Ed
há 3 meses
Vamos analisar cada uma das alternativas apresentadas em relação à política externa independente do Brasil no contexto pós-Guerra Fria: 1. A proposição de uma política externa menos vinculada aos americanos aproximou o Brasil da América Latina, tornando essa região a zona principal da PEB. - Esta afirmação é verdadeira, pois a política externa independente buscou fortalecer laços com a América Latina. 2. A proposição de uma política externa menos vinculada aumentou o relevo do Brasil na África, compensando, para as nações africanas, a relativa ausência dos países europeus no continente africano do pós-Guerra Fria. - Embora o Brasil tenha buscado aumentar sua presença na África, essa afirmação pode ser considerada um pouco exagerada em relação ao impacto real. 3. A política externa menos vinculada às grandes potências logrou produzir mais contratos comerciais com a Europa e os EUA. - Essa afirmação não é necessariamente verdadeira, pois a política externa independente buscava diversificar as relações, mas não necessariamente resultou em mais contratos com essas potências. 4. A visão multilateral da política externa menos vinculada às potências ajudou na melhoria das relações com os EUA. - Essa afirmação é contraditória, pois uma política externa menos vinculada tende a gerar tensões com as potências, incluindo os EUA. 5. Essa perspectiva, não alinhada aos interesses hegemônicos, colocou a diplomacia brasileira em algumas situações com pouca margem de manobra em face dos interesses mais poderosos, como caso em relação à independência das colônias portuguesas e apartheid sul-africano. - Esta afirmação é verdadeira, pois a política externa independente realmente trouxe desafios e limitações em algumas situações. Após essa análise, a alternativa que melhor reflete a realidade da política externa independente do Brasil no pós-Guerra Fria é a primeira: "A proposição de uma política externa menos vinculada aos americanos aproximou o Brasil da América Latina, tornando essa região a zona principal da PEB."
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