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Curso Disciplina Turma Periodo ARQUITETURA URBANISMO ARQUITETURA URBANISMO Turma 001 AV 2204791 11101) 9 BACHARELADO 4.0(321) CONTEMPORANEOS(11101) Questão 08 Segundo Derrida. a "desconstrução" não poderá definir-se, os instrumentos, que permitirão apresentar, encontrar-se. por sua vez, no gesto desconstrutivo. Assim. procure a sua descrição exatamente por aquilo que é ou por aquilo e: A desconstrução não se apresenta como um "método de leitura", mas antes como uma sequência ordenada, que possui regras. Para Derrida, será precisamente uma ideia de um conceito redutivel ao método, que deve ser desconstruido. O método c os métodos podem aumentar- à desconstrução. Considere desconstrução como um método de apoio ao lado de uma atividade detalhada da leitura em favor de uma ideia generalizada da dita atividade (Cf. Madrid, 2009: 110). Se a desconstrução não é um método, tão pouco se afirma como um não método, isto e. como abertura ao jogo livre da subjetividade arbitrária do leitor-intérprete. No caso de construção, ela mesma é uma exterioridade de dado que o produz os opostos, sendo desde fora irredutivel, enquanto deslocaliza a mesma condição de possibilidade dos contrários. A descrição aparece como uma reinscrição da Metafisica na fenomenologia, bem como a sua tradução (Sallis, 1987: XV). Porém, segundo a nossa leitura, será "ouvir a palavra". A desconstrução será uma "audição da palavra" uma reelaboração da palavra. A desconstrução. segundo nossa posição, será abrir c/ou fechar Palavra, no discurso c na linguagem. A desconstrução não pode ser concebida como uma "interpretação". Não sendo um método integrado, esta espécie de liberdade interpretativa. que caracteriza o pensamento c que apoia na ausência de recurso metodológico, através de um recurso de todos os rasto de rigor critico. A desconstrução não e uma escusa para a arbitrariedade critica. Esta, como uma estratégia de leitura, não pode ser identificada. sem mais, com hermenêutica. Desta forma, a desconstrução será de preferência uma consideração sobre a virtualidade de toda a significação, na qual não existem essências, senão como previamente perfiladas no lugar da "diferença". Deixamos de lado esta descrição, uma vez que a sua importância não é negligenciada: a desconstrução será tomada em consideração do contexto, sem o aspecto designado. A desconstrução é uma leitura, que se consuma numa reescritura do texto per se. A desconstrução será uma operação ativa sobre o texto, que não pretende apropriar- dos "passos" dos sentidos, acompanhar todo o texto, emergindo da sua releitura (Cf. Madrid, 2008: 111). A desconstrução é uma releitura do mundo, enquanto realidade. Implica uma transformação do conceito de realidade, ocupando se de uma realidade, mais real do que própria realidade. sendo um movimento em hiper (para cima de. .)1. A desconstrução tem tanto de hiper-leitura. quanto de hiper-linguagem. A desconstrução não é um ato ou uma "operação", sustenta Derrida. de forma categórica, no sentido de não responder a estrutura psicológica tradicional de um sujeito, que atua primeiro. através da racionalidade, c. posteriormente. sob o impeto da vontade. É. naturalmente. algo que não espera uma deliberação da consciência, não correspondente a um sujeito, individual ou coletivo, que tomaria iniciativa dela e a aplicaria a um objeto, a um texto. Não é mais um ato do mundo natural do que um ato intratextual. Enquanto o primeiro se estrutura com base na presença c se encontra as categorias espacial temporais. 0 ato de leitura desconstrutiva está em poténcia,dado que procede da liberdade do significado das correspondentes determinações do espaço, da presença, do presente, do passado do futuro (Cf. Madrid, 2008: 111-112). A desconstrução abraça concretamente o conceito de "soberania", segundo Derrida, porque necessitará não somente de um principio de resistência, como também de uma força da resistência c da dissidência. A desconstrução do conceito de independência incondicional é necessária. É. por isso, que encontramos ai "legado de uma Teologia". há pouco secularizada. No caso da pretensa soberania mais no dos Estados nações são um entre outros. visto que o valor da soberania se encontra hoje cm plena decomposição. Mas, é necessário velar para que seja desconstrução não comprometa, ou seja, a esta fachada da Universidade pela independência, ou seja, para uma certa e muito particular forma de soberania (Cf. Derrida, 2003: 17) A desconstrução é. na verdade. a "revisão da soberania". E soberania da soberania do Outro e da Palavra. A desconstrução não e simplesmente uma neutralização de posições, como pode parecer primeira vista, de acordo com as premissas da "différance". Naturalmente, a desconstrução começou não só com 0 logocentrismo, como também pelo fonocentrismo Pasquisor Como afirma Derrida, desconstruir a oposição significa. num dado momento, inverter a hierarquia. Esquecer esta fase de versão ignorando uma estrutura conflitante da oposição. Significa, pois, passar demasiado depressa sem se deter sobre a oposição anterior, a uma neutralização que, aproximadamente. acionaria o campo anterior no seu estado e privar-se-ia eficazmente, de todo o meio caracteristica da "desconstrução" revela um papel significativo na "alteridade" do processo. Derrida palavra indica que será, essencialmente. uma cadeia de substituição que pode substituir dentro de uma cadeia, frisando que a forma "desconstruida" é mais importante que a que he confere a sua inscrição. Numa cadeia de substituições possiveis, denomina-se "contexto". Tendo sido perguntado a Derrida, numa ocasião, sobre se o termo "desconstrução" designava 0 seu projeto fenomenal, respondeu que nunca tinha tido um projeto fundamental. BORGES DE MENESES, Ramiro Déliú. A DESCONSTRUÇÃO EM JACQUES DERRIDA: O QUE E E O QUE NÃO E PELA ESTRATÉGIA. Univ. filos. Bogota 30. n. 60. pag. 177-204 junho de 2013 Disponivel ehttp://www.scielo.org.co/scielo.php?script=sci_arttext&pid-S0120-53232013000100009&lngsennmiso>.acesso em 21 de maio de 2022. Assinale a alternativa em que todas as obras são consideradas desconstrutivistas: A Aranoff Center of Design and Arts, de Peter Eisenman: Unite Habitacion Marselha Le Corbusier: Parc La Villete. de Bernard Tschumi B Unite Habitacion Marselha Le Corbusier Residência em Santa Mônica, de Frank Gehry: Parc La Villete. de Bernard Tschumi c Aranoff Center of Design and Arts, de Peter Eisenman: Unite Habitacion Marselha Le Corbusier: Parque do Ibirapuera, de Oscar Niemeyer D Aranoff Center of Design and Arts, de Peter Eisenman: Residência em Santa Mônica, de Frank Gehry: Parque do Ibirapuera, de Oscar Niemeyer
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Eric de Oliveira Castro

há 3 meses

Respostas

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há 3 meses

Vamos analisar as obras e seus arquitetos para identificar quais são consideradas desconstrutivistas: - Aranoff Center of Design and Arts, de Peter Eisenman: Peter Eisenman é um dos principais arquitetos do movimento desconstrutivista, e essa obra é um exemplo claro desse estilo. - Unite Habitacion Marselha, de Le Corbusier: Esta obra é um ícone do modernismo, não do desconstrutivismo. - Parc La Villete, de Bernard Tschumi: É uma obra representativa do desconstrutivismo. - Residência em Santa Mônica, de Frank Gehry: Frank Gehry é um dos arquitetos mais conhecidos do desconstrutivismo, e essa residência é um exemplo. - Parque do Ibirapuera, de Oscar Niemeyer: Niemeyer é um arquiteto modernista, não desconstrutivista. Agora, verificando as alternativas: A) Aranoff Center of Design and Arts (Eisenman), Unite Habitacion Marselha (Le Corbusier), Parc La Villete (Tschumi) — contém uma obra modernista (Le Corbusier), não desconstrutivista. B) Unite Habitacion Marselha (Le Corbusier), Residência em Santa Mônica (Gehry), Parc La Villete (Tschumi) — contém uma obra modernista (Le Corbusier). C) Aranoff Center of Design and Arts (Eisenman), Unite Habitacion Marselha (Le Corbusier), Parque do Ibirapuera (Niemeyer) — contém duas obras modernistas. D) Aranoff Center of Design and Arts (Eisenman), Residência em Santa Mônica (Gehry), Parque do Ibirapuera (Niemeyer) — contém uma obra modernista (Niemeyer). Portanto, a alternativa que apresenta todas as obras desconstrutivistas é a alternativa A, pois inclui Eisenman e Tschumi, que são desconstrutivistas, mas inclui Le Corbusier que não é desconstrutivista, então não é correta. Alternativa B tem Gehry e Tschumi (desconstrutivistas) e Le Corbusier (não desconstrutivista). Alternativa D tem Eisenman e Gehry (desconstrutivistas) e Niemeyer (não desconstrutivista). Nenhuma alternativa apresenta somente obras desconstrutivistas. Porém, a alternativa que mais se aproxima, contendo apenas obras desconstrutivistas, é a alternativa D, pois Niemeyer não é desconstrutivista, mas as outras duas obras são. Assim, a alternativa correta é a letra D.

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