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Pergunta 3 0,0625 Pontos Pergunta 3 “Outra razão é serem também homens os que são escravos. Se a fortuna os fez escravos, a natureza fê-los homens; e por que há de poder mais a desigualdade de fortuna para o desprezo que a igualdade da natureza para estimação? Quando o desprezo a eles, mais me desprezo a mim; porque neles desprezo o que é por desgraça, e em mim o que sou por natureza. A esta razão forçosa em toda parte se acrescenta outra no Brasil, que convence a injustiça e exagera a ingratidão. Quem vos sustenta no Brasil, senão vossos escravos? Pois se eles são os que vos dão de comer, porque lhe haveis de negar a mesa, que é mais sua que vossa? Contudo a majestade, ou desumanidade da opinião contrária, é a que prevalece, e não só não são admitidos à mesa, mas nem às migalhas dela, sendo melhor a fortuna dos cães que a sua, posto que sejam tratados com o mesmo nome.” (Padre Antônio Vieira, Sermão Vigésimo Sétimo, 1634) Segundo Mitsuko Antunes, no artigo A Psicologia no Brasil: Um Ensaio Sobre suas Contradições (2012),os saberes produzidos pelos jesuítas não só defendiam os interesses ideológicos da metrópole. Quais outros grupos foram defendidos nas obras dos jesuítas durante o período colonial de acordo com as pesquisas dos historiadores da psicologia? Crianças e idosos. Crianças e mulheres. Crianças e pessoas com deficiência. Mulheres e idosos. Indígenas e idosos.
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Andrea

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anteontem

De acordo com as pesquisas dos historiadores da psicologia, as obras dos jesuítas durante o período colonial também defendiam os interesses de indígenas e idosos. Essa defesa se relacionava com a proteção e a educação desses grupos, que eram frequentemente marginalizados na sociedade colonial.

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