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Coxins Almofadas sobre as quais os animais caminham Amortecem as extremidades dos animais de impactos São recobertos por epiderme glaba, densamente cornificada cárpico Ricas em tecido adiposo Se encontram na hipoderme São denominados de acordo com a região anatômica que se encontram Coxins metacárpicos e digitais Na membro torácico Coxins metatársicos e digitais No membro pélvico Todos os animais domésticos tem coxins Inclusive humanos Animais que possuem casco também tem coxins Chamados de coxins digitais Em animais ungulados os coxins digitais são incorporados no casco No subcutâneo da face palmar ou plantar do casco Nos equinos os coxins estão localizados na ranilha Região em forma de “V” no casco Toda essa estrutura, na sua hipoderme, é rica em coxins Que se dilatam para o bulbo do talão O subcutâneo dos coxins caninos, bulbos dos suínos e ranilha nos equinos contém glândulas sudoríparas. A secreção funciona como marcador de território Equinos têm coxins específicos Castanha Na articulação cárpica Esporão Na articulação metacárpica Unhas e Garras Proteção do tecido adjacente É importante para arranhar, escavar e/ou como arma Protegem a superfície dorsal da falange distal Externamente observa a epiderme altamente queratinizada Cascos Revestimento córneo da extremidade distal de cada membro Epiderme queratinizada (rígida e resistente) Derme (córion) Derme perióplica Derme coronária Por estar em maior contato com a epiderme, é responsável pelo crescimento da parte queratinizada do casco Derme laminar Onde ocorre a laminite, pois é uma região muito vascularizada Invaginações digitiformes da derme Parte + sensível do casco Tecido subcutâneo (hipoderme) Forma os coxins A falange distal está completamente dentro do casco Nos equinos, entre a falange média e a falange distal, tem um osso sesamóide distal, chamado osso navicular Chamado navicular pela semelhança com um navio O casco de equinos é mais complexo Reduz o impacto da pata Relacionado com o retorno venoso Sua natureza elástica auxilia no retorno venoso ao coração A linha branca (na face palmar e plantar) é a região de transição entre a sola e a parede do casco Onde coloca-se a ferradura Anatomia do casco dos equinos Broca Comum nos equinos Causa apodrecimento na região da ranilha e do bulbo do talão Aumento de proliferação de bactérias, que penetram a parte mais queratinizada e conseguem atingir os coxins Extremamente doloroso pro animal e fétido Anatomia da estrutura após retirada do casco Anatomia da estrutura do interior do casco Cornos São permanentes Não caem da cabeça do animal Crescem de modo contínuo São estruturas ósseas Tem tecido ósseo embaixo da camada queratinizada Possuem vascularização intensa Artérias e veias cornuais A drenagem é feita pelo linfonodo parotídeo Sua inervação é dado pelo ramo cornual Geralmente faz-se um bloqueio anestésico infiltrativo e circular, Pois, diferente da maioria dos animais que tem um trajeto reto do nervo, em alguns animais as terminações desse nervo se prolongam, dando voltas na base do corno Estrutura anatômica de um corno Botão ósseo Surge do osso frontal Após o nascimento e à medida que ele vai se desenvolvendo, internamente, forma-se um osso que possui uma escavação (natural) Chamado de seio pneumático cornual Essa estrutura se comunica com os outros seios pneumáticos que os ruminantes possuem Seio frontal e nasal Tem uma região de base que está ligada ao osso frontal Tem o corpo e o ápice do corno Possui papilas dérmicas Chifres Não são permanentes A epiderme tem aspecto aveludado Após um certo período entra em decomposição e cai Caem mas voltam a nascer Bicos Não possuem lábio superior e inferior Sempre tem uma conformação de acordo com o hábito alimentar das aves Assim como o casco, cresce de forma contínua