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A conduta de exigir, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida, quando praticada por funcionário público, caracteriza o crime de
(A) excesso de exação.
(B) corrupção passiva.
(C) prevaricação.
(D) concussão.
(E) peculato.
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Progresso com Exercícios

há 3 meses

Respostas

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há 3 meses

Vamos analisar as alternativas em relação à descrição do crime mencionado: A conduta descrita refere-se a um funcionário público que exige vantagem indevida em razão de sua função, mesmo que fora dela ou antes de assumi-la. (A) Excesso de exação - Refere-se a exigir tributo ou contribuição em quantia maior do que a devida, não se encaixa na descrição. (B) Corrupção passiva - Envolve receber vantagem indevida em razão da função, mas a descrição fala sobre exigir, o que não se encaixa aqui. (C) Prevaricação - Ocorre quando o funcionário público retarda ou deixa de praticar ato de ofício, não se aplica à exigência de vantagem. (D) Concussão - É a conduta de exigir, para si ou para outrem, vantagem indevida, o que se encaixa perfeitamente na descrição. (E) Peculato - Refere-se à apropriação de bens públicos, não se relaciona com a exigência de vantagem. Portanto, a alternativa correta é: (D) concussão.

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