Ed
há 2 meses
Analisando o quadro apresentado, a paciente apresenta oleosidade excessiva na região frontal e nasal, com queixas de comedões e sensação de ressecamento nas bochechas. Isso sugere um desequilíbrio no manto hidrolipídico, onde a pele pode estar tentando compensar a oleosidade com ressecamento em outras áreas. Vamos analisar as alternativas: a) Classificar a pele como oleosa, priorizar o controle sebáceo global e indicar produtos com ação detergente mais intensa, mesmo com possível alteração transitória do pH cutâneo. - Essa abordagem pode agravar o ressecamento nas áreas malar e zigomática, pois produtos detergentes intensos podem desregular ainda mais o pH e a barreira cutânea. b) Classificar a pele como alípica, suspendendo agentes queratolíticos e estimulando exclusivamente a reposição lipídica em toda a face. - Essa opção parece mais adequada, pois reconhece a necessidade de equilibrar a oleosidade e a hidratação, evitando o uso excessivo de produtos que podem causar mais ressecamento. c) Definir o biotipo cutâneo apenas - Essa opção é muito limitada e não aborda a necessidade de tratamento ou manejo da condição apresentada. Diante disso, a alternativa mais compatível com o quadro apresentado é: b) Classificar a pele como alípica, suspendendo agentes queratolíticos e estimulando exclusivamente a reposição lipídica em toda a face.


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