Uma escola de ensino fundamental pública, anos iniciais, recebe uma mãe de aluno com necessidades educacionais especiais que deseja efetuar a matrícula do filho. A diretora, no entanto, recusa-se a aceitá-lo, alegando que a escola não tem a obrigação de realizar essa matrícula. Diante da negativa, a mãe agenda uma reunião formal com a diretora, que ocorre na própria sala da gestão escolar. Após esse encontro, sentindo-se desamparada, a mãe procura um especialista em legislação escolar para orientá-la. O especialista, por sua vez, analisa a situação à luz da LDB e redige uma carta explicativa esclarecendo os direitos do aluno. A conduta ética do pedagogo deve ser pautada pela objetividade, tomando-se o devido cuidado ao emitir pareceres com base na legislação, evitando-se opiniões ou alegações sem a devida fundamentação legal.
Quais informações são indispensáveis em uma carta explicativa?