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1
CURVAS 
VERTICAIS
PROFESSOR: HAMIFRANCY MENESES
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO PIAUÍ – CEFET/PI
CURSO TÉCNICO DE ESTRADAS
2
TÓPICOS ABORDADOS
• INTRODUÇÃO
• COMPRIMENTO MÍNIMO DAS CURVAS VERTICAIS
• CÁLCULO DE COTAS E FLECHAS DA PARÁBOLA SIMPLES
Curvas convexas; Curvas côncavas;
Curvas empregadas na concordância de greides retos;
Tipos de curvas: côncava e convexa;
• CARACTERIZAÇÃO DE CURVAS VERTICAIS
Procedimento simplificado de determinação de Lmin;
Cálculo de Rv
Cálculo de flechas da parábola composta;
Cálculo de ordenadas, flechas e vértice da parábola simples;
• EXEMPLO DE CÁLCULO DE CURVA VERTICAL
Determinação de cotas da plataforma da rodovia;
Procedimento para cálculo de curva vertical
• RECOMENDAÇÕES PARA LANÇAMENTO DE GREIDE
3
INTRODUÇÃO
● O projeto do perfil longitudinal de uma rodovia é composto de greides
retos (rampas acendestes e descendentes) e greides curvos (curvas 
verticais), empregados para conferir conforto e segurança de tráfego à
plataforma de uma rodovia.
Definição
● Tipos de greides retos: ● Tipos de greides curvos:
Rampas ascendentes: i>0 (+)
Rampas descendentes: i<0 (-) Curvas verticais cônvexas
Curvas verticais côncavas
● Variação da declividade dos greides retos (g):
21 iig −=
Greide reto (rampa) 
ou greide curvo.
Prolongamento do 
greide reto (rampa).
Terreno natural.
Curva
cônvexas
Curva
concava
4
CARACTERIZAÇÃO DE CURVAS VERTICAIS
● Tipos de curvas de concordância: curva circular, elipse, parábola de 2º grau.
Curvas empregadas na concordância de greides retos;
● Caracterização da Parábola de 2º grau:
Coeficiente de curvatura - K
O valor de K representa o 
comprimento da curva vertical 
no plano horizontal (m) para 
cada 1% de variação na 
declividade longitudinal da 
rodovia.
g
Lk = em “m”.
em “%”.
K em “m/%”.
1k
2k
21 kk >
● Função das curvas verticais: promover a concordância ou passagem 
suave entre greides retos (rampas) sucessivos, com conforto e segurança.
Parábola Simples 
ou Simétrica 
(L1=L2)
Parábola Composta 
ou Assimétrica 
(L1 dif. L2)
L1= L2=
5
CARACTERIZAÇÃO DE CURVAS VERTICAIS
)(0 +>g
Tipos de curvas: côncava e convexa;
)(0 −<g
6
Cálculo de Rv – Raio da circunferência que se aproximação da 
parábola simples em uma curva vertical.
COMPRIMENTO MÍNIMO DAS CURVAS VERTICAIS
gkL *minmin =
VRLisen /)( 22 =−
21 LLL +=
Procedimento simplificado de determinação de Lmin
Lmin: projeção horizontal do comprimento mínimo da curva 
vertical (m)
Kmin: coeficiente de curvatura da curva vertical (adimensional). 
(Consultar Tabelas do Anexo 3 do Livro do Prof. Gláuco Filho.)
g: variação da declividade dos greides retos (%).
i1 i2
RvRv
i1 i2
i1 i2
PCV PTV
PIV
L1 L2
VRLisen /)( 11 =
11 )( iisen =
VRiL *11 = VRiL *22 −=
22 )( iisen −=−
Para ângulos pequenos
VV RiRiL ** 21 −=
)(* 21 iiRL V −=
gRL V *=
7
COMPRIMENTO MÍNIMO DAS CURVAS VERTICAIS
Comprimento mínimo de curvas convexas (Lcx_min );
Caso I – A distância de vis. parada (S) é <= que o comprimento da curva vertical (L) 
gDL P *
412
2
=
● Determinação analítica de L:
L: comprimento da curva vertical (m);
DP: distância de visibilidade de parada (m);
g: variação da declividade dos greides retos (%).
Onde:
Lcx_min é função da 
distância de 
visibilidade de 
parada mínima 
necessária para que 
o condutor possa 
parar o veículo com 
segurança ao 
avistar um obstáculo 
físico parado.
Caso I – A distância de vis. parada (S) é <= que o comprimento da curva vertical (L) 
H = 1,1 m
h = 0,15 m
8
COMPRIMENTO MÍNIMO DAS CURVAS VERTICAIS
Comprimento mínimo de curvas convexas (Lcx_min );
Caso I – A distância de vis. parada (S) é <= que o comprimento da curva vertical (L) 
● Determinação gráfica de L:
(A=g)
Para K>=43, deve-se ter dar maior ênfase no projeto de 
drenagem, tendo em vista a maior suavidade da curva vertical.
9
COMPRIMENTO MÍNIMO DAS CURVAS VERTICAIS
Comprimento mínimo de curvas convexas (Lcc_min );
Caso II – A distância de visibilidade (S) é > que o comprimento da curva vertical (L) 
g
DL P
412*2 −=
● Determinação analítica de L:
L: comprimento horizontal da curva vertical (m);
DP: distância de visibilidade de parada (m);
g: variação da declividade dos greides retos (%).
10
COMPRIMENTO MÍNIMO DAS CURVAS VERTICAIS
Comprimento mínimo de curvas côncavas (Lcc_min );
Caso I – A distância de vis. parada (S) é <= que o comprimento da curva vertical (L) 
Lcx_min é função da distância de visibilidade de parada mínima necessária para que o 
condutor possa para o veículo com segurança ao avistar um obstáculo físico parado.
● Determinação analítica de L:
L: comprimento horizontal da curva vertical (m);
DP: distância de visibilidade de parada (m);
g: variação da declividade dos greides retos (%).
g
D
DL
P
P *
*5,3122
2
+
=
11
COMPRIMENTO MÍNIMO DAS CURVAS VERTICAIS
Comprimento mínimo de curvas côncavas (Lcc_min );
Caso I – A distância de vis. parada (S) é <= que o comprimento da curva vertical (L) 
● Determinação gráfica de L:
(A=g)
Para K>=43, deve-se ter dar maior ênfase no projeto de drenagem, 
tendo em vista a maior suavidade da curva vertical.
12
COMPRIMENTO MÍNIMO DAS CURVAS VERTICAIS
Comprimento mínimo de curvas côncavas (Lcc_min );
Caso II – A distância de visibilidade (S) é > que o comprimento da curva vertical (L) 
g
DDL PP
*5,3112*2 +−=
● Determinação analítica de L:
L: comprimento horizontal da curva vertical (m);
DP: distância de visibilidade de parada (m);
g: variação da declividade dos greides retos (%).
13
CÁLCULO DE ORDENADAS E FLECHAS DA PARÁBOLA SIMPLES
xix
L
gy **
2 1
2 +
−
=
2*
2
x
L
gf =
8
* LgF =
● Determinação da ordenada y
Cálculo das cotas e flechas - Parábola simples (Simétrica)
● Determinação da flecha f
)(**
2
)( 1
2 PCVCotaxix
L
gPCota ++−=
F, flecha máxima (m);
L, comprimento horizontal 
da curva vertical (m);
f: flecha da parábola num 
ponto genérico P (m).
g: variação da declividade 
dos greides retos (%).
x: abscissa da curva 
vertical (m).
14
CÁLCULO DE VÉRTICE DA PARÁBOLA SIMPLES
xix
L
gy **
2 1
2 +
−
=
1* ixL
g
dx
dy
+
−
=
g
LiL *10 =
Cálculo do ponto de ordenada máxima ou mínima do Vértice (L0,y0);
Ponto de Mínimo (C.V. Côncava)
Ponto de Máximo (C.V. Convexa)
Derivada de y = 0 x= L0 e y = y0E
10*0 iLL
g
+
−
=
● Dedução matemática
10
2
0
0 *2
* iL
L
Lgy +−=
1
1
2
1
0 *
***
2
i
g
Li
g
Li
L
gy ⎟⎟
⎠
⎞
⎜⎜
⎝
⎛
+⎟⎟
⎠
⎞
⎜⎜
⎝
⎛−
=
⎟⎟
⎠
⎞
⎜⎜
⎝
⎛
+⎟⎟
⎠
⎞
⎜⎜
⎝
⎛−
=
g
Li
g
Li
L
gy ***
2
2
1
2
22
1
0
g
Li
g
Liy *
2
* 21
2
1
0 +
−
=
g
LiLiy
2
**2* 21
2
1
0
+−
=
g
Liy
2
*21
0 =
IMPORTANTE: 
As coordenadas do 
vértice só coincidem 
com as coordenadas 
de flecha máxima 
quando a curva 
vertical é simétrica 
e i1 = i2.
15
CÁLCULO DE FLECHAS DA PARÁBOLA COMPOSTA
Cálculo das cotas e flechas - Parábola composta (Assimétrica)
● Determinação da flecha máxima F
F, flecha máxima (m);
L1: comprimento horizontal do 
1º ramo da parábola (m);
g: variação da declividade 
dos greides retos (%).
x1: abscissa da curva vertical 
no 1º ramo da parábola (m).
f1: flecha da parábola num ponto 
genérico no 1º ramo da parábola.
1º ramo 
(PCV-PIV)
2º ramo 
(PIV-PTV)
● Determinação da flecha f
L2: comprimento horizontal do 
2º ramo da parábola (m);
L: comprimento horizontal 
total da curva vertical (m);
f1: flecha da parábola num ponto genérico no 1º ramo da parábola.
x2: abscissa da curva vertical no 21 ramo da parábola (m).
16
CÁLCULO DE COTAS E FLECHAS DA PARÁBOLA SIMPLES
:)( NECota
:)( 1−NECota
:1i
● Formulação matemática:
Determinação de cotas da plataforma da rodovia;
:),( 1−NN EEd
),(11 1
*)()(
−
+= − NN EENN diECotaECota
cota do greide reto da rodovia na estaca N (m);
cota do greide reto da rodovia na estaca N-1 (m);
inclinação da rampa onde se encontra a estaca N (absoluto)
(-) greide de descida e (+) greide de subida;
distância horizontal plana entre das estacas N e N-1 (m);
Onde:
17
3º Etapa: Determinar L, verificando atendimentode Lmin;
CÁLCULO DE COTAS E FLECHAS DA PARÁBOLA SIMPLES
21 iig −=
gKL *minmin =
2º Etapa: Determinar g;
Procedimento para cálculo de curva vertical
4º Etapa: Definição do caráter simétrico ou não da curva vertical;
5º Etapa: Determinação das cotas do terreno natural em cada uma das 
estacas que define o alinhamento horizontal da rodovia (via programa);
1º Etapa: Determinar a distância de visibilidade de parada - Dp;
)(*255
*7,0
1
2
if
V
VDP +
+=
18
7º Etapa: Determinação da flecha vertical (f) que separa o greide reto do greide 
curvo em cada uma das estacas que define o alinhamento horizontal da rodovia. 
CÁLCULO DE COTAS E FLECHAS DA PARÁBOLA SIMPLES
2*
2
x
L
gf =
Procedimento para cálculo de curva vertical
6º Etapa: Determinação da cota do greide reto em cada uma das estacas que 
define o alinhamento horizontal da rodovia;
8º Etapa: Determinação da cota do greide de projeto da plataforma rodoviária em 
cada uma das estacas que define o alinhamento horizontal da rodovia. Esta cota 
é obtida pela soma dos resultados obtidos nas etapas 6 e 7.
),(11 1
*)()(
−
+= − NN EENN diECotaECota
Parábola Simétrica Parábola Assimétrica
8
* LgF =
9º Etapa: Determinação as coordenadas (Lo, Yo) do vértice da parábola.
g
LiL *10 =g
Liy
2
*21
0 =
19
Exemplo 1: Para o trecho rodoviário a seguir: projetar a curva vertical simétrica e 
elaborar sua respectiva planilha básica de terraplenagem. Considere o projeto de 
uma rodovia classe III, em terreno planos, com velocidade diretriz de 70 km/h 
(Vd=70km/h), fator de atrito transversal iguala 0,14 (f=0,14). Estacas de 20 em 20 m.
EXEMPLO DE CÁLCULO DE CURVA VERTICAL
21 iig −= )5(2 −−=g %7+=g
PIV
PTV
i1 = + 2%
i2 = - 5%PCV = 80 + 0,00 m
E = 78 + 0,00 m
Cota = 820 m
1º Etapa: Determinar g:
2º Etapa: Determinar L (curva convexa):
mgDL P 5,2057*
412
110
*
412
22
===
● Cálculo analítico ● Cálculo gráfico
mL 150=
Caso I (S<L)
Solução:
m
if
V
VDP 21,1072,5849)02,031,0(*255
70
70*7,0
)(*255
*7,0
2
1
2
=+=
+
+=
+
+=
Etapa Pré-liminar: Cálculo de Dp:
mDP 110=
mL 200=
(Recomendado)
(Excepcional)
20
Exemplo: Continuação...
EXEMPLO DE CÁLCULO DE CURVA VERTICAL
m
g
DL P 1,1617
412110*2412*2 =−=−=
mgKL 2037*29*minmin ===
2º Etapa: Determinar L (curva convexa):
● Cálculo analítico
Caso II (S>L)
Verificação de Lmin
L adotado: mL 200=
3º Etapa: Adotar curva vertical simétrica 
(L1 = 100m – PCV PIV;. L2 = 100m – PIV PTV)
4º Etapa: As cotas do terreno natural deste exemplo são ilustrativas e 
apresentadas na 8º etapa.
21
Exemplo: Continuação...
EXEMPLO DE CÁLCULO DE CURVA VERTICAL
),(11 1
*)()(
−
+= − NN EENN diECotaECota
mECotaECota 4,8204,082020*02,0)()( 7879 =+=+=
mECotaECota 0,8224,06,82120*02,0)()( 8283 =+=+=
5º Etapa: Determinar cotas de greide reto:
Trecho em tangente
mmECota 8200*02,0820)( 78 =+= (trecho rodoviário começa na estaca 78)
mECotaECota 8,8204,04,82020*02,0)()( 7980 =+=+=
Trecho em curva vertical (PCV ao PIV)
mECotaECota 2,8214,08,82020*02,0)()( 8081 =+=+=
mECotaECota 4,8224,00,82220*02,0)()( 8384 =+=+=
mECotaECota 6,8214,02,82120*02,0)()( 8182 =+=+=
mECotaECota 8,8228,04,82220*02,0)()( 8485 =+=+=
22
Exemplo: Continuação...
EXEMPLO DE CÁLCULO DE CURVA VERTICAL
222 *000175,0*
200*2
07,0*
2
xxx
L
gf ===
mECotaECota 8,81918,82020*05,0)()( 8788 =−=−=
mECotaECota 8,81718,81820*05,0)()( 8990 =−=−=
5º Etapa: Determinar cotas de greide reto:
Trecho em curva vertical (PIV ao PTV)
mECotaECota 8,82118,82220*05,0)()( 8586 =−=−=
mECotaECota 8,81818,81920*05,0)()( 8889 =−=−=
mECotaECota 8,82018,82120*05,0)()( 8687 =−=−=
6º Etapa: Determinação da flecha vertical (f):
2*000175,0 xf −=
Trecho em tangente:
mfff 00,0807978 ===
( - devido curva convexa)
23
Exemplo: Continuação...
EXEMPLO DE CÁLCULO DE CURVA VERTICAL
6º Etapa: Determinação da flecha vertical (f):
Trecho em curva vertical 
(PCV ao PIV e do PIV ao PTV /devido simetria de L1=L2)
mff 070,0)20(*000175,0 28981 −=−==
mff 280,0)40(*000175,0 28882 −=−==
mff 630,0)60(*000175,0 28783 −=−==
mfPIV 750,1)100(*000175,0 285 −=−==
mff 120,1)80(*000175,0 28684 −=−=
24
Exemplo: Continuação...
EXEMPLO DE CÁLCULO DE CURVA VERTICAL
7º e 8º Etapa: Determinação da cota do greide de projeto da plataforma 
rodoviária e das cotas de corte e de aterro.
Vo - Vértice da curva vertical - Estaca com máxima cota de plataforma. 
PIV - Estaca com máxima flecha da parábola.
25
Exemplo: Continuação...
EXEMPLO DE CÁLCULO DE CURVA VERTICAL
Visão gratifica da curva vertical projetada.
PCV
PIV
PTV
mgLRV 857.207,0/200/ ===
26
Exemplo 2: Projetar a curva vertical da curva assimétrica da figura abaixo.
EXEMPLO DE CÁLCULO DE CURVA VERTICAL
Solução:
Est. 5 
Cota 101,25 m
Est. 6
Est. 7 -PCV
),(11 1
*)()(
−
+= − NN EENN diECotaECota
mECotaECota 95,10120*035,0)()( 56 =+=
1º Etapa: Determinar cotas de greide reto:
Trecho em tangente de entrada (i1)
Trecho em curva vertical (PCV ao PIV)
mECotaECota 95,10120*035,0)()( 56 =+=
mECotaECota 65,10220*035,0)()( 67 =+=
mECotaECota 35,10320*035,0)()( 78 =+=
27
Exemplo: Continuação...
EXEMPLO DE CÁLCULO DE CURVA VERTICAL
1º Etapa: Determinar cotas de greide reto:
Trecho em curva vertical (PCV ao PIV)
mECotaECota 75,10420*035,0)()( 910 =+=
mECotaECota 05,10420*035,0)()( 89 =+=
mECotaECota 45,10520*035,0)()( 1011 =+=
mECotaECota 15,10620*035,0)()( 1112 =+=
mECotaECota 85,10620*035,0)()( 1213 =+=
Trecho em curva vertical (PIV ao PTV)
mECotaECota 85,10520*025,0)()( 1415 =−=
mECotaECota 35,10620*025,0)()( 1314 =−=
mECotaECota 35,10520*025,0)()( 1516 =−=
mECotaECota 85,10420*025,0)()( 1617 =−=
mECotaECota 35,10420*025,0)()( 1718 =−=
mECotaECota 35,10320*025,0)()( 1920 =−=
mECotaECota 85,10320*025,0)()( 1819 =−=
mECotaECota 85,10220*025,0)()( 2021 =−=
mECotaECota 60,10210*025,0)()( 211021 =−=+
Trecho em tangente de saída (i2)
mECotaECota 85,10120*025,0)()( 2223 =−=
mECotaECota 35,10210*025,0)()( 102122 =−= + mECotaECota 35,10120*025,0)()( 2324 =−=
28
Exemplo 2: Continuação...
EXEMPLO DE CÁLCULO DE CURVA VERTICAL
Cálculo da flecha máxima F:
Cálculo de flechas f:
1º Ramo da Parábola 
(PCV-PIV)
11,2120*
120
11,2 2
2120 ==f
2º Etapa: Determinar as flechas da parábola:
29
COTA 
(G. Reto)
Exemplo 2: Continuação – Planilha de projeto da curva vertical
EXEMPLO DE CÁLCULO DE CURVA VERTICAL
Cálculo de flechas f:
2º Ramo da Parábola 
(PCV-PIV)
Vo - Vértice da curva vertical.
PIV - Flecha máxima flecha da parábola.
30
RECOMENDAÇÕES PARA LANÇAMENTO DE GREIDE
Práticas recomendadas para lançamento de greide
● Procurar usar rampas contínuas, com declividade mínimas, acompanhado o 
relevo, sem, no entanto, extrapolar os valores máximos de rampa permitidos. 
* Aplicado somente a rampas com máximo comprimento igual a 300 m Fonte: DNER (1999).
● Buscar inserir as curvas verticais de modo a coincidirem ou estarem próximas 
das curvas horizontais, garantindo melhor visibilidade ao condutor.
31
RECOMENDAÇÕES PARA LANÇAMENTO DE GREIDE
Práticas recomendadas para lançamento de greide
● Em trecho longos de 
rampas ascendentes é
conveniente dispor as 
rampas mais íngremes 
na parte inferior da 
trecho e as rampas 
mais suaves na parte 
superior, intercaladas 
por uma rampa suave 
intermediária.
(Preferível)
(Não recomendado)
4%
 -50
0 m
● Evitar o uso de greides retos ascendentes e descentes curtos e sucessivos 
(“greide colado”), principalmente em trecho de tangente horizontal, pois a sucessão 
de vales e cumes das curvas verticais pode afetar a visibilidade do tráfego.
32
RECOMENDAÇÕES PARA LANÇAMENTO DE GREIDE
Práticas recomendadas para lançamento de greide
● Em trecho com curvas verticais pequenas e médias sucessivas, no mesmo tipo, 
é preferível usar uma só curva vertical mais longa, melhorando a fluência ótica.
● Em trecho com sucessivas curvas verticais curtas e médias, em sentidos opostos, 
que apresentam quebras freqüentes, é preferível o projeto de uma curva verticalúnica, com rampas maiores e de declividade intermediária, em relação as declividades 
das rampas menores.
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	CÁLCULO DE ORDENADAS E FLECHAS DA PARÁBOLA SIMPLES
	CÁLCULO DE VÉRTICE DA PARÁBOLA SIMPLES
	CÁLCULO DE FLECHAS DA PARÁBOLA COMPOSTA
	CÁLCULO DE COTAS E FLECHAS DA PARÁBOLA SIMPLES
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