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TEC - No paciente com pressão venosa elevada, para observar melhor a pulsação da veia jugular, deve-se pedir ao paciente que:
No paciente com pressão venosa elevada, para observar melhor a pulsação da veia jugular, deve-se pedir ao paciente que:
a) Sente no leito com os pés pendentes.
b) Deite e eleve a cabeceira a 45 graus.
c) Fique no decúbito dorsal a zero grau.
d) Fique no decúbito lateral esquerdo.
e) Fique no decúbito lateral direito.
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Praticando Para o Saber

há 3 meses

Respostas

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há 3 meses

Para observar melhor a pulsação da veia jugular em um paciente com pressão venosa elevada, o ideal é posicionar o paciente de forma que a pressão venosa central seja visível, geralmente com a cabeceira do leito elevada a 45 graus. Essa posição facilita a visualização da pulsação jugular, pois evita que a pressão venosa fique muito alta ou muito baixa, o que dificultaria a observação. Portanto, a alternativa correta é: b) Deite e eleve a cabeceira a 45 graus.

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Segunda bulha - B2
O som gerado pelo fechamento das valvas semilunares, aórtica e pulmonar, apresenta características específicas em condições normais. O componente aórtico é ouvido antes do componente pulmonar e tende a ser mais proeminente, sendo frequentemente percebido de forma isolada e com maior clareza nos focos aórtico e na ponta do coração. Por outro lado, o componente pulmonar raramente é detectado e, quando presente, geralmente ocorre apenas no foco pulmonar. A ausculta cardíaca revela um som agudo e seco, descrito como “TÁ”. No caso de desdobramento da segunda bulha, o que se ouve é um “TLÁ”. O desdobramento fisiológico da segunda bulha pode ser observado em indivíduos saudáveis, especialmente durante a adolescência. Esse fenômeno resulta do prolongamento da sístole do ventrículo direito durante a inspiração, provocada pelo aumento do fluxo sanguíneo nesse compartimento cardíaco. Consequentemente, o componente pulmonar demora a se manifestar o suficiente para que dois componentes possam ser percebidos. O desdobramento da segunda bulha pode classificar-se em fixo, constante e variável ou paradoxal, conforme sua relação com o ciclo respiratório. O desdobramento fixo não sofre variações relacionadas à respiração e está associado a defeitos como os encontrados no septo interatrial, notadamente na comunicação interatrial (CIA). Já o desdobramento constante e variável ocorre tanto na inspiração quanto na expiração, sendo mais intenso neste último momento; é frequentemente relacionado ao atraso do componente pulmonar devido a condições como bloqueio de ramo direito e estenose pulmonar. No primeiro caso, observa-se um retardamento na despolarização do ventrículo direito que propicia o prolongamento da sístole. No segundo caso, a estenose provoca uma dificuldade no esvaziamento ventricular; ambas as situações resultam no atraso do componente pulmonar. Ademais, quando analisamos o desdobramento constante e variável ocasionado pela precocidade do componente aórtico, conseguimos identificá-lo em casos de insuficiência mitral grave. Nessa condição específica, o retorno venoso ao átrio esquerdo provoca um encurtamento da sístole com fechamento antecipado da valva aórtica; tal fenômeno também se torna mais evidente durante a inspiração. Por fim, no cenário paradoxal de desdobramento da segunda bulha observa-se uma intensificação durante a expiração; nesse contexto, ocorre uma inversão temporal na qual o componente pulmonar precede o componente aórtico. Essa situação é tipicamente associada a problemas como bloqueio de ramo esquerdo, marcapasso implantável, estenose aórtica, isquemia miocárdica e cardiomiopatia hipertrófica.
TEC - Assinale a alternativa correta sobre a ausculta cardiovascular:
a) O desdobramento fisiológico de B1 é exacerbado na vigência de bloqueio completo do ramo esquerdo.
b) Com o desdobramento normal ou fisiológico, o intervalo A2-P2 aumenta 3 durante a expiração e diminui com a inspiração.
c) Os sopros mesossistólicos iniciam-se após a B1 e terminam antes da B2 e, habitualmente, têm configuração em crescendo-decrescendo. A estenose mitral é um exemplo de sopro mesossistólico.
d) O intervalo A2-P2 alarga-se com o bloqueio completo do ramo direito e na vigência de insuficiência mitral grave.
e) Os sopros diastólicos geralmente não indicam doença cardíaca.

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