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"A violência contra as mulheres é um problema estrutural que impacta diretamente suas condições de vida, autonomia e acesso ao trabalho. Enfrentar essa realidade exige ações concretas de inclusão e reparação. Nesse contexto, a política de cotas para mulheres em situação de violência doméstica e familiar nas contratações públicas representa um avanço importante para garantir oportunidades de recomeço com dignidade, segurança e autonomia financeira. O Decreto nº 11.430/2023 determina que, nos contratos de terceirização no setor público, ao menos 8% das vagas sejam destinadas a mulheres em situação de violência, priorizando mulheres negras e incluindo mulheres trans e outras identidades de gênero feminino. Essa medida reforça o papel do Estado como indutor de justiça social e agente de transformação."


Em 2023, o Governo Federal regulamentou a Política de Cotas para Mulheres em Situação de Violência Doméstica nas contratações públicas. Essa medida foi considerada uma ação afirmativa legítima, pois


текольные vunerabilidades expecances ell umpartinto acts van rancada di balian


garante privilégios arbitrários a um grupo sem justificativa social.


aplica dístinção discriminatória sem base constitucional.


beneficia apenas mulheres císgênero em situação de violência.


representa desigualdade ilegítimą, sem respaldo legal.

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Raelma Santos

há 2 meses

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há 2 meses

A Política de Cotas para Mulheres em Situação de Violência Doméstica nas contratações públicas, regulamentada pelo Decreto nº 11.430/2023, é considerada uma ação afirmativa legítima porque reconhece as vulnerabilidades específicas dessas mulheres e busca promover a inclusão social, a autonomia financeira e a reparação de desigualdades históricas. Portanto, a medida: - Não garante privilégios arbitrários, mas corrige desigualdades estruturais; - Não aplica distinção discriminatória, pois tem base constitucional no princípio da igualdade e na proteção dos direitos humanos; - Inclui mulheres cisgênero, negras, trans e outras identidades de gênero feminino, ampliando a abrangência e a justiça social; - Tem respaldo legal e representa uma política pública legítima para promover a igualdade de oportunidades. Assim, a resposta correta é que essa medida é uma ação afirmativa legítima porque reconhece vulnerabilidades específicas e promove inclusão social, não configurando discriminação ou privilégio arbitrário.

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