Ed
ano passado
Vamos analisar cada uma das alternativas para identificar a correta sobre a Política Nacional de Saúde Mental (PNSM) no Brasil: (A) A atuação dos movimentos sociais na crítica às instituições asilares causou transtornos ao processo de construção da PNSM por sua agressividade, e a superação daquele modelo se deu graças ao trabalho construído por entidades religiosas. - Esta afirmação é problemática, pois minimiza a importância dos movimentos sociais e atribui a superação do modelo asilar a entidades religiosas, o que não é uma visão precisa. (B) É fundamental que haja um compromisso das esferas de gestão pública, diretamente ligadas ao tema, para conduzir e mediar os inevitáveis conflitos familiares de pessoas com transtornos mentais por meio de divulgação das leis que regem a PNSM. - Embora a gestão pública seja importante, essa alternativa não aborda diretamente os princípios centrais da PNSM. (C) A PNSM tem como eixo organizador a desinstitucionalização e, fundamentalmente, a construção de condições efetivas para um cuidado comunitário contínuo e qualificado para todos os que necessitem de atenção, tratamento, reabilitação e reinserção social. - Esta alternativa reflete com precisão os objetivos da PNSM, que realmente prioriza a desinstitucionalização e o cuidado comunitário. (D) O direito à vida comunitária e social de pessoas com transtornos mentais compreende o direito de acesso a redes amplas de base territorial compostas por usuários do SUS que têm problemas semelhantes. - Embora essa afirmação tenha um fundo de verdade, não é tão abrangente quanto a alternativa (C) em relação aos objetivos da PNSM. (E) O processo de mudança de modelo assistencial às pessoas com transtornos mentais encontra-se em curso e requer a contratação de psiquiatras altamente especializados nas doenças mais prevalentes nesse segmento de usuários do SUS. - Essa alternativa foca na contratação de profissionais, mas não aborda os princípios fundamentais da PNSM. Após essa análise, a alternativa correta é: (C) A PNSM tem como eixo organizador a desinstitucionalização e, fundamentalmente, a construção de condições efetivas para um cuidado comunitário contínuo e qualificado para todos os que necessitem de atenção, tratamento, reabilitação e reinserção social.


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