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Com relação ao regime jurídico dos servidores públicos, é inovação introduzida pela Emenda Constitucional n.0 19/98 (Reforma Administrativa):

a) vedação da acumulação remunerada de cargos, empregos e funções públicas
b) obrigatoriedade de instituição de regime jurídico único e planos de carreira para os servidores da administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios
c) estabilidade após 3 (três) anos de efetivo exercício para os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público
d) exigência de concurso público de provas ou de provas e títulos para a investidura em cargo público efetivo
e) perda de cargo público em virtude de processo administrativo ou de sentença judicial transitada em julgado
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Tópicos de Análise e Desenvolvimento de Sistemas

ano passado

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ano passado

Vamos analisar as alternativas em relação à Emenda Constitucional nº 19/98, que trouxe diversas inovações ao regime jurídico dos servidores públicos. a) Vedação da acumulação remunerada de cargos, empregos e funções públicas - Essa vedação já existia antes da emenda, portanto não é uma inovação. b) Obrigatoriedade de instituição de regime jurídico único e planos de carreira para os servidores da administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios - Essa é uma inovação importante trazida pela emenda. c) Estabilidade após 3 (três) anos de efetivo exercício para os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público - A estabilidade já existia, mas a emenda trouxe a previsão de um período de experiência. d) Exigência de concurso público de provas ou de provas e títulos para a investidura em cargo público efetivo - Essa exigência também já era uma norma anterior. e) Perda de cargo público em virtude de processo administrativo ou de sentença judicial transitada em julgado - Essa previsão já existia antes da emenda. Diante da análise, a alternativa que apresenta uma inovação introduzida pela Emenda Constitucional nº 19/98 é: b) obrigatoriedade de instituição de regime jurídico único e planos de carreira para os servidores da administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

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A questão de n.0 06 refere-se ao texto abaixo, do poeta Mário Quintana: NÃO DESPERTEMOS O LEITOR Os leitores são, por natureza, dorminhocos. Gostam de ler dormindo. Autor que os queira conservar não deve ministrar-lhes o mínimo susto. Apenas as eternas frases feitas. “A vida é um fardo” – isto, por exemplo, pode-se repetir sempre. E acrescentar impunemente: “disse Bias”. Bias não faz mal a ninguém, como aliás os outros seis sábios da Grécia, pois todos os sete, como há vinte séculos já se queixava Plutarco, eram uns verdadeiros chatos. Isto para ele, Plutarco. Mas, para o grego comum da época, deviam ser a delícia e a tábua de salvação das conversas. Pois não é mesmo tão bom falar e pensar sem esforço? O lugar-comum é a base da sociedade, a sua política, a sua filosofia, a segurança das instituições. Ninguém é levado a sério com idéias originais. Já não é a primeira vez, por exemplo, que um figurão qualquer declara em entrevista: “O Brasil não fugirá ao seu destino histórico!” O êxito da tirada, a julgar pelo destaque que lhe dá a imprensa, é sempre infalível, embora o leitor semidesperto possa desconfiar que isso não quer dizer coisa alguma, pois nada foge mesmo ao seu destino histórico, seja um Império que desaba ou uma barata esmagada. O texto, ao mesmo tempo bem-humorado e amargo, de Mário Quintana, apresenta seus nexos a partir da seguinte ideia básica:

a) Os leitores no Brasil são em regra acomodados e afeitos a lugares-comuns, o que justifica uma literatura convencional e bacharelesca.
b) Os escritores no Brasil têm o dever de se conformar aos padrões ideológicos e expressivos dominantes no nosso bacharelismo, ajudando a assegurar a continuidade do nosso status quo.
c) O poder no Brasil é exercido de forma anacrônica e conservadora, traduzindo-se culturalmente em preguiçoso bacharelismo literário.
d) O Brasil tem uma sociedade estável e, no fundamental, bem estruturada, propiciando uma literatura e uma cultura em que o lugar-comum não se torna vicioso, pois é expressão de um consenso ideológico mais geral.

Escolha a alternativa em que o texto (extraído de Infância, de Graciliano Ramos) é apresentado com a pontuação adequada, conferindo sentido ao trecho.

a) Minha mãe lia devagar, numa toada inexpressiva fazendo pausas absurdas engolindo vírgulas, e pontos, abolindo esdrúxulas, alongando ou encurtando as palavras. Não compreendia bem o sentido delas. E com tal prosódia e tal pontuação os textos mais simples se obscureciam.
b) Minha mãe lia devagar, numa toada inexpressiva, fazendo pausas absurdas, engolindo vírgulas e pontos, abolindo esdrúxulas, alongando ou encurtando as palavras. Não compreendia bem o sentido delas. E, com tal prosódia e tal pontuação, os textos mais simples se obscureciam.
c) Minha mãe, lia devagar, numa toada inexpressiva, fazendo pausas, absurdas, engolindo vírgulas e pontos, abolindo esdrúxulas alongando ou, encurtando as palavras. Não, compreendia bem o sentido delas. E com tal prosódia e tal pontuação, os textos mais simples se obscureciam.
d) Minha mãe, lia devagar numa toada inexpressiva, fazendo pausas absurdas, engolindo vírgulas e pontos, abolindo esdrúxulas, alongando ou encurtando, as palavras. Não, compreendia bem o sentido delas. E, com tal prosódia e tal pontuação os textos mais simples se obscureciam.
e) Minha mãe lia, devagar, numa toada inexpressiva, fazendo pausas absurdas, engolindo vírgulas e pontos, abolindo esdrúxulas, alongando, ou encurtando as palavras. Não compreendia bem, o sentido delas. E com tal prosódia e tal pontuação, os textos, mais simples, se obscureciam.

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