Ed
há 2 meses
Para analisar essa questão, precisamos entender o que levou ao fracasso do serviço e qual a melhor prática preventiva que se alinha com a situação descrita. O problema mencionado envolve uma dependência não documentada entre uma aplicação legada e uma rota temporária antiga. Isso sugere que o conhecimento sobre essa dependência não estava acessível a todos os membros da equipe, o que indica uma falha na comunicação e na documentação. Vamos analisar as alternativas: a) É erro técnico puro: Foca em problemas de capacidade do enlace, que não é o cerne do problema descrito. b) É erro físico/tecnológico: Sugere que a mensagem não chegou, mas o problema é mais profundo do que isso, já que todos leram o comunicado. c) É barreira psicológica: Foca na ansiedade da equipe, mas isso não aborda a questão da falta de documentação e conhecimento tácito. d) É barreira cultural: Menciona a diferença de fuso, mas não é o principal fator que causou a falha. e) É barreira semântica e organizacional: Esta opção aborda diretamente a questão do conhecimento tácito restrito a poucos e a falta de documentação acessível. A prevenção sugerida, que inclui revisão cruzada e rotinas para tornar as dependências críticas explícitas, é a mais consistente com a natureza do problema. Portanto, a alternativa correta é: e. É barreira semântica e organizacional: conhecimento tácito ficou restrito a poucos, termos e relações causais não foram traduzidos em alerta acionável; a prevenção é instituir revisão cruzada e rotinas que tornem implícitas as dependências críticas (checklist de dependências, validação por pares, síntese com impactos e condições de rollback), além de converter saber tácito em documentação acessível.


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