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Gestão de Pessoas

Biológicas / Saúde
Gestão de Pessoas Ler em voz alta A gestão de pessoas nas organizações tem evoluído de uma abordagem puramente operacional para um papel estratégico, reconhecendo que o capital humano é um diferencial competitivo. No entanto, o sucesso dessa transição depende crucialmente do alinhamento entre as políticas de RH e a atuação dos gestores de linha. Considerando a complexidade da relação entre a atuação do RH e o papel dos gestores na gestão estratégica de pessoas, assinale a alternativa que apresenta a inferência mais profunda e crítica sobre um potencial entrave à eficácia do "Employer Branding" e "Employee Experience" nas organizações, conforme o material. A A ausência de programas de treinamento contínuo para os colaboradores, embora impacte a produtividade, não é o fator mais crítico para o "Employer Branding", pois este é construído principalmente pela imagem externa da empresa. B A principal barreira para o "Employee Experience" reside na inadequação dos pacotes de benefícios oferecidos, pois a satisfação do colaborador é majoritariamente determinada por incentivos financeiros diretos. C A digitalização dos processos de gestão de pessoas e a automação, apesar de eficientes, podem desumanizar as relações de trabalho, comprometendo o "Employee Experience" se não houver um equilíbrio com as habilidades socioemocionais dos gestores. D A falha em alinhar as expectativas dos novos contratados com a realidade da cultura organizacional, evidenciada pela falta de um processo de "onboarding" robusto e acolhedor, é um entrave significativo para o "Employee Experience" e a retenção de talentos. E A dissonância entre o discurso da organização sobre seus valores (Employer Branding) e a prática diária vivenciada pelos colaboradores (Employee Experience), especialmente no relacionamento com as lideranças, é o fator mais prejudicial à construção de uma marca empregadora autêntica e à retenção de talentos.
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Diogo Alcantara

há 3 meses

Respostas

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há 3 meses

Vamos analisar cada uma das alternativas para identificar qual delas apresenta a inferência mais profunda e crítica sobre um potencial entrave à eficácia do "Employer Branding" e "Employee Experience": A) A ausência de programas de treinamento contínuo para os colaboradores, embora impacte a produtividade, não é o fator mais crítico para o "Employer Branding", pois este é construído principalmente pela imagem externa da empresa. - Essa afirmação minimiza a importância do desenvolvimento contínuo, que é crucial para a experiência do colaborador. B) A principal barreira para o "Employee Experience" reside na inadequação dos pacotes de benefícios oferecidos, pois a satisfação do colaborador é majoritariamente determinada por incentivos financeiros diretos. - Embora benefícios sejam importantes, essa visão é limitada e não abrange outros fatores que impactam a experiência do colaborador. C) A digitalização dos processos de gestão de pessoas e a automação, apesar de eficientes, podem desumanizar as relações de trabalho, comprometendo o "Employee Experience" se não houver um equilíbrio com as habilidades socioemocionais dos gestores. - Essa alternativa aborda um ponto crítico sobre a desumanização nas relações de trabalho, que pode afetar a experiência do colaborador. D) A falha em alinhar as expectativas dos novos contratados com a realidade da cultura organizacional, evidenciada pela falta de um processo de "onboarding" robusto e acolhedor, é um entrave significativo para o "Employee Experience" e a retenção de talentos. - Essa afirmação é relevante, pois um bom "onboarding" é fundamental para a integração e satisfação do colaborador. E) A dissonância entre o discurso da organização sobre seus valores (Employer Branding) e a prática diária vivenciada pelos colaboradores (Employee Experience), especialmente no relacionamento com as lideranças, é o fator mais prejudicial à construção de uma marca empregadora autêntica e à retenção de talentos. - Essa alternativa destaca um ponto crucial: a discrepância entre o que a empresa diz e o que realmente pratica pode minar a confiança e a satisfação dos colaboradores. Após analisar as opções, a alternativa que apresenta a inferência mais profunda e crítica sobre um potencial entrave à eficácia do "Employer Branding" e "Employee Experience" é: E. A dissonância entre o discurso da organização e a prática diária é um fator extremamente prejudicial.

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