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História

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Sobre a História, pode-se dizer que é uma espécie de estudo e conhecimento sobre o passado a partir da interação do ser humano com o meio onde vive. Esses estudos sobre o passado, porém, têm uma trajetória, que ao serem analisadas, permitem perceber suas modificações com o tempo pelas suas diferenças. Assinale a alternativa correspondente.


a) Além do estudo teórico e metodológico, ao refletir sobre a escrita da História, a Historiografia permite um debate sobre a forma, a intenção e as funções do conhecimento produzido.
b) Historiografia pode ser entendida como a escrita da História. Assim, a prática historiográfica, ou seja, o ato de escrever a história, não permite maiores reflexões metodológicas e nem promove mudanças na compreensão do passado.
c) A História é um campo do conhecimento que pouco se modifica, trazendo conclusões definitivas sobre o passado. A análise de sua trajetória apenas confirma sua condição. Essa prática da História é conhecida como Historiografia, que se resume simplesmente a analisar a trajetória histórica do campo do conhecimento histórico.
d) Os debates teóricos e metodológicos referentes a História em relação a sua trajetória não contribuem para a interpretação do passado, visto que os dados e as análises são fiéis e cumulativos.
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Estudando com Questões

há 3 anos

Respostas

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há 3 anos

A alternativa correta é a letra A) Além do estudo teórico e metodológico, ao refletir sobre a escrita da História, a Historiografia permite um debate sobre a forma, a intenção e as funções do conhecimento produzido.

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A crença na superioridade da razão é a base do pensamento Iluminista, tão bem expresso por Francis Bacon. Nesse sentido, os itens abaixo versam sobre o processo histórico Iluminista.

I. A afirmativa de Francis Bacon apresenta uma das ideias fundamentais do pensamento científico: a crítica. Para o europeu do século XVI em diante, apesar da herança clássica, havia sido ele, e não os gregos, que tinha realizado as grandes navegações e a ciência experimental.
II. A invenção da imprensa conseguiu expandir o conhecimento por meio da difusão dos diversos tipos de conhecimento, indo dos relatos aos dicionários e às enciclopédias. Apesar disso, o intenso analfabetismo europeu acabou impedindo o acesso ao conteúdo das obras e ao desenvolvimento intelectual advindo desse fato.
III. A fé na razão e no entendimento se opunha, para os iluministas, à ignorância do pensamento embasado nos mitos da Bíblia e nos dogmas da Igreja. A partir do Iluminismo, o homem é livre para construir uma nova religião, e em seu altar, colocar a razão.
IV. A Enciclopédia publicada por Diderot propunha-se a difundir todo o conhecimento humano, pronto para ser compartilhado por todos, afinal a palavra enciclopédia significa a inter-relação das ciências, nas palavras do próprio Diderot.

V. Se para o filósofo iluminista a razão era libertadora, para a maior parte das monarquias europeias ela era reformista. Assim, buscando estimular o acesso às obras iluministas, os reis absolutistas providenciaram a distribuição da Enciclopédia em todo o seu reino, por isso foram chamados de Déspotas Esclarecidos. Estão corretos, apenas
I, II e III.
III, IV e V.
I, III e V.
X I, III e IV.
II, IV e V.


I, II e III.
III, IV e V.
I, III e V.
X I, III e IV.
II, IV e V.

(IFRN 2012) A análise criteriosa do discurso historiográfico é uma das habilidades exigidas do professor de História. Considerando essa habilidade, analise os dois documentos a seguir:
I – “Em seus escritos, os pensadores iluministas insistiam: somente a partir do uso da razão os homens atingiriam o progresso, em todos os sentidos. A razão permitiria instaurar no mundo uma nova ordem, caracterizada pela felicidade ao alcance de todos”.
(MOTA, Myriam Becho; BRAICK, Patrícia Ramos. História: das cavernas ao terceiro milênio.x São Paulo: Moderna, 2002, p. 250).
II – “O verdadeiro fundador da sociedade civil foi o primeiro que, tendo cercado um terreno, se lembrou de dizer: Isto é meu; e encontrou pessoas, suficientemente simples, que acreditaram nele. Quantos crimes, guerras, homicídios, misérias e horrores não pouparia ao gênero humano aquele que, arrancando as estacas ou enchendo o fosso, tivesse gritado aos seus semelhantes: não deveis escutar este impostor; estareis perdidos se esquecerdes que os frutos pertencem a todos e que a terra não é de ninguém”.
(ROUSSEAU, Jean-Jacques. Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens. Rio de Janeiro: Editora Rio, 1977, p. 86) (Grifo do autor).
A partir desses documentos e do conhecimento sobre o pensamento iluminista, pode-se afirmar corretamente que as reflexões de Rousseau se diferenciam das ideias de outros autores iluministas na medida em que


relativiza a importância da razão como elemento decisivo para o progresso e sugere outros aspectos que precisam ser considerados para a conquista da felicidade dos homens.
defende a construção de uma nova ordem gerida por um Contrato Social, segundo a qual o progresso humano viria com a superação do estado natural.
questiona a bondade natural dos homens com base na ideia de que a razão individualista dificulta a construção de projetos sociais coletivos.
aponta a Monarquia Esclarecida como única alternativa para conter a propriedade privada, considerada por ele o principal entrave para a felicidade humana.
aproxima razão e posse de terras. A ideia de razão e de propriedade são dependentes.

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