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O ensino de Língua Portuguesa, como segunda língua compõe o atendimento educacional especializado para estudantes surdos. Nesta perspectiva, segundo Alves, Ferreira e Damázio (2010, p. 18-19) a sala de recursos para esse atendimento deverá ser organizada didaticamente, respeitando alguns princípios.
a. Realizado todos os dias, para alunos com surdez, no mesmo horário das aulas comuns, por um professor de Língua Portuguesa, graduado nesta área, preferencialmente.
b. Realizado todos os dias, para alunos ouvintes, à parte das aulas comuns, por um professor de Língua Portuguesa, graduado nesta área, preferencialmente.
C. Realizado todos os dias, para alunos com surdez, à parte das aulas comuns, por um professor de Língua Portuguesa, graduado nesta área, preferencialmente.
d. Realizado todos os dias, para alunos ouvintes e com surdez, à parte das aulas comuns, por um professor de Língua Portuguesa, graduado nesta área, preferencialmente.
e. Realizado esporadicamente, para alunos com surdez, à parte das aulas comuns, por um professor de Língua Portuguesa, graduado nesta área, preferencialmente.
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Para responder a essa questão, precisamos considerar os princípios do atendimento educacional especializado para estudantes surdos, conforme mencionado na descrição. O ensino de Língua Portuguesa como segunda língua deve ser estruturado de forma a atender as necessidades específicas desses alunos. Analisando as alternativas: a) Realizado todos os dias, para alunos com surdez, no mesmo horário das aulas comuns, por um professor de Língua Portuguesa, graduado nesta área, preferencialmente. - Essa opção sugere que as aulas ocorram no mesmo horário das aulas comuns, o que pode não ser ideal para um atendimento especializado. b) Realizado todos os dias, para alunos ouvintes, à parte das aulas comuns, por um professor de Língua Portuguesa, graduado nesta área, preferencialmente. - Esta opção não atende ao foco no ensino para alunos surdos. c) Realizado todos os dias, para alunos com surdez, à parte das aulas comuns, por um professor de Língua Portuguesa, graduado nesta área, preferencialmente. - Esta opção parece adequada, pois enfatiza a necessidade de um atendimento separado e diário para alunos surdos. d) Realizado todos os dias, para alunos ouvintes e com surdez, à parte das aulas comuns, por um professor de Língua Portuguesa, graduado nesta área, preferencialmente. - Embora inclua alunos surdos, a inclusão de alunos ouvintes pode não ser o foco principal do atendimento especializado. e) Realizado esporadicamente, para alunos com surdez, à parte das aulas comuns, por um professor de Língua Portuguesa, graduado nesta área, preferencialmente. - A abordagem esporádica não é ideal para um ensino eficaz. A alternativa que melhor se alinha com os princípios do atendimento educacional especializado para estudantes surdos é: c) Realizado todos os dias, para alunos com surdez, à parte das aulas comuns, por um professor de Língua Portuguesa, graduado nesta área, preferencialmente.

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A determinação ouvintista ocorrida em Milão em 1880, atingiu a educação dos surdos brasileiros, resultando na: a. Alavanca para o desenvolvimento educacional dos surdos. b. Proibição do método oral. c. Proibição da língua de sinais. d. Garantir ensino bilíngue aos surdos nas escolas. e. Aceitação da língua de sinais.

As ações do professor de AEE devem ser baseadas: a. Na organização hierárquica e departamentalizada. b. Somente com a participação da família. c. Nas ações segregacionistas. d. Na articulação coletiva do trabalho pedagógico. e. No trabalho docente individualizado.

Marque a alternativa correta. No passado, antes do Cristianismo, os surdos eram considerados pelas suas famílias: a. Uma bênção, um presente, seres capazes de aprender e viver em sociedade. b. Todas as alternativas estão corretas. c. Um ser humano igual a todos os outros, portanto, precisavam de Deus. d. Pessoas com dificuldades, porém, capazes de aprender. e. Deficientes ou pessoas com defeito, não eram considerados seres competentes e sim inferiores.

De acordo com Goldfeld (1997, p. 108), duas metodologias na educação dos surdos foram legalmente descartadas, mas não excluídas: a. Oralismo e a Libras. b. Oralismo e Comunicação total. c. Nenhuma das alternativas acima. d. Oralismo e a Pedagogia da diferença. e. Oralismo e Bilinguismo.

O Decreto 5.626/2005 que regulamenta a Lei 10.436/2002 estabelece os seguintes itens: a. Nenhuma das alternativas. b. Estruturas físicas adaptadas; Profissionais capacitados; Ensino e aprendizagem de acordo com a especificidade de cada aluno. c. Acesso e a convivência aos sistemas sociais gerais; Educação; Trabalho; Família e lazer; O estar juntos, a troca de experiências sociais e culturais. d. Libras disciplina curricular; Formação do professor e do instrutor de Libras; Uso e a difusão da Libras e da Língua Portuguesa; Formação do tradutor e intérprete de Libras – Língua Portuguesa. Garantia do direito à educação; Garantia do direito à saúde; Apoio ao uso e difusão da Libras. e. Currículos; Métodos; Técnicas; Recursos educativos; Organização específica.

A Lei 10.436 de 24 de abril de 2002, oficializa a Língua de Sinais como língua de uso comunicativo e de expressão dos sujeitos surdos. A Libras é reconhecida como: a. Meio legal de comunicação e expressão e outros recursos de expressão a ela associados. b. Linguagem em que o sistema linguístico não é de natureza visual-motora e não apresenta estrutura gramatical própria. c. Meio legal de comunicação primitiva. d. Meio legal de observar a língua de sinais. e. Forma de comunicação e expressão em que o sistema linguístico não é de natureza visual-motora e apresenta estrutura gramatical imprópria.

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