaptado).
Em O Príncipe, Maquiavel refletiu sobre o exercício do poder em seu tempo. No trecho citado, o autor demonstra o vínculo entre o seu pensamento político e o humanismo renascentista ao
a) valorizar a interferência divina nos acontecimentos definidores do seu tempo.
b) rejeitar a intervenção do acaso nos processos políticos.
c) afirmar a confiança na razão autônoma como fundamento da ação humana.
d) romper com a tradição que valorizava o passado como fonte de aprendizagem.
e) redefinir a ação política com base na unidade entre fé e razão.

a) valorizar a interferência divina nos acontecimentos definidores do seu tempo.
b) rejeitar a intervenção do acaso nos processos políticos.
c) afirmar a confiança na razão autônoma como fundamento da ação humana.
d) romper com a tradição que valorizava o passado como fonte de aprendizagem.
e) redefinir a ação política com base na unidade entre fé e razão.

4) (Unicamp/2016) Quanto seja louvável a um príncipe manter a fé, aparentar virtudes e viver com integridade, não com astúcia, todos o compreendem; contudo, observa-se, pela experiência, em nossos tempos, que houve príncipes que fizeram grandes coisas, mas em pouca conta tiveram a palavra dada, e souberam, pela astúcia, transtornar a cabeça dos homens, superando, enfim, os que foram leais (…). Um príncipe prudente não pode nem deve guardar a palavra dada quando isso se lhe torne prejudicial e quando as causas que o determinaram cessem de existir.
(Nicolau Maquiavel, O Príncipe. São Paulo: Nova Cultural, 1997, p. 73-85.)
A partir desse excerto da obra, publicada em 1513, é correto afirmar que:
a) O jogo das aparências e a lógica da força são algumas das principais artimanhas da política moderna explicitadas por Maquiavel.
b) A prudência, para ser vista como uma virtude, não depende dos resultados, mas de estar de acordo com os princípios da fé.
c) Os princípios e não os resultados é que definem o julgamento que as pessoas fazem do governante, por isso é louvável a integridade do príncipe.
d) A questão da manutenção do poder é o principal desafio ao príncipe e, por isso, ele não precisa cumprir a palavra dada, desde que autorizado pela Igreja.

a) O jogo das aparências e a lógica da força são algumas das principais artimanhas da política moderna explicitadas por Maquiavel.
b) A prudência, para ser vista como uma virtude, não depende dos resultados, mas de estar de acordo com os princípios da fé.
c) Os princípios e não os resultados é que definem o julgamento que as pessoas fazem do governante, por isso é louvável a integridade do príncipe.
d) A questão da manutenção do poder é o principal desafio ao príncipe e, por isso, ele não precisa cumprir a palavra dada, desde que autorizado pela Igreja.

5) (UEL/2005) – “A escolha dos ministros por parte de um príncipe não é coisa de pouca importância: os ministros serão bons ou maus, de acordo com a prudência que o príncipe demonstrar. A primeira impressão que se tem de um governante e da sua inteligência, é dada pelos homens que o cercam. Quando estes são eficientes e fiéis, pode-se sempre considerar o príncipe sábio, pois foi capaz de reconhecer a capacidade e manter fidelidade. Mas quando a situação é oposta, pode-se sempre dele fazer mau juízo, porque seu primeiro erro terá sido cometido ao escolher os assessores”.
(MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe. Trad. de Pietro Nassetti. São Paulo: Martin Claret, 2004. p. 136.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre Maquiavel, é correto afirmar:
a) As atitudes do príncipe são livres da influência dos ministros que ele escolhe para governar.
b) Basta que o príncipe seja bom e virtuoso para que seu governo obtenha pleno êxito e seja reconhecido pelo povo.
c) O povo distingue e julga, separadamente, as atitudes do príncipe daquelas de seus ministros.
d) A escolha dos ministros é irrelevante para garantir um bom governo, desde que o príncipe tenha um projeto político perfeito.
e) Um príncipe e seu governo são avaliados também pela escolha dos ministros.

a) As atitudes do príncipe são livres da influência dos ministros que ele escolhe para governar.
b) Basta que o príncipe seja bom e virtuoso para que seu governo obtenha pleno êxito e seja reconhecido pelo povo.
c) O povo distingue e julga, separadamente, as atitudes do príncipe daquelas de seus ministros.
d) A escolha dos ministros é irrelevante para garantir um bom governo, desde que o príncipe tenha um projeto político perfeito.
e) Um príncipe e seu governo são avaliados também pela escolha dos ministros.

6) (Enem 2013) Nasce daqui uma questão: se vale mais ser amado que temido ou temido que amado. Responde-se que ambas as coisas seriam de desejar; mas porque é difícil juntá-las, é muito mais seguro ser temido que amado, quando haja de faltar uma das duas. Porque dos homens se pode dizer, duma maneira geral, que são ingratos, volúveis, simuladores, covardes e ávidos de lucro, e enquanto lhes fazes bem são inteiramente teus, oferecem-te o sangue, os bens, a vida e os filhos, quando, como acima disse, o perigo está longe; mas quando ele chega, revoltam-se.
MAQUIAVEL, N. O príncipe. Rio de Janeiro: Bertrand, 1991.
A partir da análise histórica do comportamento humano em suas relações sociais e políticas, Maquiavel define o homem como um ser
a) munido de virtude, com disposição nata a praticar o bem a si e aos outros.
b) possuidor de fortuna, valendo-se de riquezas para alcançar êxito na política.
c) guiado por interesses, de modo que suas ações são imprevisíveis e constantes.
d)naturalmente racional, vivendo em um estado pré-social e portanto seus diretos naturais. do presente, propondo um modelo de atuação do governante.
d) celebra o princípio da experiência do indivíduo, identificando os conselhos dos anciãos como origem de todo poder.
e) questiona o militarismo da Roma Antiga, sugerindo aos governantes abandonar projetos imperiais e expansionistas.

a) munido de virtude, com disposição nata a praticar o bem a si e aos outros.
b) possuidor de fortuna, valendo-se de riquezas para alcançar êxito na política.
c) guiado por interesses, de modo que suas ações são imprevisíveis e constantes.
d)naturalmente racional, vivendo em um estado pré-social e portanto seus diretos naturais. do presente, propondo um modelo de atuação do governante.
d) celebra o princípio da experiência do indivíduo, identificando os conselhos dos anciãos como origem de todo poder.
e) questiona o militarismo da Roma Antiga, sugerindo aos governantes abandonar projetos imperiais e expansionistas.

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Lista de exercícios: Nicolau Maquiavel
Atenção: O gabarito da lista se encontra no final
do arquivo.
1) (Enem/2010) – O príncipe, portanto, não deve
se incomodar com a reputação de cruel, se seu
propósito é manter o povo unido e leal. De fato,
com uns poucos exemplos duros poderá ser
mais clemente de outros que, por muita piedade,
permitem os distúrbios que levam ao
assassinato e ao roubo.
MAQUIAVEL, N. O Príncipe, São Paulo: Martin
Claret, 2009.
No século XVI, Maquiavel escreveu “O Príncipe”,
reflexão sobre a Monarquia e a função do
governante.A manutenção da ordem social,
segundo esse autor, baseava-se na
a) inércia do julgamento de crimes polêmicos.
b) bondade em relação ao comportamento dos
mercenários.
c) compaixão quanto à condenação de
transgressões religiosas.
d) neutralidade diante da condenação dos
servos.
e) conveniência entre o poder tirânico e a moral
do príncipe
2) (CONSULPLAN) “Em si mesmo, o homem
não é bom nem mau, mas, de fato, tende a ser
mau. Consequentemente, o político não deve
confiar no aspecto positivo do homem, mas, sim,
constatar o seu aspecto negativo e agir em
consequência disso. Assim, não hesitará em ser
temido e a tomar as medidas necessárias para
tornar-se temível. Claro, o ideal seria o de ser ao
mesmo tempo amado e temido. Mas essas duas
coisas são muito difíceis de ser conciliadas e,
assim, deve fazer a escolha mais funcional para
o governo eficaz do Estado.” Considerando a
filosofia renascentista, o pensamento descrito
anteriormente deve-se a:
a) Nicolau Maquiavel.
b) Erasmo de Roterdã.
c) Miguel de Cervantes.
d) Michel de Montaigne.
3) (Enem/2012) Não ignoro a opinião antiga e
muito difundida de que o que acontece no
mundo é decidido por Deus e pelo acaso. Essa
opinião é muito aceita em nossos dias, devido às
grandes transformações ocorridas, e que
ocorrem diariamente, as quais escapam à
conjectura humana. Não obstante, para não
ignorar inteiramente o nosso livre-arbítrio, creio
que se pode aceitar que a sorte decida metade
dos nossos atos, mas [o livre-arbítrio] nos
permite o controle sobre a outra metade.
MAQUIAVEL, N. O Príncipe. Brasília: EdUnB,
1979 (adaptado).
Em O Príncipe, Maquiavel refletiu sobre o
exercício do poder em seu tempo. No trecho
citado, o autor demonstra o vínculo entre o seu
pensamento político e o humanismo
renascentista ao
a) valorizar a interferência divina nos
acontecimentos definidores do seu tempo.
b) rejeitar a intervenção do acaso nos processos
políticos.
c) afirmar a confiança na razão autônoma como
fundamento da ação humana.
d) romper com a tradição que valorizava o
passado como fonte de aprendizagem.
e) redefinir a ação política com base na unidade
entre fé e razão.
4) (Unicamp/2016) Quanto seja louvável a um
príncipe manter a fé, aparentar virtudes e viver
com integridade, não com astúcia, todos o
compreendem; contudo, observa-se, pela
experiência, em nossos tempos, que houve
príncipes que fizeram grandes coisas, mas em
pouca conta tiveram a palavra dada, e
souberam, pela astúcia, transtornar a cabeça
dos homens, superando, enfim, os que foram
leais (…). Um príncipe prudente não pode nem
deve guardar a palavra dada quando isso se lhe
torne prejudicial e quando as causas que o
determinaram cessem de existir.
(Nicolau Maquiavel, O Príncipe. São Paulo: Nova
Cultural, 1997, p. 73-85.)
A partir desse excerto da obra, publicada em
1513, é correto afirmar que:
a) O jogo das aparências e a lógica da força são
algumas das principais artimanhas da política
moderna explicitadas por Maquiavel.
b) A prudência, para ser vista como uma virtude,
não depende dos resultados, mas de estar de
acordo com os princípios da fé.
c) Os princípios e não os resultados é que
definem o julgamento que as pessoas fazem do
governante, por isso é louvável a integridade do
príncipe.
d) A questão da manutenção do poder é o
principal desafio ao príncipe e, por isso, ele não
precisa cumprir a palavra dada, desde que
autorizado pela Igreja.
5) (UEL/2005) – “A escolha dos ministros por
parte de um príncipe não é coisa de pouca
importância: os ministros serão bons ou maus,
de acordo com a prudência que o príncipe
demonstrar. A primeira impressão que se tem de
um governante e da sua inteligência, é dada
pelos homens que o cercam. Quando estes são
eficientes e fiéis, pode-se sempre considerar o
príncipe sábio, pois foi capaz de reconhecer a
capacidade e manter fidelidade. Mas quando a
situação é oposta, pode-se sempre dele fazer
mau juízo, porque seu primeiro erro terá sido
cometido ao escolher os assessores”.
(MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe. Trad. de
Pietro Nassetti. São Paulo: Martin Claret, 2004.
p. 136.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre
Maquiavel, é correto afirmar:
a) As atitudes do príncipe são livres da influência
dos ministros que ele escolhe para governar.
b) Basta que o príncipe seja bom e virtuoso para
que seu governo obtenha pleno êxito e seja
reconhecido pelo povo.
c) O povo distingue e julga, separadamente, as
atitudes do príncipe daquelas de seus ministros.
d) A escolha dos ministros é irrelevante para
garantir um bom governo, desde que o príncipe
tenha um projeto político perfeito.
e) Um príncipe e seu governo são avaliados
também pela escolha dos ministros.
6) (Enem 2013) Nasce daqui uma questão: se
vale mais ser amado que temido ou temido que
amado. Responde-se que ambas as coisas
seriam de desejar; mas porque é difícil juntá-las,
é muito mais seguro ser temido que amado,
quando haja de faltar uma das duas. Porque dos
homens se pode dizer, duma maneira geral, que
são ingratos, volúveis, simuladores, covardes e
ávidos de lucro, e enquanto lhes fazes bem são
inteiramente teus, oferecem-te o sangue, os
bens, a vida e os filhos, quando, como acima
disse, o perigo está longe; mas quando ele
chega, revoltam-se.
MAQUIAVEL, N. O príncipe. Rio de Janeiro:
Bertrand, 1991.
A partir da análise histórica do comportamento
humano em suas relações sociais e políticas,
Maquiavel define o homem como um ser
a) munido de virtude, com disposição nata a
praticar o bem a si e aos outros.
b) possuidor de fortuna, valendo-se de riquezas
para alcançar êxito na política.
c) guiado por interesses, de modo que suas
ações são imprevisíveis e constantes.
d)naturalmente racional, vivendo em um estado
pré-social e portanto seus diretos naturais.
e) sociável por natureza, mantendo relações
pacíficas com seus pares.
7) (FAMERP) [Maquiavel] elogia a República
romana como tendo sido a mais perfeita forma
de governo e um verdadeiro Estado unido pelo
espírito público de seus cidadãos; no entanto,
numa época como a sua, seria necessário um
líder que utilizasse a força como princípio, tese
que desenvolve em O Príncipe.
(Teresa Aline Pereira de Queiroz. O
Renascimento, 1995.)
A obra O Príncipe foi escrita por Maquiavel em
1513 e publicada em 1532. Nela, o pensador
florentino
a) rejeita a noção de república, valorizando o
princípio de participação política direta de todos
os cidadãos.
b) defende a submissão do poder secular ao
poder atemporal, reconhecendo a Igreja como o
centro da vida política.
c) analisa experiências políticas do passado e do
presente, propondo um modelo de atuação do
governante.
d) celebra o princípio da experiência do
indivíduo, identificando os conselhos dos
anciãos como origem de todo poder.
e) questiona o militarismo da Roma Antiga,
sugerindo aos governantes abandonar projetos
imperiais e expansionistas.
GABARITO:
1) E
2) A
3) C
4) A
5) E
6) C
7) C

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