Ed
há 2 meses
A interpretação correta é que a Secretaria de Desenvolvimento Social não pode instituir, por portaria interna, critérios adicionais que restrinjam o acesso ao programa além do que está previsto em lei municipal, pois isso viola o princípio da legalidade, que exige que a Administração Pública atue estritamente conforme a lei. Além disso, a adoção de critérios discricionários e não uniformes para admitir beneficiários fere o princípio da isonomia, que determina tratamento igualitário a todos em situações semelhantes. Portanto, os atos administrativos que criaram critérios adicionais e que aplicaram parâmetros de forma desigual são inválidos por afrontarem os princípios constitucionais da legalidade e da isonomia.