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UNIVERSIDADE ESTADUAL DA REGIÃO TOCANTINA DO MARANHÃO – UEMASUL DISCIPLINA: SISTEMÁTICA VEGETAL PROFESSOR: GUSTAVO COSTA DE OLIVEIRA ALUNOS(A): ALINE SANTOS; ALYSSA LIMA; ANDREINA OLIVEIRA; EDUARDA VAZ; EMANUELLE DIAS; ISOLDA CARVALHO. EVOLUÇÃO DOS CARPELOS A evolução dos carpelos teve grande significado adaptativo para as angiospermas, visto que os carpelos passaram a ser responsáveis por receber o grão de pólen, tendo papel importante no controle de fertilização. E a diferenciação de uma região especializada em conter óvulos, ou seja, o ovário levou a possibilidade da formação dos frutos e abriu nas possibilidades em termos de dispensação das sementes. Carpelos são folhas modificadas presentes no interior de flores. Elas formam uma estrutura onde a semente é desenvolvida e, após a fecundação, transformam-se em fruto. Para compreendermos a evolução dos carpelos é preciso observar que: O gineceu é o verticilo feminino, e que cada gineceu pode ser formado por um, ou por vários pistilos. O pistilo possui três partes, chamadas: ovário, estilete e estigma. No qual o pistilo é formado por carpelos, podendo ter um único carpelo ou formado por dois ou mais carpelos fundidos. Com o tempo, os carpelos evoluíram de folhas que se modificaram para se fechar sobre os óvulos e estão presentes em todas as angiospermas ou seja sofreram dobramento ao longo da evolução a fim de recobrir os óvulos. Na maioria das plantas, os carpelos tornaram - se especializados em: um ovário basal alargado, um estilete delgado e um estigma terminal receptivo. A perda de verticilos florais e a fusão entre eles levaram à evolução de muitos tipos florais especializados, frequentemente característicos de famílias em particular. Portanto, podemos observar a grande importância das evoluções adaptativas das flores, especialmente das angiospermas, visando um maior desenvolvimento da produtividade floral.