Ed
há 8 meses
No caso apresentado, a adoção pode, sim, ser concretizada mesmo após a morte do adotante, desde que ele tenha manifestado sua vontade de adotar de forma inequívoca e iniciado o procedimento judicial. O artigo 1.618 do Código Civil Brasileiro prevê que a morte do adotante não impede a continuidade do processo de adoção, desde que já tenha sido demonstrada a intenção de adotar e iniciado o trâmite legal. Assim, o juiz poderá decidir pela adoção, considerando o melhor interesse da criança.
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