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OVÁRIOS 
CISTOS FOLICULARES E LUTEÍNICOS 
- São lesões inócuas que se originam de folículos de Graaf íntegros ou folículos que se 
romperam e se tornaram imediatamente selados 
- são tão comuns que podem ser considerados variantes da fisiologia normal 
- Eles são tipicamente pequenos (1-1,5 cm de diâmetro) e preenchidos com um líquido seroso 
claro
- Ocasionalmente, tornam-se suficientemente grandes (4-5 cm), produzindo massas palpáveis e 
dor pélvica 
- Às vezes, esses cistos rompem, produzindo sangramento intraperitoneal e sintomas 
peritoneais (abdome agudo) 
- Existem 3 principais tipos de cistos não neoplásicos:
• Cistos foliculares (podem causar hiperestrogenismo) 
• Cistos de corpo lúteo (persistência do corpo lúteo)
• Cistos teca-luteinicos (comum na gestação; causados por alto níveis de GT)
_______________________________________________________________________________________ 
DOENÇA DO OVÁRIO POLICÍSTICO
- Antigamente era chamada de Síndrome de Stein-Leventhal
- É um distúrbio no qual múltiplos folículos císticos nos ovários produzem androgênios e 
estrogênios em excesso 
- Esses folículos císticos são formados por folículos que não romperam e não originaram o 
corpo lúteo 
- Ela geralmente chama a atenção após a menarca em adolescentes ou adultos jovens (até 30 
anos) que apresentam:
• Oligomenorreia
• Hirsutismo
• Infertilidade 
• Às vezes, obesidade
Morfologia 
- Os ovários geralmente têm duas vezes o tamanho normal, branco-acinzentados com córtex 
exterior liso e guarnecido de cistos de 0,5-1,5 cm de diâmetro
- O exame histológico revela uma cápsula ovariana fibrótica e espessa que recobre inúmeros 
folículos císticos revestidos por células da granulosa com teca interna luteinizada hiperplásica
- Há uma notável ausência de corpo lúteo no ovário
Aspectos Clínicos 
- Na maioria dos pacientes, as principais anormalidades bioquímicas são produção excessiva de 
androgênios, altas concentrações do hormônio luteinizante e concentrações baixas de 
hormônio folículo-estimulante
- As origens dessas alterações são mal compreendidas, mas é proposto que os ovários 
elaboram androgênios em excesso, que são convertidos em hormônios estrogênicos nos 
depósitos gordurosos periféricos, que inibem a secreção de hormônio folículo-estimulante pela 
hipófise através do hipotálamo 
- A paciente apresenta ciclos anovulatórios 
- Comumente é bilateral 
- Os ovários policísticos poderão ser responsáveis por lesões relacionadas ao hiperestrogenismo 
(hiperplasia do endométrio, leiomioma, etc)
_______________________________________________________________________________________
NEOPLASIAS OVARIANAS
- O câncer de ovário é o oitavo câncer mais comum nas mulheres nos Estados Unidos 
- Os tumores do ovário são surpreendentemente variados
- Essa diversidade é atribuída à presença de três tipos de células no ovário normal: 
1. Epitélio de superfície multipotente (celômico) 
2. Células germinativas totipotentes 
3. Células estromais do cordão sexual 
- Cada uma dessas células dá origem a vários tumores diferentes:
• As neoplasias de origem no epitélio de superfície fazem parte da grande maioria dos 
tumores ovarianos e, em suas formas malignas, são responsáveis por quase 90% dos 
cânceres de ovário
• Células germinativas e tumores das células estromais do cordão sexual são muito 
menos frequentes; embora constituam 20-30% dos tumores do ovário, eles são 
responsáveis coletivamente por menos de 10% dos tumores malignos do ovário
- Frequentemente as neoplasias ovarianas são assintomáticos (pois eles se formam na 
cavidade pélvica e possuem espaço para crescer sem manifestação clínica)
- Quando existem sintomas, eles costumam ser:
• Sintomas compressivos locais: dor, queixas gastrointestinais, polaciúria
• Aumento da circunferência local 
• Ascite
• Efeitos hormonais 
Fatores de Risco
- Nuliparidade
• Há maior incidência de carcinoma em mulheres solteiras e mulheres casadas com baixa 
paridade
- Histórico familiar 
- Mutações germinativas em certos genes supressores de tumor
- É interessante notar que o uso prolongado de contraceptivos orais reduz um pouco o risco
- Cerca de 5-10% dos cânceres de ovário são familiares, e a maioria deles está associada a 
mutações nos genes supressores de tumores BRCA1 e BRCA2 
_______________________________________________________________________________________
TUMORES DO EPITÉLIO SUPERFICIAL 
- Com a ovulação e as cicatrizes repetidas, o epitélio de superfície se torna aprisionado no 
córtex do ovário, formando pequenos cistos epiteliais
- Estes podem tornar-se metaplásicos ou passar por transformação neoplásica, dando origem a 
uma série de tumores epiteliais diferentes
- As lesões benignas são geralmente císticas (cistadenoma) e podem ter um componente 
estromal de acompanhamento (cistadenofibroma)
- Os tumores malignos também podem ser císticos (cistadenocarcinoma) ou sólidos 
(carcinoma)
- Alguns tumores epiteliais do ovário estão em uma categoria intermediária e borderline, 
atualmente chamados de tumores de baixo potencial de malignidade
- Frequência = 70% dos tumores ovarianos 
- Faixa etária: a partir dos 20 anos 
TUMORES SEROSOS
- São os tumores mais comuns do epitélio ovariano 
- Cerca de 60% são benignos, 15% são de baixo potencial de malignidade e 25% são malignos 
- A maioria dos tumores serosos é de estruturas císticas, grandes, esféricas a ovoides 
- Tumores císticos pequenos podem ter cavidade única, mas os maiores frequentemente são 
divididos por septos múltiplos em massas multiloculadas 
Tumores Serosos Benignos (cistoadenoma e cistoadenofibroma serosos) 
- As lesões benignas geralmente são encontradas em pacientes entre 30-40 anos de idade 
- Morfologia:
• Cerca de 25% dos tumores benignos são bilaterais
• Nos tumores benignos, a cobertura serosa é lisa e brilhante 
• Normalmente apresentam cisto único, de paredes delgadas e preenchido por fluído 
aquoso
• No exame histológico, os tumores benignos contêm uma única camada de células 
epiteliais altas colunares que reveste os cistos
• As células são muitas vezes ciliadas 
Tumores Serosos Malignos (cistroadenocarcinoma seroso) 
- Tumores serosos malignos são mais comumente observados entre 45-65 anos de idade
- Forma mais comum de carcinoma do ovário 
- Novas evidências indicam que existem dois tipos de carcinomas serosos: 
• Baixo grau: 
• Surge a partir de lesões benignas ou borderline e progride lentamente de maneira 
gradual, tornando-se um carcinoma invasivo 
• Alto grau: 
• Desenvolvem-se rapidamente
• Pelo menos algumas dessas lesões de grau alto desenvolvem-se a partir do 
carcinoma intraepitelial tubário, e não do epitélio celômico ovariano 
- Morfologia:
• 50% são bilaterais 
• A superfície do cistoadenocarcinoma tem irregularidades nodulares que representam 
áreas em que o tumor penetrou na serosa
• Formam projeções papilares salientes nas cavidades císticas, sendo mais proeminentes 
nos tumores malignos 
• No carcinoma, as formações papilares são complexas e de camadas múltiplas, e ninhos 
ou camadas indiferenciadas de células malignas invadem o tecido fibroso axial
• Corpos de psammoma (concreções calcificadas) são comuns nas pontas das papilas 
• Ocorre anaplasia das células de revestimento, assim como invasão do estroma
- Aspectos Clínicos:
• Os tumores de baixo potencial de malignidade podem comprometer o peritônio, mas 
felizmente os implantes tumorais geralmente são “não invasivos”
• Em geral, os tumores serosos malignos se espalham para os linfonodos regionais, 
incluindo linfonodos periaórticos
• Metástases linfáticas distantes e hematogênicas são raras 
- Prognóstico:
• O prognóstico para pacientes com cistoadenocarcinoma seroso invasivo é ruim, mesmo 
após cirurgia, irradiação e quimioterapia
• Depende muito do estágio da doença no prognóstico:
• Tumores restritos ao ovários = carcinomas abertos têm taxa de sobrevida de cinco 
anos de cercade 70%, enquanto os tumores de baixo potencial de malignidade estão 
associados a quase 100% de sobrevida 
• Tumores que invadem a cápsula = sobrevida de 10 anos é inferior a 15% 
- Tratamento: 
• Pan-histerectomia 
• É obrigatório também retirar o omento maior 
TUMORES MUCINOSOS
- Tumores mucinosos são, em muitos aspectos, semelhantes aos tumores serosos 
- Sendo que a diferença essencial é que o epitélio neoplásico é constituído por células 
secretoras de mucina 
- Esses tumores ocorrem em mulheres na mesma faixa etária que aquelas com tumores serosos, 
mas são consideravelmente menos prováveis de ser malignos
- Em geral, apenas 10% dos tumores mucinosos são malignos; outros 10% são de baixo 
potencial de malignidade e 80% são benignos
- Morfologia:
• Tumores mucinosos apresentam massas císticas que podem ser indistinguíveis de 
tumores serosos, exceto pela natureza mucinosa do conteúdo cístico
• No entanto, eles são mais propensos a ser maiores e multicísticos 
• Penetração da serosa e áreas sólidas de crescimento são sugestivos de malignidade 
• Os tumores malignos são caracterizados pela presença de arquitetura complexa, 
incluindo áreas sólidas de crescimento, estratificação celular, atipia citológica e invasão 
estromal
• No exame histológico, os cistos são revestidos por células epiteliais produtoras de 
mucina (semelhantes a células da endocérvix)
• Em comparação com tumores serosos, os tumores mucinosos são muito menos 
propensos a ser bilaterais 
• Essa característica é, por vezes, útil na diferenciação entre tumores mucinosos do ovário 
e adenocarcinoma mucinoso metastático e primário do trato gastrointestinal (o chamado 
tumor de Krukenberg), que mais frequentemente produz massas ovarianas bilaterais
• Tumores mucinosos ovarianos rompidos podem contaminar o peritônio
• No entanto, esses depósitos são tipicamente transitórios e não conseguem estabelecer 
crescimento de longo prazo no peritônio
• A implantação de células tumorais mucinosas no peritônio com produção de grande 
quantidade de mucina é chamada de pseudomixoma peritoneal:
• Na maioria dos casos, essa doença é causada por metástase do trato gastrointestinal, 
principalmente do apêndice
• A origem ovariano do pseudomixoma peritoneal é mais rara 
- Prognóstico:
• O prognóstico do cistoadenocarcinoma mucinoso é um pouco melhor do que o seu 
homólogo seroso
• No entanto, o tratamento do cistoadenocarcinoma mucinoso também é a pan-histerectomia 
TUMORES ENDOMETRIÓIDES
- São tumores que podem se desenvolver em associação à endometriose 
- Embora existam formas benignas e borderline, os tumores endometrioides geralmente são 
malignos 
- 15-30% das mulheres com esses tumores do ovário têm carcinoma de endométrio 
concomitante 
- Semelhantes ao carcinoma do tipo endometrioide do endométrio, os carcinomas 
endometrioides do ovário possuem mutações no gene supressor de tumor PTEN. 
- Morfologia:
• Esses tumores podem ser sólidos ou císticos 
• Formam glândulas tubulares, semelhantes àquelas do endométrio, dentro do 
revestimento dos espaços císticos
• São bilaterais em cerca de 30% dos casos
TUMOR DE BRENNER
- O tumor de Brenner é um tumor de ovário raro 
- Esses tumores podem surgir do epitélio de superfície ou do epitélio urogenital preso no 
interior da crista germinal 
- Embora a maioria seja benigna, os tumores maligno e borderline têm sido descritos
- Morfologia: 
• São sólidos e geralmente unilateral 
• Constituído por estroma abundante que contém ninho de epitélio do tipo transicional 
semelhante ao do trato urinário 
• Ocasionalmente, os ninhos são císticos e revestidos por células colunares secretoras 
de muco 
• São geralmente bem encapsulados e branco-acinzentados aos cortes, variando desde 
alguns centímetros até 20 cm de diâmetro
_______________________________________________________________________________________
TUMORES DAS CÉLULAS GERMINATIVAS
- Características Gerais: 
• Frequência: 20%
• Faixa etária: 0 aos 25 anos
- Muitos outros tipos de tumores de células germinativas também surgem no ovário, mas apenas 
os teratomas originários de células germinativas são suficientemente comuns para merecer 
descrição
TERATOMAS: 
- Os teratomas constituem 15-20% dos tumores do ovário
- Uma característica preocupante desses tumores de células germinativas é a sua predileção em 
surgir nas duas primeiras décadas de vida; para piorar as coisas, quanto mais jovem a pessoa, 
maior a probabilidade de malignidade 
- Mais de 90% dessas neoplasias de células germinativas, no entanto, são teratomas císticos 
benignos maduros; a variante maligna imatura é rara
Teratomas Císticos Benignos (Maduros) 
- Quase todos os teratomas císticos benignos (maduros) são marcados pela presença de 
tecidos maduros derivados das três camadas de células germinativas:
• Ectoderme
• Endoderma
• Mesoderme
- Geralmente esses tumores contêm cistos revestidos por epiderme repletos de apêndices 
anexiais — por isso, a designação comum de cistos dermoides 
- A maioria é descoberta em mulheres jovens como massas ovarianas ou encontrada 
incidentalmente em radiografias ou exames abdominais, pois eles contêm focos de 
calcificação produzidos por estruturas semelhantes a dentes contidas no interior do tumor
- Cerca de 90% são unilaterais, com o lado direito mais comumente acometido
- Aos cortes, muitas vezes estão cheias de secreção sebácea e pelos emaranhados 
- Às vezes, há uma projeção nodular da qual se projetam dentes 
- Ocasionalmente, há presença de focos de osso e cartilagem, ninhos de epitélio brônquico 
ou gastrointestinal e outros tecidos também
- Podem originar tecido tireoidiano, que pode ou não ser funcional (nesses casos o tecido 
recebe o nome de estruma ovarii) 
- Por motivos desconhecidos, tais neoplasias às vezes produzem infertilidade e são propensas 
a sofrer torção (em 10-15% dos casos), o que constitui uma emergência aguda cirúrgica
- Uma complicação paraneoplásica rara, mas fascinante, é a encefalite límbica, que pode se 
desenvolver em mulheres com teratomas contendo tecido neural maduro e, muitas vezes, 
regride com a resseção do tumor
- Em cerca de 1% dos casos, observa-se transformação maligna, geralmente para carcinoma 
de células escamosas 
Teratomas Sólidos Malignos (Imaturos) 
- São encontrados no início da vida, sendo os 18 anos a idade média de detecção clínica 
- Eles diferem notavelmente do teratoma benigno maduro na medida em que muitas vezes são 
volumosos, predominantemente sólidos na seção de corte e pontuados por áreas de necrose
- Raramente há presença de focos císticos que contêm secreção sebácea, pelo e outras 
características semelhantes às de teratomas maduros
- Sob exame microscópico, a característica distintiva é a presença de elementos imaturos ou 
outros tecidos minimamente diferenciados (cartilagem, osso, músculo, nervo)
- Particularmente ameaçador são focos de diferenciação neuroepitelial, tendo em vista a 
propensão de tais focos de serem agressivos e causarem metástase ampla
- Os teratomas imaturos são classificados e estadiados para tentar prever seu comportamento:
• Tumores de grau I e estágio I muitas vezes podem ser curados com tratamento 
adequado, enquanto os de maior grau e estágio estão associados a uma perspectiva 
mais cautelosa
Teratomas Especializados
- Um subtipo raro de teratoma é composto inteiramente por tecido especializado
• O exemplo mais comum é o struma ovarii, composto inteiramente de tecido 
tireoidiano maduro que pode realmente produzir hipertireoidismo
- Esses tumores aparecem como massas ovarianas pequenas, sólidas, unilaterais e marrons
- Outros teratomas especializados podem tomar a forma de carcinoide do ovário, que em casos 
raros produz síndrome carcinoide 
DISGERMINOMA
- Possui comportamento biológico semelhante ao seminoma do ovário 
- Pico de Incidência:
• 2ª e 3ª década 
• Ocorre com disgenesia na gônada 
- Localização típica:
• Unilateral em90% dos casos
- Morfologia:
• Massas cinza sólidas pequenas a grandes
• Lâminas ou cordões de células claras e grandes separadas por fios fibrosos escassos 
• Estroma pode conter linfócitos e granulomas ocasionais
- Comportamento:
• Todos malignos
• Porém apenas um terço é agressivo e disseminativo
• Todos radiossensíveis
• Taxa de cura de 80% 
CORIOCARCINOMA
- Pico de Incidência:
• Primeiras 3 décadas de vida
- Localização típica:
• Unilateral
- Morfologia:
• Idêntico ao tumor placentário 
• Geralmente focos pequenos e hemorrágicos com dois tipos de epitélio: citotrofoblastos e 
sinciciotrofoblastos
- Comportamento:
• Sofre metástase cedo e amplamente 
• Focos primários podem degenerar, deixando apenas metástases 
• Em contraste com os tumores gestacionais, os primários ovarianos são resistentes à 
quimioterapia
_______________________________________________________________________________________
TUMORES DO ESTROMA/CORDÃO SEXUAL
- Frequência: 10%
- Faixa etária: todas as idades, 2/3 após 50 anos
FIBROMA e TECOMA
- Pico de incidência:
• Qualquer idade 
- Morfologia:
• De células fibrosas sólidas cinzas a células da teca amarelas (cheias de lipídio) 
- Comportamento:
• Não são produtores de hormônios
• Cerca de 40% produzem ascite e hidrotórax (síndrome de Meigs) - Causa desconhecida 
• Raramente maligno
TUMOR DE CÉLULAS DA GRANULOSA e DA TECA
- Pico de incidência:
• Maioria na pós-menopausa
• Mas pode ocorrer em qualquer idade 
- Morfologia:
• Pode ser pequeno ou grande
• Cinza a amarelo (com espaços císticos)
• Composto por mistura de células da granulosa cubóides ou células da teca cheias de 
lipídios
• Elementos da granulosa podem recapitular folículos ovarianos, como os corpúsculos de 
Call-Exner
- Comportamento:
• Podem produzir grande quantidade de estrogênio (a partir dos elementos da teca) e então 
promover carcinoma endometrial ou de mama
• Elementos da granulosa podem ser malignos (5 a 25%)
TUMOR DE CÉLULA DE SERTOLI-LEYDIG
- Pico de incidência:
• Todas as idades 
- Morfologia:
• Geralmente pequeno, cinza a marrom e sólido
• Recapitula o desenvolvimento dos testículos, com túbulos ou cordões e células rosa de 
Sertoli 
- Comportamento:
• Muito masculinizaste 
• Raramente é maligno 
_______________________________________________________________________________________
MARCADORES EM TUMORES DE OVÁRIO 
- CA 125 = em tumores de epitélio de superfície 
- Estrógenos = tecomas e tumor de células de granulosa 
- Andrógenos = tumores de células de leydig/Sertoli
- Alfa-feto proteína = carcinoma do saco vitelino
- Gonodatrofina coriônica humana = coriocarcinoma

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