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Observe este gráfico: N (Presas) N (Predadores) 100 1,0 80 Presas 0,8 Predadores 60 0,6 40 0,4 20 0,2 0 0 8 16 24 32 40 Geração Fonte: PINTO-COELHO, Ricardo Motta. Fundamentos em Ecologia, Artmed, Porto Alegre, 2007. Ele mostra as oscilações da quantidade de predador e de presa ao longo do tempo.
Seus dados indicam que:
a. A densidade do predador depende da densidade da presa, indicando flexibilidade das populações e tendência no sentido de equilíbrio delas.
b. O número de predadores é semelhante ao número de presas.
c. Como é de se esperar, há sempre mais presas do que predadores, caso contrário, haveria desequilíbrio na comunidade.
d. A densidade da presa independe da densidade do predador, e o inverso também é verdadeiro, visto o crescimento logístico das populações.
e. O predador deve evoluir no sentido de aproveitar melhor a disponibilidade de presa ao longo das gerações.
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Questões Para a Compreensão

há 3 meses

Respostas

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há 3 meses

Para analisar a questão, precisamos considerar a relação entre presas e predadores, que geralmente apresenta um padrão de oscilações. Quando a população de presas aumenta, a população de predadores também tende a aumentar, pois há mais alimento disponível. Isso indica uma interdependência entre as duas populações. Vamos analisar as alternativas: a) A densidade do predador depende da densidade da presa, indicando flexibilidade das populações e tendência no sentido de equilíbrio delas. - Esta opção está correta, pois reflete a relação de dependência entre as populações de presas e predadores. b) O número de predadores é semelhante ao número de presas. - Isso não é necessariamente verdade, pois as populações podem oscilar de maneiras diferentes. c) Como é de se esperar, há sempre mais presas do que predadores, caso contrário, haveria desequilíbrio na comunidade. - Embora geralmente haja mais presas do que predadores, essa afirmação não é uma regra absoluta e não reflete a dinâmica apresentada no gráfico. d) A densidade da presa independe da densidade do predador, e o inverso também é verdadeiro, visto o crescimento logístico das populações. - Esta opção está incorreta, pois contradiz a relação de dependência entre as populações. e) O predador deve evoluir no sentido de aproveitar melhor a disponibilidade de presa ao longo das gerações. - Embora isso possa ser verdade em um contexto evolutivo, não é uma conclusão direta a partir do gráfico apresentado. Portanto, a alternativa correta é: a) A densidade do predador depende da densidade da presa, indicando flexibilidade das populações e tendência no sentido de equilíbrio delas.

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Leia texto a seguir. "Os derrames e sills básicos da Formação Serra Geral da Bacia do Paraná representam um dos mais volumosos vulcanismos continentais do planeta, com uma área superior a 1.200.000 abrangendo regiões do sul e centro-oeste do Brasil e do Paraguai, Uruguai, Argentina e também uma contraparte na África, áreas hoje separadas pelo oceano atlântico. Os derrames foram gerados entre 133 e 129 M.A., sendo constituídos notadamente por lavas basálticas. Em certos locais, os derrames sucessivos de lavas basálticas possuem centenas de metros de espessura, fato verificado na região central da Bacia do Paraná, onde uma perfuração atravessou 1.700 m de basaltos (Presidente Epitácio, SP)."
A partir da leitura do texto e com base em seus conhecimentos, pode-se afirmar:
a. Por conta da resistência dessas rochas ao intemperismo e a erosão, não existe vegetação que a recubra, de modo que sua superfície permaneça exposta desde evento descrito no texto.
b. Os derrames ocorridos no Cretáceo são fundamentais para explicar a ocorrência de solos mais profundos na bacia amazônica e geram áreas bastante férteis.
c. Não se pode fazer uma relação direta entre esse evento ocorrido há aproximadamente 130 M.A., pois a distribuição de espécies, biomas e ecótonos não obedece a ambientes pretéritos.
d. São essas formações geológicas que explicam a ocorrência de araucárias no sul de Minas Gerais, oeste fluminense e leste paulista, pois promovem altitudes capazes de abrigar essa formação.
e. As áreas descritas no texto são importantes para determinar a distribuição espacial da mata de araucárias, porém não o único fator que explica sua abrangência.

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