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Ao longo do estudo das transformações lineares, é importante determinar corretamente conceitos de núcleo, imagem e suas respectivas dimensões para um entendimento teórico do problema encontrado. Baseado nisto, considere T, um operador linear de R³ em R³: T(x, y, z) = (2z, x + 2y, -z).
Acerca da base para a imagem deste operador, assinale a alternativa CORRETA:
A [(0, 1, 0); (0, 2, 0); (2, 0, -1)].
B [(0, -2, 0)].
C [(0, 1, 0); (0, 2, 0)].
D [(0, 1, 0); (2, 0, -1)].
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Vamos analisar a transformação linear T: R³ → R³ dada por T(x, y, z) = (2z, x + 2y, -z). Para encontrar uma base da imagem de T, precisamos determinar o conjunto dos vetores que podem ser escritos como T(x, y, z) para algum (x, y, z) em R³. 1. Escrevendo T(x, y, z) em termos dos vetores base de R³: T(x, y, z) = (2z, x + 2y, -z) = x(0, 1, 0) + y(0, 2, 0) + z(2, 0, -1). 2. Os vetores geradores da imagem são: v₁ = (0, 1, 0), v₂ = (0, 2, 0), v₃ = (2, 0, -1). 3. Agora, verificamos se esses vetores são linearmente independentes: Note que v₂ = 2 * v₁, então v₁ e v₂ são linearmente dependentes. Portanto, a base da imagem pode ser formada por v₁ e v₃, que são linearmente independentes. Logo, a base da imagem é: [(0, 1, 0); (2, 0, -1)]. A alternativa correta é a letra D.

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O produto interno tem propriedades um pouco diferentes do que as usuais. Podemos ter equívocos quanto ao produto escalar, comumente usado na geometria euclidiana, que é um caso especial de produto interno. Sobre a necessidade de definirmos produto interno, analise as sentenças a seguir:
Assinale a alternativa CORRETA:
I- O produto interno pode definir o ângulo entre vetores.
II- O produto interno pode ser utilizado para determinar autovalor e autovetor.
III- O produto interno se faz necessário porque facilita o cálculo do determinante.
IV- O produto interno de um vetor consigo mesmo é igual à norma do vetor elevada ao quadrado.
A As sentenças I e IV estão corretas.
B As sentenças I e II estão corretas.
C Somente a sentença I está correta.
D As sentenças III e IV estão corretas.

A operação entre vetores chamada de Produto Interno Usual aplica-se, muitas vezes, à necessidade de observar se dois vetores são ortogonais ou não. A partir daí, encontramos aplicações na engenharia e na computação em geral.
Com base nisso, considere os vetores a seguir, calcule seu Produto Interno Usual dos vetores v1 = (-3, 2) e v2 = (-1, -2) e assinale a alternativa CORRETA:
A -7.
B -4.
C 5.
D -1.

A noção comum de vetores como objetos com tamanho, direção e sentido, com as operações de adição e multiplicação por números reais forma a ideia básica de um espaço vetorial. Deste ponto de partida, então, para definirmos um espaço vetorial, precisamos de um conjunto, uma operação de adição de elementos deste conjunto, e uma operação de multiplicação de escalares (por exemplo, números reais) por elementos deste conjunto.
A respeito das propriedades dos espaços vetoriais, classifique V para as sentenças verdadeiras e F para as falsas: ( ) Os espaços vetoriais preservam as operações de soma e multiplicação por escalar. ( ) Os espaços vetoriais podem ser imaginados como domínio de contradomínio de operações lineares. ( ) A base de um espaço é um conjunto LI que gera todos os elementos de um espaço. ( ) A base de um espaço é um conjunto LD que gera todos os elementos de um espaço. Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
A F - V - V - F.
B V - F - V - F.
C V - V - V - F.
D F - F - F - V.

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