A Escola Municipal Esperança oferece turmas de Educação de Jovens e Adultos no período noturno. A maior parte dos estudantes são trabalhadores que conciliam jornadas extensas com o retorno à vida escolar. Entre eles está Carlos, 42 anos, que interrompeu os estudos ainda no 6º ano para trabalhar e ajudar no sustento da família. Ele se matriculou na EJA com o objetivo de melhorar suas oportunidades profissionais e apoiar o desenvolvimento escolar dos filhos.
Apesar de demonstrar grande motivação inicial, Carlos tem enfrentado dificuldades para acompanhar conteúdos formais de Matemática e Língua Portuguesa apresentados de maneira tradicional, muitas vezes descontextualizados de sua realidade. Ele também relata cansaço físico após o trabalho e dificuldade em participar de atividades que se assemelham aos métodos utilizados quando estudava na adolescência.
Os professores, por sua vez, reconhecem o esforço dos estudantes, mas ainda adotam práticas centradas na transmissão de conteúdos, deixando em segundo plano experiências prévias, autonomia e interesses pessoais do público da EJA.
Diante desse cenário, a coordenação pedagógica busca estratégias formativas para que os docentes incorporem princípios no processo de ensino e aprendizagem que valorizem as vivências e as necessidades específicas dos jovens e adultos estudantes.
Com base na teoria andragógica, quais necessidades específicas de aprendizagem dos adultos devem ser consideradas no planejamento pedagógico da turma de Carlos?
Estudante, seu papel é analisar a situação e propor caminhos possíveis.
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anteontem
Tenho esse desafio pronto, pode chamar no Whats (11) 9 6673-9148.
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