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Unidade III EPIDEMIOLOGIA Profa. Sirlei Pires Terra Unidade III Conceitos básicos utilizados em estudos epidemiológicos. Estudos observacionais. 1. Estudos transversais (causa e efeito). 2. Estudos ecológicos (p/ agregados). Estudos observacionais. 1. Estudos de coorte (causa p/ efeito). 2. Estudos caso-controle (efeito p/ causa). Estudos de intervenção. 1. Ensaio clínico. 2. Ensaio comunitário. Estudos epidemiológicos Visam ao esclarecimento da situação das doenças e dos seus determinantes no que diz respeito à sua frequência e distribuição espacial e temporal, a busca de relações causa-efeito e a avaliação de procedimentos terapêuticos e preventivos alternativos. Estudos epidemiológicos: conceitos básicos Mascaramento (cegueira): tentativa de evitar que os participantes do estudo saibam qual tratamento está sendo administrado. Visa a prevenir viés de apuração ou de informação. Menor probabilidade de amostrar respostas físicas ou psicológicas enviesadas. Benefícios Ao paciente: evita inferências de crenças, sugestões e influências. Ao pesquisador: menor probabilidade de transferir suas tendências e suas atitudes aos participantes. Aos assessores: menor probabilidade de viés afetando a avaliação dos desfechos. O mascaramento pode ser Unicego: participantes não sabem o tratamento que estão recebendo. Duplo-cego: pesquisador e participantes não sabem o tratamento que cada um está recebendo. Triplo-cego: pesquisador, participantes e quem analisa os resultados desconhecem o tratamento. Estudos epidemiológicos: conceitos básicos Randomização (aleatório): distribuição dos participantes ao acaso, mesma probabilidade, isto é, distribui igualmente as características (variáveis) que podem influenciar no desfecho. Evita viés de seleção e reduz a possibilidade de viés de confusão. Técnicas de randomização Simples: os participantes são colocados diretamente nos grupos de estudo e controle. Em blocos: formação de blocos de indivíduos de igual tamanho. Pareada: pares de participantes sendo que um recebe o tratamento em estudo e o outro, o controle. Estratificada: formação de estratos com locação aleatória dentro de cada estrato. Por minimização: randomização simples + alocação de novos indivíduos visando a reorganizar os grupos p/ obter equilíbrio. Contribuição da randomização A randomização ajuda a controlar: bias (viés, vício, tendenciosidade): erro ou desvio sistemático do estudo (seleção, alocação do tratamento, intervenção e aferição) pode resultar em subestimação ou superestimação dos efeitos da intervenção, voluntária ou involuntariamente; conclusões tendenciosas; seu efeito não é diminuído aumentando- se a amostra. Estudos epidemiológicos: conceitos básicos Fator em estudo: sintoma, sinal propedêutico, teste laboratorial, exame de imagem ou tratamento, é o agente de investigação que determina o desfecho de interesse. Ex.: fator de risco (parcela da população com maior incidência da doença quando comparado com outros grupos com ausência ou baixa exposição ao agente agressor), de exposição, prognóstico. Estudos epidemiológicos: conceitos básicos Desfecho clínico: reconhecimento da doença, limitação, cura e morte, isto é, evento de investigação supostamente causado pelo fator em estudo (medida quantitativa). Ex.: doença, complicação, efeito terapêutico. Estudos epidemiológicos: conceitos básicos Fator de confusão ou confundimento: a associação entre o fator de estudo e a doença está distorcida por um terceiro fator associado tanto à exposição quanto ao risco de desenvolver a doença. Ex.: Exposição Desfecho Hipotensão Morte de idosos Insuficiência cardíaca Confusão Fator de confusão ou confundimento: exemplo Associação entre a prática de exercícios físicos e o infarto do miocárdio. Se os fumantes praticam menos exercícios que os não fumantes e têm, ao mesmo tempo, maior incidência da doença, esse fato pode gerar uma aparente associação entre menor prática de exercícios e maior incidência da doença, sendo um fator de confusão, no caso, o hábito de fumar. Estudos epidemiológicos: conceitos básicos Reprodutibilidade: capacidade de uma medida dar o mesmo resultado ou muito semelhante quando submetida a repetições; intra/interobservador. Validade: capacidade de uma medida avaliar realmente aquilo que está pretendendo medir. Validade externa: aplicabilidade, generalização; o quanto os resultados de um estudo aplicam-se a outros indivíduos. Estudos epidemiológicos: conceitos básicos Placebo: substância inerte administrada ao participante para comparar seus efeitos com outra intervenção. Intervenção: qualquer tratamento ou procedimento administrado ao participante de um estudo por determinação do investigador. Interatividade A palavra randomizado em estudos de intervenção significa que: a) O estudo é experimental. b) O estudo tem seguimento prospectivo. c) A alocação dos grupos de estudo é ao acaso. d) A exposição é controlada pelo pesquisador. e) O pesquisador desconhece a alocação dos participantes nos grupos. Resposta c) A alocação dos grupos de estudo é ao acaso. Estudos epidemiológicos Estudos descritivos: informam sobre a distribuição de um evento na população, em termos quantitativos (incidência e prevalência); buscam as circunstâncias em que a doença e o agravo à saúde ocorrem na coletividade, possibilitando o perfil epidemiológico, com vistas a promoção da saúde. Ex.: prevalência de hepatite B entre doadores de sangue. Incidência de doença de chagas em habitantes rurais. Estudos epidemiológicos Estudos analíticos: investigam as causas dos problemas de saúde na população, procurando analisar o papel dos fatores, como sendo capazes de influenciar na incidência. testam hipóteses, buscam fatores determinantes de doenças, explorando a relação de causa e efeito, assim como a relação de exposição e desfecho. Ex.: obesidade e ocorrência de diabetes. Estudos epidemiológicos Estudos observacionais: o investigador não controla a exposição dos indivíduos aos fatores de risco, observando uma situação dada, independentemente da sua interferência. 1. Transversal 2. Ecológico 3. Coorte 4. Caso-controle Estudo transversal: estudo seccional, de prevalência, cross- sectional É a medida da situação de um indivíduo relacionada à determinada exposição e efeito, em um curto intervalo de tempo. Se realizado em populações bem definidas, permite obter a medida de prevalência. Ex.: prevalência de infecção do trato urinário na data de admissão de pacientes em hospital. Renda familiar e desnutrição infantil, em determinada data, em uma UBS. Estudo transversal: estudo seccional, de prevalência, cross- sectional Características: desenho mais utilizado em epidemiologia; exposição e desfecho são verificados ao mesmo tempo; “fotografia” da situação do grupo. Vantagens: facilidade e rapidez na aplicação; baixo custo; simplicidade analítica; permite conhecer prevalência; permite a descrição da população. Estudo transversal: estudo seccional, de prevalência, cross- sectional Limitações: pode gerar hipóteses, mas inadequado para testar hipóteses; não se pode inferir causalidade (verificação simultânea da exposição e da doença); não permite medir efeito da exposição; dificuldade para investigar condições de baixa prevalência: amostra relativamente grande; vulnerabilidade a vieses (principalmente de seleção). Etapas de um estudo transversal Estudo ecológico Analisa dados de agregados comparando a frequência da doençaentre diferentes grupos, durante o mesmo período, ou a mesma população em diferentes momentos, visando à possível existência de associações entre elas. Pode ser: investigação de base territorial; de agregados institucionais. Estudo ecológico: exemplo Verificação de taxas mais baixas de cárie dentária, em população servida por água de abastecimento com níveis mais elevados de concentração de flúor, em toda população de uma cidade. Hipótese: o flúor diminui o risco de cárie. Fator de exposição: concentração de flúor em água de abastecimento. Efeito: taxa de cárie dentária. Porém, não se conhece a frequência individual de exposição e efeito. Estudo ecológico Características: estudo com dados agregados; avalia correlações ou tendências baseadas em informações de outros grupos; áreas geográficas são, geralmente, as unidades de análise; serve para formular hipóteses. Ex.: consumo de vinho e proteção contra DCV. Estudo ecológico Vantagens: baixo custo e rápida execução → dados disponíveis: SIM (Sistema de Informação sobre Mortalidade), SINASC (Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos), SINAN (Sistema de Informação sobre Agravos de Notificação), IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Estudo ecológico Vantagens: facilidade de execução; baixo custo relativo; simplicidade analítica; pode gerar hipóteses; mensuração de um efeito ecológico → implantação de um novo programa de saúde ou uma nova legislação em saúde, na melhoria das condições de saúde. Estudo ecológico Limitações: incapacidade de associar exposição e doença no nível individual: falácia ecológica; dados de estudo ecológico representam níveis de exposição média; dificuldade de controlar os efeitos de potenciais fatores de confundimento; dados de diferentes fontes, o que pode significar qualidade variável da informação; indisponibilidade de informações relevantes para estudo. Estudo ecológico: tipo de variáveis utilizadas 1. Medidas agregadas: agregação das mensurações efetuadas no nível individual → renda familiar média, proporção de fumantes, prevalência de uma doença. 2. Medidas ambientais: características físicas do lugar onde residem indivíduos, dentro do grupo, que podem apresentar diferentes graus de exposição a uma determinada característica → poluição do ar, exposição à luz solar. Estudo ecológico: tipo de variáveis utilizadas 3. Medidas globais: atributos de grupo que não são redutíveis a características do indivíduo → sistema político, tipo de sistema de saúde, densidade demográfica, razão de masculinidade. Interatividade A medida de frequência de doenças que é imediatamente proporcionada por um estudo transversal é denominada: a) Prevalência. b) Incidência. c) Risco relativo. d) Recorrência. e) Transcendência. Resposta a) Prevalência. Estudo de coorte Analisa as associações de exposição e efeito por meio da comparação da ocorrência de doenças entre expostos e não expostos. Os grupos são formados por observação das situações (sedentários/ativos) ou alocação arbitrárias de uma intervenção (operados/recusam operar). Estudo de coorte É utilizado para designar um grupo de indivíduos que têm em comum um conjunto de características que são observadas durante um período de tempo, com o intuito de analisar sua evolução. Estuda a incidência, os fatores de risco e o prognóstico de doenças e avalia intervenções terapêuticas ou preventivas. Estudo de coorte: exemplo Agrupamento de um conjunto de indivíduos (coorte) que não apresentam o resultado esperado, geralmente uma doença, mas que podem vir a apresentá- la (população em risco). Agrupamento de indivíduos quanto aos possíveis fatores de risco relacionáveis ao resultado esperado. Seguimento desses indivíduos, por um período de tempo, analisando, depois, quais apresentaram o resultado esperado. Ex.: duas terapias p/ um tipo de câncer. Estudo de coorte Características: parte da “causa” (exposição) em direção ao “efeito” (doença/desfecho); grupos expostos e não expostos são acompanhados por determinado período; verificação do nível de exposição de cada participante e da presença ou ausência do desfecho. Estudo de coorte Vantagens: exposição precede desfecho (ausência de ambiguidade temporal); produz medidas diretas de incidência e risco, alto poder analítico: Risco Relativo (RR); permite a avaliação de exposições raras; É menos sujeito a viés de seleção que os estudos de caso-controle; vários desfechos podem ser avaliados. Alguns estudos permitem ainda que várias exposições possam ser avaliadas. Estudo de coorte Limitações: Geralmente, caros e difíceis de operacionalizar; vulnerável a perdas devido ao tempo de acompanhamento: comprometimento da validade dos resultados; ineficiente para doenças raras e com longo período de indução; alto custo; perda de participantes das coortes. Etapas do estudo de coorte Estudo de caso-controle As exposições passadas são comparadas entre pessoas atingidas e não atingidas pela doença, objeto de estudo, partindo do efeito em direção à causa. Pesquisa etiológica retrospectiva realizada após o fato consumado. Investiga no tempo, para trás, a presença ou ausência do fator suspeito. Estudo de caso-controle: exemplos Investigação sobre a associação entre o exercício físico e a mortalidade por coronopatias em adultos de meia-idade. Verificação da existência de associação entre amamentação natural e hábito de sucção não nutritiva. Avaliação do papel do uso de medicamentos como fator de risco, para queda com fratura, entre pessoas de 60 anos ou mais. Estudo de caso-controle Características: Participantes são selecionados porque tem uma doença (casos) e os indivíduos comparáveis, sem a doença (controles), são investigados para saber se foram expostos ao fator de risco estudado. Parte do “efeito” (doença/desfecho) para chegar à “causa” (exposição): pesquisa etiológica retrospectiva. Busca-se quantificar a proporção de expostos nos grupos de casos e controles. Risco relativo é estimado pelo cálculo do odds ratio. Estudo de caso-controle Vantagens: baixo custo relativo; alto potencial analítico; adequado para estudar doenças raras; os resultados são obtidos rapidamente. Estudo de caso-controle Limitações: dificuldade de formar o grupo controle; vulnerável a inúmeros viéses (seleção, memória dos participantes etc); o cálculo da taxa de incidência não pode ser feito diretamente; o risco tem que ser estimado indiretamente (odds ratio); complexidade analítica. Etapas de estudo de caso-controle Interatividade Sobre os estudos de coorte, podemos afirmar que: a) Os doentes são rigorosamente seguidos ao longo do estudo. b) É possível determinar a prevalência de uma doença estudada. c) Pesquisadores determinam quem será exposto e não exposto ao fator de risco. d) Pesquisadores comparam fatores presentes na história de participantes com e sem a doença em questão. e) Participantes com exposição conhecida são seguidos para observar o início da doença. Resposta e) Participantes com exposição conhecida são seguidos para observar o início da doença. Estudos epidemiológicos: estudos de intervenção Estudos de intervenção: o investigador controla a exposição ao fator de interesse, alocando os indivíduos em grupos (tratados e não tratados; intervenção 1, 2 ou 3). Idealmente, essa alocação é feita de forma aleatória. 1. Ensaio clínico 2. Ensaio comunitário Estudos epidemiológicos: estudos de intervenção 1. Ensaio clínico ou estudo clínico: trata-se de uma pesquisa científica que pretende responder a uma pergunta sobre determinadaintervenção, que pode ser com vacina, medicamento. 2. Ensaio comunitário: nesse caso, o grupo de tratamento é a comunidade e não o indivíduo. Estudos epidemiológicos: estudos de intervenção Estudo prospectivo que objetiva avaliar a eficácia de um instrumento de intervenção. Os grupos devem ser homogêneos (sexo, idade, condições socioeconômicas). Ex.: seleciona-se dois grupos, um deles é submetido à intervenção (vacina/medicamento), objeto de estudo, e o outro, não (placebo). Na sequência, compara-se a ocorrência do evento de interesse nos dois grupos. Estudos de intervenção: ensaio clínico e ensaio comunitário Partem da “causa” (exposição) para o “efeito” (doença). Participantes são submetidos a condições artificiais. Randomização/aleatorização dos participantes/grupos. Mantêm grupo controle sem intervenção ou com placebo. Alocam participantes nos grupos: cego, duplo-cego, triplo-cego. Comparam-se o RR nos dois grupos. Padrão-ouro Testar validade de um teste, medida, intervenção. Proporciona resultados precisos quando considerados positivos ou negativos. Teste/medida/critério já utilizados e consagrados como sendo o melhor: geralmente, de maior custo ou mais invasivo, como biópsia, citologia, que são testes de referência. Validade de testes diagnósticos Ao fazer um diagnóstico, o clínico providencia diagnósticos alternativos baseado nos sinais e nos sintomas do paciente. Vai eliminando as alternativas até diagnosticar a doença específica. Precisa confirmar determinada doença. Para concluir, pode utilizar-se de testes diagnósticos: exames de laboratório (dosagem de vitamina), exame clínico (auscultação do pulmão), questionamento. Validade de testes diagnósticos Antes de optar por um teste, o pesquisador deve avaliar sua capacidade de acerto: Aplica o teste no grupo doente e no grupo não doente. Nessa fase, faz o diagnóstico pelo teste padrão-ouro e, para isso, precisa conhecer a sensibilidade e a especificidade. Validade de testes diagnósticos Sensibilidade: proporção de pessoas com a doença que são corretamente identificadas como doentes pelo teste: verdadeiros positivos entre os doentes. Especificidade: proporção de pessoas sem a doença que são corretamente identificadas como não doentes pelo teste: verdadeiros negativos entre os sadios. Validade de testes diagnósticos Sensibilidade: encontra a doença na pessoa com mais facilidade. A escolha desse teste é importante quando: a doença é grave e não pode deixar de ser constatada; pode ser tratada; os resultados falsos não são danosos para o indivíduo. Validade de testes diagnósticos Especificidade: A escolha desse teste é importante quando: a doença é difícil de tratar ou incurável; saber que não tem a doença importância psicológica; os resultados falso-positivos podem gerar traumas psicológicos, sociais e econômicos. Validade de testes diagnósticos Valor preditivo positivo: probabilidade, de uma pessoa ter a doença, quando seu teste é positivo – verdadeiros positivos entre indivíduos com teste positivo. Valor preditivo negativo: probabilidade de uma pessoa não ter a doença, quando seu teste é negativo – verdadeiros negativos entre indivíduos com teste negativo. Validade de testes diagnósticos Acurácia: é a proporção de acertos, total de verdadeiro positivo e verdadeiro negativo em relação à amostra estudada. É importante quando: a doença é importante, mas curável; há possibilidade de consequências graves provocadas pelos falsos positivos e falsos negativos. Validade de testes diagnósticos Doença + Doença - Total Teste + A (verdadeiro positivo) B (falso positivo) A + B Teste – C (falso negativo) D (verdadeiro negativo) C + D Total A + C B + D A + B + C + D Validade de testes diagnósticos Validade de testes diagnósticos Validade de testes diagnósticos Os testes diagnósticos são instrumentos capazes de efetuar diagnósticos de doenças com determinada precisão e proporcionar uma consequente conduta terapêutica adequada. Por essa razão, a verificação da capacidade de acerto de um teste a ser adotado é fundamental. Interatividade A proporção de acertos de um instrumento de medida, ou de um teste diagnóstico, em efetuar diagnósticos corretos de ausência de doença, quando esta é realmente ausente, denomina-se: a) Validade. b) Sensibilidade. c) Valor preditivo. d) Especificidade. e) Acurácia. Resposta d) Especificidade. ATÉ A PRÓXIMA! Slide Number 1 Unidade III Estudos epidemiológicos Estudos epidemiológicos: conceitos básicos Benefícios O mascaramento pode ser Estudos epidemiológicos: conceitos básicos Técnicas de randomização Contribuição da randomização Estudos epidemiológicos: conceitos básicos Estudos epidemiológicos: conceitos básicos Estudos epidemiológicos: conceitos básicos Fator de confusão ou confundimento: exemplo Estudos epidemiológicos: conceitos básicos Estudos epidemiológicos: conceitos básicos Interatividade Resposta Estudos epidemiológicos Estudos epidemiológicos Estudos epidemiológicos Estudo transversal: estudo seccional, de prevalência, cross-sectional Estudo transversal: estudo seccional, de prevalência, cross-sectional Estudo transversal: estudo seccional, de prevalência, cross-sectional Etapas de um estudo transversal Estudo ecológico Estudo ecológico: exemplo Estudo ecológico Estudo ecológico Estudo ecológico Estudo ecológico Estudo ecológico: tipo de variáveis utilizadas Estudo ecológico: tipo de variáveis utilizadas Interatividade Resposta Estudo de coorte Estudo de coorte Estudo de coorte: exemplo Estudo de coorte Estudo de coorte Estudo de coorte Etapas do estudo de coorte Estudo de caso-controle Estudo de caso-controle: exemplos Estudo de caso-controle Estudo de caso-controle Estudo de caso-controle Etapas de estudo de caso-controle Interatividade Resposta Estudos epidemiológicos: estudos de intervenção Estudos epidemiológicos: estudos de intervenção Estudos epidemiológicos: estudos de intervenção Estudos de intervenção: ensaio clínico e ensaio comunitário Padrão-ouro Validade de testes diagnósticos Validade de testes diagnósticos Validade de testes diagnósticos Validade de testes diagnósticos Validade de testes diagnósticos Validade de testes diagnósticos Validade de testes diagnósticos Validade de testes diagnósticos Validade de testes diagnósticos Validade de testes diagnósticos Validade de testes diagnósticos Interatividade Resposta Slide Number 68