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Princípios das 
Telecomunicações
Material Teórico
Responsável pelo Conteúdo:
Prof. Esp. Alexandre Leite Nunes 
Revisão Textual:
Prof. Esp. Claudio Pereira do Nascimento
Redes Aplicadas e Internet
• Introdução;
• Arquitetura de Camadas;
• Atraso e Perda em Redes 
de Comutação de Pacotes;
• Gerenciamento de Rede.
• Estudar as redes de dados e internet.
OBJETIVO DE APRENDIZADO
Redes Aplicadas e Internet
Orientações de estudo
Para que o conteúdo desta Disciplina seja bem 
aproveitado e haja maior aplicabilidade na sua 
formação acadêmica e atuação profissional, siga 
algumas recomendações básicas: 
Assim:
Organize seus estudos de maneira que passem a fazer parte 
da sua rotina. Por exemplo, você poderá determinar um dia e 
horário fixos como seu “momento do estudo”;
Procure se alimentar e se hidratar quando for estudar; lembre-se de que uma 
alimentação saudável pode proporcionar melhor aproveitamento do estudo;
No material de cada Unidade, há leituras indicadas e, entre elas, artigos científicos, livros, vídeos 
e sites para aprofundar os conhecimentos adquiridos ao longo da Unidade. Além disso, você tam-
bém encontrará sugestões de conteúdo extra no item Material Complementar, que ampliarão sua 
interpretação e auxiliarão no pleno entendimento dos temas abordados;
Após o contato com o conteúdo proposto, participe dos debates mediados em fóruns de discus-
são, pois irão auxiliar a verificar o quanto você absorveu de conhecimento, além de propiciar o 
contato com seus colegas e tutores, o que se apresenta como rico espaço de troca de ideias e 
de aprendizagem.
Organize seus estudos de maneira que passem a fazer parte 
Mantenha o foco! 
Evite se distrair com 
as redes sociais.
Mantenha o foco! 
Evite se distrair com 
as redes sociais.
Determine um 
horário fixo 
para estudar.
Aproveite as 
indicações 
de Material 
Complementar.
Procure se alimentar e se hidratar quando for estudar; lembre-se de que uma 
Não se esqueça 
de se alimentar 
e de se manter 
hidratado.
Aproveite as 
Conserve seu 
material e local de 
estudos sempre 
organizados.
Procure manter 
contato com seus 
colegas e tutores 
para trocar ideias! 
Isso amplia a 
aprendizagem.
Seja original! 
Nunca plagie 
trabalhos.
UNIDADE Redes Aplicadas e Internet
Introdução
Sabemos muito bem que a Internet é atualmente a rede de computadores mais 
utilizada e que ainda segue em plena expansão. É claro que, em termos de rede 
de comunicação, a internet não é única, mas sem sombras de dúvida é a mais uti-
lizada, servindo de veículo para discussão e divulgação dos mais diversos assuntos, 
entre outras aplicações. 
Quando nos referimos a uma rede de computadores, estamos falando da ligação 
entre dois computadores ou mais através de cabos ou sistema wireless, permitindo 
a troca de informações e o compartilhamento de recursos entre os computadores, 
impressoras e demais hardwares ligados a esta rede.
 A Internet é um bom exemplo de rede de computadores que ultrapassa as pa-
redes de um escritório ou de uma residência, sendo possível, por exemplo, a partir 
de sua casa, imprimir um arquivo em uma impressora 3D, instalada na china, como 
se isso fosse feito na sua própria casa.
Desta forma, podemos notar que a conexão em rede pode ter várias configu-
rações diferentes, desde a rede mais simples composta por dois ou mais computa-
dores interconectados por um meio físico (cabos), chamado comumente de enlace 
de comunicação, e os computadores tratados como nós, ou simplesmente enlace 
ponto a ponto (Figura 1). Quando este sistema de rede possui mais de dois compu-
tadores interligados, temos um enlace multiponto (Figura 2), que utiliza a tecnologia 
de rede local LAN (Local Area Network). 
As redes de computadores, há muito tempo, deixaram as salas e prédios e se 
transformaram em gigantescos sistemas de troca de informações de alcance mun-
dial, utilizando-se das redes metropolitanas (MAN – Metropolitan Area Network) 
ou redes de alcance global (WAN – Wide Area Network), onde os computadores 
trocam informações mesmo separados por um oceano, por exemplo, necessitam, 
portanto, de uma rede comutada (Figura 3). 
Figura 1 – Enlace de Comunicação
 
Figura 2 – Enlace Multiponto
8
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Telefones
Digitais
Telefones
Analógicos
Router
PABX
HÍBRIDO
SITE C
SITE B
Telefone IP
Rede Pública
de Telefonia
(PSTN)
OperadoraInternet
Telefone IP
Telefones
Analógicos
Softphone
ATA ou
Gateway
IPBX
Router
LAN
SITE A
 
Figura 3 – Sistema de Rede Comutada
Um meio utilizado para conectar computadores em uma rede de alcance mun-
dial é a Internet, que é uma rede mundial de computadores responsável por conec-
tar milhões de computadores espalhados por todo o planeta (Figura 4). Toda essa 
comunicação, seja de dados de pessoas ou empresas, páginas web, correio eletrô-
nico etc, precisa de uma “linguagem própria” para se comunicar, essa linguagem 
é chamada de protocolo de comunicação, ela controla o envio e a recepção das 
informações na Internet, trabalhando como um intérprete entre duas pessoas de 
nacionalidades diferentes.
Exemplo destes protocolos são o TCP (Transmission Control Protocol) e o 
IP (Internet Protocol). O uso destes protocolos deu origem ao conhecido nome TCP/
IP ou protocolo da internet.
workstationroteador
servidor móvel
ISP local
ISP regional
Rede da
empresa
 
Figura 4 – Sistema de Rede Via Internet
9
UNIDADE Redes Aplicadas e Internet
Para que todos os dispositivos conectados à internet possam trocar informações, 
existe um grande número de hardwares envolvidos, como pode ser visto na Figura 4. 
Entre eles estão os roteadores ou gateways e todas as informações trocadas entre os 
computadores, seja na rede local ou via internet, as quais são divididas e “empacotadas” 
em grupos de mensagens chamados de pacotes que facilitam a transmissão.
O protocolo que vimos anteriormente chamado IP é o responsável por encaminhar 
e juntar os pacotes quando entregue ao destinatário; o destinatário é reconhecido por 
um endereço que a ele é destinado, conhecido como endereço IP, aquele que nos é 
bastante comum 192.168.0.1, ou mesmo um endereço do tipo www.paginatal.com. 
Arquitetura de Camadas
A internet, como conhecemos, só funciona porque se apoia em um protocolo 
chamado TCP/IP; este foi o primeiro protocolo lançado e até hoje é a base do sis-
tema WWW, tornando-se um protocolo padrão para redes do tipo WAN.
Todo trabalho só é possível graças a aplicação dos roteadores (gateway), que são 
equipamentos digitais capazes de realizar todo o endereçamento das informações 
na internet.
O protocolo TCP/IP é, na verdade, um sistema complexo composto por quatro 
camadas (Figura 5) divididas em:
• Camada de aplicação;
• Camada de transporte;
• Camada de rede;
• Camada de enlace/física.
 
Modelo TCP/IP
4 camadas
Aplicação
Transporte
Internet
Link
Figura 5 – Camadas do Protocolo TCP/IP
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11
Camada de Aplicação
Na camada de aplicação está a parte responsável pelo suporte às aplicações de 
rede, é nessa camada que encontramos vários protocolos aplicados ao gerencia-
mento e funcionamento das aplicações no computador do usuário, dentre esses 
protocolos estão o HTTP (Hypertext Transfer Protocol), o SMTP (Simple Mail 
Transfer Protocol), o FTP (File Transfer Protocol), o SNMP (Simple Network 
Management Protocol), o DNS (Domain Name Service) e o TELNET (Terminal 
Virtual), dentre todos estes, o mais utilizado é o HTTP, pois dá suporte ao funcio-
namento da internet ou World Wide Web (www). 
Camada de Transporte
A camada de transporte, que está posicionada entre as camadas de aplicação e 
de rede, tem a função de ser um canal de comunicação lógico entre os processos 
de aplicação que estão rodando entre os computadores da rede, não considerando 
detalhes do tipo de infra utilizada na troca de informações entre os computadores. 
São utilizados apenas nos computadores e não nos roteadores.
A informação transmitida na rede, quando sai do emissor, é fragmentada e “em-
pacotada”,PDUs (Protocol Data Unit), conforme padrão do protocolo utilizado, 
colocando-se em cada um dos pacotes gerados uma informação (cabeçalho), para 
quando chegarem ao receptor possam ser reagrupados e os pacotes seguirem para 
a camada de rede, onde são novamente identificados e encapsulados, formando 
unidades de dados de protocolo ou datagramas, 
O protocolo da camada de rede é o IP, que faz a comunicação entre os computa-
dores ligados em rede e possui uma característica bastante complicada, pois não faz 
uma verificação se os dados enviados entre os computadores realmente chegaram 
com integridade ao receptor; esta verificação é feita pelos protocolos TCP e UPD. 
Camada de Rede
Esta camada é responsável por fazer uma interface entre a rede e o computador, 
selecionando caminhos por onde os pacotes de dados possam trafegar, utilizando-
-se o protocolo IP (Internet Protocol). Os dispositivos em uma rede possuem um 
número IP único, já que este é a sua identificação na rede. 
Em casos em que temos mais de um computador com mesmo IP, ocorrerá uma 
colisão de dispositivos e nenhum vai conseguir se comunicar.
Camada de Enlace
Na camada de enlace, temos dois serviços: agrupar os bits em quadros e detecção 
de erros. Quando os bits são agrupados, a camada de enlace define: o tamanho do 
quadro, o número de sequência, preâmbulos de sincronização, endereços da fonte 
e do destino, entre outras. A detecção de erros é feita utilizando-se o CRC (Cyclic 
Redundancy Check); a camada introduz bits no fim da mensagem enviada e no 
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UNIDADE Redes Aplicadas e Internet
receptor, verificando a consistência da informação enviada e, se o houver falha, o 
receptor pode pedir para que o quadro seja retransmitido, mas isso só ocorre se os 
dois estiverem utilizando o mesmo protocolo.
Atraso e Perda em Redes 
de Comutação de Pacotes
As redes de computadores utilizam a comutação de pacotes, pois existe uma 
grande facilidade para se fazer conexões entre redes de arquiteturas diferentes, 
além da comutação fornecer alocação dinâmica de recursos e confiabilidade contra 
falhas de nó e link, tendo como grande desvantagem pouco controle sobre o atraso 
de pacotes.
A internet é um grande exemplo do uso de comutação de pacotes, estes paco-
tes são transmitidos normalmente através de uma série de nós (sistemas finais ou 
roteadores) até o destino, todo este caminho percorrido resulta comumente em um 
atraso, devido a troca de pacotes. 
O atraso é certamente o maior complicador na transmissão de pacotes, por este 
motivo, dimensionar de forma assertiva os caminhos por onde a informação vai 
trafegar resulta em grande ganho de confiabilidade do sistema.
A análise do atraso total, considerando-se o caminho percorrido entre dois sis-
temas finais, está dividido em quatro categorias principais: 
Atraso de Processamento (Dp)
Atraso de processamento é o tempo necessário para que o cabeçalho do pacote 
seja examinado e se possa determinar para onde encaminhar o pacote de dados, 
esse valor é sempre muito baixo e impacta muito pouco no atraso total, devemos 
levar em consideração apenas o atraso nos roteadores, pois o atraso na máquina, 
devido à baixa capacidade computacional do nó, é tratado separado, mas somado 
ao tempo total da transmissão, nos roteadores de alta velocidade, o atraso é nor-
malmente da ordem de microssegundos.
Atraso de Fila (Dq)
Os pacotes que chegam ao roteador são armazenados no buffer do roteador e 
formam uma fila, se a quantidade de pacotes na fila for grande, o tempo de atraso 
também o será e, caso o tráfego estiver baixo, o atraso também será; esse atraso 
varia de micro a milissegundos.
Atraso de Transmissão (Dt)
É o tempo necessário para que o primeiro e o último bit do pacote sejam trans-
mitidos, esses bits são necessários para verificar a integridade da informação trans-
mitida, esse tempo é da ordem de micro a milissegundos.
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Atraso de Propagação (Dew)
 Esse é o tempo de propagação de um bit. Desde o início do enlace até o rotea-
dor na sequência, é o mesmo tempo de propagação de uma onda eletromagnética 
através de um meio físico.
Podemos analisar o atraso, separando-o em duas partes: uma de forma fixa ou 
determinística (Dd) e outra indeterminada ou estocástica (Ds). A parte do atraso fixo 
vai depender da rota escolhida para a transmissão da informação, ela independe 
das normas de qualidade de serviços, apenas do atraso de fila e utiliza as normas. 
O atraso de processamento (Dp) é determinado pelo poder de máquina do nó, 
variando de pacote para pacote devido às demandas de cada um ao roteador, por-
tanto, esta parte é indeterminada; desta forma, Dp é dividido em duas partes: a fixa 
(Dpd) e a indeterminada (Dps).
Atraso de Fila
 Este atraso varia em função da intensidade do tráfego.
Perda de Pacote
 A perda de pacote ocorre de forma aleatória e com pouca frequência, mas se 
ocorrer o congestionamento, devido a um tráfego muito intenso, a quantidade de 
pacotes perdidos aumenta de forma elevada. Isso ocorre porque o buffer fica sem 
espaço de armazenamento e os pacotes perdidos são reenviados de forma automá-
tica pela aplicação, causando transtorno, caso o buffer ainda esteja lotado. 
 Congestionamento
Ocorre quando a demanda de atividades ultrapassa a capacidade do roteador, 
portanto, teremos atrasos muito grandes para a entrega de pacotes, alto índice de 
reenvio e colapso do sistema. Este congestionamento é detectável analisando se o 
alto índice de perdas de pacotes.
Gerenciamento de Rede
Gerenciamento de rede vai do controle das atividades do sistema ao monito-
ramento do uso dos recursos da rede. Competem ao sistema de gerenciamento: 
coletar informações referentes ao funcionamento da rede, filtrá-las, procurando 
possíveis falhas e propor soluções aos possíveis problemas encontrados.
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UNIDADE Redes Aplicadas e Internet
Figura 6 – Gerenciamento de Sistemas de Rede
Fonte: Getty Images
Para o correto gerenciamento de rede, o sistema de gerenciamento deve ter dispo-
nível uma gama de ferramentas para esta finalidade, que estão integradas como segue:
• possuir um sistema único de gerenciamento, de onde os comandos e controle 
do sistema possam ser disparados;
• incorporação dos hardwares e softwares de controle nas estações de trabalho 
para auxiliar no controle da rede.
O programa usado para gerenciar a rede é instalado normalmente nas estações 
do usuário, ou hospedeiros, e nos equipamentos de processamento de comunica-
ção, como roteadores e switches.
O sistema de gerenciamento é composto em sua versão mais básica por bancos 
de dados, interface com usuário, agentes e gerentes (máquina responsável pelo 
controle geral), esses gerentes de rede trabalham em conjunto com os agentes, 
trocando informações constantemente.
Em uma rede local, LAN, podemos ter um tipo de gerência centralizada, com 
apenas um gerente; quando nosso sistema de rede se estende por vários locais 
distintos, WAN, precisamos de um gerenciamento distribuído, onde o controle é re-
alizado por várias máquinas espalhadas pelas redes, as quais fazem parte da WAN.
O sistema de gerenciamento, após grande desenvolvimento com o passar dos tem-
pos, as exigências e importância das redes, no contexto atual, foram desenvolvidos al-
guns padrões de gerenciamento, por exemplo, o RMON (Remote Monitoring), SNMP 
e o TMN (Telecommunications Management Network) e, por fim, o CMISE/CMIP 
(Commom Management Information Service Element/Commom Management 
Information Protocol).
Gerência de Falhas (Fault)
Dentro deste sistema de gerenciamento, existe a Gerência de Falhas (Fault). 
As falhas dentro de um sistema de rede é algo bastante comum, mas deve ter um 
acompanhamento bastante severo e exige ações corretivas imediatas. Elas são ge-
renciadas dentro do sistema principal de gerenciamento, podem ser causadas, por 
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exemplo, por interferências magnéticas, rompimentos de cabos, excesso de erros, 
de solicitações, entre outras.
Nós Gerenciados
Agente
Agente Agente
AgenteFigura 7 – Componentes da Rede
Em resumo, podemos dizer que a gerência de falhas está apoiada em três pilares:
• Monitoramento constante dos sistemas envolvidos na rede;
• Manutenção preventiva e preditiva dos sistemas gerenciados;
• Tomada de decisões assertivas para restabelecer as unidades do sistema.
Gerência de Configuração (Configuration)
O gerenciamento de configuração está ligado aos processos de manutenção do 
sistema, configuração de agentes e sistemas de rede para melhor desempenho pos-
sível e, na pior das situações, desconectá-lo da rede.
Gerência de Contabilização (Accounting)
 Esta parte do gerenciamento permite ao administrador da rede verificar o com-
portamento dos usuários e dispositivos com olhos no que segue:
• Controlar os privilégios dos usuários, evitando que um ou outro esteja utilizan-
do parte importante da rede e atrapalhando os outros usuários;
• Monitorar o desempenho de cada usuário, promovendo mudanças para o me-
lhor desempenho deste;
• Entender as necessidades dos usuários para que seja possível planejar o cres-
cimento da rede.
Gerência de Desempenho (Performance)
 Quando existe o gerenciamento do desempenho, o foco está na monitoração das 
atividades e controle dos recursos, promovendo ajustes e trocas, extraindo do sistema 
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UNIDADE Redes Aplicadas e Internet
informações como: nível de utilização, perfil de tráfego, vazão (throughput), gargalos, 
tempo de resposta, latência (atrasos), jitter, disponibilidade, níveis de QoS, perdas de 
pacotes etc.
Gerência de Segurança (Security)
 O gerenciamento da segurança cuida de como as informações contidas na rede, 
assim como as que trafegam por ela, estejam seguras e protegidas tanto de atores 
internos como externos; são responsabilidades do administrador, neste caso:
• Controle e gerenciamento das chaves de criptografia;
• Controle das senhas e permissões de acesso;
• Monitoração dos acessos realizados na rede;
• Verificação e controle dos logs de acesso para possíveis tomadas de decisão.
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Material Complementar
Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta Unidade:
 Livros
Laboratório de Eletricidade e Eletrônica
CAPUANO, F.G.; MARINO, M. A. M. Laboratório de Eletricidade e Eletrônica. 24. 
Ed. São Paulo: Erica, 2007.
 Vídeos
Networks LanXPLORER R150001
Para conhecer um Equipamento de Resolução de Problemas em Redes assista ao vídeo.
https://youtu.be/8x6HdREC918
Classificação das Ondas − Brasil Escola
Para pesquisar e ampliar seus conhecimentos teóricos adquiridos, assista ao vídeo 
Classificação das Ondas.
https://youtu.be/tPcrnKtbV8Q
 Leitura
Antenas Inteligentes
Para se aprofundar em Antenas Inteligentes.
http://bit.ly/32eeXTj
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UNIDADE Redes Aplicadas e Internet
Referências
ALENCAR, M. S. Sistemas de Comunicações. São Paulo: Erica, 2001.
CAPUANO, F. G.; MARINO, M. A. M. Laboratório de Eletricidade e Eletrônica. 
24. ed. São Paulo: Erica, 2007.
CARLSON, A. B. Communication Systems: An Introduction to Signals and 
Noise in Electrical Communication. 4. ed. Boston: Mcgraw-Hill do Brasil, 2002.
DUARTE, M. de A. Eletrônica analógica básica. Coordenação Nival Nunes de 
Almeida. 1º ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017.
OPPENHEIM, A. V. Signal & Systems. 2. ed. New Jersey: Prentice Hall, 1996.
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