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1 HABILIDADES DE VIAS DE ACESSO – DR. FERNANDO THEODORO E RICARDO MELO EDUELY TURBINO E NATÁLIA BONASSI Na imagem ao lado: CATETERISMO CARDÍACO/ CORONARIOGRAFIA **Faz uma punção na artéria femoral, que guia até o coração, na origem das coronárias (por fio-guia ou cateter); joga um contraste para ver se tem estenose/obstrução ANEURISMA = dilatação do calibre e parede do vaso acima dos padrões normais → “saculação” na parede do vaso → risco de dissecção se parte da parede romper, ou quando aneurisma rompe → sangue infiltra ✓ Antes era só correção com cx invasiva → ressecção e colocar prótese ✓ Hoje são de forma endovascular → punção na a femoral → instala uma prótese dentro do vaso sem precisar ressecar o aneurisma → impede a dissecção e rompimento do aneurisma OBS: existem 2 tipos de aneurisma de aorta torácica: ✓ TIPO A: aorta ascendente (cirúrgico); o tempo é fundamental para sobrevivência ✓ TIPO B: aorta descendente; tto endovascular Acesso central ANATOMIA “Via de acesso ao sistema circulatório através de uma punção, visando a cateterização de um vaso arterial central” GRANDES VASOS: aorta, carótida, artéria femoral Como puncionar para ter acesso a esses vasos? Não faz punção diretamente nesses vasos → faz uma periférica para atingir os vasos maiores • O QUE TEM DE DIFERENTE DO ACESSO ARTERIAL PERIFÉRICO? No acesso central é usado para exames específicos e instalação de dispositivos (balão intraórtico, stent para estenose, correção de aneurisma, cateter específico) COMO FAZER E ONDE FAZER COM SEGURANÇA OBS: as coronárias (D e E) se originam da aorta ascendente (sangue arterial e oxigenado) FUNÇÕES • Monitorização invasiva da PAM (pressão arterial média) Cateter dentro da a. radial → ligado a um aparelho que mede a PAM, PAS e PAD Cx de grande porte → parâmetro de como o paciente está de oxigenação, circulação e hemodinamicamente • Arteriografias: uso de contraste para ver a saúde do vaso Cateterismo cardíaco / arteriografia das coronárias → sobe com o contraste e ele desenha o trajeto dos vasos); Arteriografia de aorta Arteriografia de carótida → aneurismas • Passagem de cateteres endovasculares (cx endovascular) Passagem de cateter de SWAN-GANZ: ponta do cateter fica na artéria pulmonar, mas não é realizado por punção arterial, e sim por punção venosa, pela veia jugular direita → veia cava → coração → a. pulmonar (ponta na entrada da a. pulmonar) Passagem de balão de contra-pulsação aórtico: instalado dentro da aorta torácica; ▪ Indicado em IC grave, aneurisma → impede que o fluxo vá para o restante do corpo e tenha prioridade para o SNC ▪ Não fica “insuflado” o tempo inteiro, para que ocorra oxigenação para os outros órgãos também 2 HABILIDADES DE VIAS DE ACESSO – DR. FERNANDO THEODORO E RICARDO MELO EDUELY TURBINO E NATÁLIA BONASSI PRINCIPAIS SÍTIOS DE PUNÇÃO Artéria radial (PAM, monitorização, coleta de exames) Artéria femoral A escolha depende do calibre do cateter e objetivo da punção OBS: •subclávia é ruim pois tem a clavícula em cima e é difícil de estancar se necessário •carótida é ruim também pela proximidade com o SNC → AVC ANATOMIA DE SUPERFÍCIE PUNÇÃO FEMORAL N – A – V Lateral → medial **Irrigação arterial: aorta → ilíaca comum D e E → ilíaca externa e interna → no ligamento inguinal vira a a. femoral COMO ACHAR A ARTÉRIA FEMORAL? Traçar uma linha entre o púbis e a crista ilíaca → n ponto médio, sentindo o ligamento inguinal, palpar e sentir a pulsação (↑pressão endovascular) e a parede mais espessa Realizar a punção 2 cm abaixo/medial em relação onde sentiu o lig. inguinal / pulsação *Trígono femoral HISTOLOGIA VASCULAR Risco de acidente é pior na veia no que na artéria, na maioria das vezes → rasga mais fácil e mais difícil de controlar (não vê a origem do sangramento) ▪ Ex: entre lesão de aorta e lesão de cava → a mais “fácil” de conduzir é a aorta TIPOS DE CATETERES PTFE – Técnica Seldinger • Fio-guia • Menor trauma de parede do vaso • Maior custo 3 HABILIDADES DE VIAS DE ACESSO – DR. FERNANDO THEODORO E RICARDO MELO EDUELY TURBINO E NATÁLIA BONASSI TÉCNICA DE SELDINGER • Selecionar a artéria (pensar no objetivo da punção) • Punção no sentido inverso ao fluxo sanguíneo Artéria: sentido cardiovascular → periférico • Palpação dos pulsos • Assepsia e antissepsia • Selecionar calibre do cateter (adequado para o sítio) • Punção do vaso Ver se está na artéria = êmbolo retrai sozinho e rápido (↑ pressão), coloração (rutilante, intensa, rubi) • Desconectar a seringa e Introduzir do fio guia A mão que está segurando o fio-guia não solta o fio-guia! Para não perder dentro do vaso Com a outra mão introduzindo o cateter, enquanto com a outra vai puxando o fio-guia OBS: Normalmente usa o cateter femoral (vários calibres) Tem uma borboletinha flexível → depois da instalação serve para fixar na pele para não mobilizar (sutura com fio de nylon) MONITORIZAÇÃO ARTERIAL - PAM • MATERIAIS: CATETER DE SWAN-GANZ • Cateter para monitorização hemodinâmica, devendo ser corretamente posicionado na entrada da artéria pulmonar • Inserção por punção venosa central (jugular interna direita) *usa ESCOPIA para ver se está na artéria pulmonar 4 HABILIDADES DE VIAS DE ACESSO – DR. FERNANDO THEODORO E RICARDO MELO EDUELY TURBINO E NATÁLIA BONASSI FUNÇÕES DO SWAN-GAWZ • Manejo de pacientes críticos *choque misto = hipovolêmico + sepse; cardiogênco + sepse • Medir DC-débito cardíaco (termodiluição) • Oxigenação venosa mista • Pressão atrial Direita (PVC – pressão venosa central) • Pressão artéria pulmonar • Pressão oclusão da art. Pulmonar Pressão capilar pulmonar – reflete átrio E PONTOS ANATÔMICOS DA SWAN-GANZ BALÃO INTRA-AÓRTICO DE CONTRA-PULSAÇÃO • Por meio de punção de artéria femoral → chega na aorta torácica descendente → não fica insuflado o tempo inteiro, é sincronizado com o batimento → ele fecha a aorta para ↑ pressão diastólica e empurre sangue para coronárias (enchimento das coronárias é na diástole), SNC e MMSS • Em aneurisma e IC Grave = balão redireciona o fluxo sanguíneo para o SNC e membros superiores CORONARIOGRAFIA CATETERISMO CARDÍACO 5 HABILIDADES DE VIAS DE ACESSO – DR. FERNANDO THEODORO E RICARDO MELO EDUELY TURBINO E NATÁLIA BONASSI • Injeta contraste bem na origem das coronárias, busca-se falhas de enchimento (estenose, obstrução) Na imagem dá pra ver a presença de sub- oclusão/estenose que pode gerar falta de sangue arterial que pode levar à angina ou infarto. ▪ Pode colocar Stent (desobstrui a coronária) → mola auto-expansiva que reestabelece o fluxo sanguíneo no local. ANGIOPLASTIAS CIRURGIA ENDOVASCULAR • Observa-se obstrução de aorta descendente → prótese auto-expansiva (STENT) → fluxo sanguíneo reestabelecido STENT NO ANEURISMA • Aneurisma de aorta abdominal infra-renal COMPLICAÇÕES • Hematomas • Obstrução do cateter • Trombose arterial • Isquemia de membro • Dissecção da Túnica íntima • Pseudo-aneurisma É pulsátil - não é composto por todas as paredes do vaso → risco de rompimento – sangramento – hematoma/dor – pode levar à insuficiência arterial). 6 HABILIDADES DE VIAS DE ACESSO – DR. FERNANDO THEODORO E RICARDO MELO EDUELY TURBINO E NATÁLIA BONASSI TRIÂNGULO DE SEDILLOT •Local de punção da veia jugular interna direita •Limites: clavículae braços do esternocleidomastóideo (porções esternal e clavicular) •Conteúdo: nervo frênico ANATOMIA QUAIS VEIAS: veia jugular interna, veia subclávia, veia infraclavicular, veia supraclavicular, veia femoral • JUGULAR INTERNA: 1ª OPÇÃO, pois é + superficial e + longe do coração → menor risco de pneumotórax Direita é melhor – sentido mais retilíneo em relação ao coração Virar a cabeça do lado contralateral à punção Carótida do lado → cuidado Ao redor tem o esternocleidomastoideo e em baixo tem o manúbrio do esterno Não aprofundar muito a agulha *Pode ser guiada por US *Jugular externa pode ser também, mas é mais difícil → exceção em casos de difícil acesso • SUBCLÁVIA: possui pontos anatômicos mais fixos e fáceis de achar: Clavícula e 1º arco costal Realizar punção no terço médio da clavícula (transição de subclávia para axilar) Taxa de infecção menor = mais fácil de limpar e mais confortável Próxima a pleura no ápice pulmonar = pode atingir a pleura e possui maior índice de pneumotórax *subclávia difícil ser guiada por US, devido a presença da clavícula NÃO FIQUE TENTANDO VÁRIAS VEZES NA JUGULAR INTERNA, SE NÃO CONSEGUIR VÁ PARA A SUBCLÁVIA! • Ponto anatômico útil na subclávia = trígono da musculatura do peitoral maior 7 HABILIDADES DE VIAS DE ACESSO – DR. FERNANDO THEODORO E RICARDO MELO EDUELY TURBINO E NATÁLIA BONASSI • FEMORAL: 3ª opção; mas se torna 1ª opção em distúrbios de coagulação Ligamento inguinal = 2cm pra baixo → palpa a artéria femoral → 1 cm do lado é a veia femoral N-A-V Vai entrar medial à artéria femoral, pra não pegar ela o Se pegar, é só estancar o sangue por alguns segundos e tentar novamente INDICAÇÕES • Medicações vasoativas e hipertônicas o Dobutamina pode ser periférico! o Não pode aplicar na pele → extravasa e necrosa a pele (ex: noradrenalina) • Monitorização hemodinâmica • Monitorização com cateter de artéria pulmonar (Sawn-Ganz) • Nutrição parenteral (alta osmolaridade) • Hemodiálise o Lesão de veia inonimada (antes da subclávia) • Plasmaférese • Marca-passo transvenoso o Jugular interna direita ou subclávia direita • Ausência de acesso periférico • Coleta de amostras sanguíneas seriadas o relativa CONTRAINIDCAÇÕES • Coagulopatia o Preferir sítios passíveis de compressão, como jugular e femoral 8 HABILIDADES DE VIAS DE ACESSO – DR. FERNANDO THEODORO E RICARDO MELO EDUELY TURBINO E NATÁLIA BONASSI o Na subclávia não tem como comprimir → ao redor só tem osso (clavícula) • Dificuldade na visibilidade dos reparos anatômicos o Obesos • Durante IOT o Fazer depois!!! • Durante RCP (reanimação cardiopulmonar) o Relativa → se for experiente dá pra puncionar jugular (talvez) e femoral, mas não a subclávia • Trombose do vaso a ser puncionado • Lesão ativa no sítio de passagem ou na pele o Relativa → se for um paciente queimado geral, não tem jeito, tem que puncionar na área MATERIAIS PROCEDIMENTO ESTÉRIL COMPLETO • Gorro, máscara, luvas estéreis e avental • Solução degermante e alcoólica • Campos cirúrgicos estéreis o Cobrir paciente inteiro • Cateter venoso central: kit com cateter, fio guia, dilatador e fixadores o Quanto ↑ lúmen do cateter = ↑ infecção (pode ser duplo, triplo lúmen) • Seringas e agulhas • Anestésicos o Mesmo se o paciente estiver anestesiado • Bisturi • Porta agulhas e fio agulhado para fixação • Gaze, curativo • Soro e equipo para teste de cateter CUIDADOS GERAIS • Informar o paciente • Monitorizar (FC, ECG, SPO2) • Posicionar o paciente o Fazer coxim entre as escápulas (interescapular) para facilitar a punção da subclávia • Identificar os reparos/pontos anatômicos para o local escolhido • Programar sítio alternativo caso haja intercorrência na passagem • Estabelecer POSIÇÃO DE TRENDELENBURG o Abaixa a cabeceira e eleva as pernas “de cabeça pra baixo” = ↑ retorno venoso = ingurgitamento das veias = facilita punção o Se possível! • Atentar ao conforto do paciente o Ir conversando com o paciente, perguntando se está doendo o Cuidado com a hipóxia • Preparar a pele • Limpar o local com degermante 9 HABILIDADES DE VIAS DE ACESSO – DR. FERNANDO THEODORO E RICARDO MELO EDUELY TURBINO E NATÁLIA BONASSI • Lavar mãos e realizar a paramentação • Limpar o local com solução alcoólica • Colocar campos cirúrgicos • Realizar anestesia local com lidocaína PROCEDIMENTO TÉCNICA DE SELDINGER Inserção da agulha na veia Inserção do fio-guia Vai removendo a agulha Coloca o cateter e remove o fio-guia PUNÇÃO DA VEIA JUGULAR No TRIÂNGULO DE SEDILLOT = base (clavícula) + laterais (braços dos esternocleidomastóideo) Inserir a agulha no topo do triângulo, apontando para o mamilo ipsilateral (para fugir da carótida) (não pode aponta medialmente) Agulha na mão dominante (punção 30º-45º), sempre aspirando Não pode afundar muito Pode ter pneumotórax também = presença de bolhas na seringa PUNÇÃO DA VEIA SUBCLÁVIA No TRIÂNGULO DELTOPEITORAL: Relação do deltoide com o peitoral maior Divide a clavícula em 3 e insere no terço médio ou na inserção do peitoral Em direção ao manúbrio esternal bem rente a pele (15º) Aspirando com a mão dominante Pneumotórax = se ocorrer a perfuração da pleura vai ter bolha de ar na seringa no momento da aspiração → parar e retirar 10 HABILIDADES DE VIAS DE ACESSO – DR. FERNANDO THEODORO E RICARDO MELO EDUELY TURBINO E NATÁLIA BONASSI PUNÇÃO DA VEIA FEMORAL Palpar a artéria femoral (2cm abaixo do ligamento inguinal) e ir 1 cm para o lado medial para encontrar a veia femoral OBS: O QUE É UM CATETER CENTRAL? TODO CATETER QUE ETSÁ NA VEIA CAVA, MAS NÃO PODE ESTAR DENTRO DO ÁTRIO!!! Pode estar nas 3 zonas mais comuns • As zonas A e B são as ideais Zona C = veia inominada (braquiocefálica) Zona A = veia cava superior Zona B = veia cava superior TÉCNICAS DE ACESSO TÉCNICA DE ACESSO - VEIA JUGULAR • Achar o triângulo de Sedillot • Agulha em direção ao mamilo ipsilateral, e não medialmente • Se for fazer guiado pelo US, observa-se que a artéria carótida pulsa e a veia jugular colaba OBS: o sangue venoso não enche o êmbolo sozinho, tem que aspirar, e a cor é mais escura. Goteja e não espirra 11 HABILIDADES DE VIAS DE ACESSO – DR. FERNANDO THEODORO E RICARDO MELO EDUELY TURBINO E NATÁLIA BONASSI OBS: punção central coloca muito perto do coração, principalmente se o cateter for longo!!! Cuidado com a arritmia, observar a monitorização para não ocorrer ritmo sinusal, pois isso significa que chegou no coração Não pode introduzir muito o fio-guia também, senão perde dentro do vaso A mão do fio-guia não sai do fio-guia!!! Pode prender um kelly na ponta também se precisar soltar Só solta quando o fio-guia sair e inserir o cateter Diferença de ondas entre sangue arterial e venoso TÉCNICA DE ACESSO – VEIA SUBCLÁVIA • Coxim no meio das escápulas (toalha) → aumenta o espaço dos arcos intercostais • Anestesia doi, pois tem muita musculatura e fáscia • Puncionar 15º em relação a clavícula, bem rente a pele → Apontar para o manúbrio esternal • Entra mais com o dilatador, pois a veia é mais profunda TÉCNICA DE ACESSO – VEIA FEMORAL • Localizar a veia femoral: 2 cm abaixo do ligamento inguinal e 1 cm medial à artéria femoral • Na emergência, quando não tem pulso, é preciso fazer isso = o NAV está no meio do “arco” de quando coloca o polegarno tubérculo púbico e mão em 90º • O cateter femoral não chega no coração nunca, pois está bem longe do coração, e não tem um cateter tão grande COMPLICAÇÕES • Mecânicas o Mau posicionamento do cateter: pode passar das subclávias para a jugular, ou para a subclávia do outro lado o Embolia de fio guia o Embolia aérea ▪ Entra ar = para evitar isso colocar o dedo para não entrar ar o Trombose no local do cateter o Sangramentos o Hematomas o Hemotórax o Formação de fístulas ▪ Perfura a veia e a artéria na punção, havendo fluxo entre elas ▪ Corrigido cirurgicamente o Arritmias ▪ Cateter longo dentro do coração/átrio D o Pneumotórax ▪ Mais comum o Quilotórax o Punção arterial ▪ Muito comum • Infecciosas o Infecção de sítio de punção o Infecção de cateter o Infecção de corrente sanguínea ▪ Comum em UTI 12 HABILIDADES DE VIAS DE ACESSO – DR. FERNANDO THEODORO E RICARDO MELO EDUELY TURBINO E NATÁLIA BONASSI PNEUMOTÓRAX DO LADO DIREITO → PUNÇÃO DA SUBCLÁVIA DIREITA (IPSILATERAL) PNEUMOTÓRAX HIPERTENSIVO PORQUE O CORAÇÃO DESLOCOU FIO GUIA PERDIDO NA VEIA CAVA PARA TIRAR TEM QUE FAZER TORACOTOMIA OU PUNÇÃO VENOSA HEMODINÂMICA GUIADA PELA FEMORAL HEMOTÓRAX – DERRAME PLEURAL GRANDE DO LADO ESQUERDO EXTRAVASAMENTO DE SANGUE NA LESÃO DA VEIA INOMINADA POR EXEMPLO (acidente de punção) CATETER JÁ FOI RETIRADO OBS: •pneumotórax com espessura maior que um 1 dedo = drenagem •Normalmente a sombra cardíaca fica 1/3 pra D e 2/3 pra E → no pneumotórax hipertensivo há o deslocamento e perde esse padrão LINHA DO PULMÃO