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O complexo dentogengival supracrestal corresponde à faixa de tecidos inseridos, localizada coronalmente à crista óssea alveolar. A violação dessa área por margens restauradoras subgengivais está associada à inflamação crônica, sangramento persistente e reabsorção óssea. Esse complexo é formado pela associação de quais estruturas anatômicas?
A) Epitelio juncional e inserção conjuntiva.
B) Gengiva marginal e sulco gengival.
C) Ligamento periodontal e cemento radicular.
D) Epitelio do sulco e fibras de Sharpey.
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há 2 meses

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há 2 meses

O complexo dentogengival supracrestal é formado por tecidos que garantem a fixação do dente ao periodonto, localizados acima da crista óssea alveolar. Ele é composto pelo epitélio juncional e pela inserção conjuntiva (fibras do tecido conjuntivo que se inserem no cemento e no epitélio). Analisando as alternativas: A) Epitélio juncional e inserção conjuntiva – CORRETA, pois são as estruturas que formam o complexo dentogengival supracrestal. B) Gengiva marginal e sulco gengival – incorreto, pois são tecidos gengivais, mas não formam o complexo dentogengival supracrestal. C) Ligamento periodontal e cemento radicular – incorreto, pois fazem parte do periodonto, mas não do complexo dentogengival supracrestal. D) Epitélio do sulco e fibras de Sharpey – incorreto, pois fibras de Sharpey estão no ligamento periodontal, e o epitélio do sulco não faz parte do complexo dentogengival supracrestal. Portanto, a resposta correta é: A) Epitélio juncional e inserção conjuntiva.

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Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.

Serena filosofia

Abro a janela na clara manhã de um sábado de verão. Dois sabiás cantam no galho de uma laranjeira. Tudo o mais é silêncio. Estendo os olhos para o pomar e vejo os cães deitados na grama, em busca de um raio de sol. A quietude do instante me abraça. Lembro das minhas amadas tias e um pedaço da infância me visita novamente. Seus nomes - Assunta, Pasquina e Giacomina - estão gravados em mim como um diamante lapidado pelo afeto. Fomos para elas, eu e minha irmã, filhos nascidos do bem-querer. Bordavam de ternura nossos dias, deixando um rastro de proteção e amor que persiste.

Quando o dia se levanta, passeio pelo jardim e encontro as roseiras e os hibiscos florescendo. Um vento suave faz as plantas parecerem mais vivas ainda. Como no verso de um velho poeta chinês, é preciso pisar com cuidado para não matar, involuntariamente, tantas vidas miúdas que merecem continuar existindo tanto quanto nós. Evito ocupar-me com atividades rotineiras e deixo-me simplesmente ser. Ao visitar a biblioteca, abro um livro de poesia. Eis aqui a primeira refeição para a alma, como se ela amaciasse os problemas reais ou imaginários. Afastado da ansiedade, pertenço ao momento que me habita. Penso em Buda, em Jesus... seres que alcançaram um alto patamar de consciência. Fico em sua companhia até me chamarem para cumprir uma tarefa de ordem cotidiana.

Amigos me perguntam se sou feliz e respondo sem pestanejar: sim, como se isso fosse uma condição natural do humano. Estar imerso nela significa vigília permanente para arrancar a erva daninha da vaidade, do desejo pelo poder e da incapacidade de ver o outro como um igual em meio a um mundo de competição desenfreada. Extraio beleza no milagre de sentir-se bem no corpo e na mente. A memória salva da ferrugem me faz acolher mentalmente cada ser do planeta. Os que estão próximos e também os que voltaram a se integrar ao todo. O Eu, tão enganoso, representa a falsa verdade da separação. Assim, morrer não é algo ruim, mas apenas o retorno de onde ignoro ter vindo.

A tarde vai se debruçando, vestindo de sombras as bromélias e as íris. Caminhar me deixa entorpecido de alegria. Em meio ao bosque, observo com atenção os troncos antigos das árvores. Eles são nutridos pela seiva circulando em seu interior. Como nós pelo sangue. Tudo se esforça para perseverar. A vontade de ser, como uma espécie de revolta contra o inevitável fim. Luta vã, pois necessitamos ceder lugar para o novo.

Instalo-me dentro da noite banhado pela gratidão. Um filme, uma xícara de café com leite, o sono me espiando entre os lençóis macios. A eternidade do agora. A serena filosofia que me guarda na palma de suas mãos. Desconheço a orfandade. Sou uma multidão.

Autor: Gilmar Marcílio GZH (adaptado).
A respeito de aspectos gramaticais presentes em trechos do texto, analise as assertivas a seguir.

I. Em Dois sabiás cantam no galho de uma laranjeira, o sujeito da forma verbal é simples.

II. Em lembro das minhas amadas tias, a forma verbal lembro é transitiva indireta no contexto apresentado.

III. Em é preciso pisar com cuidado para não matar, involuntariamente, tantas vidas miúdas, a expressão com cuidado exerce função de adjunto adverbial de modo.

Está(ão) CORRETA(S):
I. Em Dois sabiás cantam no galho de uma laranjeira, o sujeito da forma verbal é simples.
II. Em lembro das minhas amadas tias, a forma verbal lembro é transitiva indireta no contexto apresentado.
III. Em é preciso pisar com cuidado para não matar, involuntariamente, tantas vidas miúdas, a expressão com cuidado exerce função de adjunto adverbial de modo.
A) I, II e III.
B) Apenas II.
C) Apenas I e III.
D) Apenas II e III.

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