Ed
há 3 meses
Vamos analisar cada alternativa com base na norma-padrão da Língua Portuguesa: A) “A expressão de quem chegou à terrível conclusão de que Herodes talvez tivesse razão.” Reescrita proposta: “A expressão de quem chegou a terrível conclusão de que Herodes talvez tivesse razão.” Erro: falta do crase em "à terrível conclusão". O uso do artigo definido feminino "a" + preposição "a" exige crase. Portanto, a reescrita está incorreta. B) “Você reconhece quem teve uma festa de criança em casa no dia anterior.” Reescrita proposta: “Você reconhece que teve uma festa de criança em casa no dia anterior.” Erro: "quem" e "que" têm funções diferentes. "Quem" refere-se a pessoa, "que" é conjunção. A frase original indica reconhecer a pessoa que teve a festa, a reescrita perde esse sentido. Incorreta. C) “Que respiração ofegante o senhor tem!” Reescrita proposta: “Que respiração ofegante o senhor têm!” Erro: "senhor" é terceira pessoa do singular, o verbo deve concordar no singular: "tem". "têm" é plural. Incorreta. D) “Foi de tanto me controlar para não esgoelar ninguém!” Reescrita proposta: “Foi de tanto controlar-me para não esgoelar ninguém!” Correção: Ambas as formas são corretas, pois o pronome pode vir antes ou depois do verbo no infinitivo. Sem erro ortográfico ou prejuízo semântico. Correta. E) “Já é noite, mas a festa ainda não acabou.” Reescrita proposta: “Já é noite, mais a festa ainda não acabou.” Erro: "mas" é conjunção adversativa correta; "mais" é advérbio de intensidade ou adição, não adequado aqui. Incorreta. Resposta correta: D) “Foi de tanto controlar-me para não esgoelar ninguém!”
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