Um projeto de extensão universitária em escolas públicas procura utilizar o esporte para promover estilos de vida ativos entre crianças e adolescentes. Na supervisão, a equipe discute que experiências positivas com atividade física na infância tendem a favorecer que esses sujeitos se tornem adultos mais ativos, porque aprendem a confiar em seus movimentos e a perceber o próprio corpo de maneira mais positiva. Ressalta-se que, quando as experiências são marcadas por humilhação, desmotivação ou excesso de pressão por desempenho, cresce a probabilidade de afastamento do esporte e de adoção de estilo de vida sedentário. A partir desse debate, enfatiza-se que o planejamento das práticas deve priorizar vivências significativas, prazerosas e inclusivas, para além da formação de atletas de alto rendimento. Considerando essas informações, qual alternativa está mais alinhada a esse entendimento?
a.
Vivências positivas, prazerosas e inclusivas com atividade física na infância e adolescência favorecem a construção de estilo de vida ativo na vida adulta, enquanto experiências marcadas por humilhação e excesso de pressão tendem a afastar crianças e adolescentes do esporte.
b.
Para incentivar estilo de vida ativo na vida adulta, é recomendável focar a aprendizagem esportiva apenas em estudantes com maior desempenho motor.
c.
Experiências esportivas infantojuvenis são relevantes apenas para formação de atletas profissionais, sem impacto sobre saúde ou bem-estar em longo prazo.
d.
A melhor estratégia para garantir envolvimento duradouro é utilizar punições frequentes sempre que houver erros técnicos nas aulas.
e.
As experiências vividas na infância não influenciam a relação com a atividade física na vida adulta, pois o estilo de vida depende apenas da rotina de trabalho.

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