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O que constitui o fato do princípe?
a. Ato geral por parte do Estado positivo ou negativo, imprevisto ou imprevisível, que incide direta ou indiretamente nos contratos, onerando-os.
b. São as cláusulas que ensejam enriquecimento e prejuízo inesperado e injusto por um dos contratantes.
c. São as cláusulas onerosas de um contrato.
d. É o fato coberto nos riscos do contrato.
e. Evento da natureza, inevitável e imprevisível, que impossibilita que o contrato seja cumprido conforme pactuado.
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Para responder à sua pergunta sobre o que constitui o fato do príncipe, vamos analisar as alternativas: a) Ato geral por parte do Estado positivo ou negativo, imprevisto ou imprevisível, que incide direta ou indiretamente nos contratos, onerando-os. - Esta opção descreve bem o conceito de fato do príncipe, que se refere a ações do Estado que impactam contratos. b) São as cláusulas que ensejam enriquecimento e prejuízo inesperado e injusto por um dos contratantes. - Esta opção não se refere diretamente ao fato do príncipe, mas sim a questões de enriquecimento sem causa. c) São as cláusulas onerosas de um contrato. - Esta opção não aborda o conceito de fato do príncipe. d) É o fato coberto nos riscos do contrato. - Esta opção não se relaciona diretamente com o fato do príncipe, que envolve intervenções externas. e) Evento da natureza, inevitável e imprevisível, que impossibilita que o contrato seja cumprido conforme pactuado. - Esta opção se refere mais a força maior do que ao fato do príncipe. Diante da análise, a alternativa correta que melhor define o fato do príncipe é: a) Ato geral por parte do Estado positivo ou negativo, imprevisto ou imprevisível, que incide direta ou indiretamente nos contratos, onerando-os.

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Gregor, interessado em comprar um carro, procura Olenna, que estava vendendo o veículo ideal para suas necessidades. Após negociações preliminares, Olenna e Gregor acertam a efetivação do contrato para o dia seguinte, ocasião na qual Gregor pagará parte do valor à vista, parcelando os valores restantes, e Olenna lhe entregará o bem. No dia combinado, porém, Olenna desiste de efetivar a venda, alegando que descobriu que Gregor tem restrições no SPC e na Serasa, sendo conhecido na praça como mal pagador. Indignado, Gregor ajuíza ação de indenização contra Olenna, alegando responsabilidade civil pré-contratual.
Qual o possível resultado dessa demanda e seu respectivo embasamento jurídico?
a. Quem deve ser civilmente responsabilizado com base na responsabilidade civil pré-contratual é Gregor, que agiu de má-fé gerando prejuízos a Olenna, motivo pelo qual a demanda será improcedente.
b. Olenna agiu com responsabilidade civil pré-contratual, pois gerou expectativa de contratar em Gregor, motivo pelo qual a demanda será procedente.
c. Olenna agiu com responsabilidade civil contratual, pois o pacto já havia sido firmado quando ela se recusou a entregar o bem, motivo pelo qual a demanda será procedente.
d. Olenna não agiu com responsabilidade civil pré-contratual, já que sua recusa em pactuar foi motivada, motivo pelo qual a demanda será improcedente.
e. Olenna não agiu com responsabilidade civil pré-contratual, pois ninguém é obrigado a contratar, ainda que haja expectativa entre as partes, motivo pelo qual a demanda será improcedente.

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