Ed
há 2 meses
Vamos analisar as alternativas uma a uma para encontrar a crítica mais adequada à afirmação sobre o papel do Estado na formulação de políticas públicas. a) A crítica reside no fato de que o Estado, na verdade, é totalmente autônomo e imune a quaisquer pressões sociais, formulando políticas com base apenas na racionalidade técnica de seus burocratas. - Essa opção sugere que o Estado é completamente autônomo, o que não é uma visão aceita na maioria das teorias políticas contemporâneas, pois o Estado geralmente é influenciado por diversos fatores sociais. b) A principal falha da afirmação é não reconhecer que, na globalização, os governos perderam totalmente o papel central na formulação de políticas, que agora são definidas por organismos internacionais. - Essa crítica é válida, pois a globalização realmente trouxe novas dinâmicas que afetam a soberania dos Estados, mas não aborda diretamente a questão da neutralidade ou do papel do Estado em relação aos grupos de interesse. c) A afirmação está correta apenas para regimes não democráticos; em democracias, o Estado atua exclusivamente com base na vontade popular expressa nas eleições. - Essa opção simplifica demais a complexidade do papel do Estado em democracias, onde há múltiplos interesses em jogo, e não se pode afirmar que o Estado atua exclusivamente com base na vontade popular. d) A afirmação é precisa, pois o Estado não possui capacidade de iniciativa, limitando-se a responder às demandas externas, sejam elas de grupos. - Essa opção reforça a ideia de que o Estado é passivo, o que é uma crítica válida, mas não aborda a complexidade da atuação estatal. Após analisar as alternativas, a que melhor critica a afirmação original, considerando a complexidade da atuação do Estado em sociedades contemporâneas, é a b), pois reconhece a influência de organismos internacionais na formulação de políticas, especialmente em um contexto de globalização. Portanto, a resposta correta é: b) A principal falha da afirmação é não reconhecer que, na globalização, os governos perderam totalmente o papel central na formulação de políticas, que agora são definidas por organismos internacionais.
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