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Quais os principais fatos que concorreram para a quebra da relativa unidade linguística romana?
O fato de o império romano ter se dividido em duas partes.
A invasão dos bárbaros e dos árabes.
A resistência celta.
A invasão germânica.
O fato de haver muitos escravos no império romano.
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A quebra da unidade linguística romana foi influenciada por diversos fatores, entre os quais se destacam: 1. Divisão do Império Romano: A divisão em Império Romano do Ocidente e Império Romano do Oriente (ou Bizantino) levou ao desenvolvimento de diferentes dialetos e línguas. 2. Invasões Bárbaras: As invasões de povos germânicos e outros grupos bárbaros resultaram na fragmentação do território e na mistura de línguas, contribuindo para a formação de novas línguas. 3. Invasão Árabe: A conquista árabe de partes do Império Romano, especialmente no século VII, trouxe influências linguísticas que também impactaram a língua falada nas regiões conquistadas. 4. Resistência Celta: Em algumas regiões, a resistência celta e a manutenção de suas línguas locais contribuíram para a diversidade linguística. 5. Invasão Germânica: A presença e a influência dos povos germânicos, que falavam línguas diferentes do latim, também ajudaram a diversificar o panorama linguístico. 6. Diversidade Social: A presença de muitos escravos e a mistura de culturas e línguas dentro do império também contribuíram para a fragmentação da unidade linguística. Esses fatores, entre outros, levaram ao surgimento das línguas românicas a partir do latim vulgar, resultando na diversidade linguística que conhecemos hoje.

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A língua portuguesa atual, falada em oito países e três continentes, é:
Uma língua neolatina porque como o espanhol, o grego, o francês, o italiano e o romeno provém do latim levado à Península Ibérica pelos romanos.
O resultado de uma evolução orgânica do latim vulgar levado à Península Ibérica por colonos romanos no século III a.C., com influências menores de outros idiomas.
Uma língua que se formou a partir do galego-português, o idioma do povo que habitava a Península Ibérica na Antiguidade.
Um idioma originário do latim clássico, a língua falada no Império Romano, levado à Península Ibérica no século III antes da Era de Cristo.
O resultado de uma mistura de várias línguas - inglês, grego, francês, espanhol, italiano - a partir da matriz herdada do latim vulgar falado pelos romanos.

Pode-se caracterizar romance, ou romanço como:
Língua da fase intermediária entre o latim vulgar e o galego-português;
Era uma língua eminentemente escrita e usada apenas pelos romanos.
Era uma língua falada, dominada por todo o povo de Roma.
Era a língua falada na Península Ibérica antes da chegada dos romanos.
Era o modo de vida dos romanos que foram habitar a Península Ibérica.

A história do português está diretamente ligada ao Império Romano, que se instalou, também, na Península Ibérica onde, séculos depois, formar-se-ia Portugal e, assim, a língua que herdamos.
O que levou os Romanos até aquela ponta da Europa, a Península Ibérica, no século III a. C.?
A vontade de expandir o seu Império por aquela região, que era muito importante por ser densamente povoada.
O intuito de ensinar a sua língua, o latim clássico, aos colonos e habitantes de diversas regiões do Império.
O impulso de levar a Religião Católica Apostólica Romana a todos as regiões e pessoas do planeta Terra.
O desejo de conquistar aquela importante região e, assim, conseguir um acesso ao Mar Mediterrâneo.
A necessidade de impedir o avanço dos cartagineses, conquistadores rivais, que pretendiam dominar aquela região.

O português é o latim hoje, derivado do tempo e no espaço. porque A estrutura sintática e 80% do léxico da língua portuguesa foram herdados do antigo idioma do Império Romano. Sobre essas duas afirmativas, pode-se dizer com certeza que:
Somente a primeira afirmativa está correta.
As duas afirmativas estão incorretas.
As duas afirmativas estão corretas e a segunda justifica a primeira.
As duas afirmativas estão corretas e a primeira justifica a segunda.
Somente a segunda afirmativa está correta.

A evolução histórica do nosso sistema gramatical, através do tempo, remontando ao latim vulgar da Península Ibérica e às inovações introduzidas pelo português arcaico (séculos XII ao XVI), até chegar ao português moderno constitui um estudo de caráter:
morfológico
sintático
estilístico
diacrônico
sincrônico

A invasão dos Bárbaros, no século V, foi o principal fator da quebra da relação entre Roma e suas províncias. Dentre suas ações, destacam-se a quebra da unidade lingüística, o desaparecimento de escolas e a extinção da organização comercial. Apesar disso, abraçaram a cultura dos conquistados, deixando assim a língua latina sobreviver, trazendo apenas pequenas contribuições ao léxico. Essa situação pode ser entendida como:
Adstrato;
Crioulo;
Pidgin;
Superestrato;
Substrato;