A negociação envolve troca de informações, busca de interesses comuns e construção de soluções que atendam, ao menos parcialmente, às necessidades mútuas. É considerada um processo lógico, colaborativo e orientado ao entendimento. A negociação pode assumir formas competitivas ou cooperativas. A primeira ocorre quando uma parte busca maximizar seus ganhos, mesmo que isso prejudique a outra. Já a negociação cooperativa considera interesses de ambas as partes e procura expandir o valor da solução. Em ambientes organizacionais, a negociação cooperativa tende a ser mais adequada, pois preserva relações e estimula trabalho colaborativo. No entanto, a negociação também enfrenta desafios. Desconfiança, comunicações truncadas, diferenças culturais e rigidez de posições podem prejudicar o processo. Mery Marwan (2016) afirma que negociações eficazes dependem de compreensão das posições, mas sobretudo dos interesses subjacentes. Assim, perguntas poderosas e escuta ativa tornam-se ferramentas essenciais. No ambiente organizacional, líderes que negociam de forma estratégica podem prevenir escaladas de conflito. Problemas simples, se negligenciados, tornam-se tensões acumuladas. Por isso, a negociação deve ser integrada como uma competência cotidiana. Ela permite antecipar dificuldades, estabelecer acordos internos e promover tomada de decisões participativa. Quando a negociação não resulta em consenso, as organizações podem recorrer à mediação. Nesse contexto, a mediação não substitui a negociação, mas a complementa, oferecendo estrutura adicional quando o diálogo direto encontra limitações. Assim, compreender a diferença entre negociação e mediação é essencial para gestores que buscam estratégias adequadas de resolução de conflitos. O que diferencia a negociação cooperativa da negociação competitiva? Assinale a alternativa correta. Selecione uma alternativa: a) A negociação cooperativa distingue-se da competitiva porque, enquanto a primeira exige intervenção contínua de um mediador profissional para garantir imparcialidade,