Ed
há 3 meses
Vamos analisar as alternativas uma a uma para identificar a correta sobre as ferramentas e estratégias para a construção do trabalho em rede, conforme mencionado por Rufino e Bonfim (2015). a) O vínculo permite que a pessoa em situação de rua veja os profissionais de segurança pública não como uma autoridade distante, mas como parte de uma rede de apoio, o que poderá dificultar o trabalho desses profissionais, que não serão mais respeitados pelas pessoas em situação de rua. - Esta afirmação parece contradizer a ideia de que o vínculo é positivo e fortalece a rede de apoio. b) Durante a escuta ativa das pessoas em situação de rua, pré-conceitos e histórias prévias de relação com essa população podem interferir na qualidade de escuta e nos direcionamentos técnicos. - Esta alternativa aborda um ponto importante sobre a escuta ativa e como preconceitos podem impactar a relação, o que é relevante para o trabalho em rede. c) Cada área (segurança pública, saúde e assistência social) deverá pensar individualmente em estratégias de cuidado dos seus trabalhadores, e o trabalho em rede poderá atrapalhar, pois um serviço/equipe não conhece o trabalho do outro. - Essa afirmação vai contra o conceito de trabalho em rede, que visa a colaboração entre diferentes áreas. d) É fundamental que exista um local específico de acolhimento, bem como profissionais especializados, geralmente da área de saúde, para escutar e direcionar as pessoas em situação. - Embora essa afirmação tenha um aspecto positivo, ela não aborda diretamente as ferramentas e estratégias para a construção do trabalho em rede. Após analisar as alternativas, a opção que melhor reflete a importância do compartilhamento de valores e objetivos e a construção do trabalho em rede é a b), pois reconhece a influência de preconceitos na escuta ativa, um aspecto crucial para a eficácia do trabalho em rede.
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