Em um seminário sobre as origens da conduta delitiva, um pesquisador defende que o comportamento criminoso resulta de anomalias físicas e biológicas, como forma craniana e estrutura corporal, o que explicaria a predisposição ao crime. Essa concepção se relaciona: (A) à teoria da anomia de Émile Durkheim, que explica o crime como resultado da ausência de normas sociais. (B) à Escola Positivista, cujos representantes, como Cesare Lombroso, acreditavam em causas naturais e hereditárias da criminalidade. (C) à Escola Clássica, que considerava o crime um ato racional e fruto do livre-arbítrio. (D) à teoria da associação diferencial de Sutherland, que enfatiza o aprendizado social do comportamento criminoso. (E) à teoria psicológica do desenvolvimento moral de Kohlberg, que associa o crime à ausência de empatia e maturidade moral.