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NÓDULO PULMONAR SOLITÁRIO 
a. Opacidade arredondada 
ou ovalada; 
b. Envolvida por tecido 
pulmonar; 
c. < 3 cm. 
 
OPACIDADE NODULAR: 
1. Tamanho: 
a. Micronódulos: < 0,3 cm; 
b. Nódulo Pulmonar: > 0,3 
cm e < 3 cm; 
c. Massa nodular: > ou = a 
3 cm. 
Maioria dos nódulos são 
benignos: 
a. Linfonodos; 
b. Rolhas; 
c. Infecção; 
d. Inflamação; 
e. Granulomas; 
f. Resolução parcial ou 
completa com 
tratamento; 
g. Resolução espontânea. 
 
 
As características nodulares são 
definidas pela tomografia 
computadorizada. Essa por sua 
vez possui maior sensibilidade e 
especificidade. 
A radiografia habitual detecta 
nódulos acima de 9mm. 
 
Imagem 1: Nódulo com região 
central calcificada. 
Imagem 2: micronódulo; 
Imagem 3: nódulo com sinal de 
cauda de cometa. 
CARACTERÍSTICAS 
RADIOLÓGICAS DO NÓDULO 
PULMONAR 
1. Principais características 
preditoras de malignidade: 
a. Tamanho: quanto maior 
for o tamanho, maior a 
chance de ser maligno; 
b. Morfologia: se as 
margens forem 
irregulares maior a 
chance de 
malignidade. 
 
A tomografia é o exame de 
padrão ouro para se avaliar a 
dimensão e morfologia nodular. 
 
 
Na radiografia só é possível se 
visualizar nódulos sólidos com 
densidade de partes moles, 
sendo quase que impossível a 
visualização de nódulos com 
padrão vidro fosco e subsólido. 
RISCO DE MALIGNIDADE: 
 
Tomografia com metástase 
pulmonar, por disseminação 
hematogênica: 
 
 
NÓDULO SÓLIDO: com densidade 
de partes moles, é entre 7 e 15% 
maligno. Seu risco de 
malignidade é maior com o 
aumento do tamanho. 
NÓDULO SUBSÓLIDO: semi sólido 
ou parcialmente sólido, se 
manifestam entre 40 a 50% como 
malignos. E em vidro fosco, que 
pode ser aquele que só 
apresenta vidro-fosco e aquele 
que possui vidro fosco, mas no 
seu interior tem um nódulo menor 
sólido, também chamado de 
subsólido apresenta 34% de 
malignidade. 
Imagem 1: nódulo sólido. 
 
Imagem 2: nódulo subsólido. 
(o mais perigoso de todos) 
 
 
Imagem 3: nódulo em vidro 
fosco. (possibilita a visualização 
de vasos através dela) 
 
TEMPO DE DUPLICAÇÃO 
Deve-se analisar a escala de 
crescimento nodular. 
a. Taxa de crescimento: 
aumento de 25% dobra de 
volume; 
b. Comparar com exame 
anterior (tamanho e 
morfologia); 
c. Estabilidade dos nódulos 
sólidos por dois anos 
sugere benignidade. 
Deve-se atentar a origem: 
1. Inflamatório: muda em 
semanas (< 30 dias) evolui 
com melhora ou piora; 
2. Benigno: muda em anos; 
3. Maligno: não tem 
alteração tão rápida 
quanto inflamatório e nem 
tão lenta quanto benigno, 
tendo alterações de 30 a 
400 dias. 
 
EVOLUÇÃO DE NÓDULO 
MALIGNO EM 12 MESES (Relato 
de caso): 
 
Esse quadro é assintomático. 
Evidenciando a tomografia 
de rastreio. 
CLASSIFICAÇÃO DE ACORDO 
COM A CALCIFICAÇÃO – 
BENIGNA: 
 
A maioria das estruturas num 
geral que calcificam, são 
tendenciosas a benignidade, 
com os nódulos não é muito 
diferente. 
 
 
(Calcificação em pipoca – 
Hamartoma) 
 
NÓDULO DE GHON 
Foco granulomatoso, que nada 
mais é que um nódulo 
calcificado. Ocorre em 
tuberculose em sua fase primária, 
que não tem infecção ativa e sim 
ativa. 
 
Esse nódulo calcificado, ou seja, 
do complexo primário da 
tuberculose, pode vir ou não 
calcificado juntamente com o 
linfonodo hilar ipsilateral, o que 
configura a denominação de 
Complexo de Ranke. 
COMPLEXO DE RANKE 
Nódulo de Ghon + Linfonodo Hilar 
ipsilateral calcificado = complexo 
de Ranke. 
 
CALCIFICAÇÃO – MALIGNA 
Não são tão densas quanto as 
benignas que tinham uma 
grande área calcificada. São 
dadas de duas formas: 
 
Esses nódulos são raramente 
vistos em radiografia, são mais 
bem visto em tomografias. 
 
CAVITAÇÃO/ESCAVAÇÃO 
Lesão que se configura por ser 
uma cavidade com gás. Pode 
ser: 
a. Benigno ou maligno. 
 
Trata-se de: 
a. Reação granulomatosa 
com necrose caseosa; 
b. Ocorre liquefação do 
parênquima e 
comunicação com a 
árvore brônquica, 
originando a cavitação; 
c. Cavitação com o2, intensa 
proliferação bacilar, 
comunica-se com a árvore 
traqueobrônquica. 
 
 
NÍVEL HIDRO-AÉREO 
a. Nível hidro-aéreo em lesão 
cavitária sugere 
benignidade; 
b. Qualquer lesão cavitária 
infectada (benigna ou 
maligna) pode apresentar 
nível hidro-aéreo. 
 
 
 
 
SINAL DO BRONCOGRAMA 
AÉREO 
Se dá ela visualização de 
ar no interior dos brônquios 
intrapulmonares. Significa 
que os brônquios estão 
pérvios. Quando ele 
adentra uma 
consolidação podemos 
dizer que se trata de uma 
consolidação com grande 
chance de ser maligna por 
conter esse sinal, mas a sua 
presença não é sinônimo 
de malignidade quando 
sozinho, sem a presença 
de uma massa ou nódulo 
pulmonar. 
 
 
LOCALIZAÇÃO DO 
NÓDULO 
a. 2/3 dos canceres de 
pulmão ocorrem nos lobos 
superiores; 
b. O Lobo superior direito é o 
mais acometido; 
c. 60% dos canceres de 
pulmão que se 
apresentam como nódulos 
são periféricos. 
 
METÁSTASE 
 
a. 2/3 das metástases 
ocorrem nos lobos 
inferiores; 
b. Maior número de vasos; 
c. As células tumorais 
chegam nos pulmões via 
hematogênica. 
LOCALIZAÇÃO DO NÓDULO 
EM TUBERCULOSE 
a. Locais mais 
comprometidos (91%); 
- Segmentos apicais e 
posteriores dos lobos 
superiores; 
- Segmentos superiores dos 
lobos inferiores; 
b. Maior relação 
ventilação/perfusão e redução 
da drenagem linfática apical. 
 
CONDUTA DE 
ACOMPANHAMENTO: 
 
 
 
 
MICRONÓDULOS 
 
TUBERCULOSE MILIAR 
 
 
MASSAS PULMONARES 
Diferentemente dos nódulos as 
massas são malignas em sua 
grande maioria. O seu tamanho 
maior que 3 cm já é um indicio de 
malignidade. São divididas em: 
a. Pulmonar; 
b. Pleural; 
c. Mediastinal; 
d. Parede torácica. 
 
Toda massa torácica deverá ser 
avaliada antes em TC com 
contraste, pois nem sempre está 
no parênquima pulmonar, o que 
nos faz pensar em massas 
pleurais, mediastinais, de parede 
torácica e não apenas 
pulmonares. 
Na Tc deve-se: 
a. Fazer caracterização; 
b. Relacionar os achados 
com invasão ou não de 
mediastino; 
c. Estadiamento. 
 
MASSA PULMONAR OU 
MEDIASTINAL? 
O que consegue diferenciar 
se a massa é pulmonar ou 
mediastinal é a tomografia. 
Entretanto, há um achado 
que consegue fazer isso, que é 
a relação de angulação entre 
a massa e o mediastino, se o 
ângulo formado entre a 
massa e o mediastino for: 
a. Obtuso: massa mediastinal, 
SEM broncograma aéreo; 
 
b. Agudo: massa pulmonar, 
COM broncograma aéreo.

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