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Curso de Fisioterapia 3° ano
FIBRO EDEMA GELÓIDE
Profª. Me. Luciana Cristina Rafael Ognibeni
Disciplina: Fisioterapia
Conteúdo programático:
FIBRO EDEMA GELÓIDE
 Conceito.
 Fases de formação Fibro Edema Gelóide.
 Formas clínicas do Fibro Edema Gelóide.
 Classificação do Fibro Edema Gelóide.
 Etiopatogenia.
 Tratamento do Fibro Edema Gelóide.
NOMENCLATURAS
 Lipodistrofia Ginóide;
 Hidrolipodistrofia;
 Lipoesclerose Nodular;
 Paniculopatia Edemato 
Fibroesclerótica;
 Paniculose;
 Fibro Edema Gelóide (FEG).
CONCEITO
 É uma abordagem localizada que afeta o
tecido dérmico e subcutâneo, com alterações
vasculares e lipodistrofia com resposta
esclerosante, que resulta no inestético
aspecto macroscópico.
CONCEITO CLÍNICO
 É um espessamento não inflamatório das
capas subepidérmicas, às vezes doloroso, que
se manifesta em forma de nódulos ou placas
de variada extensão e localização.
Fibro Edema Gelóide
Masculino Feminino
 As bandas fibrosas 
são verticalizadas, 
maior evidência do 
FEG.
 As bandas fibrosas 
são cruzadas, menor 
evidência do FEG.
FASES DO FIBRO EDEMA 
GELÓIDE
 Primeira fase - fase puramente circulatória
com estase venosa e linfática.
 Segunda fase - Exsudativa.
 Terceira fase - É a fase dos nódulos
propriamente dito.
 Quarta fase - Fibrose cicatricial, atrófica e
irreversível.
FORMAS CLÍNICAS
 É o aspecto aparente, as manifestações 
visíveis, condicionadas pela textura das 
próprias lesões.
 Formas:
FEG consistente (duro)
FEG brando ou difuso (flácido)
FEG edematoso
FEG misto
FEG puro
FEG composto (circunscrita)
FEG composto (obesidade)
FIBRO EDEMA GELÓIDE 
CONSISTENTE
 Apresenta grande espessamento da pele, e
as zonas atingidas conservam geralmente
regulares e uniformes. Apresenta um nítido
acolchoamento sem mobilidade, tornando-o
ainda mais evidente.
 Acomete obesos e indivíduos que pratica
física constantemente.
FIBRO EDEMA GELÓIDE 
BRANDO OU DIFUSO
 Pode apresentar em grandes ou pequenas
proporções, em indivíduos com hipotonia
muscular, sedentários e indivíduos que
perderam peso sem atividade física. O tecido
superficial não encontra consistência, com as
regiões atingidas manifestando uma
deformidade total.
FIBRO EDEMA GELÓIDE 
EDEMATOSO
 Apresenta um aspecto exterior de um edema
tecidual puro e simples exclusivamente nos
membros inferiores. Apresenta consistência
variada com aspecto enrugado como “casca
de laranja”.
 Atinge indivíduos de qualquer faixa etária,
obesos ou não.
FIBRO EDEMA GELÓIDE 
MISTO
 Apresenta-se firme nas coxas associado ao
flácido no abdome ou firme na coxa
lateralmente e flácido medialmente.
FIBRO EDEMA GELÓIDE PURO
 Acomete mulheres magras, sem gordura
circunscrita ou geral. Acomete mais culotes e
súpero-medial das coxas, face medial dos
joelhos e região lombar.
FIBRO EDEMA GELÓIDE 
COMPOSTO (CIRCUNSCRITA)
 Aparece geralmente no pós-parto ou após a
puberdade. Caracterizada por ligeira
adiposidade circunscrita acompanhada de
placas rígidas em locais como abdome e
regiões dos quadris (culotes).
FIBRO EDEMA GELÓIDE 
COMPOSTO (OBESIDADE)
 Geralmente acomete pacientes de mais de 40
anos, que representam uma importante
sobrecarga lipídica e uma forte retenção
hídrica. Apresenta tanto difusa quanto
circunscrita associada à obesidade.
CLASSIFICAÇÃO DO FIBRO 
EDEMA GELÓIDE
ETIOPATOGENIA
 FATORES DESENCADEANTES: estrógeno
 FATORES PREDISPONENTES: sexo, raça, 
biotipo. 
 FATORES AGRAVANTES: hábitos alimentares, 
fumo, hábitos de vida, patologias, fatores
emocionais, gravidez e medicamentos.
ABORDAGEM TERAPÊUTICA
 Os tratamentos do fibro edema gelóide são
numerosos, mas depende também de bons
hábitos como boa alimentação, não fumar,
não beber bebidas alcóolicas, não utilizar
métodos anticoncepcionais, praticar atividade
física, etc.
TRATAMENTO CIRÚRGICO
 Consiste em uma lipoaspiração superficial,
com rompimentos de bandas fibrosas e
liberação de gordura projetada.
 A subcisão é indicada no tratamento das
depressões do relevo cutâneo, deslocando as
fibras de alto teor fibrótico.
CIRURGIA DE SUBCISÃO
CIRURGIA DE SUBCISÃO SEQÜELAS PÓS-CIRÚRGICAS
 Fibroses nodulares
 Depressões teciduais
 Discromias
 Cicatrizes hipertróficas ou queloideanas
 Infecções e abcessos
 Edema
TERAPIA MEDICAMENTOSA
 Mesoterapia ou intradermoterapia – técnica
que utiliza a derme como receptora e difusora
de pequenas quantidades de medicamentos
como anestésicos, corticosteróides,
antibióticos, enzimas, vasodilatadores e
substâncias que auxiliam o metabolismo do
tecido conjuntivo, bem como o tecido
adiposo.
MESOTERAPIA
ATIVOS FAMACOLÓGICOS
 Atuam na microcirculação – extratos vegetais de
hera e castanha-da-índia, ginkgo biloba e rutina
 Atua no tecido adiposo – teobromina, teofilina,
aminofilina, cafeína
 Atuam no tecido conjuntivo – silício e Centella
asiática ( asiaticosídio)
 Atuam na hiperpolimerização de
mucopolissacarídeos – mucopolissacaridase ou
hialuronidase (enzima que mobiliza edemas e
infiltrados no tecido conjuntivo)
TRATAMENTO DERMATO-
FUNCIONAL
 Eletrolipólise
 Ultra-som
 Massagem 
modeladora
 Criobandagem
 Corrente Russa
 Drenagem linfática
 Carboxiterapia
 Endermologia
 Radiofrequência
 Criolipólise
 Lipocavitação
Referências
 GUIRRO, E. GUIRRO, R. Fisioterapia dermato-funcional 
Fundamentos, recursos e patologia. 3 ed. São Paulo: 
Manole, 2004.
 LEDUC, A. LEDUC, O. Drenagem linfática: Teoria e Prática. 
2 ed. São Paulo: Manole, 2000.

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