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Em artigo de opinião publicado no Jornal Folha de São Paulo, em 9 de março de 2016, intitulado “Muito além dos Jardins do TCE”, o presidente – na ocasião – do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP), conselheiro Dimas Ramalho, afirma: “Equivoca-se quem considera nosso trabalho um mero imperativo burocrático de controle de orçamentos e licitações. Os serviços que prestamos representam uma análise precisa das políticas públicas, o que nos dá a honrosa missão de zelar pelos direitos mais fundamentais. Só avançaremos nesse sentido, porém, se formos além de critérios formais. (...). A evolução técnica que impulsionamos também precisa vir acompanhada do reconhecimento do TCE-SP como instituição acessível. Cabe a nós trabalhar para que o cidadão se sinta legitimado a ser o fiscal em última instância. Com esse propósito, o tribunal ampliará os canais da ouvidoria, simplificará a linguagem em suas ações de comunicação e continuará transmitindo suas sessões pela internet.”
Essa passagem desvela duas tendências da Nova Gestão Pública para a função de controle exercida pelos Tribunais de Contas (TCs) no Brasil, quais sejam:
(A) o crescimento da avaliação dos resultados das ações governamentais e a implantação de instituições participativas informais de controle externo extrainstitucional.
(B) a adoção da auditoria de gestão que analisa a conformidade dos atos da administração com a legislação e a complementação entre o controle interno e o externo.
(C) a emissão de pareceres extraformais sobre a adequação e regularidade da gestão pública e a transparência passiva e inteligibilidade para a população da fiscalização realizada pelos TCs.
(D) a institucionalização da auditoria operacional na fiscalização da gestão pública e o acercamento entre o controle externo dos TCs e o controle social levado a cabo pela sociedade civil.
(E) a mensuração do desempenho das políticas públicas e a responsabilização da sociedade civil pela desburocratização e melhoria dos processos de controle externo na gestão pública.
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há 3 meses

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há 3 meses

Para responder à questão, precisamos analisar as tendências da Nova Gestão Pública mencionadas no artigo de opinião do conselheiro Dimas Ramalho. O texto destaca a importância de uma análise precisa das políticas públicas, a acessibilidade do TCE-SP e a participação do cidadão como fiscal. Vamos analisar as alternativas: (A) O crescimento da avaliação dos resultados das ações governamentais e a implantação de instituições participativas informais de controle externo extrainstitucional. - Esta alternativa se alinha com a ideia de avaliação de resultados e participação do cidadão. (B) A adoção da auditoria de gestão que analisa a conformidade dos atos da administração com a legislação e a complementação entre o controle interno e o externo. - Embora relevante, não aborda diretamente a participação do cidadão. (C) A emissão de pareceres extraformais sobre a adequação e regularidade da gestão pública e a transparência passiva e inteligibilidade para a população da fiscalização realizada pelos TCs. - Esta alternativa menciona a transparência, mas não enfatiza a participação ativa do cidadão. (D) A institucionalização da auditoria operacional na fiscalização da gestão pública e o acercamento entre o controle externo dos TCs e o controle social levado a cabo pela sociedade civil. - Esta alternativa destaca a auditoria operacional e a relação com o controle social, o que se alinha com a ideia de participação cidadã. (E) A mensuração do desempenho das políticas públicas e a responsabilização da sociedade civil pela desburocratização e melhoria dos processos de controle externo na gestão pública. - Embora mencione a mensuração, não enfatiza a participação do cidadão de forma clara. Após essa análise, as duas tendências que melhor refletem o que foi expresso no artigo são: (A) e (D), pois ambas abordam a avaliação de resultados e a participação do cidadão no controle. Entretanto, se tivermos que escolher apenas uma alternativa que melhor sintetize as ideias do texto, a alternativa (D) parece ser a mais adequada, pois menciona diretamente a relação entre o controle externo dos TCs e o controle social, que é um ponto central na fala do conselheiro. Portanto, a resposta correta é: (D) a institucionalização da auditoria operacional na fiscalização da gestão pública e o acercamento entre o controle externo dos TCs e o controle social levado a cabo pela sociedade civil.

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