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A importância dos primeiros anos de vida para o desenvolvimento da criança e, especialmente, da linguagem exige que o diagnóstico da deficiência auditiva seja realizado o mais cedo possível, preferencialmente antes dos seis meses de vida. Conhecer os indicadores referentes a alterações de audição na infância contribui para o desenvolvimento das ações de promoção de saúde e prevenção de agravos, além de possibilitar a realização de diagnósticos mais precoces.
Sobre os indicadores de risco para perda auditiva em neonatos, analise as afirmativas a seguir.
I. História familiar de deficiência auditiva hereditária na infância; infecções intrauterinas (rubeola, sífilis, toxoplasmose, citomegalovírus, herpes); ventilação mecânica por cinco dias ou mais; achados sindrômicos associados à deficiência auditiva sensorioneural e/ou condutiva.
II. Peso ao nascer inferior a 1000 g; hiperbilirrubinemia a níveis que exijam exsanguíneo transfusão; medicação ototóxica; meningite viral e bacteriana; apgar de 0-5 no primeiro minuto e 0-7 no quinto minuto.
III. Anormalidades craniofaciais, incluindo as do pavilhão auricular (malformações, alterações de implantação), presença de apêndices, fístulas e colobomas pré-auriculares e alterações do conduto auditivo externo.
IV. Traumatismo cranioencefálico associado à perda de consciência ou fratura de crânio; otite média recorrente; icterícia; preocupação dos pais em relação à audição e desenvolvimento da linguagem; exposição a ruídos acima de 90 dB.
A) I e II.
B) I e III.
C) II e III.
D) I, II e III.
E) II, III e IV.
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há 2 meses

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há 2 meses

Vamos analisar cada afirmativa sobre os indicadores de risco para perda auditiva em neonatos: I. História familiar de deficiência auditiva hereditária na infância; infecções intrauterinas (rubeola, sífilis, toxoplasmose, citomegalovírus, herpes); ventilação mecânica por cinco dias ou mais; achados sindrômicos associados à deficiência auditiva sensorioneural e/ou condutiva. Verdadeiro, todos esses fatores são reconhecidos como indicadores de risco para perda auditiva. II. Peso ao nascer inferior a 1000 g; hiperbilirrubinemia a níveis que exijam exsanguíneo transfusão; medicação ototóxica; meningite viral e bacteriana; apgar de 0-5 no primeiro minuto e 0-7 no quinto minuto. Verdadeiro, todos esses fatores também são considerados indicadores de risco para perda auditiva. III. Anormalidades craniofaciais, incluindo as do pavilhão auricular (malformações, alterações de implantação), presença de apêndices, fístulas e colobomas pré-auriculares e alterações do conduto auditivo externo. Verdadeiro, essas anormalidades são reconhecidas como indicadores de risco. IV. Traumatismo cranioencefálico associado à perda de consciência ou fratura de crânio; otite média recorrente; icterícia; preocupação dos pais em relação à audição e desenvolvimento da linguagem; exposição a ruídos acima de 90 dB. Verdadeiro, todos esses fatores também são considerados indicadores de risco. Agora, vamos verificar as alternativas: A) I e II. (Corretas) B) I e III. (Corretas) C) II e III. (Corretas) D) I, II e III. (Corretas) E) II, III e IV. (Corretas) Como todos os itens I, II, III e IV são verdadeiros, a alternativa que contém todos os itens verdadeiros é a D) I, II e III.

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