Ed
ano passado
Vamos analisar cada alternativa em relação às características associadas a alterações condutivas nos potenciais evocados auditivos: A) Latências absolutas de ondas I, II e V normais; latências interpicos normais; limiar eletrofisiológico elevado. - Esta descrição não é típica de alterações condutivas, pois as latências normais não indicam comprometimento. B) Latência interpico I – V aumentada; se for de forma uniforme (I-III e III -V prolongadas) – indicam comprometimento difuso das vias auditivas no tronco encefálico. - Essa descrição é mais associada a alterações neurossensoriais, não condutivas. C) Aumento da latência absoluta de todas as ondas; latência interpico I-V normal; limiar eletrofisiológico moderadamente elevado. - O aumento da latência absoluta não é característico de alterações condutivas. D) Limiar eletrofisiológicos dentro da normalidade sem aumento de latência absoluta. - Esta alternativa é a mais adequada, pois alterações condutivas geralmente não afetam as latências absolutas, mas podem elevar os limiares. E) Diminuição da latência absoluta de todas as ondas; latência interpico I e II aumentada; limiar eletrofisiológico significativamente elevado. - A diminuição da latência absoluta não é típica de alterações condutivas. Portanto, a alternativa correta que descreve as características associadas a alterações condutivas é: D) limiares eletrofisiológicos dentro da normalidade sem aumento de latência absoluta.


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